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sábado, 19 de novembro de 2011

lamento - poema de António Garrochinho


 
 
lamento

corre-me no sangue
no corpo
um amor
... doce
um rio
pena desaguar
em mar morto
salgado
vazio

António Garrochinho

CONVENTO DA ARRÁBIDA - AS CELAS



saber sentir - poema de António Garrochinho

odor e sabor - poema de António Garrochinho

no mar da vida - poema de António Garrochinho

Alta Definição ( SIC ) Jerónimo de Sousa - 19 / 11 / 2011 ( Parte 3 de 3...

Alta Definição ( SIC ) Jerónimo de Sousa - 19 / 11 / 2011 ( Parte 2 de 3...

Alta Definição ( SIC ) Jerónimo de Sousa - 19 / 11 / 2011 ( Parte 1 de 3...

o teu jeito - poema ilustrado de António Garrochinho

retrato de dentro - poema de António Garrochinho

E ASSIM SUCESSIVAMENTE

Em troca de Duarte Lima andar como Vara e outros a assar nos media, abrindo e fechando noticiários, entra dia sai dia, o mais certo é que as coisas da sua morte pública se fiquem por esse mediatismo bem passado. Porque no que toca a tribunais, à chicha, ao suminho, para quem tenha dinheiro, influência e efectivo poder, são outros quinhentos. Chamemos-lhe folclore mediático, modo exibicionista de parecer que se está a fazer alguma coisa. Não nos faltam símbolos de abuso de poder e actuações mais que duvidosas na Cidade dos Homens. Duarte Lima, Vara, Sócrates, tornaram-se detentores de uma carga execrável no espaço público português. Fizeram por isso, desonra lhes seja. No entanto, dado o insólito de efectivamente se fazer Justiça da boa, da cega, vamos tendo espectáculo, detenções televisionadas, pica no telejornal, entradas e estadas no topo da relevância no Twitter, no Google News. As coisas são como são e a vergonha pública parece, cada vez mais, fazer as vezes das grades. E assim sucessivamente.

Assunção Cristas – Olha a fruta fresquinha!!!


Ó minha cara Assunção Cristas. Eu também acho que as crianças deveriam comer fruta “natural”, comida caseira acabada de fazer e confeccionada com os melhores produtos... sei que os boiões de comida para bebé (embora você se tenha “esticado” um pouco ao dizer que não são adequados para alimentar as crianças) não substituem os produtos frescos.
Acontece, cara Assunção, que nem todas as mães e pais dão esses boiões de comida industrial aos seus filhos por preguiça. O caso é que nem todas as mães que (também) trabalham fora de casa têm oportunidade para, pelo menos durante esses dias de trabalho, preparar com tempo a comida das crianças... e sim, é verdade, cara Assunção, nem todas a mães têm empregadas em casa. É estranho, não é? Mas é a mais pura verdade!
Seja como for, aquilo que me encanzinou nas suas declarações, não foi a sua súbita descoberta das maravilhas da comida caseira e das frutas frescas, mas sim a razão dessa “descoberta”.
Por causa da crise?! Para “compensar”...  ou para tentar "desvalorizar"a subida do IVA na comida para bebés?!
Realmente, cara Assunção Cristas, por vezes não é aquilo que se diz, mas sim porque razão se diz e em que momento, que torna algumas declarações verdadeiramente suicidárias... ou, pelo menos, lamentáveis.