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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

MAIS DE 116 MIL EMPREGOS VÃO DESAPARECER ATÉ 2013



<p>Mercado laboral vai continuar a deteriorar-se</p>
Mercado laboral vai continuar a deteriorar-se
 (Adriano Miranda)
O Banco de Portugal prevê que a economia perca 87 mil empregos este ano e 29 mil em 2013.
No Boletim Económico de Inverno, hoje divulgado, o Banco de Portugal (BdP) reviu em baixa as previsões para a economia portuguesa e aponta também para uma maior deterioração do mercado laboral, que deverá empurrar mais 116 mil pessoas para o desemprego até 2013.

A instituição liderada por Carlos Costa não faz previsões para a taxa de desemprego, mas prevê que haja uma redução do emprego de 1,8% este ano e de 0,6% em 2013, após uma quebra de 1% este ano.

Partindo dos últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos ao terceiro trimestre de 2011, que estimam em 4,9 milhões o número de pessoas empregadas, a redução de emprego prevista pelo BdP significaria menos 87,4 mil postos de trabalho a menos este ano e outros 29 mil em 2013. No total, a economia perderia, nestes dois anos, cerca de 116,5 mil empregos.

O Banco de Portugal diz que, este ano, a contracção do emprego será relativamente similar nos dois sectores – público e privado – mas avisa que, em 2013, serão os funcionários públicos a sofrer mais.
Publico.pt

O Homem que Plantava Árvores (L'Homme qui plantait des Arbres)

O Homem que Plantava Árvores, vencedor do Oscar de melhor curta de animação em 1988, é um desses contos genuínos e cativantes.
Dirigido por Frédéric Back e baseado na obra homônima de Jean Giono, o curta é sobreElzéard Bouffier, um homem muito peculiar que, além de cuidar de ovelhas, decidiu corajosamente reflorestar sozinho uma região inóspita e árida da França. O esforço solitário e paciente do pastor foi capaz de erguer uma floresta inteira com ecossistema rico e estável.
O trabalho de Back é primoroso: cada quadro desenhado à mão é uma combinação de detalhes e movimentos surpreendentes e expressivos. A animação tem 30 minutos e é narrada por Christopher Plummer.


Menage a deux

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Ângela Merkel, estiveram reunidos uma vez mais para decidirem do futuro da Europa.
Durante a conferência de imprensa o Presidente francês Nicolas Sarkozy haveria de deixar bem clara esta ideia: nada se fará sem o acordo mútuo do eixo franco-germânico. E foi neste clima que mais uma vez Merkel e Sarkozy se encontraram para guindar o futuro de um continente.
Os dois líderes voltaram a insistir no novo pacto fiscal decidido que pode chegar no final do mês, durante o Conselho Europeu, o que permitiria a sua adopção no primeiro dia de Março. “Estamos a contar que as negociações estejam concluídas nos próximos dias”, declarou Sarkozy.
A dupla Merkozy continua a discutir em almoços o futuro de toda uma Europa que se rebaixa e acata. Já decidiram que em Março vamos assinar o novo pacto fiscal, não importando se isso tiverem de passar por cima da nossa Constituição. O governo e o seu "caniche laranja" logo arranjarão uma qualquer lei especial com o beneplácito do Sr. Silva para aprovarem há pressa na Assembleia que o vai possibilitar. O que pensam os cidadãos é coisa que não perguntam porque não lhes interessa nada.


vorazes


Os países de tradição católica são ávidos importadores. Mas importadores de quê, o que é que eles importam? Tudo, desde a coisa mais útil que existe no mundo até à maior futilidade, passando por todos os graus intermédios. No dia em que deixarem de o fazer, a sua cultura deixará de ser católica ou universal.


Numa entrevista recente à televisão, o ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, depois de enumerar as dificuldades que teve para controlar os custos da saúde, indicou uma que lhe parecia especificamente portuguesa. Disse ele que, quando aparece algum produto novo no estrangeiro (medicamento, tecnologia de diagnóstico, etc.), às vezes mal saído do laboratório, às vezes nem sequer ainda comercializado no país de origem, os hospitais portugueses querem-no logo adquirir. Somos muito permissivos, aceitamos tudo, concluiu ele. (No jargão popular, engolimos facilmente toda a traquitana que nos queiram impingir, desde que venha do estrangeiro).


Mais recentemente, um médico falando-me sobre o mesmo problema, referia uma nova técnica de diagnóstico de AVC's, importada do estrangeiro (donde é que havia de ser?) e caríssima. Disse ele que a técnica tradicional produz os mesmos resultados e a muito mais baixo custo. No final da conversa, encolheu os ombros: o que é que se há-de fazer...?


Quem visite Portugal fica a pensar que este é um país com uma enorme tradição tecnológica, e não apenas na saúde. Basta percorrer as estradas. Dificilmente se encontra em algum país dos mais ricos aquela parafernália de tecnologia utilizada a cada dez quilómetros das SCUT's para o pagamento automático das taxas. Mesmo nas auto-estradas convencionais, praticamente os portageiros desapareceram para dar lugar à tecnologia. E o que dizer daquele detalhe das bermas rugosas para acordar os automobilistas que tenham adormecido ao volante?


Um país de tecnologistas? Não, nada disso. A tecnologia não é propriamente um produto da cultura católica. Na realidade, é um produto da cultura protestante, seguramente a maior contribuição dada pelo protestantismo à civilização. Não, Portugal não é um país de tecnologistas. É um país de vorazes importadores.




GATOS AMANTES DE TECLADOS


Os gatos adoram um bom local para dormir e nada como um confortável teclado(!?) para passar pelas brasas.

Porque motivo adoram dormir junto de computadores? Bom...a explicação mais óbvia talvez seja porque se sentem atraídos pelo seu calor.

Outra explicação, é a da que o seu ronronar transmuta a energia negativa que emana das máquinas. Desde há muito que se acredita que os gatos são transmutadores de energia e que, enquanto dormem, vão filtrando os lugares com baixa vibração.

Seja qual for a melhor explicação, a verdade é que estes gatos são uns fofos, não concordam?


SILÊNCIO




Entro
Dentro do silêncio
Como uma campânula
Como um ovo
Como um refúgio
Com os braços fechados em torno de mim

Entro
Dentro do silêncio
Dentro de mim

Este silêncio não é ausência
Do que vem do exterior
Pois se ouço
As ondas baterem levemente no cais
O ancinho varrendo folhas amarelas de outono
O comboio rolando nos carris
O pousar de gaivota na amurada
O esvoaçar das penas de um pássaro azul
As vozes de homens que passam
O breve assobio de ave despercebida

Entro
Dentro do silêncio
Dentro de mim
Este é o silêncio do mundo
Do mundo onde já só falo
Com o eco deste silêncio


Fê Blue Bird





 poema já publicado no meu blogue " Sonhos de Menina"
imagem deste post retirada do google
imagem do cabeçalho do blogue de Andrea Pettinari

FLOR DE LIS 2012 NA CASA DO POVO DE ESTOI


CHAROLA FLOR DE LIS COMEMOROU 50 ANOS DE VIDA



Entrei Para o Alcoólicos Anônimos


Por enquanto por motivo do problema que tenho no joelho
e incapaz de subir escadas,
estou frequentando o térreo da associação!



Os Boys "Atacam" de novo. Agora foram as Águas de Portugal.

O PS acusa o primeiro-ministro de estar a pagar favores ao nomear autarcas do PSD e do CDS 
O deputado José Junqueiro recorda que Passos Coelho prometeu em campanha afastar os aparelhos partidários dos cargos públicos e garante que vai pedir esclarecimentos.

t-shirts curiosas para quem é apaixonado por animais


Achei incrível estas estampas em 3D da marca The Mountain, quero uma, uma não todas, !












A BARCA DO CAPITAL












Elegia sem chama.








Agora tudo parece claro, o olhar foge do olhar
E as palavras banais tomam o lugar do sonho.
Assim se vivem alguns anos, com o conforto
De uma presença útil, uma presença serviçal
A quem se chama meu, como a um copo
Ou uma taça de cristal de segunda qualidade.
E ficamos satisfeitos a espaços, interessadamente
Satisfeitos, passeamos o objeto pela coleira
Invisível da existência socialmente aceite.
Mascaramos os sentidos e os sentimentos
Com palavras de ocasião, esquecemos o prazer,
O riso e a amizade, nesta geometria indecifrável
A que nos submetemos, na vaga esperança
De um dia tudo se resolver, como se por magia
Ou pela arte dos deuses o tédio, e o desinteresse
Não sejam decifráveis no olhar. Mas o que se
Esconde dos olhos nunca se esconde nos gestos.
Ou na falta deles.

Manuel F. C. Almeida

blog Avec le temps

VENHO DA TERRA ASSOMBRADA - MÚSICA E PINTURA SURREALISTA







O Amor é...
O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida.

O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força.

O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz.

O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda.

Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te.

O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz.

O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso.

Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'






Guantanamo é símbolo da degradação dos direitos humanos em nome do combate ao terrorismo diz a Amnistia Internacional



11 janeiro '12

Guantanamo é um símbolo da degradação dos direitos humanos nos Estados Unidos em nome do combate ao terrorismo, disse hoje à agência Lusa o porta-voz da secção portuguesa da Amnistia Internacional (AI), Victor Nogueira.



No dia em que se assinalam dez anos sobre a chegada dos primeiros detidos àquela base norte-americana em Cuba, Victor Nogueira recordou a promessa não concretizada do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de fechar Guantanamo, alertando que há respostas que têm de ser dadas.
"Encerrar Guantanamo é bom, mas não resolve tudo. Há outros problemas. As cento e cinquenta pessoas que ali continuam detidas têm de ser acusadas, julgadas ou então libertadas", defendeu o porta-voz da AI--Portugal, adiantando que 48 dos detidos "estão na situação de ficarem indefinidamente presos", o que é admitido pelas próprias autoridades norte-americanas.
Victor Nogueira referiu, por outro lado, que os detidos de Guantanamo que forem acusados não terão um julgamento justo num tribunal civil, como já aconteceu em casos anteriores.
"Serão julgados em tribunal militar, em tribunal de exceção, sem o cumprimento das normas internacionais de justiça, podendo ser condenados à morte", declarou, insurgindo-se contra o facto de os Estados Unidos se eximirem de responsabilidades quanto às violações dos direitos humanos, alegando que o fazem em nome da segurança do país.
"Os Estados Unidos não respondem pelas violações que cometeram, seja de detenção, seja de tortura, seja de campos secretos, seja de rendições (...). Não respeitam o direito internacional de direitos humanos, nem o direito internacional de proteção de refugiados, nem a convenção contra a tortura, nem uma quantidade de outras, e tudo isto é feito em nome da segurança", sintetizou, defendendo que as autoridades norte-americanas deviam também reparar "os danos causados a pessoas detidas injustamente".
Um relatório também hoje divulgado pela Amnistia Internacional, intitulado "EUA: Guantanamo -- Uma década de degradação dos direitos humanos", desenvolve ao longo de mais de 40 páginas dez mensagens anti-direitos humanos que Guantanamo simboliza.
A começar por "o mundo é um campo de batalha numa guerra global em que os direitos humanos não se aplicam", a AI acrescenta que "o tratamento humano de detidos é uma escolha política, não uma exigência global" e "mesmo as detenções consideradas ilegais pelos tribunais podem perdurar".
O quarto destaque refere que o direito a um julgamento justo depende da proveniência do acusado e da temperatura política interna em torno do processo, e o quinto que a justiça pode ser manipulada para garantir que é o governo que vence.
A sexta mensagem do documento diz que "a execução é aceitável, mesmo depois de um julgamento injusto", a que se segue "as vítimas das violações dos direitos humanos podem ser deixadas à sua sorte" e "olhar em frente significa fechar os olhos à verdade e credibilidade".
Como últimas notas, o documento refere que "o respeito pelos direitos humanos universais pode ser sacrificado se entrar em conflito com "os valores internos" e "padrões dúplices, em vez de padrões universais, estão na ordem do dia".
Quanto às conclusões do relatório, deixam uma interrogação: "Quanto mais tempo é que o mundo terá de esperar até que os Estados Unidos enveredem por um futuro sem Guantanamo (...) e adotem uma atitude de combate ao terrorismo que respeite as suas obrigações internacionais em termos de direitos humanos?".

Justiça

Prisão de Guantánamo completa 10 anos sem perspectiva de fechamento

Miriam Burgués.
Washington, 10 jan (EFE).- Às vésperas do aniversário de dez anos da chegada dos primeiros detentos acusados de terrorismo a Guantánamo, o fechamento da polêmica prisão americana ainda parece distante, apesar do compromisso assumido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disseram analistas e ativistas nesta terça-feira.
O primeiro grupo, composto por 20 prisioneiros, chegou no dia 11 de janeiro de 2002 à base naval que os Estados Unidos arrenda na baía de Guantánamo, no leste de Cuba. No início, eles chegaram a ser mantidos em celas ao ar livre.
O centro, que chegou a abrigar quase 800 reclusos, atualmente tem 171. 'Muitos não deveriam ter sido nem detidos e a grande maioria não é uma ameaça imediata para a segurança dos Estados Unidos', resumiu nesta terça-feira o congressista democrata Jim Moran, em um fórum organizado em Washington pela New America Foundation.
Os presos de Guantánamo foram capturados em diversos pontos do planeta desde que os Estados Unidos começaram sua guerra global contra o terrorismo após os ataques do 11 de setembro de 2001.
Como recapitulou Moran, somente 5% dos prisioneiros que passaram por Guantánamo foram detidos por forças americanas e apenas 8% são 'combatentes' da rede terrorista Al Qaeda.
Ele disse ainda que Guantánamo 'é de longe a prisão mais cara do planeta', já que cada prisioneiro custa anualmente aos contribuintes americanos cerca de US$ 800 mil.
O jornalista e escritor Andy Worthington, autor de 'The Guantanamo Files: The Stories of the 774 Detainees in America's Ilegal Prison', denunciou que alguns dos prisioneiros são considerados suspeitos unicamente por sua nacionalidade.
É o que acontece, em sua opinião, com os iemenitas por causa da 'histeria' suscitada depois que um jovem nigeriano treinado no Iêmen tentou explodir uma bomba em um avião que pousaria em Detroit (EUA) no Natal de 2009.
Worthington defendeu a necessidade de fazer uma 'campanha constante' em favor do fechamento de Guantánamo, assim como 'humanizar' os detentos, que 'nem sequer podem receber visitas de familiares'.
O fechamento de Guantánamo foi a primeira promessa de Obama em sua chegada à Casa Branca em janeiro de 2009. Apenas dois dias após sua posse, o presidente garantiu que a prisão seria fechada no máximo um ano depois.
Mas não cumpriu a promessa e, além disso, em março passado decretou o restabelecimento das comissões militares para julgar os presos, que tinham ficado em suspenso quando se comprometeu a fechar Guantánamo.
Para o governo, o culpado pelo recuo na decisão de julgar os detidos em tribunais ordinários foi o Congresso, que se negou a transferir os presos a território americano.
Em uma década, pelo menos oito reclusos morreram nas instalações de Guantánamo, dois deles em 2011, segundo as autoridades americanas.
O balanço de 2011 é dois mortos e apenas um julgamento civil, que culminou com a condenação à prisão perpétua de Ahmed Khalfan Ghailani por participação nos atentados de 1998 contra as embaixadas americanas no Quênia e Tanzânia.
'O que mudou em um ano? Nada', lamentou o coronel da reserva Morris Davis, ex-chefe da promotoria nas comissões militares de Guantánamo, ao ressaltar 'a falta de liderança' de Obama.
A última transferência de um prisioneiro (Saiid Farhi, entregue ao governo da Argélia) remonta a 6 de janeiro de 2011, segundo as informações fornecidas pelo Departamento de Estado americano.
No entanto, em comunicado divulgado esta segunda-feira, o Departamento de Estado destacou que, durante o governo Obama, foram transferidos 67 detidos, 40 deles a terceiros países.
'O compromisso que o presidente tem com o fechamento de Guantánamo é tão firme hoje como foi durante sua campanha', enfatizou na segunda-feira o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney. Segundo ele, o processo para conseguir esse fechamento enfrenta obstáculos, mas o compromisso de Obama 'não mudou em absoluto'.
O assunto deve ser abordado novamente na campanha eleitoral para o pleito presidencial de novembro, já que, 'enquanto continuar existindo, Guantánamo afeta a credibilidade dos Estados Unidos com o resto do mundo', advertiu o congressista Moran. EFE