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terça-feira, 13 de dezembro de 2011


Diga adeus à sua reforma


.




A transferência para o Estado da responsabilidade pelo pagamento das pensões de reforma aos empregados bancários, bem como dos montantes de reserva acumulados pelos bancos para satisfazer essas obrigações, significa o quê?



1. Funciona como se fosse um empréstimo que disponibiliza hoje 6.000 milhões de euros em troca de pagamentos futuros. 
2. Como a obrigação de pagar as pensões cabe à Segurança Social esta operação consiste numa espécie de empréstimo desta ao Ministério das Finanças.
3. Estes 6.000 milhões, que em condições normais deveriam dar entrada nos cofres da Segurança Social, vão ser gastos como? Como é que uma operação destas pode ser aceite para efeito da redução do défice quando se trata claramente de um artifício?
4. Passos Coelho propõe-se gastar 2.000 milhões em pagamentos a credores, o que será menos mau admitindo que tais pagamentos teriam sempre que ser feitos e que talvez promovam alguma dinamização da economia. Já outro tanto não se pode dizer da aplicação proposta por Seguro que consistia em "aliviar os sacrifícios dos portugueses neste Natal". Ou seja, comprar prendas a crédito, mais uma vez.

Paulo Baldaia escreveu recentemente no DN considerações extremamente pertinentes sobre esta matéria (ver mais abaixo) mas os partidos, mesmo os da oposição, pouco se referiram ao assunto. 

Diga adeus à sua reforma (II) 
Paulo Baldaia 
DN, 11.12.2011 


O que me incomoda é que os seis mil milhões de euros que a banca entregou ao Estado, e que deveriam servir para pagar as reformas de milhares de bancários, desapareceram num abrir e fechar de olhos. A maioria para tapar buracos e pagar dívidas. Perante este assalto, estranho que nem o ministro da Segurança Social se incomode, nem o líder da oposição tenha uma palavra a dizer. E os senhores de Bruxelas, que tanto rigor exigem nas cimeiras, pactuam afinal com uma aldrabice em que aceitam uma receita extraordinária sem terem em conta os encargos futuros.
Retomo o que escrevi há dois meses: "Mais cedo que tarde, vão dizer- -nos que o nosso sistema de Segurança Social já não é sustentável e explicar-nos que, por mais descontos que tenhamos feito, o Estado não poderá dar-nos mais do que um rendimento mínimo." Nessa altura, vão tentar convencer-nos de que o sistema de Segurança Social que construímos era irrealista, que fazíamos vida de ricos, sendo pobres. Os governantes que nas últimas décadas desbarataram fundos de pensões, nacionalizados para pagar erros de governação, estarão a assobiar para o lado.
No meio desta desgraça que se abate sobre as futuras gerações de pensionistas, temos o primeiro-ministro a falar de um excedente de dois mil milhões de euros e o líder da oposição a encher-se de razão porque, afinal, havia uma almofada. Nem um nem outro se dão conta de que nos estão a empobrecer para todo o sempre. Ficar mais pobre agora para pagar erros do passado e preparar o futuro é aceitável, mas não podemos aceitar que estejam a utilizar o dinheiro que lhes confiámos, para nos devolverem na velhice, sem sequer nos darem uma explicação.

Iconografia moderna e laica (16) : a multiplicação dos pães



Nós não temos senão 5 pães e 2 peixes...
Lucas, 9: 18.

Ao que parece, a multiplicação é, por alguns exemplos, uma operação perigosa. Jesus Cristo, que a praticou por três vezes (nas bodas de Canã, e mais duas com discípulos e seguidores), foi preso e crucificado. A Dona Branca e Bernard Madoff acabaram ambos na cadeia. Pode ser que o Oliveira Costa escape, graças à camaleónica Justiça à portuguesa. Nesse caso, será a excepção que confirma a regra...

Santa Bárbara de Nexe: Assalto a restaurante (sábado 10 Dezembro 2011)

Agredido a soco em roubo armado

Armados com caçadeiras de canos serrados, três assaltantes de cara tapada invadiram ontem de madrugada um restaurante, em Santa Bárbara de Nexe, Faro. O proprietário foi violentamente agredido, com vários socos e pontapés, e fechado numa arrecadação.



O assalto ocorreu por volta da 01h30, altura em que José Ganhão, de 49 anos, se preparava para fechar. O proprietário do Alagoas era a única pessoa dentro do estabelecimento no momento em que foi surpreendido por três indivíduos com a cara tapada.
"O meu pai ia a sair do restaurante mas quando abriu a porta foi empurrado para dentro por três homens com uma caçadeira de canos serrados cada um", explicou ao CM o filho da vítima, José Ganhão, de 29 anos.
O empresário foi arrastado pelo restaurante, aos socos e pontapés. Os assaltantes perguntavam-lhe aos gritos pelo dinheiro. "Levaram-no para a cozinha, bateram-lhe mais e roubaram-lhe o dinheiro que tinha do dia e um fio de ouro. Depois fugiram e deixaram-no fechado numa arrecadação", adiantou o filho da vítima, a qual teve que receber assistência hospitalar devido aos ferimentos sofridos durante o assalto.
Ao que o CM conseguiu apurar, os ladrões levaram cerca de 5 mil euros e fugiram com o Audi Q5 de José Ganhão, avaliado em cerca de 50 mil euros. José Ganhão explora o restaurante Alagoas há 11 anos e já foi assaltado várias vezes, mas nunca envolvendo violência.
A GNR tomou conta da ocorrência mas a investigação passou para a Polícia Judiciária.

esquecer - poema de António Garrochinho


ALENTEJO II


Ó terra de oiro antigo e céu sem fim

Pontilhada de verde e de castanho,

Eu quero-te sem prazo e sem tamanho

Com este querer maior que existe em mim



Terra de ervas e flores, como um jardim

Espraiando-se orgulhoso em mundo estranho,

Subitamente a tela de um rebanho

Que, ao surgir, se nos deixa ver assim



Que o teu povo magoado te acrescente

Os laços sempre férteis da semente

E possa eternizar-te no seu "cante "



Que a tua voz se eleve eternamente,

Que seja sempre livre a tua gente

E que haja em ti fartura a cada instante!










Maria João Brito de Sousa
blog pekenasutopias

sobras - poema de António Garrochinho



Ainda acredita no Pai Natal?

TERÇA-FEIRA, 13 DE DEZEMBRO DE 2011


Qualquer pessoa necessita de histórias simples, com morais maniqueístas e facilmente atingíveis, para poder facilmente interpretar a realidade que a rodeia. E, como seria de esperar, a comunicação política assenta bastante neste tipo de vicissitude. Os actores políticos simplificam a realidade, dando-lhe uma forma adequada à captação de simpatizantes para os seus pontos de vista. Assim sendo, o grande desafio em termos de comunicação política consiste em conseguir produzir uma narrativa que consiga obter mais aderentes do que a narrativa do adversário. Adaptando a ideia à presente quadra, a nosso conto de Natal tem de ser o mais verosímil, de modo a que todos acreditem no nosso Pai Natal.

Transpondo para o momento actual em Portugal, a mensagem de que “andámos a viver acima das nossas possibilidades, sendo agora necessário redimir-nos”, passou muitíssimo bem nos mais diversos sectores sociais. Existe de facto uma grande compreensão perante o quadro de sacrifícios agora pedido. Peguemos então em três exemplos concretos da presente narrativa da austeridade. Ou seja, exemplos que demonstram bem que entre a realidade e a crença produzida vai uma enorme distância.

Em primeiro lugar, andamos agora convencidos que o presente crise se deve à forma descontrolada como uma série de Estados europeus geriu a dívida soberana. No fundo, os Estados gastaram mais do que deviam em infra-estruturas e num Estado social acima das suas possibilidades. Eis pois a razão porque a economia mundial quase implodiu nos últimos anos, certo? Pois... Todos parecem ter-se já esquecido que a presente crise surgiu devido à falência de uma série de empresas financeiras americanas, nomeadamente o Lehman Brothers. Foi o nervosismo de todo um sector totalmente desregulado que magicamente transformou a crise dos mercados financeiros na crise da dívida soberana dos Estados.

Vamos a um segundo exemplo. Parece-nos agora claro que existe um quadro laboral demasiado permissivo em determinados países, com consequências directas na produtividade. Pegamos no exemplo grego e assumimos rapidamente que são pouco trabalhadores, roçando mesmo a preguiça e a malandrice descarada, correcto? Pois... Mas uma simples vista de olhos pelos dados do Eurostat demonstram-nos, por exemplo, que os gregos são o povo que mais horas por semana trabalha na Europa. E esta, hein? Parece que afinal o problema da produtividade grega não surge de um mercado de trabalho demasiado benevolente.

Por último, parece-nos quase indiscutível que é preciso colocar um ponto final aos abusos e despesismo públicos dos últimos anos. É preciso acabar com regalias, com a abstinência no trabalho, com despesas mal feitas. É preciso melhorar a eficiência e a eficácia do aparelho público, atacando sem tréguas os abusos a que era sujeito, correcto? Pois... Mas se fosse esse o objectivo, o rigor, a transparência dos processos e a fiscalização seriam as medidas adequadas para o fim em causa. No entanto, o caminho seguido tem sido o do corte, da eliminação de direitos, das privatizações.

Este último ponto é particularmente elucidativo. Podemos acreditar que os sacrifícios agora pedidos surgem de uma vontade clara de melhorar o modelo económico e social europeu que prevaleceu até à data, eliminando desperdícios e as ditas gorduras existentes. Ou podemos estar certos que é uma mudança de modelo com preceitos liberais que, sendo naturalmente legítima, está a operar-se de forma muito pouco transparente. No fundo, uma mudança demasiado assente em narrativas. Cada um acredita no Pai Natal que quiser…


Artigo hoje publicado no Açoriano Oriental
blog Activismo de sofá

á deriva - poema ilustrado de António Garrochinho


memória - poema de António Garrochinho

memória

quando era nova sabia


cantigas, e tinha alegria


na boémia com a rapaziada


com as mágoas que tenho vivido

de tudo me tenho esquecido


já não me lembra mais nada !!!


António Garrochinho



no créspulo da tarde - poema de António Garrochinho


O TÚNEL



Ataque no centro de Liège faz dois mortos e vários feridos

13.12.2011
Pelo menos duas pessoas terão morrido e cerca de 12 ficaram feridas num incidente no centro da cidade belga de Liège. Pelo menos três atacantes terão disparado e lançado granadas contra uma paragem de autocarro. Pelo menos um dos atacantes suicidou-se com um tiro na cabeça.

De acordo com o jornal belga "Le Soir", para além do atacante que se suicidou, outro foi detido pela polícia e o terceiro continua em fuga. Pouco antes das 13h00 o mesmo jornal avançava que o atacante em fuga estaria escondido num anexo do tribunal da cidade. Pouco depois das 13h00 soube-se que uma unidade policial entrou no tribunal.

Paralelamente foram detectados objectos qualidicados de "suspeitos" em torno do local onde se deu o ataque, na Praça de Saint-Lambert, em pleno centro da cidade de Liège. Já está no local uma brigada de minas e armadilhas.

Ainda de acordo com o "Le Soir", os homens terão usado armas kalashnikov e explosivos do tipo thunderflash.

Um dos feridos é uma criança de dois anos que estava, ao início da tarde, "entre a vida e a morte", segundo o mesmo jornal belga, que está a fazer uma actualização ao minuto da situação no terreno.

Toda a área da Praça de Saint-Lambert foi fechada aos peões e ao trânsito pela polícia.

Após o ataque, muitos transeuntes refugiaram-se nas lojas circundantes e no tribunal adjacente à praça.

PUBLICO.PT

há-de chegar - poema de António Garrochinho

Anorexia Económica


É doença, é uma patologia, os sintomas são evidentes e a causa conhecida. Emagrecer ainda mais a nossa economia só pode levar à desgraça do país. Trate-se do doente removendo as causas., que têm caras e nomes. A cura só pode estar na determinação de todos nós, na forma como soubermos exigir a mudança. Não é com fome, pobreza e miséria que secura a anorexia económica. Vamos não aceitar o remédio que nos querem impor, mas vamos escolher a liberdade, a democracia, o trabalho e a justiça social como tratamento.


A DIFERENÇA ENTRE UM COVEIRO E UM ASSESSOR

Vejam bem qual é a diferença entre um coveiro e um assessor …………………

Dá que pensar!

EXEMPLO 1
Ora atentem lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro:

No aviso nº ---- (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J.
Para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à roda de 3500 euros).
Na alínea 7:... "Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na
"... Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."


EXEMPLO 2

Já no aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450 EUR mensais.
Método de selecção:
Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos.
A prova consiste no seguinte:
1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;
2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;
3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.
4. - Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.
5. - Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.
6. - Os cemitérios fornecem documentação para estudo.
Para rematar, se o candidato tiver:
- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;
- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;
- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.
7. - No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.


ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 ? MENSAIS!

Enquanto o outro, com 3.500? só precisa de uma cunha...!!!

Vale a pena dizer mais alguma coisa...?!

Moralidade... precisa-se com urgência!

Por estas e por outras, é que em Portugal existem Coveiros Cultos e Assessores de merda.

Sorria! o melhor vídeo de motivação da internet!

Alan Parsons Project - Eye In The Sky.

Kate Bush - Babooshka.

COMO SE DESTRÓI UM PAÍS



Como se destrói um país

Muito daquilo a que temos assistido em Portugal poderia ser sintetizado num livro tendo como título “Manual de destruição de um país”. O incrível é que o governo foi eleito ainda que um programa já esquecido, o país continua a ter um Presidente da República, forças armadas, Tribunal Constitucional, imprensa supostamente livre, Procuradoria-Geral da República e muitas outras instituições que assistem tranquilamente à implosão de um país comandada por um licenciado em gestão que até está convencido de que em aritmética há um mínimo denominador comum.

Para destruir um país:

Forma-se um governo de gente mal preparada ou totalmente ignorante para as pastas que assumem e que sendo ignorantes até podem ficar com super ministérios como o que foi atribuído a Assunção Cristas.

Transformam-se os compromissos internacionais assumidos na causa de todos os males e inventam-se todas as mentiras necessárias para justificar o extremismo do ministro das Finanças ou para encobrir os abusos do Alberto João.

Adoptam-se medidas de austeridade brutais sobre um grupo social que é exibido perante o país como um grupo de inúteis e parasitas, culpado pela situação a que chegou o país.

Eliminam-se todas as expectativas para os mais jovens empurrando os mais qualificados, profissionalmente ou academicamente, para a emigração em busca de conforto como disse o secretário de Estado da Juventude, cargo que devido à quebra da natalidade e à fuga do país só existe para dar emprego a um boy.

Adopta-se uma política económica que conduza o país a uma espiral de recessão que justifique todas as medidas pensadas pelo Gaspar mas que não constam do acordo com a troika. Quando o país for incapaz de controlar o défice porque a recessão reduziu a receita fiscal culpa-se novamente os funcionários públicos de todos os males do país, um pouco à semelhança do que Hitler fez com os judeus, ainda que para já apenas esteja previsto o despedimento em massa de funcionários públicos.

A recessão brutal é um excelente argumento para despedir funcionários públicos e para o encerramento de serviços públicos de qualidade, designadamente, hospitais e escolas.

Designa-se um ministro da Educação que cuja função não é melhorar a qualidade do ensino mas destruir todos os progressos alcançados, adoptando-se um conceito de ensino dos tempos do Salazar. É preciso despedir professores e para isso é indispensável aumentar os alunos por turma ou proceder à alteração dos currículos. Um país subdesenvolvido e empobrecido não precisa de quadros mas sim de mão de obra barata e pouco qualificada que trabalhe mais horas de trabalho por semana sem qualquer compensação remuneratória.

Designa-se para ministra da Justiça uma senhor que oscila entre não saber o que faz e fazer o que o sindicato dos magistrados manda. A melhor forma de tornar a justiça célere e eficaz é condenar com base em suspeitas sempre que o arguido não consiga provar a sua inocência, há quem lhe chame justiça à americana mas vai ser conhecida como justiça sumária à portuguesa.

Lança-se a suspeita sobre o exercício o direito constitucional à manifestação disfarçando polícias de extremistas anti-governo, vitimizando o governo e criando condições para questionar os direitos cívicos.
 
PS: Aceitam-se aditamentos e sugestões na caixa de comentários para ajudar Passo Coelho, Portas e Gaspar a cumprirem a sua missão com competência e celeridade.
Blog O Jumento

SE ALGUÉM...


«Se alguém se sente incomodado com a tua presença, é porque conhece o teu brilho, sabe da tua força, inveja o teu carácter e teme que os outros vejam o quanto tu és melhor, quanto a tua alma é mais evoluída.
Não é a aparência, é a essência. Não é o dinheiro, é a educação. Não é a roupa, é a atitude! 
A ignorância gera a inveja, que é uma confissão de inferioridade.» (Cristina Franco)
blog Galatea e Triton

a tua presença - a tua boca : dois poemas de António Garrochinho





  São Brás de Alportel com novas taxas de água e recolha de lixo 
09-12-2011 11:27:00 

O Novo Tarifário dos Serviços de Abastecimento de Água, Saneamento e Resíduos Sólidos de São Brás de Alportel já está em vigor. Contribuintes pagam 80% dos custos e autarquia 20%. Saiba mais.    
Os novos preços passaram a ser cobrados a 1 de novembro e já constam da futura deste mês e, segundo o município, procuram responder à imposição legal que obriga os municípios à adequação dos seus tarifários a nova legislação, de acordo com os princípios da recuperação de custos.
Em casa está a sustentabilidade dos recursos hídricos, com a penalização dos desperdícios e os consumos mais elevados e a valorização de resíduos, incentivando a adesão dos utilizadores finais aos sistemas de recolha seletiva de materiais e à valorização de resíduos, salienta o executivo liderado por António Eusébio.
O Município garante ainda que pretendeu, simultaneamente, “conferir maior rigor, justiça e solidariedade no pagamento destes serviços, o novo tarifário implementa novos critérios, ajustados aos diferentes consumidores”.
Assim, criou um tarifário através do qual “paga mais quem mais consome mais polui e paga menos quem tem maiores dificuldades”, procurando ainda obter melhores serviços, com maior respeito pelo ambiente.
Contudo, “a Câmara Municipal tem um custo anual global que ascende a perto de 2 milhões de euros, sendo que as receitas cobradas pela autarquia cobrem apenas cerca de 80% das despesas, suportando a autarquia mais de 20% destes custos, para assegurar, à população o abastecimento de água, saneamento e recolha e encaminhamento de resíduos sólidos”.
O novo tarifário esta disponível aqui .    
Os novos preços passaram a ser cobrados a 1 de novembro e já constam da futura deste mês e, segundo o município, procuram responder à imposição legal que obriga os municípios à adequação dos seus tarifários a nova legislação, de acordo com os princípios da recuperação de custos.
Em casa está a sustentabilidade dos recursos hídricos, com a penalização dos desperdícios e os consumos mais elevados e a valorização de resíduos, incentivando a adesão dos utilizadores finais aos sistemas de recolha seletiva de materiais e à valorização de resíduos, salienta o executivo liderado por António Eusébio.
O Município garante ainda que pretendeu, simultaneamente, “conferir maior rigor, justiça e solidariedade no pagamento destes serviços, o novo tarifário implementa novos critérios, ajustados aos diferentes consumidores”.
Assim, criou um tarifário através do qual “paga mais quem mais consome mais polui e paga menos quem tem maiores dificuldades”, procurando ainda obter melhores serviços, com maior respeito pelo ambiente.
Contudo, “a Câmara Municipal tem um custo anual global que ascende a perto de 2 milhões de euros, sendo que as receitas cobradas pela autarquia cobrem apenas cerca de 80% das despesas, suportando a autarquia mais de 20% destes custos, para assegurar, à população o abastecimento de água, saneamento e recolha e encaminhamento de resíduos sólidos”.
Observatório do Algarve.


Soluções...


Enquanto a ministra da justiça mostra o (pouco) que vale, ao decidir resolver os problemas da dita justiça atirando para cima dos advogados a “culpa” de todos os males; enquanto o seu patrão confirma a canalhice de aumentar os horários de trabalho; enquanto se aumenta para mais do dobro o acesso à saúde a muitos milhares de portugueses... a menos que estes se apresentem em andrajos e de joelhos, apelando à caridade, ou morram, o que ainda será mais lucrativo para estes bandalhos... os verdadeiros destinatários de todo o dinheiro que os nossos “governantes” roubam aos portugueses mostram-se implacáveis, apesar dos sorrisos pepsodent dos dirigentes europeus.
Sei de uma coisa que acalmaria tanto “os mercados”, como os seus lacaios... uma solução que vai parecendo mais adequada a cada dia que passa, embora reconheça que é uma solução muito radical, perigosa, pouco dialogante e etecetera e tal...
Esgotemos então as outras vias disponíveis... mas as cordas demasiado esticadas são muito imprevisíveis.