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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O MELHOR REMÉDIO É O TEMPO



Ex-SCUT com quebras acentuadas após portagens

Tráfego cai 48% na Via do Infante

A Via do Infante (A22), no Algarve, sofreu uma quebra de tráfego de 48,1% em Dezembro de 2011 em relação ao mesmo mês do ano anterior, justificada pela Estradas de Portugal com a conjuntura económica e com as portagens.



Segundo dados da empresa (EP), a maior quebra no tráfego registou-se na concessão do Algarve, onde as portagens foram introduzidas a 8 de Dezembro. Contudo, acrescentou à Lusa fonte da empresa, foi estudado o tráfego nos meses anteriores dos mesmos anos para retirar o "efeito" da "conjuntura económico-financeira", pelo que a EP concluiu que houve uma quebra na ordem dos 28% na A22 pelo efeito "directamente" associado às portagens.
Nas outras três vias que passaram a ser pagas em Dezembro (A23, A24 e A25), registou-se diminuições na circulação entre os 29,4% e os 19,4%, com a empresa a sublinhar também o peso da conjuntura.
No caso da concessão da Beira Interior (A23), a quebra de tráfego em Dezembro em comparação com o ano anterior foi de 29,4%, mas a EP admite que apenas 15,6% resulta da aplicação das portagens.
Na concessão Interior Norte (A24), a quebra geral foi de 28,6%, com a cobrança destes pagamentos a justificar uma descida de tráfego de 13,8%. A concessão das Beiras Litoral e Alta (A25) foi a menos penalizada nas quebras, com uma redução global de 19,4% e, dentro desta taxa, 9,4% por efeito das portagens, segundo o estudo da EP.
Assim, no cômputo geral, a Via do Infante, no Algarve, foi utilizada diariamente, em Dezembro passado, por 6.454 viaturas, contra as 13.135 de Dezembro de 2010.

O POVO SOFRE, O ANIMAL SOFRE COM ESTAS BESTAS NO GOVERNO !


A NOVA CENSURA NO PODER - O QUE A CENSURA CORTA E O JORNAL AVANTE REVELA !



A nova censura no poder


O que a censura corta e o Jornal Avante revela


Os jornais, rádio e televisão ocultam aos portugueses tudo o que consideram que, para a política do pensamento único, não devemos saber. Em contrapartida vão “desculpando” e encobrindo os responsáveis pela política de direita que está a levar para a ruína os que trabalham e a enriquecer os grandes capitalistas. Assim vão iludindo e amolecendo a luta dos trabalhadores. 


É a nova forma de censura. Uma censura discreta mas eficaz. 


O Jornal Avante, semanalmente, mostra o que os outros escondem. São centenas de exemplos que mostram esta realidade. Vejamos alguns curtos excertos desta semana. 


http://www.avante.pt/pt/1991/opiniao/118434/ :
As 500 maiores empresas

Estas empresas aumentaram em 130% (cento e trinta por cento) os seus lucros face a 2009, ainda que aqui esteja considerado o valor da venda da VIVO pela PT; mesmo descontando esse factor extraordinário, o aumento de lucros situa-se nos 27,8% a somar aos 17% de 2009. 
O que estes números põem a nu, é a concentração da riqueza nas mãos de cada vez menos. É a alienação para o capital estrangeiro duma parte significativa da riqueza nacional: 42,4% destas 500 empresas são totalmente detidas por capital estrangeiro.

O lucro das empresas e o salário dos trabalhadores

A Continental Mabor, fábrica de pneus situada em Famalicão, foi considerada a melhor do ranking. Ora a Mabor consegue este feito no ano em que os seus trabalhadores conseguiram impedir, com a sua luta e unidade, a tentativa da administração de cortar o salário dos trabalhadores de fim-de-semana em cerca de 300€ por mês. 

Não é pois a luta dos trabalhadores que cria dificuldades às empresas e ao seu desenvolvimento! 

A exploração dos grandes aos pequenos. As melhores à custa dos outros

No sector Têxtil e do Vestuário, a maior e a melhor empresa, a Zara Portugal e a Bershka Portugal são as empresas que na sua ligação com centenas de pequenas unidades que para elas trabalham, esmagam os preços, os prazos de entrega, aplicam multas por incumprimentos de que são elas mesmo, muitas vezes, responsáveis. 


http://www.avante.pt/pt/1991/opiniao/118433/ :
Cavaco, um dos responsáveis pela política de direita…

Em Guimarães, na abertura da Capital Europeia da Cultura, Cavaco terá tido das maiores vaias da sua vida. O que Cavaco talvez não saiba – mas saberá daqui para a frente – é que foram milhões os portugueses que gostavam de ter estado naquela noite em Guimarães, só para expressar a indignação que sentem.


http://www.avante.pt/pt/1991/opiniao/118435/ :
Política da direita para os transportes: reduzir, encarecer, privatizar

Esta política, traduzindo-se em desvantagens tão grandes para os trabalhadores, os utentes e o País, tinha que ser, necessariamente, antecedida de uma gigantesca operação de propaganda, com o objectivo de neutralizar a resistência.

Os anexos aos «Estudos» que o Governo encomendou para acelerar a privatização dos transportes mostram que estas políticas vão reduzir 5 a 10% a utilização dos transportes. Eles sabem que a dívida das Empresas Públicas foi criada por 20 anos de desorçamentação que as empresas públicas estão a ser esbulhadas para as privadas nos passes. Eles sabem que metade do que dizem é falso, e a outra metade são meias-verdades.
  
Eles saber, sabem. Mas a sua opção é outra…


http://www.avante.pt/pt/1991/pcp/118475/ :
Governo ataca transportes públicos
Novos aumentos e reduções de serviços 

As novas tarifas a impor nos serviços de transporte público e as significativas reduções a introduzir no serviço prestado por algumas empresas constitui, para o PCP, um «novo salto» na negação do direito à mobilidade dos portugueses.

Os comunistas reagiam assim ao anúncio feito na véspera pelo Governo acerca das novas tarifas a impor nos transportes públicos e das significativas reduções a introduzir no serviço prestado por algumas destas empresas, como a Carris, o Metro, a Transtejo, a Soflusa e a STCP, que se juntam às alterações já em curso na CP»


Governo, o agente dos monopolistas

O Governo assumiu-se uma vez mais como um «agente de serviço dos grupos monopolistas, promotor do agravamento da exploração e do empobrecimento dos trabalhadores e do povo português, responsável por uma política que ameaça fazer implodir o serviço de transportes públicos que existe em Portugal». Quando o que se exigia era, por outro lado, libertar as empresas públicas do estrangulamento das dívidas à banca e atrair mais utentes para o serviço público, adequando-o às alterações demográficas, reduzindo tarifas, alargando a amplitude dos passes sociais, respeitando os direitos dos trabalhadores.


PCP contra a barreira do silêncio

O PCP, vai fazer acções de contacto com trabalhadores e utentes, no próximo dia 1 de Fevereiro, nos principais terminais de transporte do País.


Tirar às empresas públicas para dar aos privados

Em 2011, «um total de 4140 milhões de euros que deveriam ter sido entregues às empresas públicas foram entregues às empresas privadas, particularmente às empresas ligadas ao grupo Barraqueiro (a RL recebeu dois milhões e 747 mil euros a mais) e à multinacional alemã DB (a TST recebeu dois milhões e 129 mil euros a mais)». 


Aumentos dos transportes. O Governo mente.

Cerca de 100 mil utilizadores dos passes urbanos na cidade de Lisboa, 27,5 por cento tem o passe daCarris (sofre um aumento de 5,45 por cento); 30,16 por cento tem o passe do Metro (sofre um aumento de 21,34 por cento) e 42 por cento usa o passe Carris-Metro (que sofre um aumento de 3,4 por cento). Ou seja, a média ponderada dos aumentos dos passes urbanos na cidade de Lisboa é de 9,3 por cento.


No espaço de um ano os maiores aumentos

Num ano, o passe do Metro de Lisboa Urbano 30 dias passou de 18,70 para 29 euros (mais 55 por cento); o passe Metro de Lisboa Urbano 30 dias 4/18 e Sub-23 passou de 9,35 para 21,75 euros (mais 132 por cento); o passe Carris Urbano 30 dias 4/18 e sub-23passou de 11,95 para 21,75 euros (mais 82 por cento).


Carreiras retiradas e diminuídas. Voltamos ao tempo das carroças

Os utentes vão gastar muito mais tempo à espera de transportes. Está prevista uma «importante redução das frequências na ligação fluvial entre as duas margens do Tejo e uma redução da oferta na rede Metro». Na Carris a redução é ainda mais significativa: são suprimidas seis carreiras e mais duas ao fim-de-semana, nove são encurtadas, e só uma é prolongada, e pelo menos mais 13 sofrem uma redução de frequência.

O mesmo tipo de reduções é apontado para a Área Metropolitana do Porto, estando adiantada a ideia da supressão de 16 carreiras na STCP.


http://www.avante.pt/pt/1991/pcp/118479/ :
Pacto de agressão agrava discriminação
Trazer mais mulheres para a luta

O pacto de agressão, para além do que representa de degradação das condições de vida dos trabalhadores e do povo, tem implicações acrescidas no estatuto e nos direitos das mulheres, concluiu o PCP num debate realizado no sábado.


http://www.avante.pt/pt/1991/opiniao/118432/ :
A UGT deu uma passada muito para além da perna.
Primeiro, ao assumir-se como o que nunca foi: uma «central sindical» que pode representar «os trabalhadores portugueses». Toda a gente sabe – embora já quase ninguém o diga na comunicação social – que a UGT está muito longe de representar a maioria dos trabalhadores. Essa maioria sempre esteve na CGTP-IN, a central sindical que mergulha as origens na luta contra o fascismo. Ao contrário a UGT, foi gerada oportunisticamente após o 25 de Abril com a missão de sabotar a luta dos trabalhadores. Lembram-se do Gonelha, do PS, a ginchar que «hei-de quebrar a espinha à Intersindical»?
Uma minoria muito útil ao capitalismo
Segundo, ao caucionar com a assinatura do seu secretário-geral, o mimoso Proença, a mais devastadora ofensiva contra os direitos dos trabalhadores consagrados no Código do Trabalho, e jamais ousada pelo patronato e as governações de direita. Esta «caução» da UGT – como todas as anteriores – não representa a maioria esmagadora dos trabalhadores sindicalizados, mas permite ao Governo e ao patronato proclamarem a vitória temperada pelo «apoio dos trabalhadores».

http://www.avante.pt/pt/1991/internacional/118447/ :
Imperialismo pilha petróleo no meio do caos
Militares dos EUA ocupam Líbia
Doze mil soldados norte-americanos chegaram à Líbia consumando o domínio do país pelo imperialismo. A ocupação ocorre quando o território está mergulhado em conflitos entre facções do CNT, e um grupo armado supostamente leal ao antigo regime tomou de assalto a cidade de Bani Waled.
Controlo do petróleo
  
O controlo dos campos, portos, refinarias e outros pontos estratégicos na extracção e escoamento do petróleo líbio será o principal, e para já o único, objectivo das tropas dos EUA que chegaram ao território.

Aumentam as manifestações de descontentamento na Líbia
As manifestações de descontentamento multiplicaram-se nas últimas semanas, nomeadamente envolvendo antigos mercenários ao serviço do CNT, que protestam contra a opacidade das decisões, a manutenção dos alegados kahdafistas nos seus postos no aparelho de Estado, e, sobretudo, reclamam o cumprimento das promessas de reforma dourada que lhes terão sido feitas a troco da sua adesão ao levantamento armado.

Pela sua saúde, lute 
Promovida pelo Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, centenas de pessoas participaram, dia 19 de Janeiro, em Lisboa, numa acção de protesto e rejeição à política que o Governo está e se prepara para implementar contra os direitos dos utentes e o próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS), cujo objectivo final é a sua total liquidação e privatização.

Comício em Famalicão
Jerónimo de Sousa, num comício em Famalicão apela à luta, contra o pacto de agressão que denunciou: 
O PCP denuncia a intenção de promover o trabalho forçado e não pago com a tentativa de «eliminação de quatro feriados e de três dias de férias, e a marcação arbitrária e impositiva de dias de férias pelo patronato». O capital controla e decide sobre a vida dos trabalhadores, ao estabelecer o banco de horas de forma mais agressiva (até 12 horas por dia e 60 por semana). Os trabalhadores deixam de poder organizar a vida pessoal e familiar e o acompanhamento aos filhos. O acordo com a UGT preconiza ainda a eliminação do descanso compensatório por trabalho em dias de descanso.
Redução dos salários
Governo, patronato e UGT acordaram ainda uma brutal baixa de salários e remunerações, em particular com a redução para metade do pagamento de horas extras e do trabalho em dias de descanso, facilitar os despedimentos individuais sem justa causa e ataque à contratação colectiva e aos direitos sindicais.

http://www.avante.pt/pt/1991/pcp/118473/ :
PCP faz balanço de um ano de mandato de Cavaco Silva
Um ano depois da reeleição de Cavaco Silva como Presidente da República, o País está «mais pobre, mais dependente e menos soberano», afirmou Francisco Lopes, numa declaração à imprensa na segunda-feira.
O apoio e cumplicidade com a política do Governo do PSD/CDS-PP, tem significado uma profunda regressão social e económica do País.
Primeiro, «o seu discurso de tomada de posse com um conteúdo demagógico, populista e retrógrado profundamente vinculado à política de direita das últimas décadas.»
Segundo, as suas «afirmações legitimadoras da guerra colonial e do colonialismo que assumiram um carácter claramente reaccionário e passadista».
Terceiro, o seu apoio ao chamado «memorando de entendimento, o pacto de agressão subscrito pelo PS, PSD e CDS-PP com o FMI, UE e BCE», que constitui um «golpe contra a Constituição da República».
Quarto, a sua intervenção, «ao lado das associações patronais, representa um dos mais violentos ataques de sempre aos interesses e direitos dos trabalhadores».
Quinto, a «desvalorização dos problemas dos trabalhadores e do povo, das profundas desigualdades e injustiças sociais existentes no País, bem evidenciada recentemente quando declarou que o valor da sua reforma não lhe chega para pagar as despesas». Tal afirmação, «constitui um insulto aos trabalhadores, aos desempregados e aos reformados e pensionistas, que têm de viver com vinte ou trinta vezes menos do que os rendimentos de Cavaco Silva».
Sexto, a sua «permanente posição de hipocrisia quando, identificando muitos dos problemas do País, esconde ao mesmo tempo causas e responsabilidades».  Cavaco Silva é responsável pela situação da agricultura, da indústria, das pescas ou do mar.
Sétimo, o comprometimento anti-constitucional com a União Europeia e a estratégia global do capitalismo, na exploração, ingerência, guerra, domínio e ocupação que atinge povos e países em todo o mundo».
Na Presidência da República, Cavaco Silva é o «provedor dos interesses do capital monopolista, dos seus lucros, do saque dos recursos nacionais», concluiu Francisco Lopes.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118524/ :
Marcha em Guimarães
Os direitos são para defender

Mais de três mil trabalhadores participaram, em Guimarães, numa marcha em defesa das 40 horas semanais e contra as alterações à legislação laboral.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118523/ :
Acções da Interjovem por todo o País
Marchar por trabalho com direitos
«Contra o desemprego, não fiques parado! Marcha pelo trabalho com direitos» foi o lema das acções da Interjovem/CGTP-IN contra a precariedade e o desemprego, entre dia 16 e ontem.

Encontro de Jovens em Braga
Num encontro de jovens trabalhadores, promovido pelo Conselho Sindical Inter-regional Galicia-Norte de Portugal no Mitpenha, em Guimarães, participaram cerca de cem jovens do distrito de Braga e cerca de 30 da Galiza.

Acções em Castelo Branco
Em Castelo Branco, também no dia 20, realizou-se uma acção de contactos com jovens trabalhadores da Delphi, seguida de uma conferência de imprensa.

Contactos com jovens trabalhadores em Faro
Anteontem a acção decorreu em Faro contactando jovens trabalhadores no Centro de Emprego. À tarde, idêntica iniciativa teve lugar no Fórum Algarve.

Cordão Humano e Marcha em Lisboa
Convocada uma marcha com cordão humano, em Lisboa, com início no El Corte Inglés, onde foi colocado um MUPI sobre a situação dos trabalhadores daquele espaço comercial, prosseguindo o desfile até ao Centro de Emprego do Conde Redondo, passando por muitos locais de trabalho.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118516/ :
Travar redução salarial
Os trabalhadores da SEAE, no Barreiro, recusaram em plenário a intenção da administração de reduzir o horário em oito horas semanais a 15 trabalhadores e 16 horas a outros 21 a partir de 1 de Fevereiro e durante um período de seis meses, com redução de vencimento. Esta posição, tomada por unanimidade, ficou expressa num documento subscrito pela Comissão de Trabalhadores e entregue à administração.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118515/ :
Cerâmica Valadares
Cerca de 200 trabalhadores da Cerâmica Valadares, em luta pelo direito ao emprego e ao pagamento dos salários de Dezembro e do 13.º mês, deslocaram-se a Lisboa, no dia 19, para exigirem do Ministério da Economia e Finanças uma intervenção que garanta a continuidade e viabilidade da empresa e a suspensão de despedimentos,

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118512/ :
 Panrico despede 47
A Panrico está a proceder a um despedimento colectivo «ilegal» de 47 trabalhadores em Lisboa e Gulpilhares. O processo, iniciado dia 19, ocorre na sequência da compra da empresa pela Oaktree.
Nas cartas de despedimento não constam as datas das demissões e os visados foram os mais activos na greve geral. Entretanto, a empresa está a admitir contratados a prazo para as mesmas funções e o CCT não é respeitado.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118517/ :
Desempregados exigem mudança
A Direcção Regional de Braga do Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD) apelou à participação na marcha de Guimarães. Para o MTD, o «desemprego e a precariedade afectam a generalidade dos trabalhadores, das famílias e dos jovens bracarenses».
Muitos destes jovens, apenas têm ao seu alcance empregos através de empresas de trabalho temporário que, muitas vezes são despedidos por SMS ou trabalham 11 meses, seguindo-se o desemprego sem direito a qualquer tipo de protecção social. 
No distrito de Braga, há mais de 57 mil desempregados registados oficialmente, dos quais mais de 24 mil não recebem qualquer prestação social.

http://www.avante.pt/pt/1991/trabalhadores/118513/:
Telcabo quer encerrar a Tegael
Em Coruche, a empresa, Tegael, maior empregador privado do concelho, com 300 empregos directos e 90 indirectos anunciou, a intenção de encerrar aquelas instalações, embora seja viável.
Este encerramento tem «contornos insólitos», uma vez que a concorrente Telcabo adquiriu, em Abril, a maior parte do capital da Tegael por 4,5 milhões de euros e agora pretende encerrá-la, eliminando-a.

http://www.avante.pt/pt/1991/assembleiadarepublica/118478/ :
Jerónimo de Sousa rejeita acordo e reafirma confiança
«Quem vai ser derrotado no futuro é o Governo» 
O Secretário-geral do PCP acusou o Governo, patrões e UGT, «não há uma medida para promover nem o crescimento nem o emprego» mas, ao invés, uma orientação clara para «aprofundar o modelo de crescimento assente nos baixos salários».

Jerónimo de Sousa denuncia a política de saúde
Deu como exemplo o que está a acontecer nas urgências dos hospitais de Lisboa, após o encerramento deste serviço no Hospital Curry Cabral. A sua transferência para os hospitais de Santa Maria e de S. José traduziu-se num aumento significativo de doentes a precisar de internamento, afirmou o Secretário-geral do PCP, alertando para a circunstância de as urgências destes hospitais viverem neste momento o que classificou de «situação caótica».

Desafio a Passos Coelho
Jerónimo fez um desafio a Passos Coelho – que «anda sempre aí em viagem», observou – para que «vá lá ver, ao Garcia de Orta, ao Hospital de Torres Vedras, ao Hospital de Guimarães, ao de S. José e Santa Maria, esse espectáculo dramático de pessoas deitadas, ali, horas e horas, à espera de uma alternativa, de um internamento, que não conseguem».

Desculpas e ataques aos médicos
Alvo da crítica severa de Jerónimo de Sousa foi também o facto de o Governo desvalorizar profissional e socialmente os médicos, o que levou já centenas deles a entregar minutas de recusa do trabalho extraordinário, para além do obrigatório.
O líder comunista, numa alusão à notícia de que 700 médicos se preparam para emigrar para França, acusou que o Governo de fomentar esta política de emigração.

Negócios lucrativos
Lembrou que o presidente do BES Saúde disse que «melhor que o negócio da Saúde, só o negócio das armas».
Passos Coelho, na resposta, apesar de afirmar que «o SNS é indispensável», acabou por deixar escapar o que é verdadeiramente o seu pensamento sobre esta matéria ao afirmar que aquele «deve ser valorizado dentro do Sistema Nacional de Saúde». 

Saúde negócio ou saúde serviço?
Ao falar de sistema (onde se inclui a prestação de cuidados de Saúde que são fonte de negócio dos privados) e não apenas de serviço (o SNS), o primeiro-ministro quis deliberadamente incluir a componente privada, valorizando-a, de facto, e atribuindo-lhe, implicitamente, um papel e uma primazia, incompatíveis com a fruição do direito dos portugueses à Saúde, tal qual a Constituição o consagra.
Contra toda a evidência, e depois desse exercício de ilusionismo que foi dizer que «não obstante haver menos recursos» todos os utentes «serão bem tratados», mistificando a realidade, o chefe do Governo asseverou que tem havido na generalidade das instituições na área da Saúde «um reforço da sua capacidade de intervenção», devido «à aplicação de novas regras operacionais dentro do sistema mas também ao empenhamento dos profissionais». E, imagine-se, chegou mesmo a afirmar que «estamos num caminho de reforço do SNS».

Estudantes em luta
Os estudantes das escolas secundárias e básicas dos concelhos de Almada e Seixal manifestam-se contra a extinção do apoio ao passe escolar. À noite, na Sociedade Filarmónica União Seixalense, terá lugar uma outra iniciativa de protesto, animada com a actuação de várias bandas do concelho do Seixal.

Utentes contra aumentos dos transportes
O Governo volta a impor, a partir de 1 de Fevereiro, um novo aumento dos títulos de transportes públicos, o terceiro nos últimos 12 meses. O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, realizou, no Largo do Camões, em Lisboa, uma acção de protesto, com deslocação ao Ministério da Economia.
No Porto
No Porto, os Utentes dos Transportes Públicos manifestam-se no dia 31, às 17.30 horas, no Bolhão, contra os aumentos dos custos dos transportes, a redução de serviços, a privatização dos transportes e o aumento do custo de vida.

 http://www.avante.pt/pt/1991/BrevesNacional/118440/ :
Defender o Poder Local 
O Jornal Avante noticia muitas das acções das populações de todo o País em defesa do Poder Local Democrático e das freguesias.


http://www.avante.pt/pt/1991/europa/ :
Lutas dos trabalhadores nos vários países da Europa
Grécia, França, Itália, Bélgica, etc. têm sido palco de muitas lutas dos trabalhadores contra a política capitalista que aproveitando a crise que criaram, pretendem retirar direitos e condições sociais a quem trabalha. Também isto tem sido “censurado” na nossa comunicação social, mas o Jornal Avante não esquece. 

Enquanto a pobreza e a desigualdade alastram
Capital financeiro embolsa milhões
Os seis maiores bancos norte-americanos registaram lucros de dezenas de milhares de milhões de dólares em 2011, cenário que contrasta com o alastramento da pobreza e das desigualdades no país.
JPMorgan Chase, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs,Morgan Stanley e Bank of America acumularam mais de 50 mil milhões de dólares em ganhos líquidos durante o ano passado, o que representa um crescimento de cerca de 10 por cento face aos resultados conjuntos anunciados em 2010. 
Em 2010, o número de norte-americanos que viviam na pobreza era superior a 49 milhões, de acordo com gabinete de estatísticas dos EUA.

E creio que chega de exemplos de notícias e opiniões que os jornais e televisão não mostram.  
As notícias que dão, por vezes falando nos assuntos, escondem muitas das realidades aqui mostradas.

blog C.de...

MATARAM A REPÚBLICA - António Garrochinho


o sexo dos anjos - António Garrochinho


MAGISTRADOS, JORNALISTAS, PROTAGONISMO,E INDEMINIZAÇÕES Á MISTURA - SUPREMO SUSPENDE DISCURSO DE NORONHA


Supremo suspende discurso de Noronha


27 de Janeiro, 2012
A «convite» do Conselho Superior da Magistratura, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tem «temporariamente suspenso» do seu site na internet um discurso do presidente, Noronha Nascimento, proferido num colóquio sobre Justiça e Comunicação. Na intervenção, Noronha defendeu a urgente regulamentação da Comunicação Social e dava exemplos de mau jornalismo – entre os quais alguns factos que imputa a José Manuel Fernandes, ex-director do Público, num processo cível que lhe moveu, em que pede uma indemnização de 150 mil euros, que está em recurso no STJ.O jornalista fez uma queixa ao Conselho, em que acusou Noronha de um comportamento «absolutamente impróprio» e de usar o site do STJ para o «denegrir» e «alegar» publicamente num processo ainda pendente, ainda por cima num órgão a que preside. E lembrava que, na acção, Noronha não conseguiu provar os factos que referiu no discurso.
Em Novembro passado, o Conselho da Magistratura decidiu, segundo informação prestada oficialmente ao SOL, «convidar o STJ, por se afigurar desejável durante a pendência do processo cível, a retirar do respectivo sítio da internet o texto da intervenção do Exm.º Sr. Presidente». Desde então, quem aceder ao site do Supremo e queira consultar o item ‘Discursos’ encontra o título da intervenção do presidente e a seguinte mensagem: «Por solicitação do Conselho Superior da Magistratura a inserção do presente texto ficou temporariamente suspensa».
Recorde-se que Noronha é, por inerência, presidente do CSM. Segundo o SOL apurou, este órgão decidiu, por outro lado, que não havia razão para lhe abrir um processo disciplinar, como pedia José Manuel Fernandes.
O discurso em causa foi proferido por Noronha Nascimento em 3 de Junho de 2011, na Universidade de Coimbra, num colóquio sobre Justiça e Comunicação. O presidente do STJ defendeu «a necessidade de regulação e supervisão institucional das profissões com peso social relevante», como é o caso da Comunicação Social – onde, salientou, «à sombra de um mistificado direito ilimitado de informar, se pretende verdadeiramente a desregulação total do sector».
Entre outros, Noronha dava os seguintes exemplos, sem referir o nome, mas permitindo identificar a quem se estava a referir, pois é público o processo que tem contra José Manuel Fernandes: «Quando um jornal de referência tem, anos a fio, como director, quem não tem carteira de jornalista (…) e ninguém faz nada; quando esse director não-jornalista é gerente ou administrador de sociedades comerciais, sei lá se incompatíveis com o exercício do jornalismo, ficando-se a intuir (caso isso seja verdade) que se quis ser director de jornal mesmo sem ter os requisitos legais e não se quis ter tais requisitos para poder comerciar à vontade violando incompatibilidades legais e éticas, e ninguém faz nada (…) – fica-se com a certeza da urgência em regular qualquer actividade com peso estruturante nos estados democráticos, incluindo obviamente a Comunicação Social».
Actuação «lamentável»
Na queixa ao Conselho Superior da Magistratura, José Manuel Fernandes começou por recordar que o processo que Noronha lhe moveu está pendente de recurso, na 1.ª secção do STJ. E descreve a sua actuação «lamentável»: «O dr. Noronha Nascimento tem tido, ao logo do processo, uma sistemática actuação pública que visa condicionar a decisão a proferir nos autos, o que é inaceitável e põe em causa o direito a um processo equitativo. Sendo certo que o dr. Noronha Nascimento, dadas as suas elevadas funções no Estado, deveria ter acrecidas obrigações de recato e pudor quanto a matérias pendentes nos tribunais e em que tem interesse pessoal». Em conclusão, diz o jornalista, essa parte do discurso do presidente do Supremo «configura uma forma de pressionar ou sugestionar no processo judicial em causa, equivalendo à apresentação de novas alegações».
O contencioso entre ambos vem de 2006, quando o director do Público fez um editorial em que classificava Noronha como «um símbolo dos males da justiça portuguesa», que então tinha acabado de conseguir ser eleito presidente do STJ apenas porque durante «anos a fio (...) foi tecendo uma teia de ligações, de promiscuidades, de favores e de empenhos», primeiro enquanto presidente da Associação Sindical de Juízes e depois como vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura.
O jornalista foi julgado pela 10.ª Vara Cível de Lisboa, que o condenou a pagar 35 mil euros a Noronha (que pede 150 mil euros, por danos morais). Após recurso de ambos, a indemnização foi entretanto elevada pela Relação de Lisboa para 60 mil euros, decisão que está em recurso no STJ.
paula.azevedo@sol.pt

QUEM CALA CONSENTE


MORRE LENTAMENTE QUEM....


Pablo Neruda

"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,

Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito

Repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz
no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante,
Desistindo de um projeto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples ato de respirar.
Estejamos vivos, então!»

Pablo Neruda

EM PORTUGAL...SIM, EM PORTUGAL !!! - Economia Cromagnon


Economia Cromagnon

Em várias freguesias de Freixo de Espada à Cinta foi decidido desligar a iluminação pública durante a noite para "poupar". Os moradores queixam-se que têm de se iluminar como antigamente, com velas e candeias, quando saem para o trabalho de madrugada ou quando têm alguma emergência nocturna e pretendem chegar a algum destino para resolver os seus problemas.
Tanto no caso da gestão autáquica como da central, as "soluções" para poupar e cobrir os défices gerados por gestões danosas têm sempre o mesmo tom: os pobres que paguem a "crise".
Dou daqui um conselho muito sério a todos os que nos lêem: aprovisionem ostock de peles e de coups de poing, e, simultaneamenteprocedam ao recenseamento exaustivo de árvores e cavernas disponíveis que se revelem adequadas à habitação nas vossas zonas porque a austeridade vai dar lugar ao retorno a um período Cromagnon da economia.
Esperemos que, ao mesmo tempo, venha aí mais um período glaciar para congelar estes novos "neandertais" apanhados desprevenidos, que acreditam que ficando eles com aquecimento central e roupa de marca vão conseguir sobreviver melhor à crise.
blog A face oculta da terra


Poemário prostibular [43]

Apertavas as palavras 
do poema num espartilho 
muscular para que ficassem 
resguardadas do olhar.
Mas debaixo do vestido
uma calcinha de cetim
exibia um corpo carnudo
e sem que ninguém soubesse
a tua boca gemia em verso
sempre que me deixavas ler
a jóia do amor
.
MG 2012


Lá tinha uma fábrica, lá tinha uma loja, lá tinha um emprego...




Um país não morre de morte súbita. Morre de doença mais ou menos prolongada. Mesmo quando o seu povo é cientificamente adormecido, anestesiado, narcotizado, quase chacinado por intoxicação de falsa informação, demora a morrer.
Como agora, que chegou o tempo dos falcões, o tempo das facas longas. É um tempo de quaresma, o tempo do sr dos passos, esse mesmo, esse que diz e desdiz e faz o seu contrário com a convicção dum vendedor de automóveis de e em segunda mão, que garante empobrecendoquase todos sairemos da crise; do sr da equidade fiscal, admirador de vacas e criador do monstro, que de repente se vê atacado pela criatura que criou. Nenhum trata de proteger o trabalho como o fazem em relação ao capital e à propriedade. O trabalho não é sequer um direito, é mais ou menos um acaso; nem tortura certa é, pois alguns dele ficarão isentos por direito de nascimento. Contudo o povo, a tal entidade abstracta onde reside a soberania, palavra vazia de sentido entre nós, fica comprometido com a divida, "casado com os problemas e divorciado da riqueza".
Dirão sempre convictos que todos nascemos livres e iguais em direitos e todavia eu digo que alguns são livres de morrer de fome e iguais para morrer de frio.
Podemos esperar que a economia, a serpente, nos fira o calcanhar, ferimento menor, se comparado com a política e o esmagamento da sua cabeça. Noutras palavras, a descendência da mulher – a intuição – acabará por prevalecer sobre a descendência da serpente – a razão. Vamo-nos recentrar, lembremo-nos dos conceitos simples do Yin e Yang.
A dor leva me ao Yin e à mente intuitiva, complexa, e o Yang, ao intelecto, racional e claro: só todos  inteirinhos,  conseguiremos fazer justiça, inclusive social.

PORTUGAL COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER ASSINOU A (ACTA) -ACTA – o início do fim da Internet? Publicada por Fê-blue bird at 27/01/2012 «Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar. É da empresa privada o seu passo em frente, seu pão e seu salário. E agora não contente querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence.» Bertolt Brecht Começou a era da DITADURA VIRTUAL


ACTA – o início do fim da Internet?


«Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário.
E agora não contente querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence.»

Bertolt Brecht




Começou a era da DITADURA VIRTUAL


22 países da União Europeia, incluindo Portugal, assinaram esta quinta-feira o ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement ou Acordo Comercial Anti-contrafacção, em português)
Na Polónia, as pessoas saíram à rua para protestar a adesão. 

O ACTA, um acordo que já anda a ser negociado mundialmente desde 2007 e poderá afectar a liberdade de expressão na Web, foi assinado ontem em Tóquio e levou milhares para as ruas da Polónia, em protesto contra a decisão.
Também online já se começaram a ver as primeiras reacções, com os websites do Governo polaco a serem atacados por hackers. O acordo foi assinado, também, por Portugal e países como França e Itália, mas não há, até à data, registo de outros protestos significativos.

As redes sociais não ficaram indiferentes às novidades e a agitação já invadiu o Facebook. A maiorparte dos grupos e páginas que se encontram numa pesquisa básica à maior rede social do planeta é, ainda assim, de origem polaca, e muitos já existem há alguns meses. Destaque para a página“Anti ACTA”, que já tem mais de 25 mil fãs.  No Twitter, a hashtag que está a ser utilizada para protestar contra a assinatura é #ActAgainstACTA.

O ACTA tem como principal objectivo uniformizar as medidas de combate às violações das leis de propriedade intelectual a nível mundial. A medida não afectará só a pirataria online, pois seria aplicada a todas as áreas, impedindo, por exemplo, a venda de produtos falsificados.

Outros países já assinaram o acordo anteriormente, incluindo os EUA, Canadá e Japão, que o fizeram em Outubro de 2011. Apesar de já existir há alguns anos, o acordo voltou à baila devido às novas assinaturas e muito por “culpa” do mediatismo da SOPA e PIPA norte-americanas.
O acordo, no entanto, é defendido por muitos detentores de direitos de autor, claro está. Quem critica aponta, sobretudo, o secretismo que envolve o acordo e o facto de ter avançado pelos sistemas legais de diversos países muito rapidamente, “disfarçado” de um acordo de troca comercial, quando na realidade tem mais a ver com direitos de autor.
Os únicos países europeus que ainda não assinaram o ACTA foram a Eslováquia, a Alemanha, o Chipre, a Holanda e a Estónia, mas está previsto que o façam muito brevemente.
O Parlamento Europeu, mesmo assim, ainda não aprovou o acordo, que deverá ser discutido em Maio e votado em Junho.

Com o intuito de impedir que tal aprovação seja conseguida, um grupo designado de “La Quadrature du Net” está a incentivar os europeus para a “luta”. Num comunicado que pode ser lido na Internet, o grupo diz que,“depois dos protestos online de há uns dias contra a SOPA e a PIPA”, a cerimónia de hoje do ACTA é “o sinal de que a democracia está a ser contornada para impor políticas que afectam a liberdade de comunicação e inovação a nível mundial”. O grupo deixa, ainda, no seu website (a que é, neste momento, muito difícil de aceder) uma lista de passos que os europeus podem seguir se quiserem protestar contra o acordo.
fonte:  http://sm-portugal.com/mundo/acta-o-inicio-do-fim-da-internet



 A ACTA foi criada em 1998 e mantida em sigilo até à semanas, enquanto era discutida e melhorada – para saber o que podemos fazer para travar esta leicliquem aqui.

Começou a era da DITADURA VIRTUAL. Se esta lei for aprovada, tudo o que aqui "copiamos" poderá ser punível por lei.


Fê Blue Bird
blog Só te peço cinco minutos

Estamos sós?
» News / por Zupi
A distância entre o homem e a natureza é uma fonte de ideias para muitos artistas. Para o inglês de James Guppy, no último século, a vida moderna nos distanciou da relação íntima que tínhamos com o mundo natural. Os animais, por exemplo, hoje em dia estão no zoológico ou são domesticados para viverem sob nossas regras.
Esta é a principal temática de suas pinturas, que mostramos abaixo:
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James Guppy

O Anônimo

anônimo se esconde, não tem coragem de mostrar a cara por temer críticas. O anônimo é desconhecido, mas se tornaria conhecido se fosse descoberto. Conhecido e esquecido.
anônimo sente a necessidade de criticar, de julgar, de agir por impulso ao mesmo tempo em que se acha esperto. Esperto, porém fracassado.
anônimo ataca por terceiros, usa de veículos que garanta a sua segurança, que o proteja evitando assim ser descoberto. O anônimo é covarde.
anônimo julga como ignorante aquele que “dá a cara á bofetada” por não gostar de sujar as mãos. Na verdade o anônimo queria ser o ignorante, mas não é capaz.
anônimo permanece nas sombras para evitar confronto, não sabe ganhar uma batalha atacando, precisa de uma máscara, de um escudo para se proteger. O anônimo usa o cinismo quando confrontado.
anônimo acha que engana, mas ao mesmo tempo é enganado, afinal quem se importa com o coadjuvante? Quem se importa com um personagem anônimo?
A ficção inspira a realidade, onde heróis são ovacionados, vilões lembrados e personagens anônimos esquecidos. No entanto, o anônimo acha-se um super-herói, vestindo a sua capa da verdade e disparando criticas e ofensas que podem magoar.
“Yeah!  Eu tenho coragem, falei o que ninguém teria coragem de falar” pensa o anônimo.
anônimo segue seu caminho…
Vive seu conto de fadas…
Fracassa em seu objetivo…
Cai no esquecimento…
Vive à sombras sendo visto apenas como um covarde.