AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 14 de janeiro de 2012


O governo anda a brincar com o fogo

Ao ritmo a que o governo faz asneiras o jornal Expresso devia poupar nas sondagens, a última que dá conta de uma subida do PSD não resiste à imagem de um velhinho guloso a “abicha cinquenta mil dele” enquanto Passos Coelho tenta convencer-nos de que não teve nada a ver com o assunto. Esta poderá ter sido a última semana deste governo, daqui para a frente teremos desgoverno.

O Batanete da Rua da Horta Seca começa a fazer lembrar o ministro da informação de Sadam, nem patrões, nem sindicatos aceitam a meia hora de trabalho escravo mas o ministro insiste enquanto pergunta ao país porque não existe uma multinacional dos pastéis de nata. O rigoroso Gaspar espetou-se e fez um orçamento que levaria qualquer aluno de economia ao chumbo em política económica, desta vez foi o próprio a inventar um desvio colossal e começa a ser evidente que as previsões para 2012 não passaram de meros palpites optimistas.

Quem tivesse passado às 13 horas de ontem pela esplanada do Martinho da Arcada, em Lisboa, teria visto um único cliente (um!) enquanto o balcão estava meio, algo que só num dia feriado seria possível. Não é preciso ser economista para ver que a economia está a afundar-se e que a contracção económica vai ser superior aos 2,8% do Gaspar, aos 3% da Comissão ou aos últimos 3,1% do Banco de Portugal, depois de terem promovido o pessimismo desdobram-se agora em mentiras optimistas.

A capital definha, os restaurantes fecham, o pequeno comércio vai fechando as portas e são muitos milhares de lojas fechadas, a classe média adopta os hábitos da classe operária dos anos 60 e vai de marmita para os empregos. Já não são apenas os pobres a revoltarem-se, agora são todos e até os empresários já começam a recear o pior, já não se vê o centrista da UNICER a fazer contas aos lucros que conseguirá com trabalho escravo ou o presidente da CIP a multiplicar propostas de cortes dos direitos dos trabalhadores.

Sente-se medo e revolta, no mercado, na mercearia, na rua, no autocarro ouve-se um povo revoltado, em todo o lado sente-se o medo do que pode acontecer num país que gente incompetente transformou numa panela de pressão. Dizem que o povo é manso, que por cá não sucederá nada como na Grécia, mas a verdade é que começa a ser mais difícil entrar no ministério das Finanças do que numa base da NATO, parece que o ministro Gaspar anda cheio de medo e as medidas de segurança foram reforçadas. Afinal há quem não esteja assim tão convencido da brandura do povo. Num país onde os governantes nunca tiveram medo de andar na rua começa a ser difícil ver um, há poucos meses era fácil ver o ministro da Administração Interna beber a bica no Martinho ou cruzar-nos com o ministro da Justiça nas arcadas do Terreiro do Paço, hoje os ministros andam escondidos do povo.

Compreende-se a cobardia dos governantes, ouve-se gente a falar baixa, entre o ranger dos dentes são audíveis os sinais de revolta, personagens como o governador do Banco de Portugal ou o Eduardo Catroga andam na boca de toda a gente, são os símbolos vivos da injustiça social, do abuso, do oportunismo.

Este governo evoluiu da incompetência para a irresponsabilidade, entregue a gente pouco sociável, que sempre viveu enfiada nos livros do Milton Friedman, o governo achou que podia transformar os portugueses em cobaias de estudos destinados a produzir artigos para revistas de economia. Transformaram-nos em ratinhos de laboratório com que o Gaspar ou o Álvaro se divertem a brincar, querem empobrecer o país ajustando-os a um modelo imaginário e decidiram fazer engenharia social, pensaram que lhes bastaria aumentar o orçamento das polícias para ficarem descansados.

Agora enfrentam uma realidade explosiva em consequência da irresponsabilidade, brincaram enquanto regaram o país com gasolina, agora com decisões como o assalto aos dinheiros da EDP estão a brincar acendendo fósforos. Veremos quais vão ser as consequências de tanta brincadeira.


Catroga não é maçon - e foi uma nomeação "bizarra". Isso conta?!

Catroga é maçon?, por Filipe Luis, Visão
"Será que Eduardo Catroga é da maçonaria? Que se saiba, não. Mas isso não impede este prestigiado professor e economista, detentor de uma das reformas milionárias de que tanto se fala, ocupar um cargo que, a honorários praticados nos últimos anos (inclui uma prestação para PPR!), lhe renderá, em termos brutos, 639 mil euros por ano, durante os três anos do mandato. Catroga, 69 anos, é de uma competência comprovada. Mas há outros com igual competência, mais jovens, promissores e... independentes. Terá sido a competência o único critério que levou à sua nomeação para presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP? Ou será porque Catroga é um ministro histórico do PSD, próximo de Cavaco Silva, conselheiro privilegiado de Passos Coelho (antes da ida deste para o Governo) e seu representante nas negociações com a troika? Maçonarias são como os chapéus: há muitas. Mas os palermas somos nós.
A maçonaria surgiu como uma enorme cortina de fumo mediática que nos distrai de outro processo em curso: o das nomeações. Elas tardam mas não falham: na Caixa Geral de Depósitos (CGD), na EDP (empresa que foi privatizada, sob o signo de uma cumplicidade entre governos que parece perdurar - os chineses da Three Gorges são estatais...), nos hospitais e suas chefias intermédias e, em seguida, no que resta do setor empresarial do Estado. Olhem para os outros nomes do órgão de supervisão da elétrica: Paulo Teixeira Pinto, PSD, coordenador do projeto de revisão constitucional do partido. Ilídio Pinho, administrador da empresa onde trabalhou o primeiro-ministro. Jorge Braga de Macedo, ex-ministro de Cavaco. Rocha Vieira, antigo ministro da República nos Açores, nomeado por Cavaco, ex-governador de Macau e sempre compagnont de route do Presidente. Celeste Cardona, CDS, antiga modesta jurista mas cuja passagem pelo Governo da AD a fez transitar para um não menos polémico cargo na CGD.
As nomeações para a EDP demonstram que os chineses querem manter o Governo português como um aliado (que tê-lo na mão seria uma expressão demasiado forte). Os chineses, com um Estado fortemente centrípeto, percebem bem esta linguagem de conúbio entre política e empresas. Algo com que Passos Coelho prometeu acabar.
Sobre a maçonaria, estamos conversados: trata-se de uma associação com mérito na laicização do Estado, no primado da igualdade perante a lei, da educação e da ciência como orientadoras do espírito humano. Lutou contra poderes autocráticos que a forçaram a uma existência secreta, onde se jurava a entreajuda entre "irmãos". Em democracia, porém, o seu secretismo deixou de ter cabimento. E a própria esfera privada, que serve de escudo aos seus membros, deve terminar onde começa o nepotismo daqueles de entre eles que ocupam cargos públicos.
Mas a maçonaria não pode ser um bode expiatório: a partidocracia é pior. Ninguém, hoje, se inscreve num partido por idealismo - talvez, nos das franjas do espetro político, por protesto. Alguns inscrevem-se por julgarem que, lá dentro, terão mais possibilidades de intervir civicamente. A esmagadora maioria adere para ter uma carreira, lugares e dinheiro. E, para isso, ser ou não ser da maçanoria, pouco importa. Como bem sabe Eduardo Catroga. "

A ORIGEM DAS FILHÓS DE NATAL - SUA HISTÓRIA NO MUNDO



Os filhos e as filhós


Eu não sei qual a origem das filhós, como doce. Mas já assim se chamavam no século XVI, pois já Gil Vicente escreveu sobre elas:
mando-vos eu sospirar pola padeira d’Aveiro que haveis de chegar à venda e entam ali desalbardar e albardar o vendeiro senam tever que nos venda vinho a seis, cabra a três pão de calo, filhós de manteiga moça fermosa, lençóis de veludo casa juncada, noite longa chuva com pedra, telhado novo a candea morta e a gaita à porta. Apre zambro empeçarás olha tu nam te ponha eu o colos na rabadilha e verás”.
        Quanto à etimologia, filhós vem do latim filiola, que significava filha pequena.



         Agora, respondendo à pergunta: filhós é tão bom, que todos gostam de comer e ninguém se farta, na noite da consoada, e no dia seguinte.   Por isso é tanto masculino, como feminino, tanto singular, como plural.    Comem todos: o filhós, a filhós, os filhós, as filhós.
Há quem use no singular filhó, mas parece-me que está errado.   Nos séculos XIV e XV usava-se filhó por filho, e talvez por detrás desse uso se esconda a origem do bolo.  Não sei!
 E há também quem use no plural filhoses e também filhozes.   Este plural já entrou no costume, e portanto, segundo os dicionários,  não é errado.Nos Açores chamam-lhes“malassadas”.
       Bom proveito!
Blog história das palavras
OUTRA OPINIÃO - O termo “filhó” deriva do latim que significa folha o que nos remete para a leveza da massa e para a sua forma empolada e disforme ao sair do lume. 




Origens possíveis

As filhóses têm uma história disputada. Uma teoria sugere que estiveram introduzidos em America do Norte pelos settlers holandeses, que eram responsáveis para popularizing outros desserts americanos, incluindo bolinhostorta de creme, e sapateiro. Esta teoria bolstered pelo fato que nas filhóses do século de mid-19th foi chamado pelo Dutch olykoeks (“bolos oleosos”). Entretanto, há também uma evidência archaeological que os pastries estiveram preparados por americanos nativos pré-históricos em EUA do sudoeste.[1]
Hansen Gregory, um americano, reivindicado ter inventado a filhós ring-shaped em 1847 a bordo de um navio cal-negociando quando tinha somente dezesseis anos velho. Gregory foi descontentado com o greasiness das filhóses torcidas em várias formas e com o centro cru de filhóses regulares. Reivindicou ter perfurado no centro um furo da massa de pão com a caixa da pimenta da lata do navio e ter ensinado mais tarde a técnica a sua mãe.[2]
Em Laura Ingalls mais selvagem livro Menino do fazendeiro , A mãe de Almanzo faz as filhóses, trançadas e ring-shaped, e redondas são consultadas a como “novas-fangled”. Anota-se que trançados virarão por se ao cozinhar, visto que ring-shaped requerem que você os vira.



Fazer

Antes que a forma do anel se tornou comum, as filhóses foram feitas frequentemente como cordas torcidas da massa de pão. No Reino Unido, as filhóses foram feitas sempre em uma esfera. Quando cozinhados, foram injetados com atolamento ou geléia e rolaram sempre no açúcar granulated. Este método é ainda na prática, mas as filhóses do anel estão também agora extensamente disponíveis. Quando colocados em um potenciômetro da gordura fervendo, flutuaram até que o mais baixo - parcialmente foi cozinhado e rolou-se então sobre para cozinhar o outro lado. As filhóses do anel têm que ser lançadas sobre à mão, que era mais time-consuming. O tipo da torç-corda é chamado um cruller em algumas partes dos ESTADOS UNIDOS, mas cruller consulta também a um tipo particularmente airy de filhós do anel, vitrificado geralmente.

Etymology

O uso gravado o mais cedo sabido do termo data uma história de 1808 short[3] descrever uma propagação de “fogo-endurece e filhóses.” Washington Irving'referência de s às “filhóses” em 1809 em his História de New York cited mais geralmente como a primeira gravação escrita do termo. Irving descreveu “esferas da massa de pão sweetened, fritado na gordura do porco, e filhóses chamadas, ou olykoeks."[4] Estas “porcas” da massa de pão fritada puderam agora ser chamadas furos da filhós. Filhós é a soletração mais tradicional, e domina ainda fora dos E.U. No presente, filhós e o formulário encurtado filhós são ambos os pervasive no inglês americano. O uso impresso primeiramente sabido de filhós estava em um artigo dos tempos de Los Angeles datado Agosto 101929. Lá, Bailey Millard queixa-se jokingly sobre o declínio da soletração, e isso “não pode engolir “a filhós wel-dun” nem sempre assim que “o gud produzido”.” O interchangeability das duas soletrações pode ser encontrado em uma série “de artigos da semana nacional da filhós” dentro Os tempos de New York isso cobriu a feira 1939 do mundo. Em um começo de quatro artigos Outubro 9, dois mencionam filhós soletração. Anéis de espuma de Dunkin, que foi fundado em 1948 sob a chaleira aberta conhecida (Quincy, Massachusetts), é a companhia sobreviver a mais velha para usar filhós a variação, mas o Mayflower agora defunct Filhós Corporaçõ parece ser a primeira companhia para usar essa soletração, fazendo assim antes de Segunda guerra mundial.

Variações regionais



Argentina

Em Argentina, o equivalente local às filhóses é facturas,[citação necessitada] um popular cozido filhós-comopastry da origem alemão. Facturas é consumido maciça e pode ser encontrado em cada padaria de canto. Entretanto, as filhóses estão começando ganhar a popularidade, provavelmente por causa da influência americana através da série e das películas da televisão. Podem ser encontrados em alguns padarias e hypermarkets como o americano Wal-Mart ou colosso Chilean.

Austrália

Em Austrália, não somente têm as filhóses tradicionais, eles são também famosos para suas próprias filhóses do atolamento. Estas filhóses são os buns doces que têm um enchimento para dentro. Outros enchimentos dentro destas filhóses incluem o creme.

Áustria

Em Áustria não há nenhum mercado real para anéis de espuma do Americano-estilo. Não uma única corrente de âmbito nacional da filhós existe;[citação necessitada] a única loja que faz-se anéis de espuma vendendo completamente famosos é Viennese armazene anéis de espuma de Batriks.
Os equivalentes Austrian da filhós são chamados Krapfen. São especialmente populares durante a estação de Carneval (Fasching) e não têm a forma típica do anel mas são preferivelmente contínuos e enchidos geralmente com o atolamento do alperce (tradicional) ou o creme do vanilla (Vanillekrapfen).

Bélgica

Em Bélgicasmoutebollen seja similar ao tipo holandês de oliebollen, mas geralmente não contêm nenhuma fruta, à exceção dos pedaços da maçã às vezes. São carnival típico e snacks justos e são comidos com açúcar pulverizado neles.

Canadá

Em Canadá, a filhós segue o mesmo projeto que nos Estados Unidos. Diversas lojas including Tim Hortons, as well as alguns ESTADOS UNIDOS. correntes como Anéis de espuma de Dunkin e Krispy Kreme, faça a maioria de seus lucros vendendo anéis de espuma. Um outro variant canadense é Cauda do castor (sabido como do “uma orelha elefante” em muitos outros países).
Per capita, Canadenses consuma a maioria de filhóses no mundo, e Canadá tem também a maioria de lojas da filhós per capita.[5] Muito canadense humorous stereotypes, como Bob e Doug McKenzie os caráteres, incluem filhóses (assim como stubby cerveja frascos, tuque chapéus,syrup do bordo, e bacon traseiro) como parte de seu lore.

China

Cuisine chinês caracteriza as varas deep-fried longas da filhós que são frequentemente completamente oleosas, daqui seu nome dentroMandarinyóutiáo (o 油條, se iluminou. tiras do óleo); em Cantonese, este pastry do filhós-estilo é chamado yàuhjagwái (油炸鬼). Estes pastries não são doce e são servidos frequentemente com congee, um arroz tradicional porridge.
Há alguns pastries doces do doughtnut-estilo que são mais regionais na natureza. Cuisine Cantonese caracteriza um pastry dado forma oval chamado ngàuhleisōu (o 牛脷酥, se iluminou. "pastry da Boi-lingüeta“devido ao seu lingüeta-como a forma). Em Formosa, há shuāngbāotāi (o 雙胞胎, se iluminou. gêmeos).
Restaurantes chineses nos E.U. sirva às vezes aos pastries fritados pequenos similares aos furos da filhós.

Croatia e Serbia

As filhóses similares ao Berliner são preparadas também nos Balcãs do norte, particularmente dentro Croatia (pokladnice ou krafne) e SerbiaVojvodina província. São chamados krofna ou krafna,[a citação necessitou] um nome derivou-se de uma palavra alemão para este pastry. Este tipo de filhós é popular dentro O Chile por causa da comunidade alemão grande lá e é chamado a Berlim (plural Berlines). Pode ser enchido com o atolamento ou com manjar, a versão Chilean de dulce de leche.

Dinamarca

Em Dinamarca, as filhóses existem também em sua forma “americana”, e estes podem ser obtidos das várias lojas, por exemplo. McDonald's e a maioria estações de gásBerliner, entretanto, está também amplamente disponível nas padarias através do país.

France

Em France e dentro Nova Orleães, Louisiana, existe um pastry fritado chamado a beignet, que é descrito às vezes como uma filhós francesa.[citação necessitada]

Germany

Em Germany, os equivalentes da filhós são chamados Berliner (sg. e pl.), exceto na cidade de Berlim e algumas outras áreas alemãs, onde são chamados Pfannkuchen. Em Germany médio, são chamados Kreppel. Em Germany do sul, são chamados também Krapfen e seja especialmente popular durante a estação de Carneval (Karneval/Fasching) em Germany do sul e médio e no Eve de ano novo em Germany do norte. Berliner não tenha a forma típica do anel mas seja preferivelmente contínuo e enchido geralmente com o atolamento. As filhóses de Bismarcks e de Berlim são encontradas também nos ESTADOS UNIDOS, Canadá, Finlandia, e Dinamarca. Hoje, as filhóses americanas do estilo estão também disponíveis em Germany mas são mais menos populares então seus couterparts nativos.

Greece

Em Greece, há a filhós-como o snack, chamado loukoumas (λουκουμάς), que vem em dois tipos (um é dado forma como o número 8; o outro é torus dado forma como o número 0), de que primeiro é mais crispier, visto que segundo é maior e mais macio.[a citação necessitou]

Islândia

Em Islândia kleinuhringur (plkleinuhringir e kleinuhringar) é um tipo de velho Cuisine Icelandic qual se assemelha a filhóses.

India

Alguns artigos savory, fritados não baseados no pastry da trigo-farinha são consultados como às filhóses, tais como o ring-shaped Indian vadas, feito dos lentils. Os vadas Indian são alimento das massas. Em India norte, os vadas são embebidos dentro coalhada, polvilhado com os spices, cobertos com doce/sour chutney e comido então. Em India sul os vadas são comidos com sambar. Também, há uma filhós como o doce feito no “badushah chamado India”. Isto é feito como uma filhós old-fashioned fritando a massa de pão no óleo e então embebendo a no syrup de açúcar, e flavored às vezes com spices.

Indonésia

Donat Kentang é sabido como Indonesian filhós da batata do estilo; um fritter que venha na forma do anel e seja feito da combinação da farinha e de batatas mashed, revestido no açúcar do pó ou no açúcar congelando.

Irã

Os persas são conhecidos para seu zooloobiya,[a citação necessitou] um fritter que venha em vários formas e tamanhos e revestido em um syrup pegajoso-doce.

Israel

Filhóses da geléia, sabidas como sufganiyah (סופגניה, pl. סופגניות de Sufganyot) dentro Israel, tornou-se um tradicional Hanukkah o alimento na era recente, porque são cozinhados no óleo, associou com o cliente do feriado do miracle do óleo. O sufganyot tradicional é enchido com a geléia vermelha e coberto com açúcar congelando. Entretanto, muitas outras variedades existem, com mais caras que estão sendo enchidas com dulce de leche.

Italy

Italiano as filhóses são chamadas o ciambelle, krafen, zeppoli ou bomboloni.[citação necessitada]

Japão

Mister filhós está uma das correntes as mais populares da filhós dentro Japão. Nativo a Okinawa é um pastry do spheroid similar às filhóses chamadas andagi do sata.

Lithuania

Em Lithuania, um tipo da filhós chamou-se spurgos é sabido extensamente. Às vezes spurgos seja similar lustrar filhóses, mas algumas receitas específicas, como queijo de casa de campo filhóses (spurgos dos varškės), foram inventados também.[a citação necessitou]

México

O mexicano donas seja muito similar aos anéis de espuma que incluem no nome; o dona é a frit-massa de pão pastry- baseado snack, coberto geralmente com pulverizado açúcar marrom e canela, açúcar branco ou chocolate.

Países Baixos

No Países BaixosOliebollen, consultou nos cookbooks como “as filhóses holandesas”, são um tipo de fritter que contem partes de maçã e/oufrutos secos como raisins; são comidos tradicional como parte dos celebrations do ano novo.

Poland

Em Poland e partes dos ESTADOS UNIDOS. com uma comunidade polonesa grande, como Chicago e Detroit, o círculo, filhóses atol-enchidas comidas especialmente-embora não exclusivo-durante Carnival são chamados pączki (pronunciado [ˈpɔntʂkʲi]). “Пончики Russian”, ponchiki, e “пампушки Ukrainian”, pampushky, são as designações equivalentes para pączki, mas não são enchidos geralmente com o atolamento. Romanian gogoşi seja similar ao pączki polonês. Pączki foi conhecido em Poland pelo menos desde as idades médias. Jędrzej Kitowicz descreveu isso durante o reino do Agosto III sob a influência dos cozinheiros franceses que vieram a Poland naquele tempo, a massa de pão do pączki cozida em Poland foi melhorada, de modo que o pączki se tornasse mais claro, mais esponjoso, e mais resilient.

África do Sul

Em África do Sul, uma variação sabida como koeksuster é popular.

Coreia sul

Muitas padarias em Coreia sul oferecem as filhóses enchidas com ou feitas inteiramente do coreano tradicionais arroz dessert tteok. Estes vêm em uma variedade de cores diferentes, embora estão normalmente em verde, cor-de-rosa, ou de branco. São enchidos frequentemente com um doce feijão vermelho pasta ou sementes de sesame.

Reino Unido

Em algumas partes de Scotland, as filhóses do anel são consultadas a como doughrings, com filhós moniker que está sendo reservado exclusivamente para a variedade porca-dada forma. As filhóses corda-dadas forma vitrificadas, torcidas são sabidas como yum-yums. É também possível comprar filhóses do fudge em determinadas regiões de Scotland. Em algumas partes de Irlanda do Norte, as filhóses do anel são consultadas a como o “gravy soa” devido ao seu que está sendo cozinhado no óleo, próprio sabido colloquially como “gravy”.

Estados Unidos

Uma filhós popular dentro Havaí é Malasada. Malasadas foi trazido aos consoles havaianos por settlers Portuguese adiantados e é uma variação em Portugal filhós. São esferas eggy pequenas da massa de pão de fermento fritadas e revestidas no açúcar.
Para comemorar Terça-feira gorda em Pensilvânia do sudeste, as igrejas vendem uma filhós do batata-starch chamada a Fastnacht (ou Fasnacht). Os deleites são assim populares lá que terça-feira gorda está chamada frequentemente dia de Fastnacht.
A filhós polonesa, pączki, é popular em ESTADOS UNIDOS. cidades com comunidades polonesas grandes como ChicagoMilwaukee, e Detroit.

Filhóses e topologia

As filhóses, como artigos ring-shaped, são uma ferramenta explanatória importante na ciência de topologia onde a forma da filhós do anel (um anel com um cross-section circular) é chamada a torus ou toróide, e um exemplo de usar a filhós do anel como um termo ilustrativo pode ser encontrado em explanações populares do Conjecture de Poincaré. O outro artigo toroidal do alimento usado em explanações topológicas é bagel. Entretanto, o bagel tem um furo para permitir esteja recuperado da água fervendo, quando um furo da filhós for pretendido permitir que a filhós cozinhe mais rapidamente e mais completamente. Não há nenhuma conexão histórica entre bagels e filhóses.
multilingual archive

SOMOS QUASE TODOS DESCENDENTES DE GENGIS kHAN - HISTÓRIA



DESCEDENTES DO MONGOL GENGIS KHAN

O ancestral direto de cerca de 16 milhões de homens vivos na Ásia - foi Gengis Khan [1162-1227], o conquistador mongol que formou o maior império que jamais existiu. Como as chances de nascerem meninos ou meninas são iguais, pode-se concluir que existem igualmente 16 milhões de mulheres vivas que descendem do Grande Khan. Ora, são pelo menos 32 milhões de pessoas entre os 6,2 bilhões de humanos. Uma divisão simples indica que um em cada 194 humanos descende de Gengis Khan.
Apenas 30 anos após a morte do Khan, seus descendentes diretos eram 20 mil.

A suspeitas sobre a descomunal descendência de Temujin, o nome original do conquistador mongol, surgiu em 2003, no The American Journal of Human Genetics com a publicação do estudo “O legado genético dos mongóis” pela equipe da geneticista Tatiana Zerjal, da Universidade de Oxford. 

Eles estudaram a variabilidade do cromossomo Y, aquele transmitido apenas do pai, entre 2.123 homens de 16 populações espalhadas pela Ásia setentrional, do mar Cáspio até o Pacífico – com exceção da Rússia. O estudo revelou que cerca de 8 % daqueles homens compartilham de um mesmo cromossomo Y. Extrapolando-se este percentual para o resto das populações estudadas, chega-se a 16 milhões de homens vivos com o mesmo cromossomo Y, uma taxa de sucesso reprodutivo 800 mil vezes superior à média de qualquer macho Homo sapiens. 

Prosseguindo a investigação, Tatiana e sua equipe conseguiram retraçar a origem desta linhagem masculina na Mongólia, há cerca de mil anos. Mas como uma única linhagem masculina poderia alcançar tamanha preponderância frente a todas as outras? Os homens carregando o mesmo cromossomo Y teriam que elevar a freqüência da sua linhagem na população, tanto através do maior acesso às mulheres e índice mais elevado de sobrevivência da prole, quanto pela eliminação pura e simples dos demais concorrentes homens. De acordo com o estudo, “nos últimos mil anos e naquela parte do mundo, essas condições são encontradas em Gengis Khan e seus parentes masculinos”.

Sabe-se que as hordas mongóis trucidavam todos os homens que se opusessem ao seu avanço, tomando para si suas mulheres. Sabe-se ainda que, para Gengis Khan, “a maior alegria que um homem pode conhecer é conquistar seus inimigos. É cavalgar seus cavalos e tomar suas posses. É ver as faces dos seus entes queridos molhadas de lágrimas, e tomar nos braços suas mulheres e filhas”. Segundo uma passagem do historiador persa Ata-Malik Juvaini (1226-1283), que escreveu em 1260 de um tratado sobre os mongóis: “Sobre a questão da raça e da linhagem de Gengis Khan, existem hoje vivendo no conforto da riqueza mais de 20 mil”. 

Bom, toda esta história foi pra dizer que amostras de sangue de populações da Sibéria não foram incluídas no trabalho original de 2003. E ninguém mora mais ao norte da Ásia do que os russos siberianos, certo? Só agora foi feita a investigação do cromossomo Y entre 18 etnias da região, incluindo altaicos, cazaques, mongóis, tadjiques, curdos, persas e russos, num total de 1.437 homens. 

O resultado, "Distribution of the male lineages of Genghis Khan’s descendants in northern Eurasian populations”, acaba de ser publicado no Russian Journal of Genetics pela equipe da geneticista russa Miroslava V. Derenko, do Instituto de Problemas Biológicos do Norte. Novamente, a maior freqüência de cromossomos Y encontrada na amostra é justamente aquela do Grande Khan. Entre os mongóis a concentração atinge 35%. Mas corresponde a 8,3 % dos cazaques e varia de 3,4% a 1,7% entre os povos nos montes Altai, na fronteira entre o Cazaquistão e a China. Entre os russos e ucranianos, no entanto, não se encontrou nenhum traço de sangue mongol. Os pesquisadores ainda não sabem explicar o porque disso. raderack.blogspot.com

Gengis Khan

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Temudjin
Gengis Khan
Nascimento1162
Proximidades do rio OnonMongólia
Morte18 de agosto de 1227 (65 anos)
desconhecido.

Mapa mostrando o domínio de Gengis Khan (tracejado em laranja) no século XIII

Gengis Khan
Gengis KhanGengis Cã ou Gengis Cão, grafado também como Genghis Khan (emmongol Чингис Хаан, transl. Tchinghis Khaan1162 — 18 de agosto de 1227) foi um conquistador e imperador mongol, nascido com o nome de Temudjin nas proximidades do rio Onon, perto do lago Baikal.
Gengis Khan nasceu cercado de lendas xamânicas sobre a vinda de um lobo cinzento que devoraria toda a Terra. Ainda jovem, enfrentou a rejeição de sua família por seu próprio clã, mas voltaria para conquistar sua liderança, vencer seus rivais de clãs distintos e unificar os povos mongóis sob seu comando. Estrategista brilhante, com hábeis arqueiros montados à sua disposição, venceu a grande muralha da China, conquistou aquele país e estendeu o seu império em direção ao oeste e ao sul. Gengis morreria antes de ver seu império alcançar sua extensão máxima, mas todos os líderes mongóis posteriores associariam sua própria glória às conquistas de Gengis Khan, que foi um dos comandantes militares mais bem sucedidos da história da humanidade. Segundo a revista Mundo Estranho, ele foi imperador que mais territorios conquistou na historia, dominando quase 20 milhões de km² (o equivalente a 2,3 Brasis).[1]


Temudjin nasceu na
 Mongólia na década de 1160, provavelmente em 1162. Supõe-se que seja descendente de um líder mongol conhecido como Kabul Khan, do clã Bojigin, que por breves anos obteve controle sobre uma Mongólia unificada. Entretanto, na época do nascimento de Temudjin, os mongóis estavam divididos em diversas tribos e clãs, cada uma governada por um , ou "Senhor", que impunha-se mais pela força do que pela descendência nobre. Com Temudjin não seria diferente. Quando tinha nove anos, Temudjin foi ao clã dos Merkitas para escolher uma esposa e refazer a paz entre os clãs (há muito tempo, seu pai havia roubado a esposa do Khan dos Merkitas e se casado com ela, ela era a mãe de Temudjin), mas no caminho, parou para pernoitar num clã aliado, os Onggirat, aonde se apaixonou por Borte. Pediu ao pai para praticar a escolha de esposas ali, porém, ao invés de apenas praticar, escolheu oficialmente Borte como sua noiva. No caminho de volta, seu pai, Yesugei, foi envenenado por membros da tribo dos tártaros. Sem que os filhos de Yesugei tivessem idade para assumir o controle da tribo, esta passou a ser comandada por um novo Khan, Targutai, ex-soldado de Yesugei, que expulsou a família do clã para evitar futura contestação de sua liderança, forçando-os a sobreviver nas estepes, sem gado ou cavalos. Temudjin foi até a montanha sagrada pedir ajuda ao deus Tengri (deus do trovão). No caminho foi encontrado por Jamukha, filho do Khan da tribo dos Jadaran, com quem viveu por um tempo e formou uma grande amizade, chegando a fazer um pacto de sangue. Algum tempo depois foi raptado e levado de volta para Targutai.[editar]
Juventude

Passou a infância inteira tentando fugir, mas sempre era encontrado e levado de volta, porém, quando finalmente estava grande o bastante para ser morto, fugiu novamente, mas desta vez recebeu um cavalo de um homem da tribo de Targutai que o admirava, conseguindo fugir até o clã dos Onggirat para reencontrar Borte
OBS.: Aparentemente, a família de Temudjin teria recuperado sua fortuna através de doações de clãs solidários e através do contato com outros desgarrados.

[editar]Ascensão

Como quase todos os mongóis, Temudjin provavelmente tinha sido treinado como arqueiro montado desde muito jovem. A habilidade na montaria, comandada apenas com os joelhos e a destreza no arco e flecha, aliada a uma vida dura nas estepes tornavam os guerreiros mongóis muito temidos e respeitados. Depois de casar-se com Borte, Temudjin seguiu com ela por um caminho incerto pela Mongólia, até que, um dia, os dois foram encontrados por um grupo de merkitas comandados por Chitedu (ex-marido da mãe de Temudjin), que queria a esposa de Temudjin como vingança pela ofensa que seu pai havia feito antigamente. Temudjin reuniu alguns homens que quiseram ajudá-lo (pois admiravam sua força), e foi até Jamukha para pedir ajuda. Os dois resolveram quebrar a antiga tradição que dizia que os mongóis não iam a luta por mulheres e guerrearam com os merkitas.
Ao destruir os merkitas, Temudjin encontrou Borte grávida, fazendo sua primeira paternidade ser duvidosa. Após restabelecer seu clã (formado por seus homens que sobreviveram à guerra e pelo remanescente do povo dos merkitas), Temudjin seguiu como nômade pela Mongólia, porém dois homens de Jamukha se uniram a ele. Por causa da antiga tradição de que os mongóis podiam trocar de líder quando quisessem, Temudjin não quis mandá-los de volta, ganhando o rancor de Jamukha, que ordenou a seus homens roubarem a manada de cavalos de Temudjin. Durante a defesa dessa manada, os homens de Temudjin mataram o irmão de Jamukha, iniciando uma guerra entre os clãs. Temudjin tentou fugir com seu povo, porém foi alcançado por Jamukha, que tinha em seus exércitos uma proporção de dez homens para cada homem de Temudjin. Depois de fazer inúmeras baixas no exército de Jamukha, Temudjin foi escravizado e levado até a China.
O imperador chinês se impressionou com o fato de ele ser o escravo mais caro (pois havia matado o melhor guarda do mercador de escravos) e resolveu levá-lo, ignorando os avisos de um monge, que disse que ele dominaria a China. Temudjin foi preso e humilhado. Na ocasião, o monge chinês pediu que ele não destruisse seu mosteiro depois da conquista da China. Temudjin entregou-lhe um colar de ossos e pediu que ele levasse até a Mongólia, para Borte. O monge morreu no caminho, mas Borte achou o cadáver e viu o colar, entendendo a mensagem de Temudjin. Ela foi até a China para resgatá-lo.
Depois do resgate, Borte não quis voltar à Mongólia, afirmando que ela estava corrompida e sem leis. Determinado a unificar a Mongólia, Temudjin foi até a montanha sagrada e pediu ao deus do trovão que o ajudasse a dar leis aos mongóis, nem que para isso precisasse matar metade deles. Nessa noite, elaborou as leis dos mongóis (não matar mulheres e crianças, honrar as dívidas, lutar contra os inimigos até o fim e, acima de tudo, nunca trair seu khan). Nessa época, a força de Temudjin era conhecida em toda a Mongólia. Temudjin seguiu pregando a unificação da Mongólia nos clãs e muitos khans se uniram a ele, porém, a maioria dos clãs se uniram a Jamukha, que pregava a destruição de Temudjin. Finalmente, a Mongólia estava dividida em duas: o exército de Temudjin e o exército de Jamukha. Os dois exércitos se encontraram para a batalha final. Jamukha enviou um pelotão para atacar primeiro, porém as suas tropas foram aniquiladas por uma brilhante estratégia de Temudjin e, quando os contingentes principais preparavam-se para a luta, as nuvens fecharam o céu e uma tempestade de raios começou. Os mongóis temiam os raios e quando, no brilho de um deles viram Temudjin em pé no seu cavalo com a espada erguida, sem medo do trovão, renderam-se diante dele. Os homens de Targutai o entregaram e depois foram mortos por traírem seu khan. Jamukha recebeu um cavalo de Temudjin e fugiu da Mongólia.
Em 1206, uma assembleia entre os chefes de todas as tribos das estepes proclamou Temudjin, então com quarenta e cinco anos, comoGengis Khan, o "cã dos cãs". Criou-se uma hierarquia administrativa e militar e um exército foi treinado e organizado. Para comandar um exército de milhares de homens e diminuir o poder dos antigos khans, Gengis criou uma hierarquia militar baseada na unidade mínima de dez homens comandadas por um deles. Dez unidades de dez homens cada seriam comandadas por um novo líder, que por sua vez faria parte de um grupo de mil sujeitos a um comandante determinado; este, por sua vez, obedecia a um general que tinha sob seu controle dez mil homens. Acima dos generais, apenas Gengis Khan.
Com um exército tão poderoso, Gengis Khan resolveu partir para o sul e invadir as terras do reino de Hsi Hsia, também chamado de Xixia, vassalos do império chinês, que, nessa época, se dividia em duas dinastias: o império Jin, ao norte e o império Song, ao sul. Pela primeira vez, os mongóis tiveram de enfrentar cidades muradas. Sem ainda conhecerem ou dominarem as máquinas de cerco, a capital não pôde ser conquistada. Porém, diante da recusa do império Jin em mandar um exército ao auxílio ao reino Xixia, este se submeteu ao poderio militar dos mongóis e lhes pagou um grande tributo que incluiu a filha de seu governante, dada como segunda esposa a Gengis Khan.

[editar]Táticas de guerra

Gengis criou táticas de guerra revolucionárias para as batalhas nas estepes. Seu exército era disciplinado, temido e impiedoso. A arma tradicional dos mongóis era o arco e flecha curvo, que tinha um alcance de 500 metros, com isso tornou obrigatório o treinamento dessa arma. Os cavaleiros eram treinados para atirar a flecha com o cavalo em movimento. Um detalhe era que, para maior precisão, a flecha era disparada no momento em que o cavalo estivesse em pleno galope. Esses cavaleiros, os chamados mangudais, eram uma arma poderosa contra infantaria inimiga, já que juntavam dois princípios: arco e flecha e cavalaria, ou seja, um mangudai poderia ser rápido e preciso para atingir os inimigos mesmo estando longe. O Arco curvo mongol era até mais potente que os famosos arcos longos utilizados pelos ingleses com grande êxito em batalhas contra os franceses durante a guerra dos cem anos.

[editar]Conquistas

Em 1207, os mongóis foram forçados a expandir seu território de pastagem devido a algum problema climático nas estepes e conquistaram o reino tangute de Hsi Hsia. Em seguida, atravessaram a muralha contornando-a e chegaram à China, cujo reino estava dividido entre as dinastias Jin, ao norte e Song, ao sul. As vastas plantações de arroz e a riqueza da cidade atraíram mais a atenção de Genghis do que a possibilidade de se tornar senhor da China. Na conquista do reino Jin, Genghis Khan recrutou um jovem chinês chamado Yeh-lu Ch'u-ts'-aicomo seu conselheiro pessoal. A sua influência tornou Genghis mais tolerante e menos agressivo em batalha, estimulando-o a evitar esforços exagerados na guerra e conservar as terras cultivadas ao invés de transformá-las em pastagens.
Gengis marchou até Pequim, o mais avançado centro urbano daquela época e, quando viu que a cidade era cercada de muralhas de doze metros de altura, descobriu que suas táticas de guerra em campo aberto, nas estepes, não o ajudariam naquele momento. Desse modo, não teve pressa e acampou seu exército, cercando a cidade e impediu que os suprimentos entrassem em Pequim. Esses suprimentos foram usados para suprir seu exército. Com a ajuda de engenheiros chineses dissidentes, construiu catapultas e outros artefatos bélicos e finalmente invadiu e dominou Pequim.
Gengis, após o ataque inicial aos Jin, retirou-se para a Mongólia, enquanto seus generais se encarregavam de estabelecer seu domínio na China Jin. Em 1218, um acidente diplomático provocou a ira de Genghis sobre o reino turco de Kharizm, no norte da Pérsia: um mensageiro trouxe-lhe a cabeça de um de seus generais enviado em missão diplomática à Pérsia. O Cã cavalgou à frente de mais de duzentos mil homens e cerca de dez mil máquinas de assédio adquiridas dos chineses. Houve poucas batalhas campais e os mongóis empreenderam guerras de cerco às cidades fortificadas da Pérsia, que capturaram uma a uma. Algumas, como Bucara e Samarcanda se tornariam, no futuro, espelhos longínquos da presença mongol no sudoeste da Ásia. A velha cidade de Nichapur foi arrasada e nem mesmo os animais ali sobreviveram ao ataque mongol. O exército de Genghis matou mais de um milhão de persas.
As perdas humanas em Khwarizm contavam-se aos milhares. Genghis e seus generais impunham punições brutais aos inimigos. A proximidade da Pérsia com a Europa gerou a fama de selvageria dos mongóis que assombraria o continente pelas décadas seguintes.
Em 1227, enquanto os generais de Gengis conquistavam territórios no sul da Rússia e na Ucrânia, o Grande Cã foi forçado a retornar para as estepes para conter uma revolta de Hsi Hsia, que havia recusado a convocação para a campanha contra Khwarizm. Após vencer os tangutes, Gengis Khan morreu acometido por uma febre alta e dores na cabeça.

[editar]Legado de Gengis Khan

Antes da morte de Gengis Khan, este estabeleceu seu filho, Ogedei, como seu sucessor. Ogedei encarregou-se de expandir o território mongol ao máximo, da Síria à Indochina, da Pérsia à Sibéria, da Hungria à China. Posteriormente, o grande império seria dividido em 4 partes, entre filhos e netos de Genghis, porém nenhum destes novos reinos, ou canatos, teria uma existência longa.
No início do século XIVTimur, o Coxo, alegando ser descendente de Gengis Khan, se tornaria o Cã de um breve império mongol que abarcaria toda a Mesopotâmia, a Pérsia, o Afeganistão, o Paquistão e o norte da Índia. Ainda nesse século, os tártaros ressurgiriam, inspirados pelas conquistas de Genghis, para tomar o território do dissolvido Canato da Horda Dourada, na Rússia. Vários outros levantes mongóis de menor importância tomariam lugar nos séculos seguintes, mas o meio de vida nômade e a incapacidade de estabelecer uma indústria armamentista logo tornaria os hábeis cavaleiros montados obsoletos frente às novas artilharias dos países que ali faziam fronteiras.
Na Mongólia atual, Gengis Khan é considerado o herói máximo e o pai daquela nação, cujo culto à imagem jamais se deixou apagar, mesmo durante o regime comunista. O aeroporto da capital do país foi renomeado para Aeroporto Internacional Gengis-Khan, em homenagem ao imperador.
Contam as lendas que todos os envolvidos no enterro de Gengis Khan foram mortos para manter em segredo o local onde ele foi enterrado. E esse local realmente jamais foi encontrado.

[editar]Morte

Gengis morreu enquanto tinha relações sexuais, em 1227.

[editar]Descendência

Um estudo realizado em 2002 concluiu que 8% da população da região anteriormente ocupada pelo Império Mongol, uma área entre ooceano Pacífico e o Mar Cáspio (o que corresponde a 0,5% da população mundial) podem ser descendentes de Gengis Khan.[2] Um outro estudo de 2007 afirma que 34,8% dos atuais mongóis são descendentes de Gengis Khan.[3]


Khan espalhou descendentes do Pacífico ao Cáspio

REINALDO JOSÉ LOPES


Um só homem, que viveu há cerca de mil anos em algum rincão da atual Mongólia, realizou um feito reprodutivo sem precedentes na história da humanidade: espalhou descendentes masculinos por uma área que vai do Pacífico ao Cáspio, gente que responde por 8% dos homens que vivem nas fronteiras do antigo Império Mongol, ou 12 milhões de pessoas, se as estimativas estiverem corretas. Flagrado graças a seu cromossomo Y -a marca genética da masculinidade- esse pai de multidões, dizem geneticistas britânicos, foi muito possivelmente Genghis Khan (1162-1227), o guerreiro nômade que levou os mongóis a governar a maior extensão contínua de terras da história humana.

Embora o resultado tenha implicações profundas para a capacidade da genética de reconstruir eventos históricos, algo tão grandiloquente nem passava pela cabeça de Chris Tyler-Smith, do Departamento de Bioquímica da Universidade de Oxford, quando ele e seus colegas se dispuseram a examinar amostras genéticas de homens da Ásia. "Estávamos interessados em fazer um exame básico do cromossomo Y na região. Queríamos entender os padrões das diferentes linhagens, que pareciam muito antigas e diversificadas", diz o geneticista.

Saber quais os tipos de cromossomo Y presentes numa dada população humana é uma das maneiras mais precisas de descobrir como a informação genética é transmitida de pai para filho (no sentido exclusivamente masculino da expressão). O que determina se uma pessoa é homem ou mulher é o par de cromossomos sexuais (X ou Y) recebidos dos pais: XX faz uma mulher, enquanto a combinação XY produz um homem. Mães, porém, só podem legar a seus filhos cromossomos X, enquanto os espermatozóides paternos podem carregar tanto um X quanto um Y. Dessa forma, o cromossomo da masculinidade é passado em linha ininterrupta de pai a filho homem, mudando muito pouco com o tempo -já que ele não recombina seu material genético com os demais cromossomos.

É essa estabilidade que faz do cromossomo Y uma das pistas prediletas dos geneticistas e antropólogos que tentam reconstruir a história das populações humanas com base nos genes. O DNA presente nas mitocôndrias, as usinas de energia das células, também costuma ser usado para esse fim: ele é transmitido apenas pelas mães a filhos e filhas e, por estar separado do material genético do núcleo da célula, não se recombina. 

Estimando a taxa de mutação espontânea de ambas as variáveis, é possível saber quem andou tendo sucesso reprodutivo nas linhagens masculina e feminina -e que implicações isso tem em termos históricos. A equipe de Tyler-Smith, formada por pesquisadores ingleses, italianos, chineses, uzbeques e mongóis, colheu amostras do DNA de 2.123 homens asiáticos, pertencentes a 26 etnias diferentes, do Japão às vizinhanças do Cáucaso. 

Para determinar quais os tipos de cromossomo Y que esses homens carregavam, o grupo usou 32 marcadores genéticos. Esses trechos de DNA eram marcados por modificações características, como SNPs ("polimorfismos de nucleotídeo único", formados pela troca de uma só base ou "letra" química do código genético) e microssatélites (pequenos trechos de três ou quatro bases nos quais a mesma letra do DNA se repete). Com esses dados, foi possível definir uma "assinatura" genética do cromossomo Y para cada homem estudado. 

A família do Khan

A princípio, essa análise de rotina nada revelou de muito empolgante: mais de 90% dos homens tinham uma "assinatura" única, como costuma acontecer na maioria das populações humanas. Mas 8% da amostra total parecia se juntar num grupo de linhagens muito próximas, apelidadas de "aglomerado-estrela" pelos pesquisadores. "Lembro que nós dissemos, quase como uma piada, que ali deviam estar os descendentes de Genghis Khan", conta Tyler-Smith. A brincadeira começou a ficar séria quando os geneticistas deram uma olhada na distribuição geográfica do cromossomo: nada menos que 16 etnias, todas dentro da área que formava o império mongol quando seu criador morreu. E se transformou em hipótese quando, usando um programa de computador, a equipe calculou quando e onde o "aglomerado-estrela" teria se originado. O veredicto do software: uma origem por volta de mil anos atrás, na Mongólia. "Se você nos perguntar se essas pessoas partilham um ancestral comum, eu diria que isso é uma certeza matemática", afirma Tyler-Smith. "E algo que nos ocorreu bem cedo, como mostra a piada, é a provável ligação deles com Genghis Khan." 

Além da coincidência temporal e espacial com a família do Khan, outra pista apontava para o governante: no Paquistão, apenas uma etnia, os hazaras, tinha membros entre o "aglomerado-estrela". Coincidência ou não, a tribo se considera descendente do imperador mongol. "As conversas que tivemos com historiadores forneceram outros indícios", conta Tyler-Smith. "Numa campanha militar, por exemplo, o produto dos saques era dividido igualmente entre soldados e comandantes, mas todas as mulheres jovens tinham de ser enviadas para Genghis Khan." Isso sem falar nas diversas esposas "oficiais" que o líder teve ao longo da vida. Mesmo assim, o pesquisador de Oxford alerta: "Se você nos perguntar se temos certeza de que ele foi o originador desse cromossomo, a resposta é não, mesmo porque a estimativa mostra que ele surgiu várias gerações antes do nascimento dele", diz. "Mas ele certamente levava esse cromossomo. Não podemos excluir a possibilidade de que, no mesmo lugar e na mesma época, alguma outra pessoa tivesse sido responsável por essa expansão. Contudo, seria muito improvável que tamanho sucesso reprodutivo não tivesse motivos históricos", afirma Tyler-Smith. "Além do mais, é preciso deixar claro que tudo isso não aconteceu numa geração só. Todos os irmãos de Genghis Khan teriam o mesmo cromossomo, assim como seus filhos e netos". 

Essa família incluiria Kublai Khan, neto do conquistador e imperador da China (com as milhares de concubinas que eram parte das benesses do cargo), e linhagens reais na Rússia, na Pérsia, na Coréia e na Mesopotâmia. O último descendente de Genghis Khan a governar um reino, Shahin Girai, khan da Criméia, morreu em 1783. 

Seleção natural 

Se a hipótese da equipe de Oxford estiver correta, eles podem ter dado de cara com um tipo de seleção natural muito raro na espécie humana, causado não pelas vantagens inerentes de possuir esse ou aquele gene, mas por pertencer a um clã que concentrou o poder (e as mulheres) de um continente inteiro com uma intensidade sem precedentes.

"Em populações regionais, como os índios achés, do Paraguai, existem coisas parecidas. Todos eles têm o mesmo cromossomo Y", diz Maria Cátira Bortolini, pesquisadora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) que estuda as linhagens do cromossomo em ameríndios. "Mas eles são apenas alguns milhares de indivíduos. Numa escala mundial como essa, eu nunca tinha visto", ressalta Bortolini. "Qualquer um que estudar essas populações asiáticas vai ver as pegadas de Genghis Khan ali."

Tyler-Smith concorda: "Esse tipo de assimetria nas linhagens de cromossomo Y acontece, no máximo, entre populações inteiras. No Brasil, por exemplo, onde houve muita mistura genética, esses cromossomos são principalmente de origem européia, enquanto o DNA mitocondrial é de origem indígena ou africana. Mas Genghis Khan realmente se destaca como algo único".

"Isso demonstra a alta correlação entre os estudos com o cromossomo Y e a história", afirma Fabrício Santos, geneticista da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). "Como a história humana, principalmente quando se fala de conquistas e dominação, foi bastante machista, esse cromossomo é mais adequado que o DNA mitocondrial para responder a essas perguntas."

Por enquanto, de acordo com Tyler-Smith, é difícil saber se o "imperador dos imperadores" (tradução de "Genghis Khan", cujo nome era Temujin antes de assumir o título) deixou descendentes também entre os russos, que viveram por séculos sob domínio mongol. "Seria interessantes descobrir isso", diz o britânico.

"Eu diria que Genghis Khan é o exemplo mais extremo de algo que aconteceu outras vezes. Os homens têm uma tendência através da história a agir dessa forma quando as circunstâncias o permitem", diz Tyler-Smith. "Só sei que, toda vez que paro para pensar, fico assombrado. Um em cada 200 homens no planeta descende dessa linhagem", afirma.