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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


Manu Chao, o musico frances e sem patria que canta e prega a Revolução por onde passa!








Manu Chao (nascido em Paris21 de junho de 1961), cujo nome completo é Jose-Manuel Thomas Arthur Chao é um músico francês.
Algumas vezes usou o pseudônimo Oscar Tramor. Seu pai é um conhecido escritorgalegoRamón Chao. Manu cresceu bilíngue, influenciado pela crescente cena punkque se desenvolvia na França. Na adolescência, chegou a tocar em algumas formações, incluindo o grupo rockabilly Hot Pants, que foi bem recebido pela crítica, mas não teve muita repercussão[1].
Após desistir do Hot Pants, Manu montou o Mano Negra, uma banda eclética com influências de música francesaespanhola, além da forte presença do punk via The Clash. O nome é uma homenagem a uma organização anarquista que operava na Espanha na época. O primeiro single do Mano Negra foi Mala Vida, e seu grande sucesso na França rendeu ao grupo um contrato com a gravadora Virgin.
Em 1992, o Mano Negra fez uma turnê pela América Latina. Mas não foi uma turnê comum: os integrantes da banda viajavam de barco, ao lado de atores e de um circo, tocando em cidades portuárias ao longo de toda a costa do continente. Um dos momentos mais marcantes aconteceu no Rio de Janeiro, durante a convenção mundial Eco 92: na Praça dos Arcos da Lapa, o Mano Negra fez um show que contou com a participação de Jello Biafra, da banda estadunidense Dead Kennedys.
Em 1995, o Mano Negra mudou-se para a Espanha, onde Manu montou um projeto paralelo, o Radio Bemba Sound System, junto com outros integrantes. Essa mistura causou atritos internos, o que levou ao fim do Mano Negra.
Sem banda, Manu voltou para a América do Sul e passou os anos que se seguiram viajando com seu violão e gravando apenas ocasionalmente, sem compromisso. O resultado musical de suas viagens, o disco Clandestino, foi lançado em 1998. A repercussão inicial foi tímida, mas Clandestino acabou sendo um grande sucesso na França e na América Latina (em especial no Brasil), apesar de suas letras serem uma mistura de inglêsfrancêsespanholgalego e português. Músicas comoDesaparecido e a faixa-título tocaram nas rádios brasileiras e tiveram ótima repercussão.
Em 2000, Manu Chao participou do Free Jazz Festival, fazendo shows bem-sucedidos e presenciados, no Rio de Janeiro, por Caetano Veloso e vários artistas brasileiros. Em junho de 2001, o cantor lançou seu segundo disco, Proxima Estacion: Esperanza, com mais influências de música caribenha. Em 2005, gravou a música Soledad Cidadão, numa participação especial para Os Paralamas do Sucesso.
Para além disso, Chao gravou o tema Me Llaman Calle, tema esse que é a música principal do filme Princesas. Manu Chao participou em 2010 da Virada Cultural paulista se apresentando nas cidades de Araraquara e Santos. Sua visita ao Brasil também passou porBelém.
Em 13 de fevereiro de 2011 Manu Chao se apresentou no CCJ no bairro da Vila Nova Cachoerinha, zona norte de São Paulo, gratuitamente. No mês de novembro do mesmo ano, também se apresentou em um dos shows dos Jogos Universitários InterUNESPna cidade de Marília, São Paulo.editar
§  Eis alguns de seus discos
Clandestino (Virgin - 1998)
§  Próxima Estación: Esperanza (Virgin - 2001)
§  Radio Bemba Sound System (live álbum) (Virgin - 2002)
§  Banylonia en Guagua DVD (Virgin - 2002)
§  Sibérie m'était contée (Autoproducido - 2004)
§  La Radiolina (K Industria - 2007)
§  Estación Mexico (live álbum - 2008)

Entrevista feita na Bahia na sua ultima visita ao Brasil

Lucas Cunha, do A Tarde On Line
Pouco antes de ir para a Concha Acústica se apresentar pela primeira vez, em carreira solo, na capital baiana, Manu Chao cedeu esta entrevista no saguão do Hotel da Bahia, onde aguardava junto com os integrantes de sua banda a van que os levaria para o local da apresentação.
Muito simpático e sem nenhuma ponta de estrelismo, Manu pareceu não muito disposto a detalhar sobre sua relação pessoal com a Bahia, local por onde permaneceu por mais de uma semana antes de começar sua turnê brasileira em São Paulo na última quarta-feira(11).
Mas quando o assunto passou para Maradona, jogador que Manu já dedicou duas músicas em sua carreira, política (os presidentes Sarkozy, Lula e Obama) e música, o cantor francês de 47 anos, que aparenta bem menos, ficou bem mais a vontade.
Confira o bate-papo:
Antes do início da turnê brasileira, você passou alguns dias aqui na Bahia. Qual sua relação com o estado?
Primeiro tenho que dizer que é um prazer tocar aqui. Toquei em Salvador na Concha em 1992 com o Mano Negra. Ano passado, toquei com o Bnegão e Bi Ribeiro(no Festival de Verão). Agora, posso tocar com toda a banda. Acho que a Concha Acústica é um lugar único. Também quero mandar um “saludo” para o pessoal de Saúde, Cicero Dantas, lugares por onde eu passei. Elas moram no meu coração. Na verdade, eu viajei por aí. Foi muito bom.
Quando saiu o seu disco ao vivo “Radio Bemba Sound System”, tive a sensação que suas músicas funcionariam muito bem no carnaval de Salvador, em cima de um trio elétrico. Você toparia participar?
Eu nunca experimentei. Esse ano é impossível, estaremos na Argentina em turnê na época do Carnaval. Mas me agradaria muito. Com certeza seria algo interessante.
Sua última música de trabalho, que dá nome a turnê Tombolatour, “La Vida Tombola”, foi feita para o documentário do Emir Kusturica (cineasta sérvio) sobre o Maradona. Você já tinha feito uma outra canção, na época do Mano Negra (“Santa Maradona”), sobre o jogador. Qual sua impressão sobre ele?
Conheci Maradona em Nápoles, durante as filmagens do filme do Kusturica, quando fiz a música “La Vida Tombola”. O Diego tem essa coisa que é um Deus e, ao mesmo tempo, um diabo. E ele tem um pouco dos dois. O que é certo, vivendo com ele uns dois dias, é que não é fácil ser Diego Maradona. Ele é um cara da periferia, tem os códigos da periferia qualquer lugar do mundo, que são internacionais: de irmandade e malandragem. Tenho muito respeito por ele, agora é um amigo. Também tenho respeito por ele ser um dos poucos jogadores que sempre falou a verdade. A minha música fala que os verdadeiros bandidos estão na Fifa, não nos sapatos de Diego.
Não posso deixar de perguntar. Quem foi melhor: Pelé ou Maradona?
Não vou responder a isso (risos). Na verdade, a dúvida é entre Garrincha e Maradona.
Você sempre foi visto como um cronista da situação mundial. Queria que você desse sua opinião sobre três lideres de países que, de alguma forma, tem certa influência na sua vida: o francês Nicolas Sarkozy, do seu país de origem; o Lula, já que você tem um filho aqui no Brasil (o garoto mora em Fortaleza) e o Barack Obama, dos Estados Unidos.
O que conheço melhor é Sarkozy. Ele é vergonha da França. Representa a decadência da política na Europa. A primeira geração foi o Berlusconi na Itália, que vem totalmente do poder econômico. Ele não está lá para defender as pessoas, e sim, para defender a economia. Sarkozy é um filho de Berlusconi, totalmente comprometido com essa economia salvagem.
E Lula?
Eu não moro aqui, por isso não posso comentar sobre o Lula. Com certeza, ele poderia fazer mais. A outra certeza, como já faz tempo que ele está no poder, é que ele é melhor do que os outros que estiveram no poder antes.
E Obama?
O dia que ele foi eleito foi simbolicamente positivo. Mas ele é político, do partido Democrata, e até agora não me deu provas que vai mudar o imperialismo americano. Vamos ver. Mas, como falamos antes no caso do Lula, é bem melhor do que o que veio antes. Isso é positivo. Agora, se o cara vai mudar os Estados Unidos para um país menos agressivo mundialmente, tenho grandes dúvidas.
Uma das coisas mais interessantes que descobri ultimamente é a dupla de cantores do Mali Amadou e Mariam, que você produziu em 2005 no disco “Dimanche à Bamako” e tornou o grupo mais conhecido mundialmente. (Ano passado, a dupla lançou “Welcome To Mali”, já sem a produção de Manu Chao, mas igualmente celebrado pela crítica internacional). Você pretende trabalhar novamente na produção?
Agora estou o produzido um disco do filho de Amadou e Mariam, que vai sair esse ano. Ele tem uma banda de hip-hop, que se chama SMOD. É uma outra geração, mais urbana, entre 22 e 24 anos. É difícil tentar explicar sobre eles, porque é um hibrido: suas influências são a música tradicional do Mali e o hip-hop.
Em entrevistas na sua última passagem pelo Brasil, você disse que não gravaria mais discos. Continua afirmando isso?
Por agora, estou de cabeça nessa nova mistura que vem de Bamako (capital do Mali), isso é o que me interessa. Além disso, tenho um trabalho com uma rádio na Argentina, que é feita dentro de um hospital psiquiátrico com o pessoal de lá. Já estamos juntos há bastante tempo e devemos lançar algo relacionado a isso este ano.

www.blogdocarlosmaia.blogspot.com    Carlos Maia


JOÃO ALMEIDA " O PUTO PARASITA "


QUEM ANDA SEMPRE NAS " CRISTAS "....


sonhar e brincar - sextilhas de António Garrochinho


Motor Magnético REVOLUCIONÁRIO!



As melhores Festas de Carnaval são em Faro.







Sexta-feira voltamos a postar as festas de Carnaval, enviem para a Defesa os cartazes para ninguém ficar de fora.

CICLISMO - VOLTA AO ALGARVE - 1ª ETAPA DÁ AMARELA AO BELGA GIANNI MAEERSMAN



Ciclismo:1ª Etapa da Volta ao Algarve dá amarela ao belga Gianni Meersman 15-02-2012 1

O belga Gianni Meersman (Lotto Belisol) vestiu a amarela e lidera a classificação por pontos, após a 1ª etapa da Volta ao Algarve 2012, com Greg van Avermeet (BMC) em segundo e Matti Breschel (Rabobank) no terceiro posto. Rui Costa (Movistar) foi o melhor português.    
Gianni Meersman, de 26 anos, levou 4h 02m 17s para completar a tirada entre as Dunas Douradas (Almancil) e Albufeira numa distância de 151 quilómetros, com uma média de 37.394 Km/h, criando-se uma fuga logo nos primeiros minutos, que no entanto terminou a tempo dos “sprinters” se lançarem para a discussão da etapa.

Rui Costa (Movistar), alcançou a 7ª posição, o primeiro português da geral, enquanto Ricardo Mestre (Carmin-Prio-Tavira) andou na fuga.

Karsten Kroon (Saxo Bank) obteve a liderança na classificação da montanha com dois pontos de de terceira categoria, localizados no Barranco do Velho (37,7 km) e na Picota (119 km) e nas metas volantes, instaladas em Loulé (19 km) e Boliqueime (119 km).

O pelotão da 38.ª edição da Volta ao Algarve partiu às 11h55 da praia das Dunas Douradas (Almancil), para uma primeira etapa que terminou junto ao edifício da Câmara Municipal de Albufeira, depois de percorridos 151 quilómetros com passagem pela serra do Caldeirão no concelho de Loulé.

Ao segundo dia, o pelotão de 160 unidades vai pedalar ao longo de 187,5 quilómetros, desde Faro até Lagoa. À semelhança da véspera, o trajeto adequa-se aos possantes roladores e sprinters, embora seja aguardada com expectativa a abordagem às duas contagens de montanha de terceira categoria colocada antes da entrada nos derradeiros 50 quilómetros.
Observatório do Algarve



Sargentos recusam almoçar em visita de ministro

15 de Fevereiro, 2012por Helena Pereira
A esmagadora maioria dos sargentos da Base Aérea de Monte Real recusou almoçar na messe, como forma de protesto no dia em que o ministro da Defesa visitava aquela unidade militar. Cerca de 80% de uma guarnição de 400 sargentos faltou ontem ao almoço, ficando a messe praticamente vazia.«Foi uma forma muito singela de mostrar a insatisfação que está instalada. Só não vê quem não quer», afirmou ao SOL o presidente da Associação Nacional de Sargentos, António Lima Coelho.
Para além dos cortes salariais e do congelamento das promoções, os militares queixam-se da regressão salarial imposta a uma série de efectivos que, a partir deste mês, viu o seu ordenado regressar aos valores de 2009.
Naquela deslocação a Monte Real, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou a incorporação de 4000 novos militares na Força Aérea e no Exército durante 2012.
helena.pereira@sol.pt



A essência africana da nossa liberdade


A essência Africana
da nossa Liberdade

    Sem a intenção de minimizar a luta antifascista, o sacrifício do trabalho clandestino, as prisões e o martírio da tortura, algumas vezes até à morte, de muitos portugueses no combate contra a ditadura.  Pretendo com este escrito evidenciar factos, que a partir de África foram determinantes para a evolução do pensamento e reflexão dos militares sobre o regime colonial-fascista de então. Porque também fui militar (antecipadamente já com opinião desavinda ao regime e à guerra colonial) e membro do MFA (delegação da Força Aérea - BA12 Guiné), incomodam-me muitas apreciações, que ainda hoje persistem em muitos comentários ácerca das motivações mobilizadoras para o levantamento militar, concretizado em  25 de Abril de 1974.

    É um disparate, é violência verbal e absoluta mentira, que os militares se tivessem revoltado contra o regime para satisfazerem os seus exclusivos interesses, como aumento de vencimentos, promoções ou outros direitos.

    Em 1972 na Guiné, foram muitas as ocasiões, até por algum traquejo que já tinha, aperceber-me ainda que de forma dissipada, à existência de um descontentamento, marcado pela incredulidade e um forte sentimento de frustração. Pelas funções que desempenhava de apoio a operações, pela proximidade a oficiais de carreira, tantas vezes que em surdina ouvi frases como esta – os gaijos de S. Bento é que aqui deviam estar – o descontentamento generalizava-se transversalmente desde Praças até ás altas patentes, até ao velho General Spínola, que o cheguei a observar dentro de um Dakota estacionado, a escrever, já com um molho de folhas escritas, que ainda hoje penso ser o livro que pouco tempo depois veio a publicar, que tanta polémica deu,  mas com o benefício de exaltar a ideia de que para aquela guerra  a solução teria de ser politica.

Neste tempo, Portugal tinha mais de 150 000 homens em África (Guiné, Angola e Moçambique) – repare-se que destes, só na Guiné com um território equiparado ao Alentejo, tinha quase metade, mais de 60 000 militares. 

A situação militar degradava-se, os combates eram cada vez mais violentos, situação que veio a tornar-se insustentável no decorrer de 1973/74, pois o PAIGC começou a utilizar com eficácia mísseis terra–ar, tornando ineficaz  a intervenção da Esquadra 121 (Fiat’s, jactos) onde em duas semana três foram abatidos, falecendo mesmo o respectivo comandante Tenente Coronel Brito, que não se conseguiu injectar do avião que pilotava. A partir desse dia quase todas as operações só contavam com a Esquadra de helicópteros, cujos voos tinham de ser a rapar as palmeiras retirando ângulo de tiro e assim eficácia ao uso dos mísseis nestas circunstâncias. Nesta altura, já corria à “ boca pequena”, de que em breve chegariam os Migs.
Deste modo as Forças Armadas Portuguesas, estavam perante a hipótese de um percurso com desfecho doloroso senão humilhante, quando cerca de um ano antes, houvera a possibilidade de iniciar negociações  para uma solução política, tendo  como mediador o Presidente  do Senegal, Leopold Senghor, que na altura era o Presidente O.U.Africana. Proposta que foi transmitida ao Governo Português, recusada por Marcelo Caetano.
Sobre a existência da hipótese de tais negociações, pouco se sabia, ouvindo-se apenas histórias no formato de boatos e até de aventuras, em resultado de uma mega operação que estivera preparada em 27 de Abril de 1972, cujo secretismo não permitia conhecer para que servia ou serviu tão grande envolvimento de tropas especiais - exactamente nesse dia 

blog Arre macho



Ministro das Finanças fala em cenário de “catástrofe nacional”

Vários países rejeitam Grécia no euro e preferem incumprimento

15.02.2012 - Paulo Miguel Madeira
PUBLICO.PT
 (Foto: Thierry Roge/ Reuters)
A crise grega parece estar à beira de um novo capítulo, com a vinda a público de divergências entre os parceiros europeus sobre a opção por um segundo resgate, com alguns a preferirem que o país entre em bancarrota.

A notícia merece a manchete desta quarta-feira do Financial Times, e entretanto foi confirmada pelo ministro das Finanças da Grécia, Evangelos Venizelos. “É preciso dizer a verdade ao povo grego: há vários países [da zona euro] que já não nos querem. É preciso convencê-los” de que a Grécia pode vencer e permanecer no grupo “pelas próximas gerações”, afirmou, citado pela agência francesa AFP, à chegada para uma audiência com o Presidente da República, Carolos Papoulias.

“O desafio da nossa geração são quer os sacrifícios e os cortes, quer a catástrofe nacional que pode arrastar a nossa sociedade, as nossas instituições e a democracia”, acrescentou.

O Eurogrupo anulou na terça uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro, prevista para esta quarta-feira, que deveria aprovar um novo pacote de ajuda para lhe permitir evitar a bancarrota dentro de um mês, o que lançou mais incerteza sobre o futuro do país.

Jean-Claude Juncker, o presidente do eurogrupo, disse que tomou a decisão de anular a reunião, substituindo-a por uma "teleconferência" para permitir uma discussão de alguns aspectos que estão por resolver, mas o Financial Times adianta (citando “altos funcionários europeus”) que há uma divisão crescente sobre se Atenas merece a confiança de um segundo resgate a as consequências de um desfecho que resulte numa pura bancarrota do país.

O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble, já tinha dito que a zona euro estava “agora melhor preparada do que há dois anos” para lidar com um incumprimento. Há alguns dias, a comissária europeia holandesa, Neelie Kroes (que é vice-presidente da Comissão) afirmou, por seu lado, que “ninguém morre” se a Grécia sair do euro, o que contraria a posição oficial do executivo liderado por Durão Barroso.

Porém, o comissário europeu da Economia e Finanças, Olli Rehn, advertiu para “consequências devastadores” de um cenário desse tipo, e segundo as fontes do Financial Times esta posição tem o apoio da França e do BCE.



Recordando o Carnaval nocturno em Faro - o comentário

Carnaval nocturno de 2009

O Carnaval em Faro não vale nenhum.
Realmente o Carnaval nocturno era algo de diferente e com alguma qualidade. Mas para o não perder, compete apenas aos donos e gestores dos bares apostarem na sua manutenção. Esqueçam a arcaica CMF e apoiem o carnaval pela noite dentro.
Podem estar certos que há de mudar o edil, mas a noite em Faro há de continuar.
Temos a mania parva de querer copiar tudo o que os nossos vizinhos têm de bom. Carnaval no Algarve é em Loulé! E em Quarteira, que também é Loulé, um pouquinho.
Faro podia, e devia, apostar no Carnaval da noite!
Este ano está bom para isso! Não há chuva! Vá pessoal dos bares. Dêem uma estalada de luva branca na CMF e publicitem meia dúzia de imperiais à borla e um prémio para os mais bem vestidos!
Quem não se lembra do sofá da OK Teleseguro a fazer piruetas à frente do bar Cabana???
Força pessoal dos bares!!!!
In vino veritas!!!!!!!!!!!!!!!

anónimo

Opiniões

Há pessoas que têm opinião sobre tudo. 
Há pessoas cuja opinião reside quase sempre em ser do contra. 
São contra tudo, contra todos.
Tudo e todos é que estão mal, tudo e todos é que estão errados.
Eu gosto de dar a minha opinião, quando a tenho bem formada. Quando ainda não sei bem se concordo ou não, se sou contra ou a favor, abstenho-me de comentar, porque sempre ouvi dizer que "boca aberta, ou entram moscas ou saem asneiras"...
Depois há aquelas pessoas que basta ouvirem uma opinião ou um ponto de vista diferente do delas passam ao ataque, como se aquela pessoa fosse muito burra. 
Isso irrita-me sobremaneira... porque eu pensava que havia liberdade de expressão e de pensamento. 
Gosto de debater assuntos de forma amigável e sem que me passem atestados de burrice ou de estupidez.
Não preciso de ironias ou de sarcasmos para ilustrarem que o meu ponto de vista é menos inteligente ou estúpido... mesmo que não o seja...
Gosto de trocar ideias e pode até ser que passe a concordar com um ponto de vista diferente do que eu tinha, porque quando se debate com outras pessoas há sempre margem para aprendermos algo novo, que não tínhamos sequer considerado quando formámos a nossa opinião sobre aquele assunto. 
Perante pessoas destas, há tempos atrás enervava-me e mantinha o debate, mesmo que muitas vezes raiasse o insulto, da parte destas em relação a mim.
Nos dias que correm, já não o faço! 
Não vale a pena... prefiro conceder-lhes a sua "suprema inteligência de seres profundamente sábios e iluminados", porque não ganho nada com isso. 
E contra pessoas assim carregadas de inteligência e de razão, não há argumento nenhum que me valha e acabo por ficar só com a irritação de me terem passado atestados de burrice.



70 milhões ganhos com o dinheiro dos outros


ROUBAM O POVO E AFUNDAM O PAÍS

O Estado obteve hoje três mil milhões de euros nos mercados financeiros em leilões de curto prazo. 
Apesar do recente corte da nota de crédito pela agência Moody's, as taxas de juro foram um pouco mais baixas.

Foram colocados 1500 milhões de euros a um ano, a uma taxa média de 4,943%. A ultima operação semelhante decorreu há cerca de um mês, com um leilão de títulos a 11 meses pelo qual Portugal pagou 4,986%.


Serviço combinado

A Moody's desclassifica para que os juros subam e facilitar a especulação dos Bancos. Mas, entretanto, como os "mercados", obtêm dinheiro do BCE a 1%, ou menos, e estão cheios de dinheiro, que conseguem com a especulação, não sabem o que fazer dele. Assim, aproveitam todas as oportunidades para ganhar ainda mais. A corrida ao leilão da dívida portuguesa foi grande apesar da nota baixa da Moody's a Portugal. 


Um bom negócio...
   
Os Bancos, ganharão com mais este empréstimo de 1.500 milhões, a módica quantia de 70 milhões num ano. Tudo isto com o nosso dinheiro, claro!
Portugal, no final do ano vai ter que pagar o empréstimo e mais os 70 milhões sem entretanto aumentar a sua riqueza, pois a austeridade leva à recessão e a não investir no setor produtivo. Isto significa que aumenta a dívida e a sua dependência. Amanhã terá que pedir mais, e pagar mais juros, para pagar o que pediu hoje e assim, de leilão em leilão, "ROUBAM O POVO E AFUNDAM O PAÍS"