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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012



Beijinhos de amor

Quem não sabe não nota. Mas eu sei que aquela pequena cicatriz está ali e vejo-a sempre que me olho ao espelho. Está ali no lado direito do lábio inferior. Está ali onde noto uma pequena saliência que ficou desde que cortei o lábio no canto da mesa-de-cabeceira. A bem dizer, já só a consigo ver quando estico a boca. Então percebo o leve traço esbranquiçado a marcar a diferença no carmim do lábio. Já tem uns 45 anos ou mais, esta cicatriz. Não consigo já situar o ano exato em que caí da cama e cortei o lábio no canto da mesa de cabeceira. Mas vejo com perfeição o quarto em que dormia quando isso aconteceu. Recordo nitidamente a posição da cama, de frente para a janela, e o colorido dos ladrilhos hidráulicos que atapetavam o quarto. Na verdade não me lembro da queda, nem da dor. Só me lembro de acordar de manhã com o sabor enjoativo do sangue na boca e o lábio inchado que assustou a minha mãe. Por isso me levou à vila, à farmácia. Fomos de camioneta. Na verdade não me lembro da viagem de ida. Só da viagem de volta. E de como vinha enjoada na camioneta. E de como fiquei aliviada quando chegou a nossa paragem e desci pela mão da minha mãe e caminhámos até casa sob o sol alto do meio-dia. Lembro-me que vestia um casaquinho de malha amarelo claro. Era um casaquinho de malha tricotado pela minha mãe e tenho a certeza que ela chamava ao ponto daquela malha “beijinhos de amor”.

rimas de danos colaterais




ai ! que morri, e o cão também
nada senti, estava tão bem
tudo á minha volta está esquelético
só vejo pessoas com ar patético
mas que aconteceu, que se passou
algo estava mal e alguem mudou
ah ! já me recordo ! foi a "  recessão "
pôs-nos famintos, levou-nos o pão
está tudo calado á minha volta
chato morrer assim, sem qualquer revolta
nem o meu " boby " me dá sinal
só tem os ossos pobre animal
parece um robot de andar eléctrico
ou melhor dizendo, um cão hipotético
triste rafeiro de Portugal

António Garrochinho
Poemário prostibular [5]

Dispo sempre
todas as palavras
que me diriges

MG 2011


Albarda-se o burro à vontade do dono


Com a evolução da linguagem e do vocabulário, já pouca gente vai sabendo o que é uma albarda: os burros andam cada vez mais engravatados e já nem caminham sobre 4 patas, muito menos com ferraduras. É vê-los todos pomposos, com sapatos de marca e graxa qb e viajando em automóveis de alta cilindrada e muitos … cavalos …
A albarda era um selim grosseiro (e grosso…) que se punha em cima dos burros.
Se voltarmos a usar os burros como meio de transporte e carga devemos ter de criar alguma licenciatura para a criação asinina e um mestrado para as albardas.
A arte não é nada simples, por isso se ouvia frequentemente o provérbio popular “Albarda-se o burro à vontade do dono”, o que em linguagem corrente quer dizer que devemos fazer as coisas à vontade do chefe e do patrão…
Em cada aldeia e vila, havia sempre pelo menos um albardeiro, que era o homem que fazia e consertava as albardas.
Hoje, os albardeiros são pouco mais que recordações em placas toponímicas.


Blog Marafado



Assim fico mais descansado.

Os líderes Europeus anunciaram hoje que se comprometem a criar "planos nacionais de emprego".
E quais são as ideias base que presidem a estes planos ?


"desenvolver e implementar iniciativas abrangentes" a nível da criação de emprego.


Ora aí está uma grande ideia. E isto quer dizer o quê, mesmo ?

"vigilância reforçada" no quadro do chamado "semestre europeu". 

Bom ! pelo menos os "Securitas" e os "SOV" devem ter emprego em barda !

"aumentar substancialmente o número de estágios"

Ora aí está o tipo de emprego seguro e duradouro que todos anseiam para poder construir um futuro de vida sólido e prometedor.

"reforçar a mobilidade laboral" 

Ui, que bom ! nada como trabalhar hoje em Lisboa, amanhã no Porto e para a semana em Faro. Assim uma pessoa nunca se enjoa !

Como está bom de ver, o futuro que nos aguarda a todos, em particular aos jovens, é brilhante e motivador.
Quem não deve estar nada contente com estas medidas são os "patrões", coitados, que anseiam pelo dia em que se tomem medidas que finalmente os favoreçam.

Viva a Europa, viva a Globalização !

AI ! SE ELE VÊ O GUARDA - CHUVA !



Ela sabe do que fala...

"O modelo conservador que levou nosso país à estagnação, à perda de espaço democrático e soberano, aprofundando a pobreza, o desemprego e a exclusão hoje está sendo proposto novamente para a Europa"
Estas palavras foram proferidas por Dilma Roussef durante o Forum Social Mundial.Ela também não vai com a cantilena de Davos). 
A cabrinha alemã - interessada em fomentar uma guerra na Europa para a dominar - e o coelhinho aldrabão, que lhe anda sempre a lamber a cueca, não prestaram atenção, porque ela anda a experimentar os Panzer e ele a pedir-lhe encarecidamente ser nomeado cônsul da Lusolândia.

ABBA- RECORDAR


gOODBYE MI LOVE - DEMIS ROUSSOS


não precisa chorar - Roberto Carlos


Poemário prostibular [15]

Ainda agora
após tantos anos sem te ler
sou capaz de, numa noite insuspeita
acabar outra vez
enroscado
num poema teu

MG 2011


Presidência diz que notícias sobre desentendimentos com Governo "não têm fundamento"

30.01.2012 - 14:37 Por Lusa, PÚBLICO

A Presidência da República negou as notícias do fim-de-semanaA Presidência da República negou as notícias do fim-de-semana (Pedro Cunha)
 O chefe da Casa Civil da Presidência da República rejeitou hoje o envolvimento de Cavaco Silva em "interpretações especulativas" sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarecendo que não têm fundamento notícias de desentendimentos com o Governo.

"Na sequência de notícias veiculadas nos últimos dias em órgãos de comunicação e que tentam envolver o Presidente da República na origem de meras interpretações especulativas sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarece-se que essas notícias não têm fundamento", refere Nunes Liberato, numa declaração escrita enviada à Agência Lusa.

Na nota, Nunes Liberato recorda ainda que o Presidente da República é "um órgão unipessoal" e que "as únicas pessoas habilitadas para falar em nome" de Cavaco Silva são os Chefes da Casa Civil e da Casa Militar.

No sábado, o semanário Expresso noticiou a existência de uma "divisão profunda" entre o Presidente da República e o Governo, com o chefe de Estado a discordar de alguns cortes na despesa e a temer "sangrias" na função pública e na Saúde.

No domingo, o PÚBLICO referia que "é absoluta a discordância de algumas das mais proeminentes personalidades do cavaquismo e do próprio Presidente da República sobre a condução da política orçamental e as prioridades para a organização das finanças públicas, que têm sido adoptadas pelo Governo".

O PÚBLICO mantém a notícia publicada no domingo, a qual não se refere a fontes da Presidência da República nem ao Presidente da República, mas sim a personalidades próximas de Cavaco Silva que falaram sob a condição de anonimato. O Expresso referia-se a divergências ideológicas entre o Presidente e o Governo na estratégia de combate à crise, e no dia seguinte o PÚBLICO noticiou o mal-estar de algumas figuras cavaquistas quanto à continuidade do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, no Governo, governante que é considerado o rosto das políticas de austeridade do Governo.

O próprio Presidente já assumiu publicamente a sua discordância com o Governo em diversas ocasiões, nomeadamente em relação ao Orçamento do Estado e aos cortes nas pensões de reforma.

corridinho da adiafa ! Algarvios marafados !


JÁ SE PAGAVA UMA CÓIMA DE (DEZ CRUZADOS) PELO RUÍDO DEBAIXO DAS JANELAS - Um mal ... com séculos !


Um mal ... com séculos !

Por vezes, há encontros inesperados.
Em tempos, abordámos no ARPOSE, a questão do ruído permanente debaixo das nossas janelas. A inanidade do "poder local" perante este abuso também é conhecida de todos os que sofrem idêntica provação. 
Eis senão quando encontro uma disposição legal, com quase 500 anos, e onde ? Nas Ordenações Manuelinas, impressas por Germão Galharde, em 1533.
Tirei cópia e apresento o texto na imagem seguinte:
Duas notas finais:
1 - o mal, como se observa, já vem de longe;
2 - os remédios para atacar o mal diluíram-se no meio desse "poder" chamado local.

Post de HMJ

Dedicado a todos os Presidentes de Câmara e de Freguesias moucos



O rato, a galinha, o porco, a vaca e a Sra. Merkel



Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações...
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira...
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou a esposa imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, (matou a galinha).
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la...
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.


Moral da História ? Deixo-a a cargo dos meus caros leitores


(Enviada por mail. Agradecimentos ao Zé E.)

efeitos colaterais -António Garrochinho



Soneto quase inédito, de José Régio
Soneto quase inédito


Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.

JOSÉ RÉGIO Soneto escrito em 1969. 

no nosso amor - António Garrochinho



Faro: Despejo da Associação de Músicos volta ao Tribunal 30-01-2012   



A continuidade da Associação Recreativa e Cultural de Músicos (ARCM) na atual sede vai ser definida em julgamento, por deliberação do Tribunal da Relação, que ordenou a sua realização, contrariando o Tribunal de Faro que decidira a ação de despejo mesmo sem audiência.    
A audiência está marcada para 17 de fevereiro e a ARCM encara este passo do processo “com otimismo e espera que a possibilidade de se defender, em julgamento, permita o esclarecimento sobre o direito de, enquanto inquilina, continuar a ocupar as actuais instalações, nas quais permanecerá a desenvolver as suas actividades até encontrar solução alternativa de realojamento”.
O caso remonta a 2010, quando a imobiliária Cleber, SA, da qual é procurador o presidente da Assembleia Municipal de Faro, Luís Coelho, interpôs uma ação de despejo à ARCM, alegando que, com a aquisição dos armazéns junto a CP à anterior senhoria, teria terminado o contrato de aluguer.
No local, o investidor pretendia construir um condomínio privado, e o Tribunal de Faro decidiu favoravelmente a pretensão do investidor, sem audiência de julgamento.
O recurso apresentado pela Associação de Músicos de Faro ao Tribunal da Relação foi aceite e aquela instância judicial ordenou a realização da audiência de julgamento.
20 anos de ação cultural em risco
Recorde-se que foram realizadas várias ações de rua onde os músicos recordaram o papel que têm tido na vida cultural da capital algarvia nos últimos 20 anos, lembrando que estão em causa várias componentes artísticas, como "música, dança, teatro, DJ" e "31 bandas em 18 salas de ensaio, fora os espetáculos".
Armindo Dias, sócio fundador da ARCM, mantém que o sentimento da associação é de "fé no futuro", porque "a situação pode ser resolvida", apesar de ter a noção de que é necessário deixar o atual espaço.
“Nós sabemos perfeitamente que temos de sair daquele local, que não é nosso, foi vendido e tem um senhorio. Agora, não podemos é parar aquele projeto de maneira nenhuma, porque se pararmos nem que seja dois dias é o mesmo que acabar com a ARCM e o trabalho cultural que fez nos últimos 20 anos", salientou no início do processo.
Solução para nova sede ainda não apareceu
Embora a ARCM tenha desenvolvido um projeto para a nova sede e feito diversas ações para angariar fundos para a sua construção, ainda não há luz verde para a questão do terreno que Armindo Dias afirmou estar a ser “tratada com o presidente da câmara de Faro (Macário Correia), que tem um terreno em vista" para ceder à associação.
No entanto, a concretização desta cedência "está dependente de pareceres da Administração da Região Hidrográfica (ARH) e do Parque Natural da Ria Formosa, entre outros".
"É um terreno, no caminho para o cais novo, logo a seguir ao caminho-de-ferro, entre as salinas e a passagem de nível. Estamos fartos de reconstruir, levámos a vida inteira a reconstruir espaços degradados e, por isso, a nossa exigência é ter um espaço definitivo para construir e não reconstruir", acrescentou.
Armindo Dias apelou ainda à intervenção do ex-presidente da Câmara de Faro e atual presidente da Assembleia Municipal, Luís Coelho, que segundo a ARCM, como autarca " tem responsabilidade na situação. Sabia que estávamos ali quando fez este negócio e só tem de ajudar-nos a resolver o problema, associar-se a nós e fazer parte da resolução, não do problema", defendeu.
Para a ARCM a audiência do dia 17 “é um importante passo no processo judicial da ação de despejo” que desde janeiro de 2010 ameaça a continuidade da sua atividade.
Isto porque “apesar de todos os esforços que se têm vindo a desenvolver para encontrar uma alternativa, ainda não está garantida nenhuma solução de realojamento definitivo, quer por parte do senhorio, que a isso se comprometeu aquando da aquisição do edifício da atual sede, quer por parte das instituições do estado, com responsabilidades nas áreas da juventude e cultura com que a ARCM tem estabelecido inúmeros contactos”.
Em assembleia geral marcada para o dia 5 de fevereiro os sócios da ARCM vão analisar a situação, num momento em que os destinos da associação voltam a estar em cima da mesa.
'musica' 'cultura' 'faro' 'associação' 'imobiliária' 'tribunal'

observatório do Algarve

Relações entre o Presidente e o Governo

Cavaquistas defendem saída de Vítor Gaspar do Governo

29.01.2012 - Por São José Almeida

O Presidente tem o olhar crítico sobre a política do GovernoO Presidente tem o olhar crítico sobre a política do Governo (Daniel Rocha)
 É absoluta a discordância de algumas das mais proeminentes personalidades do cavaquismo e do próprio Presidente da República sobre a condução da política orçamental e as prioridades para a organização das finanças públicas, que têm sido adoptadas pelo Governo.

O PÚBLICO sabe que, dentro deste grupo de personalidades que apoiam Cavaco Silva, há quem defenda já que o Governo deve substituir o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que vêem como "um ultraliberal" que está a "dar cabo" do modelo social e económico construído após o 25 de Abril e no qual, frisam, os três governos de Cavaco (1985-1995) tiveram um papel crucial.

A questão de fundo - que tem criado tensão entre o Governo e o Presidente, cuja existência o Expresso ontem noticiou - passa pelo facto de que estas personalidades, a maioria das quais com conhecimento e reflexão precisamente na área económica, quando não mesmo em finanças públicas, como é o caso do próprio Cavaco Silva, verem como errado que as medidas de austeridade que são impostas pela crise da dívida pública sejam concretizadas com um enquadramento que vai conduzir, acreditam, à destruição da classe média e, consequentemente, do tecido económico português, que assenta em pequenas e médias empresas, que vivem do consumo.

É notório, nas conversas com as personalidades do cavaquismo, o crescendo de preocupação sobre o que vêem como a "desestruturação da economia", pela ausência de investimento. Isso é transparente em vésperas de mais uma cimeira europeia, que decorrerá amanhã, segunda-feira, em Bruxelas, e em que os responsáveis dos 27 Estados-membros vão, pela primeira vez, discutir a necessidade de uma agenda para o crescimento económico e políticas de investimento.

Unchained Melody - Righteous Brothers

Percy Sledge - When a Man Loves A Woman

Otis Redding - Respect (Studio, High Quality)



Uma ajudinha pró Marcelo...

Ontem, Marcelo Rebelo de Sousa, filiado no PSD, professor universitário, conselheiro de Estado, comentarista politico, entre muitas outras coisas que já foi, é e ainda vai ser, no seu habitual espaço na TVI, apelou a que esses ditos cavaquistas se calem a bem do país.( clik nos links azuis ) 
 “O que eu peço a esses cavaquistas, que eu não sei quem são, anónimos, é que desamparem a loja, o tempo deles passou, calem-se, desapareçam, reformem-se, brinquem com o que quiserem, mas não com o país”, defendeu o antigo líder do PSD.
Modéstia à parte, para que Marcelo não tenha de continuar a mandar recados via TVI, vou dar-lhe uma ajudinha sobre quem são os  (clik aqui nos Cavaquistas anónimos abaixo) "Cavaquistas Anónimos"...



UMA ANALOGIA PERFEITA



No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:

- Você acredita em vida após o parto?

- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvezcaminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.

- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe, e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela...

(Autor Desconhecido.)








Volume 1: A conquista da Grécia


"Há debates e propostas no seio da zona do euro, entre elas uma da Alemanha" para "reforçar o controle dos programas e das medidas" adoptadas na Grécia. "A actuação externa poderia ser dirigida pelas instituições europeias e teria também alguns poderes de decisão". Segundo o Financial Times, um comissário nomeado pelos ministros de Finanças da zona do euro teria o poder de impor um veto às decisões tomadas pelo governo grego em matéria orçamentária.
A Grécia excluiu a possibilidade de ceder soberania à União Europeia (UE).
Esta Europa já nomeia Primeiro-ministros de países sem se preocupar com a democracia e a soberania. É o poder imposto pela força do dinheiro. Mil milhões a mais ou mil milhões a menos a Grécia vai ter de ceder até porque a "Europa" já colocou o seu Cavalo-de-Troia na chefia do governo Grego. Portugal vem logo a seguir.


a partir de quarta-feira diz que a coisa vai ficar gelada...

Este é o nosso primeiro contributo para o pátriaapós o apelo do primeiro ministro para os tugas apresentarem boas ideias para o paísResguarde-se pois com os modelos do carpinteira.