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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Míssil hipersónico a 6124 kms/h ao nível do mar


Pentágono testou recentemente um míssil que percorreu 3700 quilómetros em menos de meia hora.
Esta semana, o Pentágono testou com sucesso uma bomba hipersônica, que voou a uma velocidade oito vezes maior que a do som – ou seja, quase 3 quilômetros por segundo. Com a tal arma, é possível atingir um alvo localizado em qualquer lugar do planeta em menos de uma hora.

A Advanced Hypersonic Weapon (Arma Hipersônica Avançada, em tradução livre) foi disparada no Havaí, EUA, por um foguete de 16 toneladas e 10 metros de comprimento. Em poucos minutos, a bomba chegou ao ponto final, o atol de Kwajalein, na República das Ilhas Marshall, distante quase 4 mil quilômetros da ilha inicial,pode ler-se num comunicado divulgado pelo Pentágono .Segundo a porta-voz do Pentágono Melinda Morgan, o teste teve como objetivo captar informações sobre a aerodinâmica, navegação, orientação e controle de tecnologias térmicas de proteção.
blog Dsul 

ELEIÇÕES EM ESPANHA - VITÓRIA DE PIRRO ?

Mais um. Também o governo espanhol,  socialista por sinal, foi varrido com estrondo pelo eleitorado. O pano de fundo é o mesmo de outras mudanças políticas na Europa periférica: a crise das dívidas soberanas, o desemprego e a austeridade.
Assim tem sido, com eleições (Irlanda, Portugal e Espanha) ou sem eleições (Grécia e Itália), instalou-se a crença de que a substituição de governos chega para travar o avanço da maré de juros e de recessão que começa a instalar-se na Europa.
A onda de contestação que derrubou os socialistas, recolocou no poder o PP após um intervalo de sete anos de governação de J.L.R. Zapatero. Com uma abstenção de 28,3%, à vitória da direita nacional em quase toda a Espanha apenas escaparam as nações históricas do País Basco e da Catalunha, onde as maiores representações parlamentares foram para as formações nacionalistas – para os conservadores da CiU na Catalunha e para a frente da esquerda abertzale Amaiur no País Basco.
Apesar da continuidade do bipartidarismo – PSOE e PP somam 276 dos 350 deputados e mais de 17 milhões e 800 mil votos -, o congreso espanhol passa a partir de agora a contar com representantes de treze formações políticas, contra as nove no anterior parlamento, com um total de 54 deputados (eram 26 no parlamento anterior). De entre as formações de âmbito nacional, relevo ainda para a considerável subida da frente dinamizada pelos comunistas, a Izquierda Unida, que passa de 2 para 11 deputados e para a UPyD (de matriz nacionalista espanhola, laica e progressista) que conquista cinco deputados, contra um nas anteriores eleições gerais.
Mercados derrubam governos
Agarrados à bóia democrática das eleições, mas com os eleitorados condicionados por essa força verdadeiramente determinante que são os “mercados”, os sistemas políticos europeus têm substituído governo atrás de governo. Se assim tem sido nos países da periferia, adiante se verá o que vai acontecer no centro norte da Europa. À bóia democrática justapõe-se o peso pesado da “crise sistémica” com o seu cortejo de penalizações para as classes médias e que empurram as embarcações nacionais para um fundo de recessão. O exemplo de uma crise em tempos de globalização, em que cada uma das nações é demasiado pequena e insignificante para se opor à força dos ventos que sopram dos “mercados”.
Uma das lições que é já possível retirar é a de que política é crescentemente determinada por factores irracionais ou incompreensíveis que emanam das leituras de agências de rating e dos mercados financeiros. E que se tornaram – por obra e graça das instâncias políticas – nos verdadeiros deuses ex machina do sistema político. Políticos eleitos são cada vez mais representantes e executores de políticas não sufragadas, decididas em função de obscuros interesses dos “mercados”.
M. Rajoy em Espanha, como P.Coelho em Portugal, venceram eleições sem se comprometerem com nada em concreto, sem políticas nem medidas definidas; venceram porque estavam lá e beneficiaram do rotativismo instalado. Rajoy foi a votos pela terceira vez. P. Coelho actualizou a famosa máxima de D. Barroso “tenho a certeza que serei primeiro-ministro, só não sei é quando”.
Os continuados aumentos dos juros implícitos da dívida espanhola que já hoje “saudaram” a vitória de M. Rajoy, querem dizer que os mercados não lhe concederam a margem “de mais de meia-hora” que o líder da direita espanhola lhes havia implorado ainda enquanto candidato ao lugar.
Bem podem estes e outros lideres eleitos põr-se de cócoras a pedir favores aos mercados, pois que de pouco ou nada lhes servirá. Há que reformar no sentido do primado da política sobre a economia dos interesses particulares, nebulosos e socialmente irresponsáveis.

post Carlos Anjos
Praça do Bocage

EM BUSCA DAS MONTANHAS AZUIS - NOVO SINGLE DE FAUSTO



Dia 21 Novembro, Fausto termina a trilogia que começou com "Por Este Rio Acima"

 De salientar que "Em buscas das Montanhas Azuis", o novo trabalho do músico, disco Antena 1, completa a trilogia que começou com a edição do disco «Por Este Rio Acima», em 1982, e prosseguiu com «Crónicas da Terra Ardente», em 1994.
Se os primeiros trabalhos abordavam a saída dos portugueses em direção a África e à Índia, e a sua viagem marítima até lá, o novo trabalho descreve a entrada em terra firme através do continente africano.
A conclusão do tríptico reforça a importância máxima da criação de Fausto. Não só num formato de retrospectiva da história de Portugal, mas incidindo muito profundamente no tempo presente e nas relações mantidas entre Portugal e o continente africano, num momento de reflexão sociológico, musical e político que sempre fez parte do código de composição de Fausto Bordalo Dias.
Em termos musicais o disco eleva o patamar para uma nova descoberta de abordagens à música tradicional portuguesa, num trabalho intenso que Fausto tem mantido ao longo da sua carreira.

Sendo um disco há muito tempo aguardado, as expectativas são enormes em torno deste regresso de um artista considerado por muitos como um dos patrimónios indispensáveis da história da música portuguesa
.

Governo vai dar mais dinheiro a Jardim!!!???

O Governo detectou um "erro" na proposta de Orçamento do Estado para 2012 que, ironia das ironias, levará hoje a maioria PSD/CDS a propor uma alteração que dará mais dinheiro à Região Autónoma da Madeira e menos à Região Autónoma dos Açores.
“in Diário de Noticias”
A Madeira vai gastar mais de três milhões de euros em luzes de Natal e no fogo-de-artifício da passagem de ano, informa a edição desta segunda-feira do Público!!!???
“in Diário Digital”
Mais uma mentira de Passos Coelho,parece que cada vez que vai á casa de banho muda de ideias. Um dia diz uma coisa e no dia seguinte faz outra!
Afinal a Madeira não pertence ao mesmo país onde para combater a crise há cortes de pensões, ordenados, aumentos de impostos, cortes na saúde na educação….
Na Madeira é tudo á ”rica”, animação, fogo-de-artifício, iluminações de natal e para “variar“, com uma adjudicação feita por ajuste direto a uma empresa do antigo deputado regional do PSD Sílvio Santos que é favorecida pelo Governo Regional desde 1996, isto depois de o concurso público ter sido cancelado, por queixas dos outros concorrentes.
Faço minhas estas letras que já li hoje em qualquer lado: 
“Passos Coelho, o maior embuste que apareceu em Portugal, o “Pinóquio” era um menino de coro ao pé deste.”

NA MINHA PRÓXIMA VIDA

Na minha próxima vida, quero viver de trás para frente.
Começar morto, para despachar logo o assunto.
Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.
E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer.
Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilà!
-desapareço num orgasmo.

anseios - poema ilustrado de António Garrochinho

ÚLTIMA HORA: ALBERTO JOÃO JARDIM ENLOUQUECEU (finalmente)E RI-SE dos colonizadores!

Jardim gasta três milhões em luzes de Natal e pirotecnia da passagem de ano


21 de Novembro, 2011


Entre 9 de Dezembro e 6 de Janeiro do próximo, a Madeira deverá gastar cerca de cinco milhões de euros em iluminações, fogo-de-artifício e animação. De acordo com o Público de hoje, no primeiro dos três itens, os dois milhões de euros foram directamente adjudicados a uma empresa liderada por Sílvio Santos, ex-deputado regional pelo PSD.
Dos três milhões para as iluminações natalícias e para a pirotecnia da passagem de ano, 2,29 milhões de euros foram remetidos para o próximo ano, para contornar os problemas de tesouraria da região, lê-se no jornal.

O concurso público para as iluminações de Natal até 2014 e três eventos (Natal, Carnaval e Festa do Vinho) tinha sido ganho pela Luzosfera, que admitia pagar 4,3 milhões de euros. As propostas dos concorrentes ultrapassavam os seis milhões, mas contestaram a escolha daquela empresa pelo ex-deputado na Assembleia Regional, a quem o cartaz acabou por ser directamente adjudicado.

As maiores autarquias do país decidiram fazer cortes drásticos nas iluminações de Natal (no Porto, em metade; em Lisboa de 850 mil para 150 mil euros), mas na Madeira o programa de fim de ano será idêntico ao de edições anteriores, incluindo os 12 minutos de fogo-de-artifício.

SOL

O triunfo dos porcos



O triunfo dos porcos 18-11-2011


George Orwell, na obra que dá título a esta crónica, coloca o narrador a dada altura a dizer “todos os animais são iguais, mas existem alguns animais mais iguais que outros”.
O discurso e registo do poder são ricos em provar continuamente a alegoria de Orwell. E é natural que assim seja, porque o poder é exercido continuadamente por capatazes do império da finança e dos interesses desse bastardo a quem ninguém chama filho, o mercado.
Por exemplo, todas as decisões são tomadas enfaticamente em nome do superior interesse público.
Vamos apenas a dois exemplos: A nacionalização do BPN foi uma decisão que defendeu o interesse público, sabendo-se que todos os portugueses, os que pagam impostos (animais mais iguais que outros) vão suportar todos os custos, até da venda?
Foi de interesse público, o governo, no processo de negociação das SCUTs introduzir a pedido de um dos consórcios, duas autoestradas já portajadas, ficando o Estado, nós todos, a pagar 1800 milhões de euros durante dezenas de anos a esse consórcio?
Agora querem-nos fazer crer que não existe alternativa à cobrança coerciva dos nossos rendimentos para pagar a incompetência, a negligência e a indigência que durante décadas presidiu ao desmantelamento do edifício que cada um foi fazendo com o produto do nosso trabalho, traduzido em impostos vários. Mas existe e eles sabem que existe.
Por exemplo, sempre que se fala da crise a partir de 2008, ameaçaram-nos com a bancarrota e o extermínio como nações e povos, se não salvássemos exatamente os mesmos que nos empobrecem e vão continuar a empobrecer.
Mais, vão dizendo que esta crise é pior que a de 1929 e que eles aprenderam com a coisa e por isso é que agora é possível fazer diferente. Escuso de evocar a situação calamitosa em que os países europeus se encontram e muitos outros, e da ameaça permanente que paira sobre nós, apesar dos cortes, extinções, anulações, castrações o que quiserem que para aí andam a fazer.
Vou resumir o que foi o new deal de Roosevelt: o investimento maciço em obras públicas, o controle sobre os preços e a produção, a diminuição da jornada de trabalho, dar dinheiro diretamente às pessoas.
Tudo isto resultou no seguinte, o dinheiro era dado a quem devia o aos bancos e estes recebendo dos seus devedores devolviam o dinheiro à economia e o equilíbrio foi-se mantendo e tudo foi recuperando. É mais ou menos assim que estão a fazer não é? A mim parece-me exatamente o contrário.
Portanto, sempre que o poder, seja o original, seja o dos capatazes, nos vem dizer que isto tem de ser assim, que temos de empobrecer para que meia-dúzia fiquem mais ricos, é no mínimo a confirmação que no reino animal do triunfo dos porcos, mesmo entre bichos da mesma espécie a igualdade é coisa que não existe nem nunca existirá.
Na obra de Orwell os porcos líderes tinham uma ideia sobre o futuro que não incluía todos os bichos nem sequer todos os porcos, e eu vejo que o meu estatuto de elemento pertencente ao reino animal, não podendo ser porco, estou tramado, quando muito borrego a caminho do matadouro.
O que é engraçado é observar a luta que se trava em algumas quintas para assumir a gamela do poder/orçamento a nível local e regional. Sim, porque isto está mal mas é para quem não tem afinidade com partidos do arco do poder, porque esses conseguem sempre ter milho que chegue para si e para a sua prol, sempre numerosa e lustrosa.
Talvez porque o toucinho tenha muita gordura, rapidamente chegados ao poder, diretores regionais disto e daquilo, diretores de serviço, chefes de divisão, etc, parece que sofrem todos um ataque de estupidez entorpecente, nivelando-se pelo nível da erva, próximos dos rastejantes e esguios bichos que apenas são predadores de coisas pequenas, bem mais pequenas do que eles, e tratam logo de aumentar o número de lugares na manjedoura para que pareça que todos somos iguais.
Mas mesmo nessas quintas, pequenas é certo, a igualdade não é para todos. É assim que apesar das múltiplas varas, ninhadas, bezeiras, enxames, temos sempre uns quantos bichos que ficando em contato com os mortais que pagam impostos e cumprem com as suas obrigações e dos outros, porque quem manda pode, corremos o risco de ficarmos conspurcados sem nunca entrar em qualquer pocilga.
Temos de criar uma quarentena para esta bicharada toda, sob pena de continuarmos a ser mandados e empobrecidos por animais rasteiros, não vertebrados, que apenas utilizam a massa cinzenta para dizer yes minister.

Jaime Ferreira
Especialista em Saúde e Família
Observatório do Algarve
'política' 'cidadania' 'bancos' 'crise' 'impostos'

Reles... ou "Os Três Trastes Tigres" (*)


Há dias, numa entrevista, o actor José Pedro Gomes comentou com muita graça a intensão da troika ocupante e dos seus lacaios locais, de aumentar os horários de trabalho em mais meia hora por dia. Disse ele que, com a nova peça já escrita, encenada e ensaiada, não estava a ver como raio é que iam conseguir acrescentar mais meia hora ao espectáculo.
É esta preciosa capacidade de, mesmo nos momentos mais cinzentos, conseguirmos fazer do humor e do riso, combustível para a nossa necessária resistência, que nos ajuda a suportar a visão, audição e leitura de bandalhos como o protofascista João Duque e a sua apologia da censura, manipulação e controlo da informação por parte do governo, afirmando que isso é “a bem da nação”... mesmo sabendo que não é.
Ou como o sociopata, perdão... sociólogo (que alguns, inexplicavelmente, identificam como uma figura "de esquerda") Manuel Villaverde Cabral, que de uma penada, resolveu desrespeitar décadas de luta de milhões de trabalhadores (e o sacrifício da vida de muitos deles) pelos seus direitos, condições de trabalhos e duração da jornada desse mesmo trabalho... afirmando que é perfeitamente aceitável acabar com o 1º de Maio... dado que a comemoração desta data «é a mesma coisa» que o 25 de Abril... mesmo sabendo que isso não é verdade.
Ou como o calhordas Vital Moreira que, embora não concordando (segundo diz) com os cortes de salários no sector privado, acha, no entanto, que é aceitável o aumento dos horários de trabalho, para se conseguir uma maior “produtividade”... mesmo sabendo que isso é mentira.
Muitas carradas de ânimo e “combustível” serão necessárias para resistir a lixo deste calibre!

* Desculpa lá, Ana Deus...

GOLPES DE ESTADO NA GRÉCIA E EM ITÁLIA.

Posted: 15 Nov 2011 03:41 AM PST
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Golpe de Estado: tomada inesperada do poder governamental pela força e sem a participação do povo. (Dicionário Houaiss)

A banca no poder, ou o poder da banca.
As substituições de Georges Papandreou por Lucas Papademos e de Berlusconi por Mario Monti foram na realidade dois golpes de estado de um um novo género, sem tiros, sem sangue, orquestrados pelos mercados financeiros.

O método é simples: criar uma enorme pressão sobre as taxas de juros das dívidas dos países visados, o que desencadeia uma enorme instabilidade política e por fim, apresentar um tecnocrata para tomar conta dos destinos do país.

Estes golpes de estado não são perpetrados por um grupo político ou pelas forças armadas. As mudanças de chefias políticas são apresentadas como uma necessidade em consequência da engrenagem da desconfiança dos mercados sobre a capacidade de certos países em pagas as dívidas.
Ultrapassando as instâncias democráticas dos respectivos países, são então instalados no poder pessoas ligadas aos grandes grupos financeiros mundiais. Mario Monti está ligado ao Goldman Sachs, assim como Mario Draghi recentemente eleito presidente do Banco Central Europeu. Lucas Papademos foi governador do Banco da Grécia durante a falsificação da dívida grega pelo Golman Sachs. Todos são membros da Comissão Trilateral ou do clube de Bilderberg.

Actualmente, os lugares-chave do poder na Europa estão nas mãos do Goldman Sachs. Como chegaram a esses cargos? Com que meios e com que fim? Salvar os Estados Unidos à custa dos europeus?
E Portugal?

Em Portugal, daqui por umas semanas ou meses, pode muito bem vir a acontecer o mesmo. Perante a fraca liderança de Passos Coelho e a fraca alternativa política de António José Seguro, e com o crescente agravamento da crise financeira portuguesa, pode vir a ser imposto a Portugal um homem de confiança da banca.

Esse homem poderá ser António Borges. Tem todos os requisitos: para além de ter sido vice-governador do Banco de Portugal, é actualmente director do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional e sobretudo foi vice-presidente do Conselho de Administração do Banco Goldman Sachs International em Londres, entre 2000 e 2008.
António Borges é membro do clube de Bilderberg, tendo participado nas reuniões de 1997 e de 2002. Também é membro da Comissão Trilateral.

Curiosamente, ou não, decorreu, de 11 a 13 de novembro, a reunião anual da Trilateral para Zona Europeia, em Haia na Holanda.