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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Directora-geral do Orçamento abandona o cargo e deixa o (salazarinho) alcunha do ministro das finanças.


Directora-geral do Orçamento abandona o cargo

29 de Dezembro, 2011
A directora-geral do Orçamento apresentou hoje a sua demissão a Vítor Gaspar, avança o Diário Económico.De acordo com o jornal, Maria Eugénia Pires terá abandonado o cargo por não concordar com algumas políticas orçamentais seguidas pelo Executivo.
Maria Eugénia Pires terá abandonado o cargo em desacordo com algumas políticas orçamentais seguidas pelo Executivo, nomeadamente, por o Executivo ter decidido implementar novas regras de controle da execução orçamental.
De acordo com o DE, o motivo principal do afastamento terá sido a decisão governamental de acabar com o sistema de controlo trimestral do défice implementado pelo anterior ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
Maria Eugénia Pires foi uma escolha do antecessor de Vítor Gaspar.
SOL


Vítor Gaspar, ministro das Finanças (foto LUSA)
Vítor Gaspar terá alcunha de «Salazarinho»
Por Redacção

Vítor Gaspar, ministro das Finanças, é chamado pelos seus colegas de «salazarinho», revela oCorreio da Manhã.

Na edição desta quinta-feira, o jornal explica a alcunha, que compara o titular da pasta das Finanças ao antigo ditador, António de Oliveira Salazar.

A começar pelo perfil e terminando nas funções políticas, algumas particularidades semelhantes são destacadas pelo Correio da Manhã.

A nível de personalidade, o jornal destaca o carácter «sovino» das duas figuras, mas também não esquece, a nível político, os discursos da austeridade.

Se as origens das Beiras não foram esquecidas, muito menos as funções políticas: antes de se tornar presidente do Conselho do Estado, Salazar assumiu a pasta das Finanças, a mesma que Vítor Gaspar tutela agora. E, segundo o jornal, com o mesmo rigor e controlo absoluto que exige aos restantes ministérios.

O jornal destaca que estas imposições do novo «salazarinho», que também lhe valem a comparação, não deixa de fora nem o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, nem o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim.

ERA BOM RECUPERAR OS MOINHOS DA FREGUESIA DE SANTA BÁRBARA DE NEXE


fotos panoramio

O SOL BRILHARÁ - António Garrochinho


O CONTEMPLADO DO DIA

erro - contemplado e não comtemplado

Ó GASPAR, Ó GASPARZINHO !



Cá se fazem, cá se pagam

Quem estava à espera que os "avisos" de Cavaco (sobre a iniquidade dalgumas medidas contidas no Orçamento do Estado violadoras de "princípios constitucionais básicos") tivessem alguma consequência prática, bem pode ir tirando o cavalinho da chuva. É que, segundo o Jornal de Negócios, Cavaco deixou passar o prazo para enviar o Orçamento ao Tribunal Constitucional.
O governo passista tem assim caminho livre para violar a Constituição, com total impunidade, as vezes que lhe der na gana, já que o presidente da República que a jurou defender e fazer cumprir, se não está disposto a defendê-la, muito menos está empenhado em fazê-la cumprir.
Os "avisos" de Cavaco não passam, pois, de "assobios" destinados a disfarçar a sua própria nulidade. Pelos vistos, com êxito, se atendermos aos resultados das últimas presidenciais. Mas, como diz o outro: Cá se fazem, cá se pagam!

blog Terra dos espantos

A TODOS OS MEUS AMIGOS, AMIGAS E CAMARADAS ! FELIZ ANO NOVO !

De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam

que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.  

De repente, num instante fugaz, as taças de champagne se cruzam 
e o vinho borbulhante anuncia 
que o ano velho se foi 
e ano novo chegou.  
De repente, os olhos se cruzam, 
as mãos se entrelaçam e os seres humanos, 
num abraço caloroso, 
num so pensamento,  
exprimem um só desejo e uma só aspiração:  
PAZ E AMOR.  
De repente, não importa a nação, 
não importa a língua, não importa a cor, 
não importa a origem, porque todos são humanos 
os homens lembram-se apenas de um só verbo: 
AMAR.  
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, 
um só hino, 
o hino da liberdade.  
De repente, os homens esquecem o passado, 
lembram-se do futuro venturoso, 
de como é bom viver.  
De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: A VIDA.  
De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, 
porque só o homem pode alterar os rumos da vida.  
De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.  
FELIZ ANO NOVO!

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanhe ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.



Carlos Drumond de Andrade

Reveillon do pobre 

Você que vai ficar em casa, sozinho, na frente do computador, durante a passagem do ano, clique aqui e faça sua queima de fogos de artíficio virtual, colorida e sonora.
Depois de chegar ao site ser-lheá pedido (OU NÃO) para executar o Java, em seguida aparecerá um ecrã preto e aí calque com o rato e começará o fogo de artifício. Quanto mais calcar e mais rápido maior será o espectáculo. Divirta-se !!!!
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 ALGARVE, FIM DE ANO: Onde festejar a passagem de ano à borla e festejar pagando 
29-12-2011   

O Algarve tem festas de fim de ano espalhadas por toda a região em que basta levar a boa disposição para se despedir do ano velho e saudar 2012 com muita animação. Quanto a outras propostas, há preços para todas as bolsas.    
Em Albufeira o concerto de Aurea, na Praia dos Pescadores, que se inicia às 23h00 contempla uma sessão de fogo de artifício no intervalo.
A festa em Faro está marcada para o Jardim Manuel Bívar e começa às 22h30 com os The Dixie Boys, banda rockabilly com música dos anos 50 seguindo-se o fogo de artifício. “The Stone Covers Band” tocam a seguir e a partir das 02h00 os Dj Joss A e Swic aquecem a madrugada.
Lagos preparou um espetáculo de fogo de artifício na Avenida dos Descobrimentos, a mesma receita de Portimão que agendou duas sessões de pirotecnia, na Zona Ribeirinha e na Praia da Rocha.
Em Quarteira o ponto de encontro é na Praça do Mar às 22h00, atuando o Quarteto Fora d´Horas antes e depois do fogo de artifício que assinala as doze badaladas.
Tavira aposta num espetáculo piromusical, antecedido pela atuação da banda The Lucky Duckies a partir das 23h00. O DJ Viriato Muata garante a pista de dança na Praça da República pela noite adentro.
Na zona poente da marginal de Monte Gordo a festa começa às 21h30 com o Duo Reflexoseguindo-se a banda Uns e Outros (23h00) e o fogo de artifício. O cantor cubano Baby Lores continua as celebrações que se prolongam pela madrugada com Rosabrava by Guadiprod e o Dj RA.
Por sua vez, a Praça Marquês de Pombal em Vila Real de Santo António oferece animação musical com Grab it Band e o conjunto Cê Barros entre as 22h30 e as 23h45.

AQUI É A PAGAR !
Humor no fim de ano
Nos casinos, o Salão Miralago em Vilamoura, oferece animação com Stand-up Comedy do humorista Serafim música pelas Night Joker Band e Chaparral Band e o espetáculo Golden 80’s. Com jantar a partir das 20h30, a entrada custa 180 euros por pessoa.
No Casino de Monte Gordo a animação está a cargo da Slot Machines Band e N Band com o habitual jantar de gala a partir das 20h30. Os ingressos custam 130 euros por pessoa.
Por sua vez, o Hotel Algarve Casino na Praia da Rocha oferece o espetáculo do humorista Serafim e a atuação de duas bandas. Com jantar, a entrada custa 160€ por pessoa.
Ceia gourmet, champanhe e serpentinas, nos hotéis de quatro e cinco estrelas podem ir, por exemplo, dos 199 euros do Sheraton Pine Cliffs aos 240 euros do Grande Real Santa Eulália, em Albufeira, que inclui fogo de artifício exclusivo na praia.
Há inúmeras propostas em Vilamoura, Lagos, Lagoa, Tavira, Castro Marim ou na Pousada do Palácio de Estói.
Quanto a discotecas, a Kadoc faz a tradicional passagem de ano, assim como o Black Jack e a Kiss, em Albufeira.
Não se desdenhem outras opções mais populares que aliam um preço em conta, oferecendo prato de peixe e carne vinho à descrição, champanhe à meia-noite e caldo verde de madrugada, por 45 euros, como é o caso do restaurante Moreno, junto ao aeroporto de Faro, recentemente aberto. Não faltará animação musical e o bailarico promete, pela noite fora.
Observatório do Algarve


KIT EMIGRAÇÃO

Clique no link abaixo para ver imagem integral do Kit Emigração
Esta notícia tem conteúdo multimédia, clique aqui para visualizar
Já por duas vezes o governo de Passos Coelho apontou a emigração como uma solução que deveria ser seguida pelos portugueses. Perante tanta insistência, está a circular no Facebook um Kit de Emigração que, com ironia, critica esta mensagem do executivo.
Primeiro foi o secretário de Estado da Juventude a sugerir, no fim de Outubro, aos jovens portugueses que saíssem da sua "zona de conforto" optando pela emigração. Esta semana foi o primeiro-ministro Passos Coelho que aconselhou os professores desempregados a emigrar.

Ironizando com a situação, está a circular no Facebook uma imagem de um Kit de Emigração, onde se vê um logo do Governo e outro do IEFP, que contém vários objetos úteis para uma emigração portuguesa em massa.

Uma lancheira, um espaço para diploma, uma fotografia com o prato gastronómico preferido, um curso de língua estrangeira, um bilhete de avião só de ida, um passaporte de emissão gratuita, um cartão com chamadas telefónicas internacionais, duas “sandochas” e uma mini são os objetos que compõem o irónico kit.
É caso para dizer, que perante tanta insistência governamental na emigração dos portugueses, em breve este kit poderá mesmo ser comercializado... E com bastante sucesso.

Justiça deve dez milhões por não ter desocupado cadeia de Lisboa

O Ministério da Justiça devia em finais de Novembro 9,8 milhões de euros a uma sociedade anónima de capitais públicos pertencente ao universo da Parpública, a holding que gere parte do património do Estado. A dívida resulta do facto de o ministério não ter ainda desocupado o Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), vendido em 2006 por 62,3 milhões de euros a uma empresa do grupo Parpública. E de nos últimos anos não ter tido capacidade financeira para pagar a renda mensal, que custa à tutela cerca de 220 mil euros por mês.


Estabelecimento prisional de LisboaEstabelecimento prisional de Lisboa (Laura Haanpaa)
 O Ministério da Justiça devia em finais de Novembro 9,8 milhões de euros a uma sociedade anónima de capitais públicos pertencente ao universo da Parpública, aholding que gere parte do património do Estado. A dívida resulta do facto de o ministério não ter ainda desocupado o Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), vendido em 2006 por 62,3 milhões de euros a uma empresa do grupo Parpública. E de nos últimos anos não ter tido capacidade financeira para pagar a renda mensal, que custa à tutela cerca de 220 mil euros por mês.
Esta informação foi confirmada nesta segunda-feira ao PÚBLICO pela assessora de imprensa da ministra Paula Teixeira da Cruz, que adiantou que o somatório da dívida ascende a perto de dez milhões de euros. Só em 2008, o Ministério da Justiça pagou 3,1 milhões de euros de "multa pela não desocupação do Estabelecimento Prisional de Lisboa, que tinha sido alienado", revelou uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas ao Instituto de Gestão Financeira e Infra-estruturas da Justiça, concluída no ano passado.

Custos disparam

A decisão de vender o edifício localizado numa das zonas mais nobres de Lisboa, no alto do Parque Eduardo VII, foi tomada pelo então ministro da Justiça, Alberto Costa, que pretendia construir uma nova cadeia para a região de Lisboa e Vale do Tejo, que ficaria instalada em Almeirim. O novo estabelecimento prisional acabou, contudo, por nunca sair do papel, apesar de o seu custo ter disparado mesmo antes da data prevista para o início das obras.

Anteontem, no dia de Natal, a ministra da Justiça visitou o EPL, anunciando que o ministério pretende negociar a recuperação de dois imóveis emblemáticos da Justiça, precisamente a cadeia de Lisboa e também o antigo Tribunal da Boa Hora. A prisão foi vendida durante o primeiro mandato de José Sócrates e o tribunal passou recentemente para a posse da Câmara Municipal de Lisboa, com a extinção da Sociedade Frente Tejo, responsável pela gestão do imóvel.

A nova cadeia fazia parte de um ambicioso programa anunciado por Alberto Costa para a construção de dez novas prisões e a remodelação de outras três, projectos com um valor global então estimado em 450 milhões de euros. O seu sucessor, Alberto Martins, mandou reavaliar o programa e apresentou um novo valor para os projectos: 760 milhões de euros, ou seja, mais 69% do que o previsto.

A explicação para o desvio financeiro reside essencialmente na falta de planeamento na preparação dos procedimentos de contratação pública. O Conselho de Ministros, por proposta do ex-ministro Alberto Costa, autorizou a Justiça a avançar para ajustes directos, após a consulta a várias empresas. Os valores de base então recolhidos revelaram que o orçamento inicial estava completamente desfasado da realidade do mercado. Por exemplo, a cadeia de Lisboa, que estava inicialmente orçamentada em 55 milhões de euros, viu o valor base subir para o dobro, ou seja, 110 milhões.

Mas as obras nunca avançaram, porque a situação financeira do país e do próprio Ministério da Justiça nunca o permitiram. Grande parte do programa anunciado por Alberto Costa ficou na gaveta, já que dos 760 milhões de euros previstos à época de Alberto Martins e inscritos em PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central), apenas 300 milhões estavam assegurados.

Há dias, foi anunciado que a Parpública, a empresa que gere as participações do Estado e parte dos seus imóveis, começará a ser extinta em 2013, altura em que o Governo pretende ter concluída a maioria dos processos de privatização, de acordo com a nova versão do memorando de entendimento com a troika. Até lá, todo o património gerido pela Parpública ou por empresas subsidiárias que não for vendido a privados terá que ser transferido para outras entidades públicas.

Boa Hora nas mãos de Costa

A recuperação do antigo Tribunal da Boa Hora, em Lisboa, para o Ministério da Justiça terá necessariamente de passar pelo crivo do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, que recebeu a propriedade do imóvel, avaliado em 7,5 milhões de euros. O PÚBLICO tentou ontem saber junto do Ministério da Justiça e da autarquia se já foram iniciadas negociações com vista à transferência do edifício da baixa lisboeta, do século XVII, tendo ambas as instituições recusado prestar quaisquer esclarecimentos.

Quem se mostrou ontem entusiasmado com a pretensão de Paula Teixeira da Cruz foi o juiz Rui Rangel, que liderou o Movimento pela Defesa da Boa Hora contra a construção de um hotel de charme naquelas instalações. O magistrado diz que faz todo o sentido que aquele edifício seja "o grande tribunal criminal, não só porque reúne todas as condições para isso, mas também por uma questão de memória". Até à abertura do Campus da Justiça de Lisboa, no Parque das Nações, a Boa Hora funcionou como o principal tribunal criminal da capital.O antigo tribunal já teve diversos destinos previstos, apesar de nenhum ter chegado a concretizar-se. Um dos mais polémicos foi a instalação de um hotel de charme, o que motivou um coro de protestos, tendo também sido equacionada a utilização da Boa Hora para instalar o Tribunal da Relação de Lisboa, o Centro de Estudos Judiciários e um museu judiciário. A câmara estava agora a avaliar a possibilidade de transferir para ali a Assembleia Municipal de Lisboa.

Ontem ficou também a saber-se que o ministro Miguel Relvas vai presidir à comissão liquidatária da Sociedade Frente Tejo, extinta em Novembro e responsável pela gestão do imóvel. A sociedade tinha como missão promover e executar um conjunto de acções de requalificação e reabilitação urbanística na região de Lisboa.
publico.pt

No centro da periferia...


É natural e compreensível que o atual presidente do Tribunal de Contas, Guilherme de Oliveira Martins (ministro das Finanças de um governo do PS quando da introdução, à pressão, do Euro em Portugal), queira defender a sua “dama”, não admitindo a ideia de saída da moeda única.
Agora dizer que Portugal, sem Euro, estaria condenado à «mediocridade e irrelevância»...
Será que o doutor Oliveira Martins tem dado conta da real “importância” do país nas instâncias europeias? Tem reparado na “qualidade” e estatura política dos governantes que colocaram Portugal na posição em que está hoje? Acredita mesmo que estamos mais bem colocados na Europa do que tantos países que, sem Euro (alguns, mesmo sem UE), vivem melhor do que nós?
A menos que o estimado presidente do TC pertença ao número de portugueses convencidos de que o nosso "jeito" para organizar festanças, tais como campeonatos europeus de bola, expos, ou cimeiras disto e daquilo... nos tira da periferia e nos confere alguma espécie de relevância política. Digo eu...


Um manual de pirataria


O plano de resgate financeiro da Madeira, que envolve um empréstimo cujo valor Alberto João Jardim não quis revelar, implica a transferência da gestão da dívida pública da Madeira para o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, proibindo a região de mais endividamento. Todos os impostos pagar pelos contribuintes madeirenses passam a ser equiparados aos aprovados a nível nacional, de que resulta um agravamento médio de 25%. “É o acordo possível, mas sem este acordo seria pior porque estava em causa a sustentabilidade da dívida pública”, afirmou.

Os Madeirenses têm culpa de estarem onde estão porque elegerem repetidamente o Bicho da Madeira, mas quem são os verdadeiros responsáveis por aquilo que foi feito. Quem gastou fortunas em propaganda, festas, inaugurações, quem controlou a comunicação social, quem usou os dinheiros públicos a garantir vitórias eleitorais, quem impôs um "défice democrático" na Região, quem fez negócios chorudos, quem foi beneficiado, quem enriqueceu rapidamente, quem, quem, quem. A coisa está fresca, é possível apontar os culpados, politica, administrativamente e até criminalmente se houvesse vontade para isso. É possível porque eles estão lá e tem nomes e caras, mas lá como cá, uns servem-se e empanturram-se com aquilo que é de todos, mas na hora de pagar é aos cidadãos que entregam a conta ainda os acusando de viverem acima das suas possibilidades. Estas dividas não são nossas, são daqueles que geriram mal os dinheiros públicos e dele se serviram. Eles que a paguem.