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sábado, 21 de abril de 2012



Suinicultores estão a abandonar a produção por não aguentarem o aumento do preço das matérias primas

Carne mais cara a partir do verão por falta de porcos

Porcos alentejanos no montado 
Porcos alentejanos
Nuno Veiga
20/04/2012 | 11:57 | Dinheiro Vivo

“O preço da carne de porco vai subir no verão, porque a oferta vai ser menor que a procura”, adiantou ao Dinheiro Vivo, Vítor Menino, presidente da Federação Portuguesa da Associação de Suinicultores.

O problema, explica, “é que muitos produtores estão a abandonar a atividade porque não estão a aguentar a subida dos custos à produção, só as matérias primas subiram 25%, quando o preço dos animais só subiu 10%”, por isso, “estimo que no verão haverá menos porcos no mercado, logo os preços finais vão subir”.
Apesar do aumento dos preços que já se verificou, Vítor Menino garante que “a carne de porco continua a merecer a preferência dos consumidores portugueses, porque tem um preço muito acessível”.
A mesma opinião tem o presidente da Associação de Comerciantes de Carne de Portugal, Jacinto Bento, que diz que “os portugueses praticamente deixaram de comprar carne de vaca, agora compram aves e porco, as mais baratas”, mas mesmo assim, frisa, “compram menos que há um ano, há uma quebra no consumo que levou ao encerramento de centenas de talhos em todo o país”.
O setor, adianta "está a atravessar uma fase muito difícil, o consumidor tem menos dinheiro para gastar e optam sempre pelo mais barato", além disso, diz Jacinto Bento, "também se compra menos nos talhos, as pessoas cada vez procuram mais refeições prontas".
Francisco Moura, presidente da Federação Portuguesa de Bovinicultores, não consegue explicar o aumento do preço da carne de vaca, porque diz, “os preços pagos aos criadores continuam iguais, preços de há 6 anos, mas para o consumidor final continuam a subir”.
Perante este cenário admite "que os consumidores deixem de comprar carne de vaca e aos criadores só resta uma opção, abandonar a atividade, porque com as rações a subir para o dobro não há quem aguente".
Neste baralhar de preços, que levam os consumidores a procurar o mais barato conta ainda a opinião da Federação Portuguesa das Associações Avícolas, que refere que o setor também vive dificuldades, e diz o presidente, Manuel Lima, “no mercado as outras carnes apresentam preços mais baixos que o habitual e fazem concorrência direta à carne de aves”.
Além disso, acrescenta Manuel Lima, "os preços para a produção também têm aumentado, nos últimos três anos subiram na ordem dos 20%, quando a carne mantém o mesmo preço médio".
Feitas as contas, nenhum dos setores de produção de carne em Portugal está a viver uma boa fase, e como sublinha Manuel Lima "a crise que estamos a atravessar afeta todos, temos dificuldade no acesso ao crédito o que dificulta o investimento e a somar a isso temos dificuldade em cobrar o que vendemos, logo temos dificuldades de tesouraria". 

25deabril25debri25deabril25deabril25deabril25deabril25deabril25deabril25deabril25deabril24deabril



A data histórica para que nos remete o mês de Abril é incontornável, pelo menos para aqueles que, mesmo adolescentes, viveram o primeiro dia de liberdade, conquistada a pulso por muitos dos que, na clandestinidade, se bateram por ela. O dia 25 desse mês, do ano de 1974, amanheceu diferente. Foi, a esta distância de quase quatro décadas, o único dia de verdadeira liberdade, onde todos os portugueses se uniram contra um inimigo comum: a ditadura herdada de Oliveira Salazar, com todas as características de um poder exercido de forma totalitária – a censura na comunicação social e nas artes, a polícia política, os bufos, as perseguições, as prisões, as torturas, as mortes, os lambe-botas, os yes-minister, a proibição de eleições livres, a impossibilidade legal de formação de partidos políticos, enfim tudo aquilo que os jovens de hoje julgam fazer parte de um filme a preto e branco, guardado agora numa prateleira bafienta da Cinemateca de Lisboa. Mas não foi um filme, acreditem.
          Faleceu no passado dia 22 de Março, um homem chamado João do Machado, um dos últimos antifascistas montemorenses que, tal como muitos desta terra, lutou durante anos, na clandestinidade, contra esse regime ditatorial que se prolongou entre 1926, com o golpe militar de 28 de Maio, que pôs fim à Primeira República, levando à implantação da Ditadura Militar que terminaria faz agora 38 anos, numa explosão de cravos vermelhos. Em tempos, escrevi um conto em homenagem a esse comunista de gema, baseado num dos muitos episódios da sua vida de luta abnegada, solidária e humanista. Mas, para narrar a vida deste meu velho amigo, seriam necessários mil volumes para escrever sobre a sua luta, o seu sofrimento e a alegria que sentiu naquela manhã de Abril de 1974. Destaco uma frase que o Machadinho soltou numa das nossas conversas sobre as torturas a que foi submetido e que me revelou o Homem, diante do qual me senti um microscópico grão de pó. Disse-me então ele, com um sorriso plácido e franco: “Não guardo rancor de ninguém”.

Ele só queria que o seu empenho e os seus sacrifícios não tivessem sido em vão. Mas começo a ter sérias dúvidas. As questões económicas das famílias vão agravar-se, o deficit democrático também, e o Estado não vai voltar atrás. E ainda agora a procissão vai no adro.

Es.Col.A - Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha


Há 5 anos que existia uma escola abandonada e degradada no Bairro da Fontinha no Porto que já só era frequentada por ratos. Um grupo de cidadãos ocupou esse espaço, restaurou-o e fez dele uma zona de liberdade e democracia em perfeita colaboração e partilha com as populações desse bairro. Naquilo a que chamam de Es.Col.A, ajudam-se as crianças nos estudos, criam-se actividades para os jovens do bairro e apoio para os mais idosos de uma forma solidária e desprendida. Xadrez, Yoga, Capoeira, Musica, Dança, Bibliotecas, um sem número de actividades que deram vida e criaram esperança num espaço construído em democracia e liberdade. Num só ano o Es.Col.A passou a ser o centro daquele bairro e o único apoio de muitos que passam por dificuldades devido às desumanas políticas de austeridade e roubo a que este país tem sido sujeito. Aí se partilham refeições confeccionadas com produtos das hortas comunitárias que têm surgido na zona e se reforça a solidariedade e a cidadania. Não a solidariedade da esmola ou da caridadezinha, mas uma solidariedade feita da partilha e da união de todos. Isso parece assustar o sistema receoso que os cidadãos compreendam que existem alternativas possíveis ao mercantilismo e à subjugação aos grandes poderes económicos e que as leis só devem ser válidas e obedecidas quando forem justas. Ver nas televisões ministros a saírem sorridentes de carros de alta cilindrada pagos por todos nós, e depois policias a violentarem cidadãos para lhes retirar aquilo que construíram com as suas próprias mãos é uma imagem que só nos pode causar repulsa e indignação.
Exige-se por isso que o poder aceite a soberania dos cidadãos sobre as suas terras, bairros e cidades e que, se não são capazes ou não têm a vontade de os apoiar, pelo menos não envie os seus cães de guerra para impedir a sua auto-organização.
Exige-se que o Es.Col.A da Fontinha seja devolvida ao bairro e aos seus habitantes.
"O Es.Col.A não será nunca despejado, porque não se pode despejar uma ideia".

http://indignadoslisboa.net

Humor fim de semana


Um homem telefona para a esposa e diz:
- Querida, o meu chefe convidou-me a mim e a alguns dos seus amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora uma semana. Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção que tenho esperado,por isso prepara-me roupa suficiente para uma semana e também a minha caixa de apetrechos de pesca. Vamos partir directamente aqui do escritório e vou  passar aí apenas para apanhar essas coisas.
 Ah!... Por favor , coloque também  o meu pijama novo, aquele de seda azul...
A mulher acha que isso soa um bocado estranho mas atende o pedido do marido.
No fim de semana seguinte , ele regressa da pescaria um tanto cansado, mas fora isso nada de anormal. A mulher recebe-o com um beijo e pergunta-lhe se apanharam muitos peixes.
Ele responde:
-Sim! muitos pargos, algumas garoupas e muitos carapaus. Mas,
 por que é que você não colocou o meu pijama de seda azul, tal como pedi?
A mulher apenas olha fixamente nos olhos dele  e responde segura de si:
-Coloquei sim, querido! Coloquei-o dentro da caixa dos apetrechos de pesca.



Es.Col.A da Fontinha e Rui Rio – Um resumo


Já mais do que uma vez, como esta aqui, me debrucei sobre Rui Rio. Todos sabemos o quanto pode ser desagradável uma pessoa debruçar-se sobre uma fossa... mas lá vai, mais uma vez.
Nesse texto, de Novembro de 2010, falei, entre outras coisas, dos vícios de Rui Rio. Do vício caro (e extremamente perigoso para os bairros ribeirinhos do Porto e Gaia) dos aviõezinhos de corrida e do vício caríssimo (e pago pelos contribuintes) dos carrinhos de corrida dentro da cidade.
Até hoje, o autarca do PPD-PSD nunca deixou de continuar a dar-nos razões para o apreciar devidamente. É a omnipresente arrogância e prepotência, como modo de estar na vida. E o constante clima de populismo acéfalo e rasteiro. É o riso ignorante e escarninho que afivela na tromba sempre que é posto em causa. É o visível desprezo pela cultura que não venha nos manuais bolorentos por onde estudou. É o ostensivo tique autoritário na gestão dos bens públicos, que gere como se fossem propriedade privada. É o refinar da figurinha de lacaio mafioso/fascistóide a que, como já uma vez disse, só falta um toque extra de brilhantina e uma camisa escura.
Esta estória da violência policial (a mando do presidente) sobre voluntários que, ocupando um espaço devoluto, vinham há meses fazendo trabalho comunitário, cujo interesse cultural, ou a própria forma de organização, poderão ser mais, ou menos, discutíveis, mas que seriam de aperfeiçoar e apoiar... em vez de reprimir e destruir... deu-me a frase que faltava para resumir aquilo que anos de observação me fazem pensar do “ilustre” autarca do PSD:
Rui Rio é um vulgar canalha!
Para além da evidente necessidade e oportunidade de uma discussão sobre estes acontecimentos, fica no ar uma pergunta simples:
Não seria já tempo de as gentes daquela bela cidade voltarem a ter uma verdadeira Câmara Municipal do Porto... em vez desta espécie de cortelho municipal do p...? (*)

* Eu escreveria o nome... mas não quero problemas com os Amigos dos Animais...

9 - Coro dos Cornudos

Rod Stewart - Sailing (classic of 70s)



 Turistas vão ter de pagar em Espanha portagens das ex-SCUT 
19-04-2012 15:13:00

A Estradas de Portugal (EP) está a estudar a melhor maneira de disponibilizar aos turistas formas de pagar, em Espanha, as portagens das antigas estradas SCUT – Sem Custos para o Utilizador, refere o SOL citando fonte oficial da empresa pública.
 
portagens.jpg
Ver Galeria
 
A EP quer fornecer aos automobilistas modos de pagamento das portagens antes de chegarem a Portugal, de modo a evitar futuros congestionamentos nas máquinas de pagamento das portagens em Portugal, semelhantes aos que se verificaram no último fim-de-semana grande na Via do Infante.
Os terminais de pagamento automático (TPA) serão “alargados substancialmente” e estarão presentes em mais locais de passagem dos automobilistas, tais como as estações de serviço.
“Estamos a estudar a melhor forma de os colocar também em Espanha, mas temos de acautelar, por exemplo, as diferentes formas de fiscalidade aplicáveis”, diz ainda.
A par desta medida, a Estradas de Portugal vai reforçar o número de máquinas de pagamento existentes na fronteira e, sobretudo, aumentar a informação sobre as formas de pagamento disponíveis.
Fonte oficial do Ministério da Economia disse não estar satisfeita com a divulgação até agora efectuada, mas a EP diz desconhecer esta posição do Governo.
A secretária de Estado do turismo, Cecília Meireles, e o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Silva Monteiro, reuniram-se na quarta-feira para debater a adopção de novas medidas para evitar congestionamentos, mas não divulgaram as conclusões finais.
As longas filas formadas pelos turistas para pagar as portagens alertaram as associações de empresários.
A Confederação de Turismo reuniu-se também, na quarta-feira, com Cecília Meireles, que concordou que “o problema não se resolve com a introdução de mais máquinas».
Também em protesto, a autarquia de Viana do Castelo, duas associações empresariais e a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte enviaram ao Governo «uma declaração conjunta sobre o impacto negativo no turismo e na economia regional» da introdução de portagens na ex-SCUT do Norte Litoral.
Todas as associações empresariais pedem ao Governo formas de minimizar os impactos negativos causados pelo pagamento de portagens. No entanto, está fora de questão para o Governo acabar com a cobrança de portagens.
O pagamento irá render 190 milhões de euros este ano aos cofres do Estado e 330 milhões de euros após o fim dos descontos e isenções, previstos para 2013.
À grande afluência de turistas no Verão irá corresponder igualmente um reforço da fiscalização nas estradas, quer pela polícia, quer pela concessionária.


Observatório do Algarve

MAS ESTA SENHORA É MINISTRA DA JUSTIÇA OU DAS FINANÇAS !?- Reposição depende de que “a situação europeia não se agrave” Ministra da Justiça não garante regresso dos subsídios de férias e Natal em 2015


Reposição depende de que “a situação europeia não se agrave”

Ministra da Justiça não garante regresso dos subsídios de férias e Natal em 2015



 (Foto: Nuno Ferreira Santos)
A suspensão dos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos e reformados pode ir além de 2014, segundo a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.

A ministra admitiu, em declarações à rádio Antena 1, que em caso de agravamento da crise europeia pode não haver margem para repor os subsídios dos funcionários públicos nos moldes em que o primeiro-ministro anunciou recentemente: a partir de 2015, e gradualmente.

Os subsídios só serão repostos “se houver espaço”, o que no entender da ministra impõe que “a situação europeia não se agrave”, segundo disse numa entrevista Antena 1 que será transmitida nesta sexta-feira de manhã, e da qual a rádio pública está a divulgar já esta informação nos noticiários da manhã.

No seu entender, a Constituição não está suspensa e o problema é a falta de dinheiro. E assegura que os direitos fundamentais estão garantidos.

Quanto ao Tribunal Constitucional, a ministra insistiu no seu fim – mas estas declarações foram feitas antes de o PSD indicar Maria José Rangel Mesquita para substituir Paulo Saragoça da Matta como candidato a juiz do Tribunal Constitucional.

PS fala em “desorientação total do Governo”

Em reacção a estas declarações da ministra da Justiça, o deputado do PS Miguel Laranjeiro disse que “isto demonstra uma desorientação total do Governo. Um dia diz uma coisa, outro dia diz uma coisa diferente… Os membros do Governo não se entendem”.

“Como sabe, sempre se falou em 2012 e 2013 [como os anos em que vigoravam os cortes]. O primeiro-ministro, a determinada altura, já falava em 2014. O ministro das Finanças disse que era um lapso. Agora, a senhora ministra da Justiça diz que não sabe se será, sequer, em 2015?! Os portugueses já não sabem é em quem acreditar, em que membro do Governo podem acreditar, se na ministra da Justiça, se no ministro das Finanças, ou se no próprio primeiro-ministro, ou em nenhum destes três”.

Por seu lado, João Semedo, do Bloco de Esquerda, acusa o Governo de mentir. “A ministra da Justiça acaba de confirmar aquilo que todos os portugueses já tinham percebido: o Governo mentiu. Relvas, Passos Coelho, Vítor Gaspar, mentiram aos portugueses relativamente à reposição dos subsídios”, disse à Antena 1.

“Não houve lapso nenhum”, insistiu. “Todos os ministros sabiam que, pelos vistos, só em 2015 é que seriam repostos, mesmo assim parcialmente. Portanto, os únicos portugueses que sabiam essa data de 2015 como momento da reposição dos subsídios eram os membros do Governo. Mas a ministra diz uma outra coisa: é que, provavelmente, nem em 2015 – o que significa que também desta vez o próprio primeiro-ministro e o ministro das Finanças continuam a mentir aos portugueses”.

Publico

Os anéis e os dedos


Também pelo Norte pululam as lojas de compra de ouro usado, de maior ou menor valor artístico. Estes estabelecimentos abrem, do dia para a noite, em locais estratégicos, mas com dimensões escusas e exíguas. Quem fornecerá estas licenças de abertura? Quem faz a formação destes avaliadores, quando estes postos de trabalho têm aumentado tanto? O Parlamento, há meses, prometeu criar uma comissão para averiguar o assunto mas, até hoje: nada...
O jornal Público faz-se eco de que a quase totalidade destas peças é derretida, para único aproveitamento do precioso metal. Obras dos séculos XVIII e mesmo XVII, algumas testemunhas da arte da ourivesaria portuguesa - de nobre tradição - transformaram-se em neutros lingotes para transação, ou mais simples transporte. É um fartar vilanagem e, neste particular, ninguém acautela o nosso património artístico.


Contrastes ... O desmoronar de Portugal e da sociedade...

COMPILAÇÃO DE VÁRIAS NOTICIAS RECENTES, QUE EVIDENCIAM OS EFEITOS DEVASTADORES 
DAS MEDIDAS INJUSTAS, DOS QUE NOS (DES)GOVERNAM.

1 - "A Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP) desaprovou hoje, 
em Vila Real, a medida do Governo de aumentar 
 número de alunos por turma entre o 5.º e o 12.º anos, dos atuais 28 para 30 estudantes." 
(Aquilo que não se deve fazer para bem das sociedades é o que o governo tem feito) Fonte
2 - "A direcção da organização da Cidade do Porto do PCP avançou hoje que o Governo, 
através do Ministério da Administração Interna, confirmou o encerramento 
das esquadras da PSP da Rua do Paraíso, Rua João de Deus e Praça Coronel Pacheco." Publico
3 - "Centenas de pessoas, entre profissionais de saúde, pacientes e famílias inteiras, 
concentraram-se hoje em frente à Maternidade Alfredo da Costa para 
protestar contra o encerramento da maior maternidade do país, 
recentemente anunciado pelo governo." Fonte
4 - "Ponderada fusão das duas maternidades de Coimbra." fonte
5 - "Estado gasta 296 milhões em armamento militar."sol.sapo
6 - "Estado gastou mais 3,5 milhões de euros com reformas de 383 deputados 
do que com os 22 311 pensionistas que ganham até 217 euros."DN
7 - "As vítimas, dois casais, cunhados, residentes na Guarda, com idades 
entre os 57 e 67 anos, viajavam num Skoda e iam a uma consulta no IPO  de Coimbra. 
(Hospitais cada vez mais distantes dos doentes) Morreram 3, 
a sobrevivente está internada em estado grave em Coimbra." fonte
8 - "Os médicos detectam uma nova doença em Portugal... 
Doentes que adoecem por não terem dinheiro para medicamentos.
"O número de doentes que chegam às urgências com problemas cardíacos
 porque não têm dinheiro para comprar os medicamentos está a crescer. apodrecetuga
9 - "Hospitais do Norte limitam remédios. Médicos denunciam terapias mais baratas 
e menos eficazes contra o cancro." CM
10 - "Neste video, entenda o impacto que as medidas mesquinhas, 
cegas e cruéis dos nossos ministros, tiveram, na já de si, triste e dorida 
vida dos pobres e doentes... Matar ou deixar morrer, é crime!! Apodrecetuga
11 - "No distrito de Bragança há muitos doentes, sobretudo oncológicos, 
que estão a faltar a consultas e tratamentos porque não podem pagar o transporte de ambulância. 
Uma viagem entre Alfândega da Fé e o IPO, no Porto, pode custar 250 euros."fonte
12 - "Idosas hoje encontradas em casa morreram de forma dramática." fonte
13 - "António e Adelina Duarte vivem em Mafra. António sofre de cancro colorrectal, e a reforma do casal 
(500 euros) não chega para pagar os remédios." fonte
14 - "A população idosa e isolada não tem maneira de pagar o transporte de acordo com a nova lei. 
Em Odemira, como conta a repórter Maria Augusta Casaca, há casos de reformados que recebem 
250 Euros por mês e têm de pagar 200 Euros pelo transporte nas ambulâncias. 
Há mesmo quem pergunte aos bombeiros se é possível o pagamento em prestações"fonte
15 - "The Guardian", denuncia misérias de Portugal.Uma história muitas misérias...
(The Guardian - versão original) "O pico de mortes em Portugal está relacionado com o programa de austeridade. 
O SNS foi forçado a cortes radicais desde que começaram a executar o plano de resgate do FMI em Maio, 
os efeitos começaram a sentir-se. versão traduzida
16 - "25 imóveis entregues por dia a bancos por incumprimento."Cerca de 2.300 imóveis foram entregues em dação 
em pagamento por famílias e por promotores imobiliários nos primeiros três meses deste ano, 
o que corresponde a uma média superior a 25 imóveis por dia.
Este valor representa uma subida de 74%, em comparação com o mesmo período do ano passado. DN

17 - "Sintomática da nova era que se anuncia, esta doença alastra-se em Portugal causando cada vez mais vitimas: 
23 - "O ex-chefe de Estado Mário Soares considerou esta quinta-feira que o primeiro-ministro está a fazer 
"um péssimo trabalho", 
enquanto o presidente honorário do PS, Almeida Santos, disse que o executivo PSD/CDS é formado por 
"tecnocratas sem experiência política".

Mas intrigante mesmo é o PSD manter-se com sondagens que mostram que o povo está contente 
com a sua obra... Seremos sempre fieis seguidores de criminosos? PS, PSD e CDS sempre a rodar no saque.
"Sondagem revela maioria absoluta de PSD e CDS"a bola


Acesse o Artigo Original: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/04/contrastes-o-desmoronar-de-portugal-e.html#ixzz1sfhYIe7E

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