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quinta-feira, 19 de abril de 2012


S.A.R., DOM DUARTE SUBLINHOU À AGÊNCIA ECCLESIA QUE O "ESTADO TEM SIDO HOSTIL À FAMÍLIA"

Lisboa, 18 abr 2012 (Ecclesia) – O Padre Saturino Gomes, professor de Direito Canónico na Universidade Católica Portuguesa (UCP), considerou esta terça-feira, em Lisboa, que deve “haver uma maior transparência e maior ousadia nas políticas em defesa da família”.
O docente da UCP lamentou à Agência ECCLESIA que não haja “uma visão realista da situação familiar” e frisou que “os casais dizem que gostariam de ter mais filhos, mas não têm os recursos materiais”, porque “os ordenados são muito reduzidos e o desemprego tem aumentado nos últimos anos”.
O especialista falava durante o encontro «A Família e o Direito - Nos 30 Anos da Exortação Apostólica ‘Familiaris Consortio», que decorreu na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa.
Se da parte da Igreja tem “havido uma ação pastoral no sentido de congregar famílias”, do lado estatal tem “sido feito pouco perante estas situações das famílias, do ponto de vista económico e social”, refere o padre Saturino Gomes, que completa: “Mereciam maior atenção por parte do Estado e das políticas em favor da família”.
Para Álvaro Laborinho Lúcio, antigo Ministro da Justiça e Juiz Conselheiro jubilado do Supremo Tribunal, a “evolução acontecida na família neste século revela vários aspectos positivos e negativos”, embora revele que não tem “uma visão fechada nem crítica relativamente à família”.
“É essencial um diálogo ecuménico acerca da família”, considera, sublinhando ser “possível encontrar das várias propostas de organização de vida familiar aspectos que são claramente intercomunicantes entre aquilo que é uma visão mais tradicional – que é a visão da Igreja Católica – e de novas formas de organização de vida familiar que tem resultado da sociedade”.
Em relação ao futuro, Laborinho Lúcio defende “uma visão optimista” que “não poderá partir de uma dialética de contraposição, mas antes uma dialética de implicação e polaridade onde há pontos de afastamento e também de aproximação”.
Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, sublinhou à Agência ECCLESIA que, nos últimos 30 anos, “o Estado tem sido hostil à família”.
Como a família é a base, quando esta se desintegra “a sociedade começa a não funcionar bem”, os divórcios “aumentam e os custos sociais também”.
As dificuldades “levantadas às famílias” fazem com que “haja um grande aumento do número de abortos” e também “uma diminuição da natalidade”, afirmou Dom Duarte Pio. Perante a situação atual, o Duque de Bragança questiona: “Se um país não se reproduz e a população não se renova quem paga a dívida externa do país?”.
O encontro “Família - Direito e Lei” recordou a exortação de João Paulo II ‘Familiaris Consortio’, assinada em 1981, na qual o Papa polaco afirma que “o matrimónio e a família constituem um dos bens mais preciosos da humanidade”.
A iniciativa foi organizada pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em articulação com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e a CNAF – Confederação Nacional das Associações de Família.
RJM/LFS
Blog dA Família Real Portuguesa


Governo Passos/Portas – Quase tudo bons cristãos...


Se não for travado, este bando de delinquentes que está no poder só se dará por satisfeito quando os seus donos se derem por satisfeitos. Esses, já sabemos, não descansarão enquanto não lhes for permitido despedir um trabalhador da manhã para a tarde e sem direito a qualquer causa que o justifique, ou indemnização.
Esta nova agressão é, obviamente, «inaceitável», mas, por enquanto, a única coisa que os está a atrasar um pouco, é a “feroz oposição” da UGT, dada a profunda sonolência que provoca no governo.
Gostaria de continuar este texto com análises profundas sobre os perfis destes nossos governantes, assim, sei lá... que são uns bandalhos, mentirosos, crápulas, ladrões, lacaios, dromedários, parasitas, vigaristas, porcos, filhos de cabazes de ameixas podres... mas, em vez disso, apetece-me terminar com uma nota de optimismo:
Fiquemos descansados! Estes senhores e senhoras, chamemos-lhes assim, estão cuidando, afinal, de que haja ricos cada vez mais ricos... e isso é muito bom, pois eles poderão dar cada vez melhores esmolas aos cada vez mais pobres.
Ora, sabemos muito bem que, ao contrário do que clamam os comunistas, o direito a pedir esmola é um dos mais bonitos “direitos humanos”... pelo menos segundo a “santa madre” Igreja Católica.
Em quem vamos acreditar? Nos comunistas... ou na dita “santa madre” que, entre muitas outras coisas igualmente fantásticas, vem parindo, há séculos, belos governantes como estes?



A "Madame" do bordel


O secretário-geral da UGT, João Proença, ameaçou hoje denunciar o acordo de concertação social se o Governo continuar a não o cumprir, adiando as medidas para o crescimento e o emprego. «Deixo um aviso claro ao Governo e aos empregadores: ou respeitam na íntegra o acordo tripartido ou a UGT denuncia o acordo», disse Proença em Conferência de imprensa. "O desemprego aumentou num ano cerca de 20 por cento mas parece que a única preocupação do Governo é a desregulação laboral e a redução das prestações sociais". Embora garanta que não denunciará o acordo no curto prazo, também diz que tudo depende do clima social. Se o desemprego continuar a aumentar ao ritmo dos últimos meses tudo se pode “precipitar”.


Isto é o que se chama cuspir no prato onde se andou a lambuzar. Este odioso personagem que serviu de moleta e propaganda a este neo-liberalismo vampiro de promover o despedimento, a precariedade e o trabalho sem direitos vem agora armar-se em defensor não se sabe muito bem do quê. Será medo que o "Clima social" lhe caia em cima, o governo está a demorar a garantir-lhe um abastado futuro ou tem medo que os trabalhadores não compareçam no seu 1º de Maio? Calem a boca a esta coisa que quase me apetece vomitar quando ele abre a boca.