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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012


Passos Coelho – Será que sabe, realmente, alguma coisa?



O miserável mentiroso, trafulha e catavento Pedro Passos Coelho, prepara-se para começar a “suavizar” a sua enérgica negação sobre o precisarmos ou não de mais dinheiro e mais tempo para cumprir o programa de austeridade imposto pela troikaAgora já diz não saber se vamos precisar disso”.
Eu também não sei... mas sei que uma coisa não teremos certamente: a oportunidade de ouvir da boca deste calhordas, como não ouvimos da boca de outros antes dele, um pedido de desculpas a todos aqueles que foram sendo insultados, por defenderem  que este programa de austeridade é errado na sua essência, profundamente injusto na sua forma, impossível de cumprir nos prazos impostos.
Mas também... já tivemos razão “antes do tempo” em tantas outras coisas...



João Guimarães Rosa


Cada hora, cada dia, a gente aprende uma qualidade nova de medo! Esta vida é de cabeça-pra-baixo, ninguém pode medir suas perdas e colheitas. O que é que uma pessoa é, assim por detrás dos buracos dos ouvidos e dos olhos? Um bom entendedor, num bando, faz muita necessidade. Somente com a alegria é que a gente realiza bem - mesmo até as tristes ações.

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Outros voos

Luís Amado está mais do que preparado ideologicamente para exercer as suas novas funções de banqueiro no BANIF. Telefonicamente, o ex-ministro também está pronto, já que a sua lista de contactos é nacional e internacional, como convém. Politicamente, Amado conhece por dentro o regime de bancarrotocracia com escala europeia. Isto para não falar na utilidade do seu alinhamento com todos os imperialismos, com todas as invasões, com todos os voos. Não sei se percebe alguma coisa do sector financeiro, nem isso interessa, que a divisão do trabalho foi criada para que cada um se especialize no que faz melhor. O que Amado faz melhor é dar-nos mais uma lição sobre os donos de Portugal, sobre o sistema contra o qual qualquer força socialista, social-democrata, qualquer força que pugne por uma sociedade decente, deve sempre lutar.

Em rota de despedida



Historiador considera Alemanha "rainha das dívidas"

Historiador considera Alemanha rainha das dívidas
legenda da imagem
Michael Kappeler, Epa

O historiador Albrecht Ritschl evoca hoje em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores.

Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente docrash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.
A Guerra Fria cancela a dívida alemã

Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.

No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.

À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspetiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus.

Tiram-nos tudo - "até a camisa"

Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã - um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira "afro" da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação.

E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.

Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, "despojar-nos-ão de tudo, até da camisa".



ESTE GOVERNO NÃO RESPEITA A MEMÓRIA E A HISTÓRIA DO PAÍS


NA SUA OBSESSÃO PELO DÉFICE ESTE GOVERNO É CAPAZ DE VENDER A MÃE...

Estúdios Tóbis c/acervo da Guerra do Ultramar, tudo "vendido" aos angolanos.
Será possível uma canalhice deste quilate?
Vendam lá os estúdios a quem quiserem mas os arquivos fazem parte duma herança que não pode,nem deve,ser alienada.Há que barrar este autêntico crime.
Na SIC, jornalistas do programa "O Eixo do Mal" afirmaram que, Miguel Relvas Vendeu os Estúdios da Tóbis aos angolanos.
Nos Estúdios da Tobis, está todo o espólio da Guerra do Ultramar...
Àquele maçon e demais camarilha, não lhes chega acabar com o Feriado Nacional de 10 de Junho, como agora vão oferecer este valioso e insubstituível espólio... 

MUITO INTERESSANTE - CURIOSIDADES


CURIOSIDADES


Significado das palavras CHÁ e NOITE 
A palavra Chá em Português tem o mesmo som que a palavra original em Chinês, o que acontece também na língua Tailandesa.
Em Russo a palavra é Chai e noutros países do leste da Europa a palavra é parecida com o nosso Chá.
Mas é completamente diferente de outras linguas europeias.
Em Francês, Inglês, Alemao, Holandês, Italiano e até Espanhol a palavra usada para esta planta ou bebida é mais parecida com a letra T nessas línguas, como Tea, Tee, Te, Té,Thé, Thee etc.

Sabem porquê? Aparentemente uma parte do Chá que chegava a Portugal era separado para Transporte (ou Transbordo?) para os outros países e os sacos eram marcados com a letra T de Transporte. Os outros países recebiam sacos de T. Daí as palavras respectivas, nesses países.
Imagina-se que os países do leste recebiam o Chá directamente da Rota da Seda.

Sobre a palavra noite!
Confesso que nunca tinha ouvido (ou pensado) (n)isto. Coincidência? Em muitos idiomas europeus, a palavra NOITE é formada pela letra N + a palavra que designa o número 8 na respectiva língua.
A letra N é o símbolo matemático de um conjunto infinito (o dos números Naturais) e o 8 deitado também simboliza infinito, ou seja, noite significa, em todas as línguas, a união do infinito!!!
Português: noite = n + oito
Inglês: night = n + eight
Alemão: nacht = n + acht
Espanhol: noche = n + ocho
Francês: nuit = n + huit
Italiano: notte = n + otto

Interessante, não?

apelo - António Garrochinho

apelo

ó vento frio, vento outonal
leva as mágoas da minha vida
de cada ausência
de cada partida
as minhas lágrimas de sal
leva cada paixão fugaz
mas não me varras o amor
o meu abrigo, o calor
a minha luz principal
que só presença dela me traz

António Garrochinho



GATA AO LUAR - ANTONIO GARROCHINHO

gata ao luar

gata na lua
imagem tua
gato no telhado
eu desolado
mas quando acordas tu ó "dorminhôca"
a noite já é tão pouca
pra podermos namorar
estou a ver que o teu sono
não tem o amor por dono
só te ouço "ronrronar"

António Garrochinho
foto do mural de Fatinha Figueiredo



neste carnaval - António Garrochinho


ALGARVE - CARNAVAL DE MONCARAPACHO - ALBUM DE FOTOS DE FERNANDA NERY

















Os monges-guerreiros da Nova Cruzada

Os monges-guerreiros da Nova Cruzada 
Por Jorge Messias




«Por detrás da Nova Ordem Mundial existe uma rede de sociedades e organizações secretas de carácter ocultista que vêm trabalhando incessante e incansavelmente pela concretização dos ideais do anjo caído: dominar o mundo» (Jan Van Helsig, «As sociedades secretas e o seu poder no século XX»).



«As sociedades secretas esotéricas são as geradoras da Nova Ordem Mundial fascista. Muitas destas instituições secretas são conhecidas: a Maçonaria, a Opus Dei, o Conselho dos Negócios Estrangeiros, os Iluminatti, os Rosacruzes, a Caveira e Ossos, a Antroposofia, a Teosofia, a Eubiose, o Clube Bilderberg, o Clube de Roma, a Comissão Trilateral, a Fundação Rockefeller, o Greenpeace, o Rotary Clube, etc., etc.» (Daniel Estulin, «Clube de Bilderberg»).



«Existem à volta de 4 mil a 6 mil membros dos iluminatti: menos que um em cada milhão de cidadãos do mundo, numa população global de 6 biliões e meio de habitantes. Muitos de nós, quando imaginam uma sociedade secreta pensam na Maçonaria, com Lojas nas grandes cidades e frequentes reuniões de irmãos. Os iluminatti não são nada disto ...Então, como podem 6 mil pessoas governar o mundo? Como reúnem tanto poder?» (Jonathan Black, «História Secreta do Mundo»).



Só quem se meter por estes labirintos se pode aperceber que teia de confusões e de intrigas oculta a um olhar simples e honesto a podridão das sociedades secretas… Secretas, semi-secretas, ocultas, desocultas, laicas, religiosas, filantrópicas, milionárias, apolíticas, ideológicas, monárquicas, republicanas, etc. São dezenas ou centenas de milhares delas que têm em comum o facto de se esconderem atrás de um mito ou de uma pura invenção propagandística.



Os ilustrati, com as suas cabalas, representam hoje a mais forte ameaça às conquistas democráticas dos povos. Formam um corpo de elite altamente preparado e equipado com poderosas armas de destruição. O facto de muito se ter dito acerca da sua existência e das suas intenções não significa que muito se conheça dos seus planos de conquista universal. Alguma coisa do que circula é real, outro tanto imaginado e muito, também, corresponde a estratégias de cobertura da imagem.



Não é verdade, por exemplo, que a seita tenha detido um grande poder político anteriormente à Revolução Industrial, a partir do último quartel do século XIX. Foi então que em todo o mundo surgiram como cogumelos constelações de sociedades secretas ligadas à política, às religiões, às finanças e ao mundo do crime. A par deste surto de sociedades secretas cresceram em poder e organização as polícias de segurança, oficiais e privadas. Interesses do Estado e particulares pareciam opor-se. Porém, ao fim de algum tempo e como sempre, os extremos tocaram-se. É esta dura realidade que estamos a viver.



No mapa de intenções do grande capital figuram os ilustratti como monges guerreiros, tal como em tempos que já lá vão detiveram o mesmo lugar os Templários e outros Cruzados. No passado e no presente esses soldados têm lutado pela conquista da Terra Santa que é, afinal, o domínio do poder universal. Com bases logísticas diferentes, como é natural. Os guerreiros feudais contavam apenas com os apoios da Igreja e da Coroa. Havia fortunas mas o capitalismo ainda não representava um sistema de poder. Hoje, a situação é bem diferente: o dinheiro disponível é uma torrente; não há Estado que não esteja cruzado por sociedades secretas organizadas segundo um mesmo figurino; o Ensino, a Comunicação Social e as Finanças estão nas mãos das igrejas e dos banqueiros; a hora é a de avançar sem se olhar a preconceitos.



Marx e Lénine falaram nestes tempos e caracterizaram-os. Chegou a altura em que as forças do grande capital terão de lutar em duas frentes: contra os trabalhadores explorados e entre si mesmas, pela direcção de uma Nova Ordem Mundial. No mundo dos monopólios não cabem dois senhores. E para se conquistar o primeiro lugar, a Palma de Oiro, é preciso nem sequer se olhar para trás. «A sorte protege os audazes».



Os iluminatti representam a vanguarda das esperanças dos banqueiros.. Têm o apoio da Banca e gozam das bênçãos da Cruz. O Vaticano é neles que aposta e ele próprio os inspira.



Mas o povo torturado continua e continuará a ser o ponteiro da balança final. Numa moldura de luta pela unidade do internacionalismo proletário.



Continuaremos esta nossa leitura.


FONTE: JORNAL AVANTE


O MAFARRICO VERMELHO

Há pontos cardeais que só alumiam no passado

O bolor das declarações de um certo Cardeal não chega para inverter a linha do tempo. O presente reclama direitos para além dos que a crise nos tira, como o direito à adoção por casais do mesmo sexo, que em forma de lei será discutido esta semana, no parlamento.

Não posso deixar de comentar aqui as recentes declarações de um clérigo português reconhecido pelo Vaticano que, julgo, farão corar muitos conservadores que sabem que há coisas que mesmo que se pensem não se dizem em público. Mas o Cardeal Manuel Monteiro de Castro, e também chefe do gabinete do Vaticano para os assuntos do sacramento e penitência, não se coibiu de dizer o que pensa e da sua honestidade brotaram considerações sobre o papel das mulheres na sociedade. Na sociedade… do século XIX.
Vale a pena citar Manuel Monteiro de Castro porque a clareza das suas palavras é a medida da sua ofensa a todas as mulheres. Numa entrevista, o Cardeal, nomeado pelo Papa, afirma que “o maior problema de Portugal” é o “pouco apoio que o Estado dá à família”. Qual crise! “A mulher deve poder ficar em casa, ou, se trabalhar fora, num horário reduzido, de maneira que possa aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, que é a educação dos filhos”, sustenta.
Contudo, o bolor das declarações de um certo Cardeal não chega para inverter a linha do tempo. A democracia não pode suportar hoje a possibilidade de o Estado ou a sociedade definirem cidadãs de segunda, cujas histórias se poderão contar nomeando-as como protagonistas mas nunca como autoras. Esta é a exigência de anos de luta feminista e de construção de uma sociedade mais igualitária e emancipada do cardápio de opressões que, ainda assim, permanecem diluídas nas relações sociais, nas instituições, no próprio Estado.
De um outro ponto de vista, é também por esta razão que a crise e a dívida pública não poderão sobrepor-se a um referendo que determinou o fim da perseguição às mulheres em Portugal, legalizando a Interrupção Voluntária da Gravidez e instituindo-a como um direito que tem de ser assegurado no serviço público de saúde. Substituir a ameaça de prisão por uma taxa moderadora altíssima, mascarando isso com a desculpa da viabilidade do Sistema Nacional de Saúde, é o reflexo do mesmo gesto persecutório. É preciso dizer bem alto que estamos atentas e não queremos voltar atrás e que estamos também solidárias com as mulheres do Estado espanhol, que vêem agora o direito a decidir sobre o seu corpo ser determinado pelos desaires conservadores do governo de direita que chegou ao poder.
A linha do tempo, encaramo-la no presente, olhos nos olhos com o futuro. A crise e a austeridade tornaram-se no motor do retrocesso, bem o sabemos, porque o sentimos na pele, na vida, nos sonhos adiados. Mas há direitos que não nos podem tirar porque ainda estão por garantir. Exemplo disso, é a discriminação que ficou na lei após a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo – o direito a adotar.
Esta semana, no parlamento, o Bloco de Esquerda rema contra a maré do cinzentismo da crise, e lembra que a vida das pessoas é determinada também pelas vontades e os projetos que se querem cumprir, pelas famílias que se querem construir alicerçadas nos valores da igualdade, da liberdade, do respeito pelas escolhas que são de cada um e cada uma. Famílias cujo parentesco é definido pelo afeto e nada mais. Assim, uma lei que permite a adoção por casais do mesmo sexo será discutida e votada por imposição de quem não espera pela bonança e na tempestade tenta criar portos de abrigo contra o preconceito. Valerá sempre a pena tentar. As histórias que contarão das nossas vidas valem sempre.
E já agora, porque há outros pontos cardeais, esses que indicam o caminho da liberdade, deixo aqui uma sugestão para o mês de março, a sugestão da luta feminista em versão de festa e luta conjunta – Festa Feminista – O Lado F da Crise
Sofia Roque
Mestranda em Filosofia Política
Esquerda.net


DOMADORES DE LEÕES



Ricardo Santos  




O dono de um circo colocou um anúncio procurando um domador de leão.
Apareceram 2 pessoas: um senhor de boa aparência, aposentado, beirando 70 anos, e uma rapariga espectacular de 25 anos.
O dono do circo fala com os 2 candidatos e diz :
- Eu vou directo ao ponto . Meu leão é extremamente feroz, e matou os meus dois últimoss domadores.
Ou vocês são realmente bons, ou não vão durar 1 minuto !
Aqui esta o equipamento - banquinho, chicote, pistola. Quem quer entrar primeiro ?
A loura fala :
- Eu vou !
Ela ignora o banquinho, chicote e pistola e entra rapidamente na jaula.
O leão ruge e começa a correr na direcção da loura. Quando falta um metro para ela ser alcançada, a loura abre o seu vestido e fica pelada, mostrando todo o esplendor do seu corpo.
O leão pára como se tivesse sido fulminado por um raio!
Ele se deita na frente da loura e começa a lamber os seus pés!
Pouco a pouco, ele vai subindo e lambe o corpo inteiro durante longos minutos!
O dono do circo, com o queixo caído até o chão diz:
- Eu nunca vi algo assim na minha vida!
Ele se vira para o velhinho e pergunta:
- Você consegue fazer a mesma coisa ?
E o velho responde:
- Claro ! É só tirar de lá o leão...






Punho rosa triste. Muito triste



Ateus têm melhor vida sexual que religiosos, revela pesquisa





Pesquisa da Universidade do Kansas (EUA) feita com 14.500 pessoas revelou
 que os ateus têm melhor vida sexual que os religiosos. Uns e outros 
reconheceram as mesmas práticas, como masturbação, sexo oral e uso de
 pornografia como estímulo.
 Mas os religiosos não obtêm a mesma vivência prazerosa por causa da culpa que 
têm durante o sexo, sentimento que se estende pelos dias seguintes.

Os psicólogos Darrel Ray e Amanda Brown, os responsáveis pela pesquisa “Sexo e 
Secularismo”, informaram que, para garantir uma avaliação com baixo índice de 
distorção, foram selecionadas pessoas que mantêm a mesma frequência semanal 
de sexo.

Em uma escala de 0 a 10, os mórmons apresentaram a maior pontuação de culpa, 
com 8,19, seguidos por Testemunhas de Jeová, evangélicos pentecostais, 
adventistas do Sétimo Dia e batistas, nessa ordem.

Os católicos tiveram pontuação de 6,34 os luteranos, 5,88. Os ateus apresentaram
 o mais baixo índice de culpa sexual, 4,71. Os agnósticos ficaram perto, com 4,81.

Do total das pessoas que cresceram em lares de forte religiosidade, 22,5 sentem 
vergonha quando se masturbam. Em relação a quem é de família menos religiosa, 
o índice é de 5,5.

A pesquisa também apurou que quem deixou de lado a religião e se tornou ateu teve 
uma melhora significativa na satisfação sexual.

Ray disse que ficou surpreso com esse resultado porque acreditava que as pessoas 
nunca se livrariam completamente da repressão religiosa.






Um Link Inevitável à "Nossa Candeia"...ou do foguetório sobre a anexação do território oliventino!

Algo que vale a pena seguir e combater..."um senhorito alcalde"de Olivença, eleito pelo Partido Popular, prepara-se para comemorar a derrota do povo oliventino, mais de 200 passados sobre a violação das regras do direito internacional...Verdadeiramente uma "estória por contar"...a que alude a Doutora Ana Paula Fitas,que publicou "Olivença e Juromenha uma história por contar", que também serviu de base à sua tese de doutoramento, e é reconhecida especialista na matéria, na perspectiva, também antropológica, sobre as relações e interações político-diplomáticas, sociais e económicas nos espaços transfonteiriços e da problemática oliventina.Algo a que o MNE não deverá ficar alheio...!



 FREGUESIAS DE SANTA BÁRBARA DE NEXE, ALMANCIL, MONTENEGRO E SÃO PEDRO

Alteração dos limites concelhios de Faro e Loulé ‘mexe’ nos PDM's 20-02-2012 

Uma faixa de 500 hectares que abrange freguesias de Almancil, Sta. Bárbara de Nexe, Montenegro e São Pedro, gera equívocos administrativo, fiscal, policial e judicial. Proposta em consulta pública altera PDM’s, e tem ir à Assembleia da República.    
Uma faixa de 500 hectares “entalada” nos limites concelhios, que abrange as populações das freguesias de Almancil (Loulé) e Montenegro, S. Pedro e Santa Bárbara de Nexe (Faro) é o alvo da proposta de alteração dos limites dos concelhos de Loulé e Faro, elaborada por uma Comissão Intermunicipal, presidida pelo historiador António Rosa Mendes, agora em discussão pública até 8 de março.
Os executivos municipais liderados por Seruca Emídeo (Loulé) e Macário Correia (Faro) consideram que o relatório da comissão “permite a chegada a uma conclusão de acordo para as duas autarquias”.
Após a consulta pública e eventuais reclamações dos interessados – recorde-se que, por exemplo, metade da ilha de Faro (a zona poente após o asfalto) é da jurisdição de Loulé – o processo terá de ser votado nos órgãos autárquicos e homologado pela Assembleia da República, órgão competente para a alteração dos limítrofes concelhios.
PDM’s de Faro e Loulé com áreas sobrepostas
A indefinição territorial abrange uma faixa "entalada" entre os concelhos de Faro e Loulé só foi resolvida nos 40 hectares do Parque das Cidades, porque a gestão da área passou a ser conjunta, através da Associação Intermunicipal, gestora do complexo.
Mas se a maioria dos problemas da delimitação administrativa entre os concelhos se localiza junto à localidade de São João da Venda eles não terminam aí.
Segundo exemplificou ao Observatório do Algarve o autarca Seruca Emídeo aquando da formação da comissão, “metade da ilha de Faro, logo que termina o asfalto, no sentido Poente, é território de Loulé.
As situações ambíguas alargam-se até aos Planos Diretores Municipais (PDM) de ambos os concelhos que foram aprovados nos respetivos órgãos municipais e posteriormente homologados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDRAlg) e Governo, com áreas sobrepostas.
O mesmo terreno, no PDM de Faro está classificado como zona industrial, enquanto no plano de Loulé é zona agrícola, entre o Sítio do Arneiro e São João da Venda.
Limites concelhios têm de ir à Assembleia da República
Outra das questões são as infraestruturas de saneamento e água na zona indefinida e até o transporte escolar das crianças até aqui assegurado pela autarquia de Loulé, enquanto Faro se encarrega da recolha do lixo.
O processo de definição dos limites concelhios tem ainda diversas etapas a percorrer.
Segue-se depois a aprovação pelas Assembleias de Freguesia envolvidas, que deverão aprovar os novos limites.
Depois, é a vez das respetivas Assembleias Municipais e só depois subirá à Assembleia da República, o único órgão com competências para ratificar limites concelhios.
A proposta elaborada pelo Comissão Intermunicipal recorreu a grande número de documentos, inclusive na Torre do Tombo, para elaborar as novas fronteiras concelhias.
500 hectares e centenas de habitações e empresas
Caso pretenderam conhecer a proposta, os interessados, que os respetivos municípios consideram ser apenas “moradores ou proprietários da zona em apreço” terão de “dirigir-se às referidas câmaras municipais, nas horas de expediente, para obter qualquer esclarecimento ou para a apresentação de quaisquer observações, com vista à sua análise”.
Em causa estão os sítios do Pontal, Mata Lobos, Barros de São João, São João da Venda, Vale da Venda, Caliços, Arneiro, Casas e Naves e outras pequenas áreas próximas, nas mais diferentes matérias, nomeadamente em termos administrativos, fiscais, registrais, policiais e até judiciais, precisam os executivos camarários.
Resta saber se o processo ficará concluído antes da Reforma da Administração Local que o Governo pretende implementar e qual o impacto da mesma, neste moroso processo em que os municípios de Loulé e Faro estão envolvidos desde há dois séculos.
OBSERVATÓRIO DO ALGARVE