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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

killing in the name of........

Jardim diz que omitiu 1113 milhões em "legítima defesa" da Madeira
Cavaco e PGR conheciam "dívidas ocultas" na Madeira
Alberto João Jardim reconheceu, sábado à noite, ter escondido dívidas da Madeira. Na sexta-feira, o presidente do governo regional tinha negado a existência de uma “dívida oculta” detectada pelo INE e pelo Banco de Portugal.
Nota: Já chega....porra........
 
blog D'Sul

Roubo no Hospital Distrital de Faro. 100€ uma consulta de urgência!


Uma cidadã, foi a uma consulta de urgência no Hospital Distrital de Faro, e foi hoje agraciada pela Nova Ordem da Gatunice com 100€ para pagar.
Esta denuncia veio-nos parar às mão por um amigo virtual do facebook, que nos informou que mais pessoas estão a receber este aviso de pagamento, levando à revolta das pessoas.
Perante isso somos obrigados a incentivar as pessoas a não pagar,pois o serviço nacional de saude é tendencialmente gratuito e exigir 100€ é mais caro que qualquer consulta particular num médico especialista.As pessoas devem de exigir responsabilidades a quem tomou esta medida que vai agravar ainda mais a situação económica das pessoas que necessitam de cuidados hospitalares urgentes.
Enquanto que uns roubam às descaradas sem nada lhes acontecer, como os mandantes do BPN e o Ditador da Madeira, o governo dePedros Passos Coelho manda as administrações dos Hospitais roubar quem tem necessidade de cuidados de saúde urgentes.
É urgente a revolta e a solidariedade de todos, contra essas situações que vão contra a constituição portuguesa.

O fanfarrão não passa dum cobardolas

Temendo as consequências das suas afirmações (O Sócrates, o Teixeira dos Santos e o seu deputado Maximiano que fez esta pouca vergonha toda à Madeira, tinham uma lei* em que o Governo da República podia aplicar sanções sobre o governo regional, se o governo regional continuasse com obras a fazer dívida, porque eles não nos tinham dado o dinheiro e não nos autorizavam a fazer dívida”; “Foi por isso que não era aconselhável, porque eles ainda nos tiravam mais dinheiro, se andássemos a mostrar o jogo todo a um Governo socialista que não era sério”. “Nós estávamos em estado de necessidade e, por isso, agimos em legítima defesa") o fanfarrão Alberto João, porque alguém lhe chamou a atenção para as consequências, vem agora, em comunicado, feito cobarde, negar "o que todos ouviram e viram declarar em comícios" e dizer que   tem sido atribuída ao Governo regional da Madeira uma intenção dolosa de 'ocultar' dados que seriam devidos a Entidades da República Portuguesa”. “Para tal, manipula-se qualquer eventual frase ou 'lapsus linguae', normal na torrente discursiva e emocional de um comício, só por se ter chamado à atenção que, se por coincidência os acertos então em curso estivessem prontos para comunicação à República, poderiam implicar mais cortes de verbas por parte do Governo socialista” (sic, que esta escrita é de arrepiar).
O nosso fanfarrão é tanto mais cobarde quanto é certo que nem sequer assume a responsabilidade das suas afirmações, imputando as culpas a toda a comunicação social.
Perde, como é óbvio, o seu tempo, pois toda agente ouviu o artista gabar-se. E perde também o seu tempo a negar que tivesse escondido, dolosamente, as dívidas do seu Governo para não ser penalizado com cortes nas transferências do Estado, pois é evidente (e até ele o devia saber) que a sonegação continuada e reiterada ao longo dos anos (pelo menos desde 2004, segundo a informação do INE e do BdP) não pode ser fruto de um qualquer descuido ou negligência. Só pode ser fruto duma intenção deliberada, ou seja, dolosa. 
Que não doam as mãos a quem tiver de lhe aplicar as correspondentes sanções. Só pecam por chegar tão tarde.

(*Lei que, afinal, embora nunca tivesse sido aplicada até então, é de 2001, data em que era Durão Barroso quem desempenhava as funções de primeiro-ministro.)

já não sinto medo, amor…







Já não me deito nas acácias do teu corpo

nem me visto, nas giestas dos teus braços

onde o bosque se calou na solidão, amor.



Abraça-me, sinto frio…



As violetas que colho nos teus olhos

calam-me a dor minguante,

em pequenos cristais de sal, melodiosos



Já não sinto medo,



Corto com a lâmina de vidro, os glaciares

de velas,

que velam por mim,

num jardim de gerberas perfumadas,

aromas de nós, ainda desconhecidos.



Aceita-me, como uma açucena,

despe-me pétala a pétala

até que o caule encontre,

a raiz de um poema só nosso.



Conceição Bernardino
blog Amanhecer & Palavras ousadas
por Daniel Oliveira

Sabemos que, num tempo em que a crise promete tornar-se insuportável, o governo vai cortar nas prestações sociais. Sabemos que os cortes na saúde e na educação serão de tal forma drásticos que põem em causa a sobrevivência do Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública. Sabemos que, graças à estúpida redução da Taxa Social Única, as nossas reformas estão definitivamente comprometidas. E ficámos a saber que, no meio de cortes gerais que prometem mergulhar o País numa crise de enormes proporções, o governo aumentou apenas o orçamento de um ministério: o da Administração Interna. Em vez dos 1.400 milhões que recebeu este ano irá receber 1.800 milhões em 2012. O único a ter mais dinheiro. À falta de pão responde-se com o bastão.

Dirão que exagero nas intenções do governo. Mas são fontes do executivo que o afirmam: com "mais desemprego, mais carências e menos prestações sociais" e não se sabendo o que acontecerá na Europa podem acontecer "sabe-se lá que protestos". E assim se explica esta excepção aos cortes gerais. A prevenção dos efeitos da crise não se faz, portanto, com políticas sociais. Aí corta-se. Faz-se através das forças policiais. E o governo não hesita em tornar isso bem claro.

É por isto que o debate sobre o "Estado grande" e o "Estado mínimo", entre mais ou menos Estado, sempre foi um falso debate. Quem trata de emagrecer o Estado, retirando-lhe as funções sociais, sabe que o tem de lhe dar músculo, reforçando-lhes as funções repressivas. Sempre assim foi. Quando se abandona a defesa da igualdade também se abandona a defesa da liberdade. Quando esquece os pobres tem de defender os restantes da miséria que os rodeia. Quando a educação, a saúde, o emprego e a dignidade humana deixam de ser direitos sobra apenas a defensa pela força da propriedade privada. Quando a paz social não se consegue através do Estado Providência, consegue-se através do Estado policial.

A questão nunca foi a dimensão do Estado. Os "liberais" nunca dispensaram o Estado para defender os valores que pensam ser fundamentais. Apenas mudam as suas prioridades. A sociedade que defendem, implacável com os mais frágeis, precisa do medo para se defender. Faz bem este governo em reforçar as polícias. Um país pronograficamente desigual não se pode dar ao luxo de acreditar no respeito da lei por quase todos os cidadãos. Até porque se a lei é a do mais forte não sobra ao Estado nenhuma autoridade moral para a impor.

O que esta "fonte governamental" disse ao País é que se prepara para a guerra social. Não sei se é um convite. Mas parece.

Publicado no Expresso Online
blog O arrastão

O ESPAÇO


Era uma vez um menino muito grande e bonito chamado Espaço. O tempo foi passando, mas Espaço não cresceu; diminuiu. Começou a conviver, sem querer, com sua amiga Sobrevivência e, de repente, as pessoas se amontoaram e quase o sufocaram. De uma coisa vocês não sabiam,O Espaço está chocado, porque o inimigo Poluição invadiu o território, tomou conta dos seus ares e foi um fracasso. O Espaço está contaminado. Noutro dia mesmo, Espaço já ia brigando com seu melhor amigo, Segurança. Em todos os lugares em que ele se mexia, surgia Medo, parceiro de Insegurança, para o perturbar. Espaço teve que se armar. Mas será que resolveu o problema? Ele está apavorado com tantos inimigos... Paz, irmã de espaço, que agora mora longe, telefonou para a prima Natureza e pediu ajuda. Afinal de contas, os passarinhos, as árvores, o perfume das flores, o seresteiro, o tocador de realejo, o poeta, as crianças, estão reclamando de espaço, todo dia, com razão. Eles querem se instalar, definitivamente. Estão sendo jogados de um lado para o outro. Espaço desculpou-se com Natureza e disse que o culpado não é só ele. As pessoas vivem correndo atrás de Sobrevivência e se esquecem de que existe oportunidade em outros lugares. Agora, a solução está entregue a Dr.ª Gente, capaz de estudar com calma os prós e contras da reclamação de Espaço. O corre-corre, os enfartes, o empurra-empurra dentro do caldeirão cultural, a neurose de tempo, as angústias de ter, serão solucionados, porque estas são a sua especialidade. Se isto não acontecer, muito em breve, Espaço vai ficar vazio, as pessoas se desintegrarão nos braços da inimiga Morte. Seria muito triste. Espaço gostaria de crescer, abrigar a todos que o procurassem, para que sua irmã, Paz, não fosse morar tão longe.
Ivone Boechat

Novo Ano Le(c)tivo

Dissidências

autor

Daniel Luís

O novo ano lectivo está aí e com ele os novos manuais escolares redigidos com o também novo acordo ortográfico (nunca antes eu havia redigido uma frase com a palavra “novo” repetida três vezes, mas soube-me bem).

Ninguém me tira da cabeça de que a exigência governamental de manuais escolares escritos conforme o novo acordo ortográfico se trata de uma medida puramente economicista, apenas para poupar papel e tinta, pois suprimindo-se um acento gráfico aqui, uma consoante muda ali, um hífen acolá… tudo somado já dá muita coisa! Mas será que esta poupança de papel e de tinta se vai traduzir no preço final dos manuais escolares? Conhecendo eu como conheço as editoras nacionais, duvido muito…

A crise é de tal ordem que até as cerimónias de inauguração do ano lectivo por parte dos nossos governantes já não são o que eram. Se antes, Sócrates tinha por hábito inaugurar os anos lectivos com a distribuição de computadores Magalhães pelas escolas, recorrendo a falsos alunos que mais não eram do que figurantes contratados a agências de figuração e imagem, os quais eram pagos para mostrar entusiasmo enquanto abriam o novo “brinquedo” tecnológico, agora Passos Coelho contenta-se com um simples almoço de carne assada, servido numa humilde cantina escolar de uma escola do interior, no meio de professores e alunos a sério. E quando chegou a hora do arroto, será que Passos Coelho arrotou segundo as regras do novo acordo ortográfico, para, desta forma, mostrar a todos os alunos, o seu bom exemplo?

Os professores têm a partir de agora que usar, nas suas aulas, o novo acordo ortográfico. Já os alunos têm até 2014 para se adaptarem ao novo acordo, data a partir da qual passarão a ser penalizados pela sua não utilização. O leitor já imaginou a confusão que se vai passar na ca- beça de um aluno que, por exemplo, passou agora para o 7.º ano? Até agora, ao 6.º ano, foi ensinado à luz do acordo ortográfico de 1945 (ao qual o Brasil nem se dignou cumprir e estamos nós agora tão preocupados em cumprir o “novo” acordo… daaah) e a partir do 7.º ano vai passar a ser ensinado com o novo acordo ortográfico... Isto é pura e simplesmente esquizofrénico!

Pessoalmente acho uma aberração o novo acordo ortográfico, considerando que o mesmo só vai ao encontro daquelas pes- soas que passam a vida a assistir às novelas da Globo, pois aquilo a que vamos assistir inevitavelmente é ao “abrasileiramento” da escrita da língua portuguesa. E para isso não contem comigo! Não é assim que se fortalece internacionalmente uma língua como o português!


Bem… mas estamos hoje aqui para falar do início do ano lectivo 2011/2012 e esse está a arrancar com menos algumas dezenas de milhares de professores do que há um ano atrás, o que se vai traduzir numa colossal poupança aos cofres do Estado. Será isto apenas uma pequena amostra daquilo que aí vem? Não nos esqueçamos que em Fevereiro deste ano, antes mesmo de ser Ministro, um dos maiores desejos de Nuno Crato, era fazer desaparecer o Ministério da Educação.

E eis que a criatura chegou a Ministro da Educação com todo o poder que o cargo lhe confere! O que virá a seguir? A deportação em massa dos professores de Educação Visual e Tecnológica para a ilha do Corvo? A morte, através de enregelamento, de milhares de professores e alunos, devido à poupança que as escolas vão ter obrigatoriamente que fazer em electricidade e gás por causa do aumento do IVA? Cuidado com ele…

Uma novidade neste novo ano lectivo 2011/2012 vão ser os exames a Português e a Matemática no 6.º ano (nhã, nhã, nhã, acordo ortográfico! Vai-te lixar acordo ortográfico! Continuo a usar as maiúsculas para designar o nome das disciplinas e ponto final!), exames estes que Nuno Crato, em entrevista ao ‘Expresso’, admite alargar ao 4.º ano.

Pois é, assistimos a um regresso às matérias básicas e a um relegar para segundo e terceiros planos das áreas mais criativas, política esta tão típica de governos neo-liberais e ao mesmo tempo neo-conservadores. Liberais em matéria de economia e finanças, mas conservadores em matéria de costumes e educação. Mas admito que com tantos exames, a economia portuguesa possa finalmente crescer, a começar pela “indústria” das explicações…

Não quero terminar esta crónica sem antes deixar um conselho a todos os alunos e seus pais: não gastem dinheiro à parva com material escolar com caras de cantores norte-americanos amaricados. Sejam poupadinhos e comprem marcas baratinhas, pois o efeito é o mesmo e eu sei do que falo, pois também sou pai. Desejo, pois, a todos os meus leitores-alunos, leitores-professores e leitores-pais um bom ano lectivo 2011/2012! Ah, é verdade… e estudem!

A ELITE SECRETA QUE DOMINA AS FINANÇAS DO MUNDO

Imperio financiero

Una elite secreta de 9 banqueros domina las finanzas globales


(IAR Noticias) 09-Septiembre-2011


Si equiparamos la especulación de los "derivados financieros" con el futbol asociado, sería algo así: son dueños de la cancha, del balón y los dos equipos que juegan –después de haber impuesto al jefe de la policía, al presidente municipal de la ciudad sede, al gobernador del estado y al presidente de la república– son también propietarios de la transmisión exclusiva del partido por sus mendaces multimedia ologopólicos (que también controlan), imponen las reglas del juego y están conectados a un casino donde apuestan al resultado que también conocen, como acaba de suceder con el megaespeculador George Soros quien fue avisado por "alguien" (¿por su correligionario Ben Shalom Bernanke?) de la degradación de la "deuda soberana" de Estados Unidos por la descalificada "calificadora" S&P y descolgó cómodamente una "ganancia" descomunal de 10 mil millones de dólares (según The Daily Mail).

Por Alfredo Jalife-Rahme - La Jornada, México

Me referiré a un añejo tema de casi 13 años que se remonta a la candidatura de Bill Clinton, quien operó un acuerdo "secreto" con las " manos invisibles" ya muy vistas de la plutocracia oligárquico-oligopólica de los banqueros de Wall Street (Nicholas D. Kristof y Edward Wyatt, NYT 15, 16, 17 y 18/2/99)

Queda expuesto el secuestro tanto de la "democracia" como de la actividad de la "política" y la "economía" subyugadas por las fuerzas del inexistente "mercado financiero", manipuladas por un puñado de banqueros, quienes maniobran en la opacidad absoluta.

Que conste que nos encontramos a inicios del siglo XXI.

Exhumamos (Bajo la Lupa, 31/8/11) un inquietante artículo de Louise Story en The New York Times (NYT, 11/12/10) quien revela que "cada tercer miércoles del mes, nueve miembros de la elite de la sociedad de Wall Street se reúnen en Manhattan" con el fin de "proteger los intereses de los grandes bancos en el vasto mercado de los derivados financieros, uno de los más redituables y controvertidos campos de las finanzas".

Los ocultos nueve banqueros conforman "un poderoso (sic) comité que ayuda (sic) a vigilar las transacciones de los derivados, instrumentos que, como los seguros, son usados para cubrir los riesgos" en un gran negocio de " multibillones".

En realidad, ya rebasaron el millar de billones, en una equivalencia de varias veces el PIB global y cuyo monto se desconoce debido a su " desregulación" (carece de vigilancia tanto gubernamental como ciudadana) y su "contabilidad invisible" (off balance sheet) en los "paraísos fiscales" (off shore).

Los "derivados financieros" hipertóxicos ("armas financieras de destrucción masiva", Warren Buffet dixit) constituyen un incurable cáncer financierista, cuyas metástasis han alcanzado todos los rincones del planeta donde opera la desregulada globalización, que antes de extinguirse cobrará muchas víctimas.

Las víctimas, es decir, los ciudadanos del planeta, se encuentran impotentes para lidiar con tal incurable cáncer financierista, debido a que desconocen su identidad, cuando ni la clase política, patéticamente más ignara que nunca, entiende su dinámica.

Louise Story se extravía en nimiedades (en los excesivos "costos") y se enfoca al rechazo de parte de los nueve banqueros al ingreso de otros marginados de su meganegocio, como sucede con el discriminado Bank of New York (fundado por Alexander Hamilton en 1784), que maneja 23 billones de dólares de "dinero institucional". ¿Los ocultos nueve banqueros practican el racismo y/o la discriminación financiera?

Anjay Kannambadi, ejecutivo del Bank of New York, fustiga que la razón por la cual discriminan a su banco de ingresar es "para preservar sus ganancias, además de que fueron quienes ayudaron a redactar las reglas del ingreso de las membresías".

Si equiparamos la especulación de los "derivados financieros" con el futbol asociado, sería algo así: son dueños de la cancha, del balón y los dos equipos que juegan –después de haber impuesto al jefe de la policía, al presidente municipal de la ciudad sede, al gobernador del estado y al presidente de la república– son también propietarios de la transmisión exclusiva del partido por sus mendaces multimedia ologopólicos (que también controlan), imponen las reglas del juego y están conectados a un casino donde apuestan al resultado que también conocen, como acaba de suceder con el megaespeculador George Soros quien fue avisado por "alguien" (¿por su correligionario Ben Shalom Bernanke?) de la degradación de la "deuda soberana" de Estados Unidos por la descalificada "calificadora" S&P y descolgó cómodamente una "ganancia" descomunal de 10 mil millones de dólares (según The Daily Mail).

Esto no lo puede decir Louise Story, quien defiende a un grupo de banqueros locales neoyorquinos marginados de las grandes ganancias por los otros nueve banqueros cuya identidad ha sido soplada por "alguien": JP Morgan Chase, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Deutsche Bank (del que es asesor el locuaz Alan Greenspan), UBS (que apuesta contra los interese de Pemex a través de su empleado, el hijo de un ex director de la paraestatal que funge ahora como director de la depredadora Schlumberger); la británica Barclays; Credit Suisse; Bank of America; y Citigroup (accionista de la "calificadora" Moody’s).

Lo mejor del jueguito financierista: se desconoce la identidad del "árbitro", cuando el mismo juego es virtual. Lo único real son las supuestas "ganancias" de los bancos y, sobre todo, sus "pérdidas", que endosan a los impotentes ciudadanos, que ni vieron ni entienden el partido.

A juicio de Louise Story resulta que "nadie (¡extra súper sic!) de los reguladores gubernamentales entiende (sic) completamente el tamaño y la interconexión del mercado de los derivados financieros, en especial los Credit Default Swaps (CDS), que aseguran (sic) contra las quiebras de empresas o bonos hipotecarios".

Los ominosos CDS –que se calcula andan entre 30 y 70 billones de dólares (¡el equivalente del PIB global!), dependiendo quién imagine su monto– apuestan a la quiebra de los países (literal) y hoy tienen en agonía –como dicen– a los PIIGS (por sus siglas en inglés: Portugal, Irlanda, Italia, Grecia y España).

Todavía está por develarse la lúgubre historia en el noveno círculo dantesco de los avernos entre la aseguradora AIG y sus contratos, mediante CDS, con los nueve banqueros de la elite secreta de Wall Street.

La crisis de 2088 llevó a la creación de tres "cámaras de compensación" (clearinghouse), de quien "nadie conoce la identidad de sus comités de riesgo", pero que controlan los nueve banqueros de la elite secreta. ¡Viva la transparencia!

Se recuerda que los bancos insolventes (técnicamente quebrados) fueron rescatados con el dinero público de los ciudadanos, quienes ni siquiera tienen derecho a conocer la identidad de sus rescatados. Ahora los miserables estadunidenses viven el "síndrome Fobaproa/IPAB", que ya padecimos con “el itamita México neoliberal”, con el mismo cártel bancario trasnacional (cuya bisagra aquí es Joseph Marie-Cordoba y su aliado Guillermo Ortiz Martínez, hoy mandamás del Banco Internacional de Pagos; Zedillo era un simple "ejecutivo").

Resulta que "la misma gente detenta posiciones influyentes (sic) en otras cámaras de compensación o en sus comités en la poderosa (sic) Asociación Internacional de Swaps y Derivados que ayudan a gobernar (sic) el mercado".

Louise Story comenta que "quizá (sic) ningún negocio en las finanzas sea tan redituable como los derivados" y cuyo "monto preciso (sic) se ignora": su carácter "secreto (¡súper sic!) constituye el factor principal que permite a los nueve banqueros obtener tales colosales ganancias".

La primera auditoría en la historia de la Reserva Federal acaba de revelar "16 billones de dólares (nota: el equivalente del PIB de Estados Unidos) de rescates secretos (¡súper sic!)", teledirigidos a los correligionarios de Ben Shalom Bernanke, que incluye al secreto club selecto de nueve banqueros (IPS, 29/9/11).

¿Cómo vamos a contrarrestar los ciudadanos del mundo a esta nihilista bancocracia secreta?

La luz pública es el mejor antídoto para domar a la bancocracia " secreta" que florece y prospera en los caños y desagües donde predomina la fétida oscuridad.

PRIVATIZAÇÃO DA EDP - PRESIDENTE DA ELECTROBRAS ESTARÁ EM PORTUGAL ESTA SEMANA

O Jornal de Negócios escreve hoje que o presidente da Electrobras, José Carvalho Neto, virá a Portugal durante esta semana.
A eléctrica brasileira já estava interessada no processo de privatização da EDP. Contudo, de acordo com o mesmo jornal, este interesse surge numa altura em que está cada vez mais próxima a divulgação do caderno de encargos da privatização da EDP.
Fonte da eléctrica brasileira, citada pelo jornal, afirma que "a empresa aguarda o lançamento do edital para que possa tomar alguma decisão sobre a sua participação no processo".
DN economia

FUMAÇA - ALGARVE Ordenamento do território "é uma espécie de última caixa de correio no deserto” É SÓ FUMAÇA !!! Algarve -


Ordenamento do território "é uma espécie de última caixa de correio no deserto”
18-09-2011

O Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, defendeu em Loulé mecanismos mais abertos e menos impositivos no ordenamento do território e a reabilitação dos centros urbanos.  
 
Afonso de Paulo falou, na sexta-feira à noite, na qualidade de orador convidado numa conferência organizada pelo Gabinete de Estudos do PSD Algarve, sobre ordenamento do território e das cidades e recuperação económica no Algarve.
O Secretário de Estado informou que, na área do planeamento e ordenamento, o Estado está mais preocupado com a reabilitação urbana e, neste sentido, vai despromover as extensões dos perímetros urbanos, em detrimento da regeneração dos centros e zonas históricas.
Para ilustrar a excessiva burocratização desta área, o Pedro Afonso de Paulo definiu o ordenamento do território como “uma espécie de última caixa de correio no deserto.”
“Nos últimos 30 anos, caminhámos para um modelo de ordenamento jurídico que se tornou numa teia labiríntica, tão complexa que hoje em dia não há nenhum promotor que arrisque um investimento, sem se munir de excelentes equipas de juristas”, disse.
Neste sentido, o governante sublinhou a urgência de uma maior simplificação, articulação e hierarquização entre os vários sistemas de planeamento territorial.
“Não podemos continuar a ter sobre um mesmo território dez tutelas, dez planos e múltiplos pareceres”, alertou.
Também o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Seruca Emídio, criticou “o tempo que se perde” a fazer e a rever Planos Diretores Municipais (PDM).
“Dez anos é o tempo médio de uma revisão do PDM, e, quando termina a revisão, já o plano está desatualizado”, lamentou o autarca de Loulé, acrescentando que “o investimento não se compadece com a espera”.
Luís Gomes, presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António (VRSA), e da distrital do PSD, afirmou, por sua vez, que a administração pública deveria ter capacidade de decisão e saber criar condições aos investidores.
“Se não encontrarmos soluções ao nível local e regional para a localização de empresas, para a construção de uma fábrica ou de um hotel, se não houver possibilidade e facilidades, jamais haverá resultados e crescimento económico”, sublinhou o autarca de VRSA.
OBSERVATÓRIO DO ALGARVE

NOVA IORQUE - WALL STREET

Silêncios de Chumbo

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Enquanto os meios de comunicação social nos entretém com o sobe e desce das bolsas mundiais ( como se a actividade económica e financeira se resumisse a isso) depois do Cristiano Ronaldo, com aquela cara de bronco espalhador de banalidades dizer que é assobiado por “ser rico, jogar bem futebol e ser bonito” (gaba-te cesto!) e antes de Passos Coelho, com ar de quem ter ir a correr para a casa de banho, dizer que o buraco da Madeira “é uma irregularidade grave” e remeter “questão-da-confiança-politica para Psd-Madeira-e-eleitorado-da-Madeira” (não vá o Jardim dar-lhe umas nalgadas), no intervalo de se ver os ditos rebeldes líbios dispararem rajadas para o ar e massacrarem apoiantes e supostos apoiantes do coronel para não lhe ficarem atrás em brutalidade, solicitando que a Nato continue a bombardear indiscriminadamente tropas ainda fiéis ao ditador Kadhafi e todos os civis que não conseguiram fugir ao inferno, enquanto se espera ouvir o silêncio do mi-nis-tro-gas-par-a-di-ge-rir-os-mi-lha-res-de-mi-lhões-que-de-sa-pa-re-cem-no-ca-mi-nho-ma-ri-ti-mo-pa-ra-a-ma-dei-ra-fin-gin-do-não-po-der-fa-lar-po-ter-o-e-só-fa-go- en-tu-pi-do-por-um-ca-cho-de-ba-na-nas (com medo que Jardim o pregue na cruz do défice), à espera de mais umas trivialidades á meas de um comentador avulso, há um silêncio pesadíssimo, um silêncio de chumbo sobre os movimentos populares relevantes que vão acontecendo por todo o mundo, que vão abrindo fissuras na ordem estabelecida de que eles serventuários barricados numa falsa ética jornalística, entrincheirados nos critérios jornalísticos que não são mais que uma efectiva censura sem lápis azul visível.
Na catadupa de notícias que ontem durante todo o dia foram derramadas para dentro das nossas cabeças alguém ouviu alguma coisa sobre a concentração popular que sucedeu em Nova Iorque. Em Wall Street? Esta comunicação social mercenária não tem vergonha nenhuma e tenta cumprir na perfeição o seu papel de manipular a realidade ao serviço do totalitarismo do pensamento único.


O QUE OS OUTROS ESCREVEM - BLOG O JUMENTO - Mentira do dia -Tem a palavra o senhor primeiro ministro - controlem o Soba - Várias postagens sobre o Psd e Alberto João Jardim

 Mentira do dia

  

Manuela Ferreira Leite e Marcelo Rebelo de Sousa decidiram devolver ao Alberto João os chapéus de palha que estes lhe ofereceu na festa do PSD de Cão da Lagoa e que durante todos estes anos guardaram com um grande carinho. Na missiva que dirigem ao líder regional do PSD ainda acescentam que lamentam não devolver as ponchas que beberam, mas essas já foram.

Jumento do dia


Alberto João, dirigente do PSD

O Alberto João decidiu comparar a Madeira de hoje com a de há 35 anos como se todo o mundo estivesse na mesma e só no arquipélago tivesse havido progresso. Seria interessante, por exemplo, fazer a comparação não só dos indicadores mas também dos investimentos, bem como a discriminação dos montantes transferidos para a região. Tal comparação seria ainda mais interessante se fosse feita em relação a outras regiões, como, por exemplo, os Açores.
 
Mas o Alberto está em dificuldades, não tem tempo e tenta iludir os seus próprios eleitores já que os do Continente a não ser que sejam adeptos fervorosos do seu partido nutrem por ele o maior dos desprezados. A pressa é tanta que a descida até a descida da taxa da inflação é obra dele, esqueceu-se dos indicadores meteorológicos. Poderia, por exemplo, dizer que graças a ele na Madeira faz melhor tempo do que nos Açores.
    
«Outro indicador mencionado é a taxa de inflação, que diminuiu de 23% (1978) para 2,0%, enquanto o salário médio regional aumentou de 457,7 euros (1983) para 1.013,57 euros e a média dos que recebem o salário mínimo retrocedeu de 7,6% (1991) para 5,6%.» [DE]
      
 

 Tem a palavra o senhor primeiro-ministro

«1. Se Alberto João Jardim tivesse o mínimo de vergonha na cara, retirar-se-ia imediatamente do cargo que ocupa. Porém, a forma como calmamente declarou que se esteve positivamente nas tintas para uma lei da República, a das finanças regionais, e não deu qualquer justificação para não ter transmitido informações a que estava também legalmente obrigado ao INE e ao Banco de Portugal, mostra que a palavra vergonha não consta do seu vocabulário. E porque haveria de constar, se nós sempre lhe tolerámos todos os desvarios, todos os insultos, todas as chantagens, todos os caprichos. Que medidas foram tomadas para parar o evidente compadrio reinante no Governo Regional? Quem não sabe dos constantes ataques a jornalistas que se atrevem a criticar o consulado de Jardim? Quem desconhecia as obras faraónicas? Há alguém que ignore o patrocínio directo a três clubes de futebol? Quem não fez anedotas sobre a crónica semanal de Jardim num jornal sustentado integralmente pelo Governo Regional ? O facto de 70% da economia da Madeira estar na mão do governo ou que este empregasse 30 000 funcionários era segredo? Colaboramos todos, mas uns com mais responsabilidades do que outros. Os vários governos da República que ou fingiam não ver ou se acobardavam ao primeiro urro de Jardim contra o centralismo e ameaças de independência, o PSD sempre disposto a tolerar todas as exigências em troca dos votos dos "deputados da Madeira", os candidatos a líder dos sociais-democratas que se arrojavam aos pés de Jardim para contar com os seus votos nas directas, os elogiadores da "obra feita" na Madeira, os que achavam muita piada aos insultos à oposição no parlamento regional contribuíram muito para o estado a que se chegou. O buraco, anteontem conhecido, que põe em causa a credibilidade do Estado português perante a comunidade internacional e imporá ainda mais sacrifícios aos cidadãos é apenas o epílogo duma história que já sabíamos ir correr mal.

2. Se alguns deputados fossem verdadeiros representantes do povo e não de ridículos interesses partidários não comparariam as correcções aos défices do antigo Governo da República com este tenebroso escândalo. É quase insultar a inteligência das pessoas lembrar que o INE e o BdP tinham todos os dados relativos às contas do Estado e que não foram violadas leis ou deveres de informação no decurso dos últimos exercícios orçamentais. Mas se dúvidas houvesse, bastava ouvir Vítor Gaspar a dizer que esta "irregularidade" era um caso único. Apesar de todas as evidências, há quem teime em desculpar Jardim em razão duma serôdia luta politiqueira.

3. Se Cavaco Silva fosse efectivamente o presidente de todos os portugueses e o garante do regular funcionamento das instituições, faria uma declaração ao País sobre o assunto e não insultava os seus concidadãos afirmando que "ninguém está imune aos sacrifícios". Pois claro, os antivírus dos computadores da Presidência são merecedores de proclamações solenes ao País, já a ocultação dum buraco de 1600 milhões de euros merece apenas um comentário na rua.

4. Se Passos Coelho quisesse mostrar respeito pelos sacrifícios dos portugueses, diria imediatamente que Jardim não tem condições para desempenhar o cargo que ocupa, nem tem lugar no PSD. Com que cara nos anunciará novos aumentos de impostos, cortes na saúde, educação ou elementares prestações sociais em prol do equilíbrio das finanças públicas, se continuar a pactuar com quem se está positivamente a borrifar para o destino de todos os portugueses desde que não sejam seus eleitores? Como espera não obter uma risada irónica dos nossos credores quando disser que Portugal não é a Grécia? Que dirão os nossos parceiros europeus quando descobrirem que, apesar de tudo, o partido no poder em Portugal continua a apoiar a candidatura de Jardim ? Se o primeiro--ministro estiver interessado em fazer respeitar o Estado de Direito, não pode mais afirmar que apenas os madeirenses podem definir o futuro de Jardim. Eleições não derrogam leis ou absolvem infracções, convém lembrar. "Quem tem de decidir da confiança política em Jardim é o PSD/Madeira", disse Passos Coelho. Perdão? Não é Jardim militante do PSD? Não tem o apoio do PSD? O PSD/Madeira não faz parte do PSD? Será que o primeiro-ministro não percebe que se não declarar formalmente que considera a candidatura de Jardim um atentado à dignidade do País e não propõe a sua expulsão do partido se torna cúmplice do actual e provavelmente futuro presidente do Governo Regional? Passos Coelho, só ele, tem a palavra.» [DN]

Autor:

Pedro Marques Lopes.
  
 Controlem o soba

«É chegado o momento. É chegado o momento de toda a gente com responsabilidades em Portugal dizer basta. Basta de olhar para Alberto João Jardim como o político que conseguiu na Madeira um nível de desenvolvimento que nenhum outro conseguiu no Continente ou nos Açores. Basta de baixarmos a crista sempre que o desembocado Jardim nos insulta a todos, quando insulta quem nós escolhemos para governar Portugal ou para presidir aos destinos da nação, como fez com o "senhor Silva", que é hoje nosso Chefe do Estado. Sempre soubemos, mas hoje entra pelos olhos dentro, que o que ele fez na Madeira fez em benefício primeiro de quem lhe diz que sim a tudo e à custa do sacrifício de milhões de portugueses.

Visitei a Madeira várias vezes e gostei sempre do que vi. Visitei o Funchal logo depois das cheias e alguns meses depois. E voltei de férias com mulher e filhas para solidariamente ajudar a recompor a vida de um povo que mete mãos à obra quando a desgraça lhe bate à porta. Admiro quem lá vive ou lá nasceu, porque é sempre visível a força que constroem a partir da sua condição de insulares.

Gosto da Madeira e dos madeirenses e só não percebo a razão pela qual há décadas vergam perante o poder de um político que é visto como um soba (aquele que por superioridade política ou económica exerce domínio sobre determinada população). Ou melhor percebo, é pela mesma razão pela qual o poder político da República se verga - o medo do prejuízo individual que possa advir se enfrentarem o soba.

Mas este é um bom momento. Se os senhores da República não são capazes de fazer o soba cumprir a lei geral, se os deputados, os governantes e o presidente da República não são capazes de trabalhar para impedir o regabofe de Alberto João Jardim, tem de ser o povo da Madeira a colocar limites à sua actuação de déspota (governante que exerce autoridade arbitrária e absoluta).

Vivo neste mundo e já não espero que escolham outro para presidir aos destinos da Madeira, mas estou com o CDS: retirem-lhe a maioria e obriguem-no a governar em democracia. Jardim que mostre o que vale governando com regras. Desconfio até que uma vitória sem maioria será razão suficiente para o déspota passar a pasta.

Há muitos anos que políticos com responsabilidades na República lhe distribuem elogios. Cavaco Silva considerou em 2008 que aquele "senhor não precisa de elogios, a obra que realizou ao longo destes 30 anos fala por si", e até Jaime Gama, que um dia comparou João Jardim a Bokassa, disse, também em 2008, que o presidente do Governo Regional era "um exemplo supremo na vida democrática". No buraco em que ele nos meteu a todos, continentais e insulares, é chegado o momento de acabar com a hipocrisia política.» [DN]

Autor:

Paulo Baldaia.
BLOG  o JUMENTO

Alberto João Jardim – O inimputável


Sobre o verdadeiro esgoto a céu aberto que é o discurso habitual de Alberto João Jardim e a montureira que tem por cérebro... não me ocorre dizer nada. Por uma questão de higiene e por manifesta falta de interesse.
Sobre esta estória da sonegação de informações de gastos de dinheiros públicos, um crime – de resto já confessado – que, muito provavelmente, não terá consequências de maior... (a não ser para os de sempre, que vão pagar para cobrir o "buraco") não há nada que eu possa aqui escrever, que não tenha sido já dito, redito, escrito e analisado. Mesmo assim, fica-me uma dúvida:
Quantos de vocês é que acham que se esta estória escabrosa se passasse no Governo Regional dos Açores, ou, sei lá... na Câmara de Almada, o “Pastel de Belém” já teria interrompido o fim de semana, as férias, o casamento de uma sobrinha... ou mesmo um funeral, para nos aparecer na televisão, de dedo em riste, babando a sua presidencial indignação?
Que diacho de rabo de palha terá o “senhor Silva”, a que Alberto João Jardim possa pegar fogo?
Claro que é possível que eu esteja enganado...