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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Comissão dos orçamentos do Parlamento Europeu aprova apoio de 1,4 milhões

image A Comissão dos Orçamentos do Parlamento Europeu aprovou hoje a mobilização de 1,4 milhões de euros do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização, destinados a apoiar 680 trabalhadores despedidos da fábrica de calçado da Rohde em Santa Maria da Feira.

A mobilização da ajuda terá ainda de ser votada favoravelmente em plenário, o que deverá acontecer já na próxima quarta-feira, em Estrasburgo, e aprovada pelo Conselho de Ministros da UE, o que está previsto ocorrer a 04 de outubro. 

A candidatura portuguesa ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG), a quarta deste a criação deste mecanismo, foi apresentada em novembro do ano passado, na sequência de 974 despedimentos na Rohde, uma empresa luso-alemã fabricante de calçado. 

Os despedimentos afectaram essencialmente o município de Santa Maria da Feira (região Norte), onde estava localizada a Rohde, mas tiveram também repercussões no município vizinho de Ovar (região Centro). 

Dos 974 trabalhadores despedidos, 680 são potenciais beneficiários de assistência, já que as autoridades portuguesas estimam que cerca de 70 por cento dos trabalhadores despedidos participarão nas medidas co-financiadas pelo FEG, enquanto os restantes encontrarão outro emprego, deslocar-se-ão para fora do país, passarão à reforma ou participarão noutras ações complementares às co-financiadas pelo Fundo.

Segundo fontes próximas da NASA, o lixo cósmico vai cair em Portugal - Parte I

4.00 pm - À vista desarmada, no ceu, nao se via nada

4.05 am - O almirante lembrou assarapantado com o telemóvel reservado a tocar iluminado e vibrar. Sem se alarmar, pois UM Almirante, comandante da NATO, é treinado para Não. ficar alarmado, atendeu. A voz do outro lado, identificou-se. Era da Nasa, do Centro Espacial e deu ao Almirante uns reduzidos 15 minutos para reatarem contato na sala de comando operacional com o comando. O aviso era Laranja. O Almirante desligou, pegou no dispositivo de alerta e carregou no botas laranja. (Se carregasse no Vermelho, o alarme era geral ea sirene em grande chinfrineira tocaria até que a fizesse calar e nao era o caso)
4.21 am - O comando estava reunido, ensonado, mal vestido e pronto para o que désse e viesse. Foi reatado o contato e passado a alta voz. O console de visualização via satélite foi ligada ea voz que se ouvia pausada, ia dando as Informações. O satélite que estava em recolher e ha dias a ser monitorizado, ele iria cair em Portugal. Forame dadas as coordenadas para 26 posições, tantas quantos os bocados fragmentados de lixo cósmico resultante do satélite  UASR. O comando foi fortemente aconselhado o sigilo mais reservado e forame dadas instruções preliminares nomeadamente que voltassem a estar reunidos, passado três horas, para a confirmação das rotas e locais de colisão. Enquanto as coordenadas eram dadas as localizações correspondentes eram mostradas. Para cada entrada de cada, Um coro de som oh e em outra, a última, Um ooooh!
7.30 am - O primeiro-ministro folheava ávido os jornaes da manhã procurando reacções à entrevista da noite anterior. A cada texto e imagens, Um sorriso largo. Quando passava a página, deparou-se com a da Ciência com a notícia de ficar de satélite. Leu, (com a sensação de estar a perder tempo): 26 bocados a cair entre o Canadá ea América do Sul eo maior bocado do Tamanho de UM autocarro. " pudésse eu dirigir-lhes o caminho e haveria de Escolha bater em cima de Quem me anda a chatear. O maior, para ja, devi cair em cima do Alberto João ou todos em conjunto na Grécia, talvez a Ilha se afundasse de vez. Pimba ea crise acabava ", era o que ia pensar ... quando o télélé lhe interrompe o sorriso alarve e pouco televisivo que o pensamento lhe provocara. Antes de atender, leu Quem ligava. "NATO - Oeiras". " Esta gente Não. Ele tem jeito "Vociferou incomodado pelas interrupção da refeição matinal. Atendeu. Foi ouvindo e dizendo " Sim, comandante "ea dada altura, por gestos, pediu à sua prestimosa esposa que lhe désse o que escreve e disse para Quem lhe ligar" estou pronto para anotar, pode dizer ". E ia anotando no mais fino linho branco da toalha rendada, as coordenadas de 26 ficas. Depois, seguíram-se recomendações e desligaram-se. Olhou a mulher e disse: " temos mais chatice ". Vestiu o casaco e saiu para de seguida voltar e cortar a parte da toalha que tinha apontado as coordenadas. A mulher ficou calada a olhar consternada o buraco que ele tinha deixado.
7.40 pm - Com o mau trêmula ligou o número do costume e pouco esperou até ser atendido pelas Agência Cliente. "Você é o Fulano-de-Tal? tenho aqui gravada UMA Escute bestial" e deu todos os Detalhes da Escute que o primeiro -ministro tinha feito toda ela a preceito só falhando as coordenadas de localização, em estado de impossivel audição. Do outro lado ouviu "Grande furo". E era. De repente acertaram os honorários daquele grande negócio ...
7.58 pm - Com intervalo de poucos segundos, as televisões e rádios suspendiam os programas para dar a notícia, que oriundas da mesma agencia, tinham texto igual. O lixo cósmico iria cair em Portugal e as fontes eram "próximas da NASA". Todos, sem excepção, prometeram próximos desenvolvimentos.
9:30 pm - As agencias Não. paravam. As de turismo e de aviação. Por telefone, net e no balcão. Uns queriam sair, com receio de o lixo nos toutiços lhes cair. Outros queriam entrar. Destes alguns eram Jornalistas outros turistas que tinha reservado destinos exóticos e queriam vir para Lisboa fotografar lixos cósmicos. Dos portos de Recreio saiam as primeiras embarcações e iates com destino a outras partes em que os riscos nao se previa. Eram Muitos dos que se lamentavam do TGV ainda Não. existir. Era difícil ja outros meios para fugir. Os motoristas de carros de luxo faltaram ao emprego ... Tudo e todos estavam em desassossego. Exceto a vizinhas do quart andar, do prédio do Rogérito, a D ª Esmeralda eo dito.
9.40 pm - A reunião de emergência do Conselho de Ministros começára, com atraso de 40 minutos (à espera de 3 ministros apanhados no aeroporto a partir para parte incerta). O Primeiro-ministro expo a situação lamentando a fuga de Informação e do clima de pânico que se estava a instalar. Abriu o Farrapo da toalha de linho branco que havíamos apontado as coordenadas enquanto o ministro da Educação abriu o google earth. O Primeiro lia eo ministro procurava. Para cada local encontrado, Um coro ministerial de som oh e no último a ser encontrado UM ooooh mais prolongado! No FIM de 26 localizações, todos estavam prostrados sem Palavras, eles, que tao palavrosos São ...

Continua

NOTA DO Redator: qualquer um possivel aderência deste texto à realidade ou à evolução dos acontecimentos São meras e "tragica" resultados. A ocorrerem em qualquer um parte e com vítimas, a continuação deste post será substituída por outro mais adequado. 


Segundo fontes próximas da NASA, o lixo cósmico vai cair em Portugal - Parte II

Resumo do episódio anterior: Na madrugada deste dia a NATO recebe aviso da NASA, logo passado ao Primeiro Ministro português de que, contráriamente ao previsto os destroços do satélite iriam cair sobre 26 localizações. A chamada interceptada por um escuta foi passada aos media e logo divulgada. O pânico instalou-se e o Conselho de Ministros foi convocado para tomar as medidas adequadas.

O satélite irá fragmentar-se e os seus 26 bocados por Lisboa irão ser espalhados

11.35 am - A reunião extraordinária do Conselho de Ministros, após a surpresa inicial, corria com decisões rápidas sobre o que havia a fazer: convocar a Protecção Civil; redigir um comunicado breve e tranquilizador; nomear dois ministros e restantes membros de uma task force para a emergência. O ponto mais discutido era se deviam ou não dar conta das estranhas localizações. Uns diziam que sim, que tal mobilizaria para a colaboração das populações com a protecção civil. Outros defendiam o contrário, que os locais tinham risco limitado e que podia acontecer os fragmentos poderiam sofrer desvios de rota. O ministro da cultura chegou a admitir erros da NASA e levou fortes reprimendas dos ministros dos negócios estrangeiros e da defesa, para além de "à partes" várias e bem azedas. O ministro encarregue dessa e de futuras comunicações foi o das finanças, reconhecido que lhe foi o mérito da voz pausada e sonolenta. Terminado o conselho foi lido o comunicado, sem conferência de imprensa.
11.40 am - Já todas as televisões tinham passado ou tinham no ar entrevistas a especialistas ou pessoas bem informadas, sobre catástrofes várias e sobre o que era normal ou recomendável fazer. Uma estação ainda tinha a correr uma entrevista ao ilustre Professor, comentador domingueiro, que ia a sair de casa, mostrando um notável conhecimento em tudo o que tinha a ver com o que ia acontecer chegado a dissertar sobre o espectáculo esplendoroso que se adivinhava mais espectacular que as sessões de fogo de artificio realizadas pela municipalidade. Todas as estações estavam na rua. As entrevistas a gente importante estavam difíceis, pois tinham abandonado o pais. Restavam os populares. Uns diziam ser castigo dos céus. Outros, atarefados, diziam não saber de nada respondendo a olhar para as nuvens. Outros ainda, desesperados, diziam palavras impróprias desejando que todo o país fosse para o "galheiro". Um lugar de boa recolha de reportagem eram as igrejas, apinhadas de gente rezando e implorando, em cânticos, a intervenção divina.
02.00 pm - Os noticiários ficaram diluídos na enxurrada de pretensas noticias, recolhas de opiniões, programas sobre lixos cósmicos, antecedente de quedas inofensivas de outros satélites, entrevistas. No prédio do Rogérito, a vizinha do quarto andar estava desfeita por ter perdido a novela da tarde e a filha da Dª Esmeralda perguntava desesperada se os "Morangos com Açúcar" iam ser prejudicados. O Rogérito, atento, ia registado factos para futura redacção e, enquanto isso acontecia, a Protecção Civil reunia. A imprensa internacional dava destaque empolado e escolhiam homens de negócios nacionais, "de passagem" nesses países, para serem interpelados sobre este impacto na economia. Políticos responsáveis de todos os países da Comunidade Europeia manifestaram solidáriedade. Nenhum credor da divida soberana se prenunciou, mas as Agência de Rating agravaram a notação. As bolsas fecharam e a filha da Dª Esmeralda ficou sem os seus "Morangos...". O marido da vizinha do quarto andar barafustava aos gritos ouvidos em todo o quarteirão: "Se esta merda continua nem o Porto-Benfica vai dar..."

O CATACLISMO FENOMENAL, SURREAL...

09.45 pm - A noite estava quente, melhor que qualquer outra de Agosto, e o céu muito estrelado. De repente, um clarão de mil cores, de uma inusitada e nunca vista beleza cobriu, sem exagero, toda a área metropolitana de Lisboa. Parecia um dia colorido. Foram muitos minutos, não contados, mas os suficientes para toda a população desses locais infringirem as recomendações da Protecção Civil saindo à rua ou chegando à janela. Depois, inusitadamente e desafiando todas as leis da gravidade, foram aparecendo, brilhantes e soltando faíscas artísticas, de extraordinária beleza, como que bailando no ar e procurando, sem massa específica, o lugar onde poisar. Tudo em movimento lento. De cada uma que se ia separando do grupo e procurava seu poiso, sem qualquer impacto violento, se ouvia um oh da multidão mais chegada. Foi assim, com o fragmento que se alojou por baixo da mão levantada da estátua de Fernando Pessoa, foi assim que se passou com a que se foi estatelar por baixo da espada da estátua de Camões. Em Belém, o monumento aos descobrimentos, foi contemplada por mais de um fragmento. Levou dois ohs de espanto, da multidão: um pedaço de razoável volume veio a calhar ao Infante D. Henrique; outro pulverizou a esfera armilar, empunhada por Pedro Nunes, colocando-se no seu lugar. Os fragmentos iam, assim, não caindo mas poisando, um a um em cada estátua de Lisboa. Um fragmento de entre os de grandes dimensões mas que não parecia pesado, veio colocar-se entre os braços abertos do Cristo Rei enquanto outro se ia instalar sob a pata levantada, no ar, do cavalo de D. José I, em pleno Terreiro do Paço. Caíram 25 pedaços, faltava o último: o que fizera soltar um ohoooo prolongado, quando as suas coordenadas foram avisadas pela NASA. Ouviu-se então um tremendo ruído, um uivo (quase grito) e perante multidões de milhões dispersas, de Cascais a Vila Franca e de Almada a Caneças, o enorme fragmento desviou-se do Palácio de São Bento e foi estatelar-se no Bugio, fortificação de defesa da barra do Tejo, construída no reinado dos Filipes (período em que Portugal perdera a independência e fora província espanhola). Os que conheciam as coordenadas originais, Ministros, Almirantes e Generais, do Governo e da NATO, já não se surpreendiam. Apenas se interrogavam sobre a razão de estar incorrecta aquela localização...
10.00 pm - A população dava vivas, largas à sua alegria e os que partiram preparavam-se para, aliviados, regressar. Os ministros, outra vez reunidos, nem lembraram o silêncio do Presidente em todo o tempo calado e ausente. Estava o secretário de estado da cultura a comentar a estética impecável das estátuas e a interrogar-se sobre o significado de um Cristo Rei que agora parecia querer mostrar à cidade um monte de aço artísticamente retorcido, quando o télélé do Primeiro Ministro tocou, estridente. "Tô", disse sem ter o cuidado de saber, previamente, quem é que estava do outro lado. A voz disse, num inglês de sotaque bem vincado e pronúncia marcada: "Vou passar ao presidente Obama" e ele ficou à espera que a chamada fosse passada...


Termina amanhã, com a descrição dos efeitos e sequelas
blog Conversas avinagradas

Pode um povo ser condenado pelas loucuras do seu soberano? (uma carta do continente para o povo da Madeira)


O soberano da Madeira conseguiu pôr muitos continentais e se calhar muitos açorianos a pensar como a Srª Merkle: os madeirenses devem ser postos a pão e água para pagar a dívida. Antes disso a Srª Merkle já tinha conseguido convencer os alemães de que os gregos, os irlandeses e todos portugueses deviam ser postos a pão e água.

Há qualquer coisa de profundamente errado com a ideia de um povo dever ser condenado pelas loucuras do seu soberano, mesmo quando este soberano é eleito pelo povo.
O soberano português estava louco, como todos sabemos agora, quando quis o Euro nestas condições e soltou o ‘porreiro pá’ na assinatura do Tratado de Lisboa. Entramos depois disso, por isso e não só, em acentuada derrapagem e estagnação. Devemos todos expiar essa loucura do soberano como se fosse um pecado nosso?

Foi errado condenar o povo alemão a pão e água no final da primeira guerra mundial e errado seria tê-lo feito depois da segunda. É errado querer arrasar a Grécia, Portugal e a Irlanda. Da mesma forma é errado querer fazer pagar os madeirenses.

Porquê? Em primeiro lugar porque é completamente inútil. Reduzir o endividado à servidão não o ajuda a pagar a dívida. Em segundo lugar, porque é imoral: é uma condenação colectiva. Se não vêm o meu ponto, pergunto: e os que estavam contra o Euro e o Tratado de Lisboa, também devem pagar? E os madeirenses que resistiram a Jardim, sofrendo muitas vezes as consequências? E a criança que não vota, para não falar já na que vai nascer amanhã?

E se calhar o PSD ganha outra vez na Madeira, como ganhou em todo o país apesar de também ter participado nas loucuras… Pois é, mas isso significa que é preciso impedir o PSD de repetir a experiência na Madeira ganhe ou não ganhe as eleições. É preciso sobretudo auditar ao centavo as contas para determinar de que forma, além das obras, foram gastos os recursos. Parece-me que ninguém, incluindo a parte do povo da Madeira disposta a votar de novo no PSD, sabe da missa a metade.

A ATRACÇÃO TURÍSTICA DO BURACO DA MADEIRA

2011/09/19Mónico Pedro
Buraco da Madeira já atrai turistas!
As agências de viagens estrangeiras aproveitam o recente protagonismo da Madeira nos media internacionais para lançar novos pacotes especiais para a observação do buraco financeiro da Região. Depois da observação de cetáceos, da contemplação de jardins e do birdwatching, os tour operators acreditam ter descoberto um novo mercado.
“O interesse tem sido enorme”, diz-nos um responsável, que não quis ser identificado para não entregar o ouro ao bandido. “Para além das qualidades que já todos lhe reconhecem, como a natureza e o fogo de artifício na passagem de ano, a Madeira tem uma nova atração que é quase única no Mundo: um Buraco Colossal!” Para este alto quadro de uma das maiores agências mundiais, “não há outro lugar onde se possa observar, em simultâneo, um gigantesco fogo de artifício no céu e um colossal buraco no chão!”
Um especialista em turismo afirma que o importante agora é saber capitalizar, complementando a oferta à volta do buraco. “Repare, isto é tudo uma questão de criatividade e know how. O Buraco Colossal é só o começo… É a âncora! À volta dele, temos de promover mais oferta do mesmo género, de modo a fixar este tipo de turista.”
Outro agente de viagens concorda e diz que será muito fácil fazê-lo: “A Madeira tem, de facto, inúmeras atrações que permitem apresentar uma oferta completa aos nossos clientes. Com um Buraco Colossal, um circo no parlamento e uma classe política recheada de dinossauros e marionetas, isto pode ser melhor do que a EuroDisney!”

 “Agências de Viagens lançam pacotes para observação do Buraco da Madeira”Já se fartaram do buraco do continente porque é sempre a mesma coisa, do género: EDP com 16 mil milhões de dívida, CP com 3 mil milhões, EP com 4,5 mil milhões é mais do mesmo já não tem Eles agora encontraram algo para estarem entretidos mas se eles falassem da buraqueira que eles lá teem dava para abrir telejornais durante 1 ano.

BURACOS

REFER – 9 MIL MILHÕES
METRO DE LISBOA – 5,5 MIL MILHÕES
PARQUE ESCOLAR – 4,5 MIL MILHÕES
CP – 3,8 MIL MILHÕES
METRO DO PORTO – 2,5 MIL MILHÕES
ALQUEVA – 1,2 MIL MILHÕES
ESTRADAS DE PORTUGAL – 1000 MILHÕES
RTP – 1000 MILHÕES
CARRIS – 600 MILHÕES
BPN – 1800 MILHÕES DE EUROS
BPN – 2ª REMENDO – 4,6 MIL MILHÕES “ E AINDA NÃO ACABOU”
BPP – 400 MILHÕES DE EUROS
SUBMARINOS – 769,3 MIL MILHÕES
SUBMARINOS II – 63,6 MIL MILHÕES
“DERRAPAGEM DO ORÇAMENTO” SUBMARINOS – 215,2 MIL MILHÕES DE JUROS..
OS CASOS FREEPORT ETC. ETC.

O uno duplo

Os secretos ornamentos do pudor, adoração
de íntimas árvores e de um dorso sem estrelas,
aliança soberba de dois seres numa árvore,
deus semelhante ao sossego do mar e das montanhas,
as mãos na obscena fenda da terra incendiada,
a língua na glande e nos cabelos verdes,
o rio nas ancas, silencioso ciclone,
a volúpia da mão sobre as pernas de vespa,
o palácio do púbis, a negra arquitectura,
argila e ar e luz de uma floresta natal,
o êxtase de ser duplo sobre a língua da terra.
Despedimento por não cumprir objectivos viola Constituição - CGTP
Por Redacção

A CGTP condenou esta terça-feira a proposta do Governo de alargar os motivos de despedimento por justa causa, considerando uma violação da Constituição o facto de um trabalhador poder ser despedido por incumprimento de objectivos.

Segundo um comunicado da CGTP, «não pode ser considerado no âmbito do actual despedimento por inadaptação, mas como uma intolerável alteração do conceito de justa causa e consequentemente, como uma violação do artigo 53.º da Constituição da República Portuguesa».

Esta será a posição defendida pela central sindical liderada por Carvalho da Silva em sede de concertação social, onde o Governo vai propor aos parceiros sociais a alteração do conceito de despedimento com justa causa.

Para além desta proposta, que visa a possibilidade de o trabalhador ser despedido por não cumprir os seus objectivos ou ser menos produtivo, o Executivo deverá discutir também o subsídio de desemprego, com vista à redução do seu valor e tempo de atribuição.

Numa primeira reacção às propostas do Governo, também a UGT considerou inaceitável que as medidas apresentadas sejam em prejuízo dos trabalhadores.

A Bola.pt

É preciso dar mais atenção às pessoas”
21-09-2011 

O psiquiatra Daniel Sampaio considera que numa situação de “viragem social” é preciso reforçar “a educação pelos valores”. A família é o sítio onde devemos começar, já que não podemos mudar as grandes organizações, acredita. Lançamento do novo livro em Faro, sexta-feira.  
 
Antecipando o lançamento da sua mais recente obra “Da família, da Escola, e umas quantas coisas mais”, que vai decorrer em Faro, na livraria Leya no Pátio na sexta-feira, 23 de setembro, às 18h30, Daniel Sampaio reiterou ao Observatório do Algarve, a necessidade de “uma maior proteção e mais investimento na família”.
“Numa situação de viragem, a família é o sítio onde devemos começar, já que não podemos mudar as grandes organizações”, alerta.
Instado a comentar o impacto que a austeridade pode vir a representar para as famílias e em especial para as crianças e adolescentes, o psiquiatra defende a necessidade de uma “educação do caráter”.
“A sociedade organizou-se para a posse e para o imediato, na ilusão do capital e do virtual (internet) ”, critica. Agora que “já não há dinheiro para as prendas” importa investir nos valores: dar mais atenção aos pais, aos irmãos, aos avós. E quanto mais cedo melhor.
Para ele, a primeira infância, até aos três anos, é um período crucial do desenvolvimento infantil considerando que “investir nesta idade previne problemas futuros” e dá como exemplo o fato de muitos pais não criarem, por exemplo, o hábito de boas maneiras à mesa. “Parece pouco, mas indica atenção aos outros, algo que se tem vindo a perder”.
E reforça o conselho sobre o exercício da autoridade dos pais, como um fator essencial para a educação e o equilíbrio familiar.
Há mal-estar entre os adolescentes
Mas a crise já está a provocar baixas entre os mais novos. “A consulta dirigida aos adolescentes, no Hospital de Santa Maria, já tem lista de espera, embora estejamos a admitir cerca de 20 novas consultas mensais”, exemplifica.
A chave continua portanto a ser a educação, mas também “empenhamento e responsabilidade” em que se torna necessário “dar mais atenção às pessoas” como um dos valores que a sociedade precisa de recuperar. “Se não chegarmos lá nesta geração, será na próxima, mas defendo a necessidade de nos preocuparmos com o que nos rodeia”.
O novo título de Daniel Sampaio aborda questões relacionadas com as famílias o seu inter-relacionamento, tão variadas quanto a ocupação dos tempos livres ou o direito a ser criança, mas também os conflitos, prémios e castigos, as novas drogas ou a dependência da internet.
Nas escolas, desde as novas propostas educativas à questão do bullying, passando pelo papel de pais, professores e psicólogos, os temas são igualmente abrangentes.
A intervenção do Estado (e os seus limites) e ainda a questão do compromisso, enquanto forma de estar e a busca da felicidade ou escolhos com que se deparam pais, filhos e famílias, são igualmente objeto de reflexão.
O novo título do conceituado psiquiatra e terapeuta familiar é editado pela Caminho/Leya e servirá de mote à próxima sessão da iniciativa “Conversas de fim de tarde” no Pátio, a qual oferece uma oportunidade de debater com um especialista os problemas das famílias e dos jovens, alguém que acredita “na possibilidade de melhorarmos as famílias e as escolas se nos dedicarmos de facto à sua transformação quotidiana”.
Com uma vasta obra já publicada, Daniel Sampaio nasceu em 1946, em Lisboa e formou-se em Medicina em 1970, tendo concluído a especialidade em Psiquiatria em 1976 e o doutoramento na mesma área dez anos depois.
É professor catedrático de Psiquiatria na Faculdade de Medicina de Lisboa e Chefe de Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria em Lisboa, onde coordena o Núcleo de Estudos do Suicídio. Coordena, igualmente, neste hospital, o atendimento de jovens com anorexia e bulimia nervosa.
Foi um dos introdutores, em Portugal, da Terapia Familiar, a partir da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, fundada em 1979.
OBSERVATÓRIO DO ALGARVE

O Jornalismo em Portugal

Ao serviço do pensamento único, da ideologia capitalista dominante no mundo


No blog Pedras Rolantes, Venerando de Matos mostra, com alguns exemplos, como a comunicação dita "social" (não) trata os assuntos que realmente são importantes para a sociedade. É um assunto que me indigna e que tenho referido muitas vezes. 


Venerando de Matos aponta que "Em Espanha, uma greve geral de professores em defesa do ensino público, entra no segundo dia e anima o debate público no país vizinho". Do lado de cá da fronteira é bom que nada se saiba não vão os nossos professores lembrar-se da forma como eles e o ensino são tratados.
Diz também que, "Em Nova Iorque algumas centenas de jovens, imitando o movimento dos “indignados” assentam arraiais há vários dias em Wall Street". Maus exemplos que não devem ser revelados para, em Portugal, não acordar os adormecidos.
Matos lamenta que "mil e um pequenos e grandes acontecimentos que descobrimos na imprensa internacional aqui na net, que nem sequer são comentados na comunicação social portuguesa ...". Diria eu que não é por razões de espaço, pois também a nossa Comunicação dita Social, impinge-nos mil e um pequenos e grandes acontecimentos e futilidades para nos "distrair" do que é de facto importante. Há dias dei o exemplo da notícia muito difundida em Portugal de que os preservativos chineses são demasiado pequenos para os sul africanos. 
Por outro lado, como diz Venerando de Matos, "todos os canais repetem até à exaustão as mesmas notícias, os mesmos temas , as mesmas ideias, os mesmos comentadores e entrevistados…" o que mostra que não há falta de espaço mas a intenção de "martelar" as cabeças dos portugueses com o que interessa à direita no poder.


O texto do Blog Pedras Rolantes conclui que "Os três canais informativos por cabo chegam a dar, ao mesmo tempo, a mesma conferência de imprensa, a discussão sobre o mesmo tema e muitas vezes, são os mesmos comentadores, todos a pensar da mesma maneira, apenas com ligeiras nuances para dar algum colorido à coisa". 


Diz ainda que, "Em vez de reportagem, temos cada vez mais comentário, em vez de debate pluralista, temos cada vez mais “especialistas” de tudo e coisa nenhuma que, no essencial , pensam da mesma maneira, em vez de diversidade, o domínio do pensamento único…"
Não é por acaso, que o pensamento único que domina o país há 35 anos, tenta repetir e aproveitar o pensamento único que formatou os cérebros de muitos portugueses nos 48 anos da salazarenta ditadura. Agora o poder da direita instalada apoia-se nessas ideias, na submissão aos que mandam, na aceitação da intromissão da igreja na política, no anticomunismo, nos preconceitos difundidos de que a política é para os políticos, de que são todos iguais, de que assim foi sempre e sempre continuará a ser, que cada um "amanha-se", etc. etc. 


Para garantir essa continuidade, para que os eleitores não despertem para outras soluções, para outras políticas, para outros modelos de sociedade,"Os mesmos ex-ministros que conduziram o país aos descalabro são ouvidos por tudo e por nada sobre a crise, e ainda têm o descaramento de darem a sua opinião e conselhos, e desta ser respeitada pelos jornalistas, sem recurso ao contraditório...". 


"E quando não há “casos” para debater, inventam-se, forçando declarações ou distorcendo interpretações..." distraindo para futilidades, fazendo o apelo ao egoismo e ao individualismo do "salve-se quem puder", à lei do mais forte,  e para terminar como termina Venerando de Matos, "…e é assim que se vai fazendo jornalismo em Portugal…".


Pode este "jornalismo" atrasar o progresso da sociedade mas, tal como acabou o esclavagismo, como acabou o feudalismo, acabará este modelo explorador, injusto, de sociedade capitalista. 

Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011


O caso Jardim – Finalmente, uma “posição contundente e firme”...


(Alberto João Jardim antes da flama, perdão... na “FLAMA”, mas antes da fama)

Caramba! Valeu a pena esperar pela posição forte, didática e contundente de Sua Excelência o Presidente da República:
Sobre os recentes actos de Alberto João Jardim, ou do seu passado de terrorista/bombista da "FLAMA" e das décadas de despótico e destrambelhado exercício de poder absoluto na Região Autónoma da Madeira, já quase tudo se disse, embora ainda só parte da meada tenha visto a luz do dia. Mesmo assim, esta “poderosa reacção” de Cavaco Silva ao buraco sonegado de quase dois mil milhões de euros (por enquanto) de dívida da Madeira, é digna de nota.
Como se pode ver, segundo o raciocínio (chamemos-lhe assim) do Presidente de uns tantos portugueses, as falcatruas de Jardim… são, digamos, uma “coisa feia”, que nos deixa ficar mal vistos na “cena internacional”. Ou seja:
Feio, não é bater na mulher e nos filhos; feio é o que os vizinhos poderão pensar disso.
Feio, não é roubar; feio é roubar... e deixar-se apanhar.
Com todo o respeito institucional que é devido, e que tal  um pano encharcado…

Já senti muita falta de alguém e nunca lhe disse...

Já acreditei em pessoas que não valiam a pena e já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia e já chorei até adormecer...
Já amei pessoas que me decepcionaram e já decepcionei pessoas que me amam...
Aprendi que o que importa não é o que temos na vida, mas QUEM temos na vida....
Sou como vidro: se cair parto!
Mas se pisarem...CORTO!

Ideias luminosas na área da Justiça

As notícias sobre o "desaparecimento" da ministra da Justiça são um tanto exageradas. É que a TSF acaba de anunciar no seu site que o ministério da Justiça vai apresentar uma proposta de lei que estabelece que "quem desistir de um processo não tenha de pagar custas judiciais".
A medida, está mesmo a ver-se, vai dar um resultadão. De facto, é mesmo de prever que qualquer pessoa (singular ou colectiva) que tenha avançado com um processo para fazer valer os seus direitos, vai dele desistir, só porque a dispensam de pagar as custas devidas  pela desistência, tanto mais que o que já tiver sido pago não é restituído. Suponho que possa haver quem tenha, entretanto, chegado à conclusão de que os seus direitos não virão a ser reconhecidos em tribunal e possa, nessa eventualidade, aproveitar o "incentivo", mas tais casos serão sempre casos contados e não a regra. Não é, seguramente, por esta via que se eliminam as pendências nos tribunais.

Estamos, por conseguinte, perante uma ideia luminosa que pode, perfeitamente, emparelhar com uma outra, objecto desta notícia, segundo a qual, "Os juízes vão passar a ter um número de processos a concluir por ano que têm de cumprir" com a finalidade de "controlar a produtividade dos magistrados judiciais". Segundo adianta a notícia o "Conselho Superior da Magistratura (CSM) já tem o documento final que fixa os números de processos por juiz na primeira e na segunda instâncias. Um juiz das varas criminais de Lisboa, por exemplo, terá de decidir 65 casos por ano, enquanto um desembargador da Relação tem de avaliar 75."
Julgava eu, na minha ingenuidade, que a produtividade de cada magistrado já era avaliada e controlada através das inspecções levadas a cabo pelo CSM e que não haveria necessidade duma medida como esta que põe em causa a dignidade dos magistrados judiciais. Devo, porém, estar duplamente enganado, porque ainda não ouvi uma palavra sobre o assunto ao desembargador Martins, ainda presidente da ASJP. Isto, claro, se não sou eu quem está, uma vez mais, em erro. Ou será que ele é que é o "desaparecido" ?
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