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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012




Um grito de alma para a história portuguesa sobre o horror pedófilo da Casa Pia






Pedro Namora, Américo Henriques e Francisco Guerra (uma da longa lista de vítimas comprovadas de abuso sexual de menores da Casa Pia) comentaram no programa «Querida Júlia», de Júlia Pinheiro, na SIC,em 17-1-2012, o novo livro de Carlos Cruz - «Inocente para além de qualquer dúvida» (sic!) - -, publicado nas vésperas do início do julgamento no Tribunal da Relação de Lisboa, presidido pelo desembargador Rui Rangel, dos recursos da sentença condenatória da 1.ª instância do chamado processo Casa Pia. Coincidente com este manobra, surgiu também um livro de Marta Cruz, filha, intitulado «As outras vítimas» (que não de abuso sexual de menores),


No debate do programa (que pode ser visto e ouvido (para ver o clip calque neste linque), já sem qualquer paciência face à predominância do sistemaPedro Namora produz um grito de alma que fica, público, decisivo e incontornável, para a história dos costumes em Portugal - e a sua consequência na história política contemporânea portuguesa. Podem os historiadores arregimentados depois tapar os ouvidos e fechar os olhos, os opinadores iludirem o assunto e protestar que não souberam, e o chamado país político (o que vive num castelo desconjuntado... de cartas marcadas) fingir que não existiu. Porém, o que foi dito - e meio País ficou a conhecer - perdurará para a eternidade. A Pátria não lhe pagará - a Pátria serve-se... -, e as represálias que ele e os outros (e com maior dor as vítimas de abusos) têm sofrido continuarão, através vingança dos avençados e dos favorecidos e a cumplicidade dos medrosos. Mas houve um inolvidável serviço sobre-humano, corajoso e frontal, perante os homens e a verdade, prestado ao povo por Pedro Namora, que merece o louvor supremo dos patriotas. Obrigado, Pedro!


Já agora, seis meses depois da derrota socialista nas eleições legislativas não é hora de o Governo refundar a Casa Pia, como novo nome, filosofia de gestão, organização, métodos e dirigentes?




* Imagem editada daqui.




Limitação de responsabilidade (disclaimer): Carlos Pereira Cruz condenado em primeira instância, em 3 de setembro de 2010, no processo Casa Pia, a sete anos de prisão efectiva por três crimes de abuso sexual de menores, goza, tal como os outros condenados do processo, do direito constitucional à presunção de inocência até ao eventual trânsito em julgado de sentença condenatória. As demais personalidades e entidades, objecto de notícias dos media, que comento, não são suspeitas ou arguidas do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade.


Aldeia da Mata Pequena

Após um encontro em Mafra com o meu primo João Ramos, este sabendo da minha paixão pela fotografia falou-me num local que "teria bastante interesse fotográfico". Esse local seria "um pequeno povoado rural, cujas origens remontam ao período da ocupação romana".
Encontrámos-nos então com o Sr. Diogo Batalha, o responsável pela pequena aldeia e o grande recuperador das habitações, permitindo com o seu trabalho "devolver à Aldeia a sua identidade original, afirmando-a como um dos raros exemplares da arquitectura Tradicional da Região Saloia", este serviu-nos de guia pela pequena aldeia dando-nos explicações sobre as habitações que começaram a ser recuperadas por ele desde há seis anos.
Deixamos-vos as fotografias deste pequeno povoado, a Aldeia da Mata Pequena" e também vos deixamos uma sugestão: se gosta de contacto com a natureza e principalmente de fotografia, vá até esta aldeia ali bem próximo de Mafra, e passe um fim de semana diferente numa das casas recuperadas com todas as condições para que se sinta no seio de uma rara paisagem e com as comodidades que os tempos modernos nos podem proporcionar.
Em cima: Casa do Poço
Em cima: A pequena "tasca" da Aldeia da Mata Pequena
Em cima: No interior da pequena "tasca" da Aldeia
Em cima: O Sr. Diogo Batalha, o grande recuperador deste pequeno povoado
Em cima: Casa do Padeirão
Em cima: Casa do Jasmim
Em cima: A eira
Em cima: Casa da Ti Jacinta

Agradecemos a atenção dispensada pelo Sr. Diogo Batalha, que nos acompanhou ao longo da aldeia dando-nos algumas explicações e facultando-nos o folheto que nos serviu para deixar algumas referências a esta pequena e bela aldeia.
Para mais informações não deixem de visitar o site: www.aldeiadamatapequena.com

NAVEGAR SEMPRE - PATRÍCIA MONTENEGRO


PARA MOSTRAR AOS MAIS NOVOS - O JOGO DO PIÃO E A SUA HISTÓRIA




História

A origem do pião é incerta ainda que se tenha conhecimento de sua existência desde o ano 4000 a.C., já que foram encontrados alguns exemplares, elaborados com argila, nas margens do rio Eufrates.[6] Há vestígios de piões em pinturas antigas e em alguns textos literários que citam o brinquedo/jogo.[7] É citado também nos textos de Marco Porcio Catónpolítico e historiador romano. Além disso, o pião aparece nos escritos de Virgílio, destacando-se em sua obra Eneida (século I a.C.).[8] Da mesma forma, se tem encontrado piões pertencentes àcivilização romana. No Museu Britânico, é conservado o pião mais antigo do mundo, encontrado em Tebas e datado de 1250 a.C..
Os portugueses levaram o pião para o Brasil, onde continua a ser muito utilizado.
Os romanos e os gregos tinham este elemento como brinquedo. No entanto, as culturas do Oriente -China e Japão - foram os responsáveis por sua introdução no Ocidente.[11] No Japão, adultos e crianças brincam (jogam) com o pião convertendo este aspecto lúdico a uma verdadeira arte e desta forma executam numerosos espetáculos, dentre estes destaca-se aquele em que, juntamente depois de lançar o pião, utilizando um tipo de fita para fazê-lo bailar na palma das mãos ou em tábuas duplas passando de uma a outra.[12]Platão o pião servia como metáfora do movimento e Aristófanes se confessava aficionado pelo objeto.[9] O poeta romano Ovídio também menciona o pião em seus poemas. Aulus Persius Flaccus(34 - 62), outro poeta romano, dizia que "em sua infância teve mais afeição ao pião do que aos estudos".[10] Durante umas escavações realizadas em Troia foram encontradores alguns piões feitos de barro e outros exemplares têm sido desenterrados em Pompéia.[10]
Também há diversos exemplares de piões no México e na Argentina que são testemunhos de sua permanência no tempo.[13]


Interessante cantiga evoca o pião e sua capa (o barbante,ou cordel que se enrola no pião) cantada em Portugal:
Para andar lhe pus a capa.................capa é o cordel que se enrola no pião
E tirei-lha para andar,
Que ele sem capa não anda,
Nem com ela pode andar,
Com capa não dança,
Sem capa não pode dançar;
Para dançar se bota a capa,
Tira-se a capa para dançar.
Teófilo Braga, in "Eras Novas" ("As Adivinhas Portuguesas",


Pião


Descrição livre

Existem várias maneiras de entretenimento com o pião (pequeno objeto afunilado em formato de pêra, feito de madeira, que tem encravado em sua ponta um prego, ou “ferrão”), e geralmente os tipos de jogos e suas regras mudam de região para região do país. Basicamente os jogos consistem em arremessá-lo ao chão puxando-se uma corda, ou “fieira”, enrolada a seu corpo com o intuito de coloca-lo em rotação e mantendo-o em pé com a ponta metálica para baixo, ou “dormindo”, e fazendo com que o mesmo realize certo tipo de procedimento, de acordo com as regras previamente acordadas entre o grupo de jogadores.

Objetivo

Através de arremessos do objeto em direção ao solo, sobre uma área delimitada, objetiva-se, através de destreza e habilidade adquirida com a prática, interferir ou anular a ação do adversário.

Diagrama


pião - modalidades de jogo

Modalidades mais conhecidas:

“Caça” - consiste em jogar o pião no chão e “caçá-lo” com a mão, recolhendo-o por entre os dedos indicador e médio. Ganha quem ficar mais tempo com o pião rodando na mão; ou em uma variação do jogo, o pião era passado de mão em mão, entre os participantes, até que “morresse” na mão do participante que, assim, era eliminado (quando o pião para de rodar, ele “morre”). Há também outra variação da “caça”, pela qual o participante joga o pião e, sem que ele bata no chão, puxa-o de volta ao corpo “caçando-o” no ar.


“Cela” - Desenha-se no chão um grande círculo, a “cela”, e em seu centro uma rodinha onde são colocados os piões que não conseguem rodar ou que não tenham corrida suficiente para sair do círculo. Quando isso acontece o dono do pião perde sua vez de jogar e seu pião vai para a rodinha central. O primeiro a jogar e o primeiro a ter seu pião como alvo são escolhidos por par ou ímpar ou outro sorteio qualquer. Tendo pião dentro da rodinha a intenção dos jogadores é jogar seus piões lá para fazer com que o “ ferrão “ bata  nos ou no pião que esta lá, quebrando (2), lascando ou mesmo só para retira-lo de lá. Quando um pião é retirado de lá o dono tem novamente o direito de voltar a jogar seu pião na roda (1). Uma outra variação dessa modalidade, consiste em jogar o pião dentro da “cela”, sobre os que lá estão e, com habilidade, puxá-lo para fora. Se o pião ficar, está perdido; se com a batida no chão, qualquer outro pião for retirado lá de dentro, o pião resgatado é ganho (3).


“Bata” - marca-se um campo de tamanho combinado com dois “gols” nas extremidades. Uma bolinha de madeira, a “bata”, (do tamanho de uma bola de pingue-pongue) é colocada no centro. Ao sinal, os jogadores (um ou mais de cada lado) jogam seus piões, caçando e batendo na “bata” com o mesmo, impulsionando-a em direção ao “gol”.

Fotos


menino com pião
roda de piãocaça pião


O relato a seguir mostra, também, como o design do objeto em sí interfere diretamente na jogabilidade - “Posso me lembrar que os piões altos, esguios, eram muito bons para “cela”. Os mais “chatos” (bojudos e pesados) eram ótimos para “bata”. Você está me fazendo ficar com saudades daquele tempo e do meu “batatão”, um belíssimo e gordo pião, com o qual eu “arrepiava” nos jogos de “bata”. Interessante lembrar que o piões “baixos e gordos” são menos rápidos e ágeis que os esguios, “morrendo” mais depressa. Mas, por serem mais pesados, impulsionam muito mais a “bata”; então é necessário ser rápido para aproveitar a jogada. Eu não jogava o “batatão” no chão, caçava-o no ar.” (A. P. R. relatando suas experiências com o brinquedo - fonte:http://www.jogos.antigos.nom.br/piao.asp)

Descrição lógica

Promover interação entre os participantes através de disputas mediadas por um artefato que requer controle da habilidade, adquirida com a prática.

História

A origem remota do jogo do pião, segundo d’Allemagne (s.d., p.35), está entre os gregos e romanos. Callimaque Pittacus, que morreu em 579 a.C, já falava de um pião que fazia virar com um chicote. Os romanos conheciam também este jogo, uma vez que Horácio falou dos trochus. Parece que entre os romanos o pião já era o jogo favorito das crianças. Ao invés de trabalhar Pérsio só queria rodar seu pião de madeira. Virgílio, no Livro III, da Eneida, designou o pião quando disse: “Volitans sub verbere turbo.”
O folclorista Luiz da Câmara Cascudo descreve a pequena peça como “Pinhão”, brinquedo de madeira piriforme, com ponta de ferro, por onde gira pelo impulso do cordão enrolado na outra extremidade puxado com violência e destreza. (...) O strombos dos gregos e o turbo dos romanos são o mesmo jogo de pião das crianças de hoje, e datam pelo menos da pré-história da civilização (...) pois alguns piões de argila primitivos figuram na coleção de “Schliemann”. (Heinrich Schliemann foi um arqueólogo alemão - 1822/1890 - que adquiriu fama pelas explorações arqueológicas na Grécia, especialmente em Micenas.)


A CONSCIÊNCIA DO LOBO...

...
— Eu sei, Oskar Kapriolo – recomeçou o Lobo – Sei o que sentes. Ouves-me falar e entendes-me, mas não podes responder. – (O Lobo parecia adivinhar-me os pensamentos). – Eu sei o que isso é. Já experimentei essa impossibilidade. Eu e todos os outros animais, meus companheiros, que não foram dotados do dom da palavra. As palavras, Oskar Kapriolo, não te esqueças nunca, as palavras são mágicas, reflectem a superioridade de um homem, em relação a um lagarto. Porém, tal superioridade só será válida se fizer parceria com o saber benéfico, para que o homem possa resgatar o lagarto da lama que o sufoca, ou a mosca da prisão que uma janela fechada representa. 

As palavras, Oskar Kapriolo, neste momento, permitem-me ser superior a ti e, ao mesmo tempo, sentir compaixão pelo teu desespero, pela impossibilidade de não poderes perguntar-me tudo o que te atormenta. 

Contudo, quero que saibas que não usarei esta minha capacidade para te esmagar, como o homem esmagaria o lagarto preso na lama, ou a mosca diante de uma janela fechada. Porque eu sou o Lobo. Não o lobo. O lobo feroz. O lobo mau, das histórias que contam às crianças humanas. Não o lobo do aforismo de Plauto, homo homini lupus – o homem é o lobo do homem, em alusão à crueldade com que os homens se prejudicam mutuamente! Que ideia mais desacertada! Os animais que os homens consideram irracionais, na verdade não o são. Sabias? – (sim, eu sabia, e ele também sabia que eu sabia. Mas como dizer-lhe? Acenei com a cabeça.) – Apenas não lhes foi permitido a dádiva da palavra, por isso, nunca puderam defender os seus pontos de vista, os seus direitos, as suas angústias, como criaturas vivas, habitantes deste Planeta, que não pertence apenas aos homens, como tão bem sabes. 

E no entanto, sempre ouvimos e sofremos, acomodados, as torturas, as calúnias, os absurdos, as crueldades, os impropérios a que os homens, na sua mais bisonha ignorância, nos sujeitam. Consideram-nos seres inferiores, animais que se deslocam sobre quatro patas. Eles não! Gabam-se de se deslocarem sobre duas pernas. Mas também as galinhas se deslocam sobre duas pernas e, nem por isso, são criaturas superiores! É verdade que não somos capazes de nos expressarmos com palavras, mas comunicamos através dos nossos olhos e de sons que dizem tudo: dizem da nossa alegria, mas também do nosso desespero. Dos nossos sentimentos. Dos nossos sofrimentos. Contudo, ninguém os entende como tal. 

Porém, tu, Oskar Kapriolo, tu és um dentre aqueles Homens que intuem estas coisas, que sabem interpretar a nossa linguagem e que conhecem, igualmente, o sentido cósmico da vida. Sabes ler nos nossos olhos que, em rigor, sempre disseram tudo, porque nada há de mais eloquente do que os olhos de um animal, para dizer dos seus desejos, das suas alegrias, das suas frustrações, do seu sofrimento, da sua dor, sem precisar de palavras. E até as pedras, consideradas por tantos outros homens, coisas sem alma, tu veneras como seres que fazem parte do Universo, ainda que seres inanimados. Amas as pedras e as montanhas, como amas as flores e as árvores, como amas os pequenos lagartos verdes que se aquecem ao sol, à beira dos rios. Sabes respeitar todas as criaturas, porque intuis a génese da criação. 

Afirmas que o homem é apenas uma entre milhares de outras criaturas. E dizes bem. Consideras que todos os seres vivos são seres animados, logo, com ânimo, que é o mesmo que alma. Tomás de Aquino dizia que a alma de um animal não participa num ser eterno, porque nos animais não encontramos qualquer aspiração à eternidade. O que sabia Tomás de Aquino do pensamento dos animais? Nada. Por isso, cometeu um grande erro ao dizer o que disse. 

Tu falas da alma dos animais, da alma das plantas como da tua própria alma. Dizes que Deus criou o mundo para que o homem pudesse partilhá-lo, em pleno pé de igualdade, com as restantes criaturas. Eu sei. Por mais do que uma vez, tentaste transmitir aos homens essa tua descoberta: a sensibilidade que existe em todos os seres animados e o mistério inerente ao silêncio dos seres inanimados. Contudo, uns, simplesmente, ignoram-te, e outros temem aceitar as tuas certezas intuídas. Consideram-te um nefelibata, flutuando num mundo que inventaste só para ti. Por isso, és prezado por poucos, e tão odiado por tantos. 

in «A HORA DO LOBO» © Josefina Maller
blog Galatea e Triton

FERIADOS: EMPATE 1 - 1



  A ser verdade o que se ouviu hoje, o Governo vai acabar com dois feriados.
O 5 de Outubro - Inplantação da República
O 1º Dde Dezembro - Restauração
 
Sendo assim regista-se um empate entre republicanos e monárquicos.
 
A Igreja arbitra !?

HOJE - MORRERAM TRÊS OPERÁRIOS NAS OBRAS DA BARRAGEM DA FOZ DO

TUA


por © 2012 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
EDP abre inquérito a acidente que matou três trabalhadores da barragem
26 janeiro 2012

     A EDP acionou o Plano de Emergência e vai abrir um inquérito ao deslizamento de terras que provocou a morte a três trabalhadores nas obras da Barragem de Foz Tua, disse o Administrador.
António Ferreira da Costa disse à Agência Lusa que tudo indica que se tratou de um aluimento natural de terrenos, que acabaram por cair por cima do local onde se procedia aos trabalhos.
Os trabalhadores ficaram soterrados e, segundo o responsável, acabaram por perder a vida na sequência do acidente.
Dois dos operários são da área próxima à construção da barragem e foram contratados pela Mota Engil, enquanto o terceiro, contratado pela Somague, era de fora da região.
António Ferreira da Costa referiu que a Mota Engil disponibilizou psicólogos para acompanharem as famílias das vítimas.
Quanto ao deslizamento de terras, explicou que este ocorreu numa área geologicamente muito frágil e íngreme.
De imediato a EDP acionou o plano de emergência e circunscreveu a área do acidente, que ficará interdita até à realização do inquérito.
A Autoridade para as Condições do Trabalho de Bragança foi chamada ao local.
O acidente ocorreu cerca das 14:00 e no local estão 20 bombeiros, GNR e INEM.