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sábado, 4 de fevereiro de 2012



Actividades sexuais da dona de casa…


A apresentadora dum programa feminino, Fátima Lopes, pergunta à D.Irene, uma jovem senhora:
- A senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as actividades de uma típica dona de casa deste bairro?
- Ah, sim... De manhã, levo os meninos ao colégio.
Depois, na volta do colégio, tenho três horas de actividades sexuais...
Então, o meu marido e filhos chegam para o almoço, almoçam; ele volta para o trabalho e as crianças vão fazer os deveres... Aí, tenho mais algumas horas de actividades sexuais até à noite, quando jantamos e vamos todos para a cama!
- Desculpe, mas a senhora pode nos explicar em que consistem essas actividades sexuais?
- Ah, lógico, explico sim!
Actividades sexuais é fazer tudo o que é fodid#$%: varrer, lavar o chão, lavar a roupa, arear as panelas, lavar e tratar do cão, arrumar, costurar, passar as roupas, limpar o pó, lavar os vidros...

PARECE IMPOSSÍVEL MAS É VERDADE


Cavaco mostra a obra ao senador... Os quatro parecem partilhar a mesma opinião (ou pelo menos, até ao momento, nenhum disse que não)


É tão pestilento o cheiro da obra obrada, como a inevitabilidade de a salvar.  
(Depois de respeitar a obrigação protocolar, o "coiso" ausentou-se para mais um pensamento Zen)
blog Conversa avinagrada

O CASO DO SEM ABRIGO E A JUSTIÇA NO MEU PAÍS



Acompanho sempre com muita atenção tudo o que se passa no meu país para fazer meu juizo sobre o estado da Nação e seu regime dito “democrático” onde existe uma justiça para ricos e outra para os pobres, havendo já um total descrédito por parte da população que verifica uma escandalosa impunidade sobre os poderosos (normalmente politicos envolvidos em casos de corrupção, branqueamento de capitais, desvios de milhões, etc.) que escapam ilesos dos crimes de que são acusados, enquanto o cidadão comum é julgado e condenado mais facilmente por algo irrisório  como foi o caso de um sem abrigo que tentou tirar um frasco de champoo e uma caixa de polvo de um supermercado e tem de pagar agora  uma multa de 250 euros pelo seu acto que o "Pingo-Doce" pretende manter sua queixa.

Em face disto criou-se uma corrente de solidariedade nas redes sociais (especialmente no Facebook) onde já existem 25.000 pessoas que dão um cêntimo cada uma para pagar a multa ao Estado português que infelizmente não se compadece dos seus pobres e dos sem abrigo que obviamente têm de respeitar as regras e normas da Sociedade onde vivem, não roubando para comer e sim terem de pedir esmola para sobreviver, malgrado nem sequer receberem um mísero subsídio para isso. No entanto há gente que recebe do Estado aquilo que não merece nem tem direito, tal como foi denunciado publicamente pelo Ministro da Solidariedade Social (Mota Soares) que disse haver pessoas com 100.000 euros no Banco que recebem subsidio de "reinserção social”... o que é isto?

A justiça, porém, mostra que é capaz de castigar os que menos têm e não têm quaisquer hipóteses de se defender. Os ricos, esses sim, os Juizes até os temem e não os beliscam porque seus advogados pagos a peso de ouro ou ávidos de protagonismo televisivo, conseguem sempre protelar processos durante anos até expirar. Todos sabem isso e até a própria Ministra da Justiça (Paula Teixeira da Cruz) tenta fazer algo para acabar com esta vergonhosa situação para que o povo português recupere a confiança perdida mas não creio que ela o consiga enquanto não houver exemplos de facto que provem a necessária remodelação ou reestruturação do sistema judicial português.

Fica aqui mais esta questão,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela 
blog Alvorecer

Viana do Castelo

Padre vítima de extorsão por duas prostitutas em Viana

04.02.2012 -Por Andrea Cruz

O sacerdote chegou a arranjar emprego à namoradaO sacerdote chegou a arranjar emprego à namorada (Nuno Ferreira Santos (arquivo))
 Um padre do concelho de Viana do Castelo foi vítima de extorsão por parte de duas prostitutas com quem travou conhecimento através da Internet e a quem acabou por entregar milhares de euros.

O esquema montado por duas cabo-verdianas desenvolveu-se entre Agosto e Dezembro do ano passado e foi desmontado pela GNR de Viana, após queixa apresentada pelo sacerdote de 60 anos. Fonte da GNR confirmou ao PÚBLICO que a última entrega de dinheiro por parte do padre ocorreu no último dia de 2011, na Póvoa de Varzim. O encontro foi previamente combinado entre a GNR e o pároco e culminou com a detenção de uma das mulheres, em flagrante delito, quando recebia um envelope com dinheiro.

Apurar o grau de responsabilidade da primeira mulher a travar conhecimento com o padre, ao qual apresentou a amiga, é agora o objectivo do Ministério Público, que assumiu entretanto a investigação. Foi através desta primeira mulher que o sacerdote veio a conhecer a segunda cabo-verdiana, que acabou por ser detida. E foi esta a mulher que utilizou, para chantagear e extorquir dinheiro, as mensagens de telemóvel trocadas entre o padre e a amiga. O relacionamento entre eles durou vários meses e o sacerdote chegou a arranjar emprego à namorada, na área da sua própria paróquia.

O medo de ver concretizadas as ameaças de revelação pública de fotografias e mensagens comprometedoras levaram o sacerdote a pagar, durante este período, uma elevada quantia em dinheiro.

O PÚBLICO contactou a Diocese que, para já, se remete ao silêncio.

REFLEXÃO - VICTOR HUGO - imagem de Vasco Ribeiro


SOPA ORTOGRÁFICA - Veja aqui um poema de Madalena Homem Cardoso





 Madalena Homem Cardoso…

Dois mil e dezasseis, o mais tardar,
programa-se a extinção da letra "H".
Vão os interessados demonstrar
aos iletrados que, entre as consoantes,
mais muda, absurda, irrelevante, ...não "á".

Sonhem-se os livros re-editados,
os "corretores" patenteados,
"corrêtamente" "desagasados",
e os "omens de oje" já reciclados
(pelo corropio dos lestos formadores)
na grafia-da-moda que já está
– e não mais se conceba a "ora agá"! –,
softwares nos computadores
– únicos doutos escrevedores... –,
faseadamente, ainda antes
da queda iminente da cedilha
(anacrónica, cómica excrecência),
mas é preciso tempo e paciência,
fazer render – e muito! – a pastilha...

A vogal vã, o "U" após o "Q",
é outra para sair se não se lê...
Não se diz, vai cair. Ponto final.
Mas, por enquanto, é confidencial...

— Viste murchar os pontos cardeais?
Não leste e estás a "leste"? Queres comer
onde não resta espaço, estás a mais...
Uns anitos que fiques, irás ver
vender Portugal com letra pequena...
Ainda estás aí? ...Não tenhas pena.
Pedras e letras valem uns tostões
a uns poucos expertos comilões...
País-nação, estará fora de cena.
E enquanto não falir, deficitário,
grafe-se "portugal" no Novo Dicionário.

por Madalena Homem Cardoso

E O CARNAVAL DA INCOMPETÊNCIA CONTINUA


Passos Coelho anunciou ontem que não havia este ano feriado de Terça-Feira de Carnaval. Mais uma vez estes tipos fomentam a descriminação entre portugueses, ou seja, uns (os governantes) andam diariamente mascarados e travestidos de democratas, os restantes, continuam dia após dia, ano após ano a ser gozados, humilhados e  ofendidos por estes palhacitos de caracacá. 
blog Ferroadas


Fw: NÃO É CUNHADO... É O IRMÃO DO AMANTE

Reencaminho, s
orrindo...
Mário
 
AFINAL NÃO É CUNHADO... É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA...
 
A ministra Paula Teixeira da Cunha, desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete.
 
 
 
- Resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados:
       Publicado no Jornal de Notícias em 2011-11-21
 
'A ministra da Justiça'
 
Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra. ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia. Diz ela que não tem cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam dito à imprensa que ela é divorciada.
 
Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a situação. Vou fazê-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra. ministra se refugia.
 
A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por um funcionário público. A base moral da família está na força dos sentimentos que unem os seus membros. Está na intensidade dos afectos recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da qual, juntos, se realizam como seres humanos. Através dessa comunhão elas buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.
 
O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim, cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos, partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.
 
É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando, inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância política.
 
Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados também não é necessário o casamento para haver nepotismo. Basta utilizarmos os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois raramente essas relações são conhecidas do público.
 
Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação. Acuso publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira, procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma moralidade retrógrada e decadente.
 
A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É uma questão de estado.
 
Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele, obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. Ministra, por muito que eles se ponham em bicos de pés. 
 
(por: A. Marinho e Pinto)


Monarquia - A corte diverte-se...



A crise, a falta de dimensão política, humana e cultural das figuras que estão no poder (desde há bastantes anos) e o alento que lhes foi dado pela burrada do cancelamento do feriado do 5 de Outubro, tirada da cartola por este governo manhoso... tudo junto e amalgamado, resultou numa grande ondinha de entusiasmo monárquico, evolvendo alguns famosos. Dizem eles que «Portugal precisa de um rei».
A ver pela excitação assaz fervorosa e tremelicante que reina - para citar apenas um – no blog dos ultra-reacionários do “31 da armada”, consigo imaginar a estirpe de monarquia que por aí viria. Estão, no entanto, no seu direito...
Mesmo assim (também no meu direito), considerando as aparições e declarações públicas do putativo Rei, não sei se será mesmo a monarquia que está a precisar de “restauro”... ou se é o próprio “Rei”.
Mais ainda... sabem os deuses todos do Olimpo que eu não entendo nada de poker, aliás, sou uma nulidade em todos os jogos com cartas... mas não acham que um rei é francamente poucochinho?



O Borges quer a CGD...


"Não há razão nenhuma para que o maior banco português pertença ao Estado" diz este senhor. E porquê, pergunto eu? Não o foi sempre? O Estado é quem? Onde vai Borges e seus amigos buscar a legitimidade para privatizar a CGD? Sabemos que muitas vezes se confundem com o Estado de que se apoderam, que tratam como seu. Mas nada como porem-se fininhos. Se os amigos querem uma CGD que a criem com os seus meios e recursos.




AGORA VAI...

Agora vai.
Pega ao colo o que herdaste.
A cor do rosmaninho
O cheiro das maçãs
E vai.
Se subires ao alto do vento
Entras no inverno com a mansidão dos livros.
Deixa a chuva escrever pelos teus medos
Estende os braços às sombras transeuntes
E abre o teu sorriso.
Segue a rota dos barcos de papel
As asas das gaivotas e dos corvos
A ponte verdadeira.
Despede-te de nada.
E caminha.
Observa o rio.
As suas águas correm para o teu olhar.
-
EDWARD STEICHEN

BAILE - BÔBO - RAÍZ DE TUDO - Poemas ilustrados de António Garrochinho




VEJAM ONDE MACÁRIO CORREIA GASTA O DINHEIRO DOS MUNÍCIPES marketing político” de meio milhão de euros O município liderado por Macário Correia lançou hoje a nova marca autárquica e um site, operação contestada pelos socialistas por ser “ uma gigantesca e milionária operação de marketing político, de mais de meio milhão de euros”, em tempo de “grandes dificuldades financeiras”.


Faro: PS contra “operação milionária de marketing político” de meio milhão de euros 03-02-2012 

O município liderado por Macário Correia lançou hoje a nova marca autárquica e um site, operação contestada pelos socialistas por ser “ uma gigantesca e milionária operação de marketing político, de mais de meio milhão de euros”, em tempo de “grandes dificuldades financeiras”.    
Em comunicado, a concelhia de Faro do PS “condena e demarca-se totalmente” daquilo que considera “um ato de desmedida propaganda e má utilização de verbas públicas do Município”.

Para os socialistas, “num tempo de grandes dificuldades financeiras, não apenas da Câmara Municipal de Faro, mas de muitas famílias, empresas e associações de todo o concelho, a despesa que está a ser feita pelo Município em propaganda, não está a ter em conta as dificuldades financeiras da Câmara e dos seus fornecedores”.

São ainda tecidas duras críticas a Macário Correia que no entender do PS “continua a fazer despesa, não liquidando verbas a fornecedores, deixando pequenas e médias empresas numa situação de asfixia financeira, sem garantias de receber o que lhes é devido”.

Site custou 60 mil, out doors 30 mil e alteração do sistema informático mais de 70 mil euros

Contudo, e segundo as contas do PS, “existe capacidade financeira (para pagar) 60.000 euros para o site, 30.000 euros para uma rede própria de outdoors do Município e ainda 73.332.51 euros na alteração no sistema informático para adaptação” a novas ferramentas.

Foram ainda gastos pelos executivo de Macário Correia “70 mil euros em serviços de publicidade a uma empresa” e também cerca de 180 mil euros “em virtualizações dos postos de trabalho do Município”, denunciam os socialistas.

Câmara reduziu apoios às instituições de apoio social, clubes e cultura

“A atual maioria de direita da Câmara Municipal de Faro reduziu os apoios às Instituições Particulares de Solidariedade Social, Clubes Desportivos e Entidades Culturais, com o argumento de não existirem verbas, contudo para campanhas de imagem e propaganda como a que está para ser apresentada já existe”, criticam os socialistas.

Outra das situações criticadas é “o aumento das rendas das habitações sociais com o argumento de que a Câmara não tinha dinheiro, mas por outro lado fazem-se 28 mil de livros de balanço de mandato em grande tiragem e papel luxuoso com fotografias de obras lançadas, projetadas e programadas pelo anterior executivo do PS numa vã tentativa de reescrever a história”.

Nem o desporto escapa a este escrutínio do PS que no seu documento garante ter o Município deixado de apoiar atletas farenses de alta competição (Ana Dias, Ana Cachola, …) que levavam o nome da Cidade de Faro, por todo o país e até mesmo pelo estrangeiro.

A redução de “cerca 75% das transferências para as Juntas de freguesia, que têm um papel importantíssimo no trabalho direto com os Munícipes” e os encargos dos munícipes em “taxas que subiram para o máximo que a lei permite (IMI, Derrama, Urbanismo) e serviços (piscinas, atos administrativos, espaços desportivos e tarifas da água, resíduos sólidos e saneamento básico, são igualmente criticadas.

Situação financeira da Câmara não melhorou, alegam os socialistas

Tudo isto “sem que dai viesse qualquer melhoria da situação financeira ou da qualidade e rapidez dos serviços prestados, e os esforços que funcionários, munícipes e empresários estão a fazer, estão afinal a ser utilizados para uma milionária operação de Marketing Politico que consideramos inqualificável e condenável”.

“Ao longo destes dois anos de gestão do Executivo liderado pelo Presidente Macário Correia, o Partido Socialista procurou colaborar institucionalmente na procura responsável de soluções para os problemas da Cidade de Faro, sempre de uma forma construtiva. Fica agora comprovado que afinal as propostas apresentadas foram sempre com o objetivo de iludir as pessoas e adiar problemas”, concluem os socialistas.

“Porque são as pessoas que nos motivam, nos guiam e nos questionam”

Por sua vez, na mensagem de boas vinda do site, Macário Correia considera que “2012 marca uma nova imagem para Faro. O Município conta agora com um site totalmente renovado e um portal inteiramente dedicado aos munícipes”.

O autarca defende ser “firme intenção reafirmar e valorizar a nossa identidade, privilegiando o contacto direto, a transparência e o sentido de responsabilidade junto dos cidadãos”.

Esta é a justificação para a aposta “forte” numa nova forma de comunicação e de informação com “novos conteúdos e novas ferramentas disponibilizadas online que permitirão visualizar em tempo real a fase dos projetos, as oportunidades de investimento, as obras realizadas e a realizar, as notícias atualizadas nas áreas do planeamento estratégico, cultura, desporto, ação social, educação, geminações, os eventos, entre muitos outros”.

Para Macário Correia “este novo conceito pretende também obter dos cidadãos o “feed back” relativamente a tudo aquilo que fazemos e dizemos. Por isso, é nosso desejo que este novo “sítio” seja o espaço ideal para a colocação de críticas, elogios, sugestões e demais comentários que considerem pertinentes”.

Mostrando-se convicto que “este é o caminho do crescimento, da evolução e do futuro, Macário Correia defende que são as pessoas que “motivam, «guiam» e «questionam»”.

'faro' 'pagina-web' 'internet''marketing' 'política' 'ps'
Observatório do Algarve


Quando acabam os tachos, fazem-se mais


O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho decidiu nomear António Borges para liderar uma equipa que acompanhará, junto da troika, os processos de privatizações, as renegociações das PPP, a reestruturação do Sector Empresarial do Estado e a situação da banca.

Como o Álvaro parece que não dá uma para a caixa, o Passos lá lhe vai tirando, tarefa a tarefa as atribuições do super-ministério. Primeiro tiraram-lhe e deram ao Portas os negócios externos e agora ao Borges os negócios internos. 
Importante mesmo é que ninguém fique sem emprego nesta terra de bustos e embustes, de tachos e panelas, de uns e outros. Será que sou eu que estou farto desta gente e daquilo que andam a fazer? Será que me tenho de calar e conformar?

Jogos de classe: jogo on-line Missão Cavaco Silva


Clica na imagem para aceder a este jogo. Ajudem este senhor, o patriarca do estado a que chegámos.


blog Adeus Lenine

A boneca feita de serradura

Era uma vez uma boneca feita de serradura, era dura, tão dura, que passava os dias com dores de cabeça. A Ludovina, tinha quatro anos quando lhe ofereceram a boneca. Era muito linda, tinha os cabelos muito pretos e compridos, um vestido amarelo de alças e uns sapatos pretos, pintados no corpo, era feita de pano a imitar a cor da pele, um cor-de-rosa desmaiado.
A Ludovina, deu vários nomes à boneca mas, nenhum lhe assentou bem, por isso ficou a boneca de serradura. 
A boneca, andava sempre de mão em mão, as amigas da Ludovina, pegavam-lhe pelas pernas, pelos braços e rodopiam a coitada e, ela batia com a cabeça em tudo quanto era sítio. Era dura. Era de serradura. As crianças achavam graça à desgraçada da boneca, que por ser dura, tinham pouco cuidado com ela. 
A face era desenhada, tinha sobrancelhas pretas, olhos redondos e as pestanas eram riscos verticais. Tinha duas rosetas vermelhas e os lábios a sorrir. Ora, quem é que adivinhava que lhe doía a cabeça? Ela bem tentava advertir as crianças, mas só se ouvia a si própria “ Ui, dói-me a cabeça”.
Até que um dia por descuido, a Ludovina, pegou-lhe pelos pés e arrastou-a até ao quarto com a cabeça pelo chão e, de repente fechou a porta do quarto e a cabeça ficou do outro lado. “ Mãe, mãe, mãe” gritava a menina” A boneca, a boneca”, e havia serradura espalhada em seu redor. 
A boneca, ficou zonza, num ápice tentou perceber o que lhe tinha acontecido, olhou em seu redor e viu a mãe da Ludovina, muito espantada a olhar para ela. Pegou-lhe na cabeça, que estava menos dura, e apertou o buraco por onde saia a serradura, entrou no quarto da Ludovina, que chorava, com a outra parte da boneca na mão e, foi buscar a caixa de costura.
A boneca, quando viu a mãe da menina de agulha na mão, quase desmaiou, “ Ai a minha vida! Ai a minha cabeça, ai, ai, ai”. A mãe da menina com todo o cuidado costurou a cabeça da boneca ao corpo, enquanto a Ludovina enxugava as lágrimas e via a boneca renascer “Agora, vais ter mais cuidado com a boneca, até parece que a coitada estava numa aflição, Ludovina!”, disse a mãe, enquanto deitava a menina. Nessa noite a boneca sorriu por dentro, porque por fora estava sempre com os lábios naquela posição de contente. Dormiu na cama da Ludovina. E passou-lhe a dor de cabeça.