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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Quotidiano

Sou eu. Sabes quem sou?
Não, não digas nada.
Sei apenas que estou
Acabrunhada.
E se inclino o rosto,
Se pareço uma pirâmide truncada
com sobrecasaca de frio,
é porque não gosto
de puxar o fio
à meada.

(Escadas escuras
subidas dia a dia.
Pernas cansadas
e solas gastas.
Harmonias acabadas
num gesto torvo.
Tremenda nostalgia
de iluminações vastas
e de calçado novo).

Pernas cansadas? Sim.
Magras? Talvez.
Aqui, onde me vês,
já fui assim
...roliça,
como bocejo na hora da preguiça...

Aqui, onde me vês,
não é a mim que me vês.
É a magricela
que sobe aquela
escada de sonhos desiguais
que me constrangem.

- E ainda para mais
os meus sapatos rangem.

Do livro: "Cem poemas Portugueses no Feminino"

 

Escândalo: trabalho escravo na roupa da Zara

Inditex já tomou medidas para corrigir a situação

O grupo espanhol Inditex, que detém a cadeia têxtil Zara, foi abalado por um escândalo internacional, depois de se saber que foi usada mão-de-obra escrava no fabrico de algumas das suas roupas.

A empresa comprou roupas fabricadas no Brasil por imigrantes bolivianos e peruanos, cujas condições de trabalho se equiparam à escravatura, revelou a revista brasileira «Band».

Os repórteres da publicação acompanharam uma equipa de fiscais do Ministério do Trabalho que libertou 15 pessoas que trabalhavam em condições degradantes em dois ateliers clandestinos de São Paulo que produziam roupas para a AHA, fornecedora da Zara.

Os imigrantes estavam a ser sujeitos a dias de trabalho de 16 horas, em troca de salários inferiores ao salário mínimo do país (a rondar os 300 euros por mês) e desse salário era ainda descontado o preço da viagem para entrar no Brasil, comida e outros gastos.

O grupo Inditex já negou qualquer responsabilidade nas irregularidades detectadas e diz que a AHA «violou seriamente» o Código de Conduta para Fabricantes. Por isso, a dona da Zara já tomou medidas para que a AHA pague compensações económicas aos trabalhadores explorados e se comprometa a corrigir as condições de trabalho naqueles dois ateliers ilegais.

Governo vai criar mais três "Tachos” para o Futebol…. os laranjas e os vampiros são perigosos e então este RELVAS é um desalmado !

Governo vai criar mais três "Tachos” para o Futebol….

Miguel Relvas anuncia constituição de três “tachos” de trabalho para avaliar futebol profissional!!??
Podiam criar  mais umas equipas de futebol, pagas com dinheiro dos nossos impostos..... 
 O Alberto João já tem duas na Madeira, á custa dos "cubanos do continente"............
"O primeiro “tacho”de trabalho que será coordenado por José Luis Arnaut (aquele, que comparou Sócrates com o Drácula, quando foi jurar fidelidade ao “Africanista de Massamá” a Portalegre), o segundo será dirigido por Paulo Olavo Cunha (amigo e companheiro de ideais do ministro dos “tachos",o terceiro “tacho” de trabalho terá como coordenador João Leal Amado, (amigo de há largos anos do”Africanista”)…
... E ao menos um grupo para combater a corrupção e o compadrio!
Estes três “tachos” de trabalho vão chegar á conclusão de sempre…. Nenhuma!
Dizem que é preciso cortar na despesa do estado. Quanto é que se vai gastar nisto para dar em… nada? É só criar tachos e mais tachos para os amigos, “tachos” de investigação, “tachos” de orientação, “tachos” de fiscalização, “tachos” de mediação, “tachos” de fundação, “tachos” de sinalização….falavam estes dos “tachos” do Filósofo de Paris……

Quarta-feira, Agosto 31, 2011


A República Prostituta da Madeira

A estratégia de utilizar a ameaça da independência como forma de os governantes da Madeira conseguir mais dinheiro dos contribuintes do resto do país é tão velhinha quanto a autonomia regional, mas desta vez o Alberto João não acenou com o perigo do independentismo, ele próprio fez a ameaça, ou permitimos que a Madeira ganhe dinheiro com os esquemas de evasão fiscal do Continente ou coloca-se a questão da independência.

Em qualquer país civilizado este político seria banido, mas como Portugal é o país que é o senhor continua a exibir a sua bazófia e ainda se permite usar os dinheiros públicos para perseguir judicialmente jornalistas e quaisquer políticos adversários ou cidadãos comuns que o critiquem. Como para este senhor os dinheiros públicos abundam ainda os usa para ter um jornal privativo onde pode perseguir todos os que se lhe atravessem no caminho, sejam os “ingleses” ou os “colonialistas do contenente”.

Isto é possível devido a duas razões, a cobardia do PSD nacional que não só lhes permite os desvarios como ainda o exibe como modelo de virtudes nacionais e o oportunismo social de uma classe média madeirense enriquecida pelo poder graças aos dinheiros que os esquemas do Alberto conseguem.

Não admira que sejam poucos os madeirenses que ousem vir a público questionar o seu discurso, uns por cobardia e outros por conivência preferem o silêncio. Quanto à cobardia pouco há a dizer, o fenómeno não é novo no país, foi essa cobardia que levou a que a ditadura se prolongasse por quase cinquenta anos. Já quanto aos que são conivente com o Alberto João a questão roça o indigno.

Quando Alberto João acena com a independência caso não sejam mantidos os privilégios da zona franca está a dizer que para os madeirenses que o seguem a independência não é uma questão de princípios, é uma questão de preços. Enfim, talvez um dia tenhamos o mais original dos países independentes, a República Prostituta da Madeira.

MINISTRA DA AGRICULTURA RECONHECE ALARGAMENTO DE PRAZOS NO ALQUEVA -«Para concluir o Alqueva estão previstos investimento de cerca 300 milhões de euros. Nem eu nem o ministro das Finanças temos no bolso 300 milhões de euros», afirmou a ministra ao Expresso, - HÁ POIS É ! MAS HÁ QUEM TENHA ROUBADO MAIS DO QUE ISSO !

 

Ministra da Agricultura reconhece alargamento de prazos no Alqueva

2011-08-29


O projecto de regadio do Alqueva vai ser concluído, mas «possivelmente» não em 2013, ano previsto para a sua conclusão. A explicação foi dada por Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, em entrevista dada ao Expresso deste Sábado. Segundo a responsável da pasta da Agricultura, as verbas necessárias para concluir o projecto estão no cerne do possível alargamento temporal do projecto.
«Para concluir o Alqueva estão previstos investimento de cerca 300 milhões de euros. Nem eu nem o ministro das Finanças temos no bolso 300 milhões de euros», afirmou a ministra ao Expresso, lembrando ainda que a dívida da EDIA, empresa que gere a infra-estrutura do Alqueva, ronda os 600 milhões de euros.
Por agora, Assunção Cristas frisou a importância de analisar o que foi feito com os hectares que já têm regadio, e mostrar esses resultados ao País. «Parece-nos muito mais importante saber isso do que saber se conseguimos concluir em 2013, 2014 ou 2015», sublinhou. A governante colocou ainda em cima da mesa a possibilidade de extinguir a EDIA, quando terminar o projecto.
Em Julho, o presidente da EDIA, Henrique Troncho, cujo mandato terminou em Dezembro de 2010, dizia ao jornal Água&Ambiente que a sua permanência à frente da empresa estava dependente do que a tutela queria para o seu futuro. «Se for para fechar a loja, não contem comigo», avançou.
Na entrevista, a ministra falou ainda dos compromissos do Ministério em fundir institutos, com especial destaque para a possível junção entre o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) e a Autoridade Florestal Nacional. «Quando falamos em juntar numa entidade nova as florestas e a conservação da natureza estamos a juntar matérias que às vezes eram conflituantes mas que têm muito mais em comum do que o que as afasta», afirmou Assunção Cristas. A responsável afirmou ainda que a decisão sobre o futuro das Águas de Portugal está para breve.

A POLÍTICA DOS ESTRAGA - ALBARDAS CONTINUA A ATACAR AS AUTARQUIAS - Governo quer reduzir o número de vereadores autárquicos

Universidade de Verão do PSD

Governo quer reduzir o número de vereadores autárquicos

31.08.2011 -Por Luciano Alvaro- Publico
Milguel Relvas Milguel Relvas (Foto: Miguel Manso)
O Governo quer aprovar uma nova Lei Eleitoral Autárquica que permita reduzir o número de vereadores. O anúncio foi feito hoje por Miguel Relvas, ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, na Universidade de Verão do PSD, que decorre até ao próximo domingo em Castelo de Vide.
“O Governo irá desenvolver todos os esforços junto dos partidos parlamentares para que seja possível aprovar uma nova Lei Eleitoral Autárquica, alterando o método de eleição, reduzindo o número de vereadores e reforçando os poderes da fiscalização das assembleias municipais”, relevou Miguel Relvas.

Para o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, “os municípios terão também de acompanhar este esforço de racionalização ao nível da sua organização interna”. “A título de exemplo, basta referir que existem no actual modelo de poder local 2078 eleitos, entre presidentes e vereadores, e quase três mil dirigentes. Repito: três mil dirigentes. Este notório excesso de funcionários para a dimensão do território resulta de uma acumulação de erros ao longo da última década e impõe-se agora corrigi-los com determinação”, acrescentou.

Miguel Relvas lembrou que o Governo assumiu perante os portugueses o compromisso de executar uma reorganização administrativa local até Junho de 2012 e que “está em condições de apresentar as bases dessa reforma e os princípios orientadores”.

Uma reforma administrativa que, segundo Relvas, é constituída por quatro eixos de acção: “A reforma do sector empresarial local; a reorganização do território; a adopção de um novo modelo de gestão municipal, intermunicipal e de financiamento dos municípios e das associações intermunicipais e a reforma da Lei Autárquica no âmbito da democracia local”.

Governo fala em "nível excessivo de freguesias"

O ministro anunciou também que “serão criados limites legais à criação de novas empresas municipais para travar o crescimento contínuo do sector empresarial local”. “O Governo decidiu suspender a criação de novas empresas até que a avaliação do sector empresarial local esteja concluída e irá enviar brevemente à Assembleia da República uma proposta com o novo enquadramento legal sobre a criação e o funcionamento de empresas, fundações e outras entidades semelhantes pela administração local”, acrescentou.

A nível da organização do território, Miguel Relvas disse ser “necessário reconhecer que existe em Portugal um nível excessivo de freguesias, 4259”. “Em nome da gestão e da sustentabilidade financeira será necessário proceder à aglomeração de freguesias, tendo em conta uma nova abordagem”, revelou.

O ministro salientou ainda que “este é o tempo certo para apresentar um novo modelo de gestão municipal, intermunicipal e financiamento”. “É o tempo certo para ser mais eficaz e para os municípios integrarem políticas, ganharem escala e pouparem recursos com vista à sustentabilidade.”

Para Miguel Relvas, “o actual modelo de poder local esgotou-se” e “precisa de um novo paradigma”.

ENTÃO SRº PRIMEIRO MINISTRO, O ALBERTO JOÃO NÃO É DO SEU PARTIDO ? ENTÃO SRº PRESIDENTE DA REPÚBLICA QUE DIZ A ESTE CAMBALACHO ? - TROIKA DESCOBRE NOVO BURACO DE 223 MILHÕES NA MADEIRA

'Troika' descobre novo buraco de 223 milhões na Madeira

'Troika' descobre novo buraco de 223 milhões na Madeira
Os prejuízos de uma empresa que construía estradas foram parar às contas do Estado. Por causa disso, o défice nacional pode passar a barreira dos 6% em vez de ficar nos 5,9% previstos
O défice público nacional deste ano vai sofrer um desvio por causa da Madeira, não de 277 milhões de euros como disse a troika a 12 de Agosto mas sim de 500 milhões, revelou fonte oficial da Comissão Europeia.
Hoje, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, levantará o véu sobre os futuros sacrifícios a pedir aos portugueses, sabendo já que a situação financeira ruinosa de uma empresa detida pelo Governo Regional madeirense e a extinção de uma sociedade que promovia obras rodoviárias em regime de parcerias público-privadas (PPP) são responsáveis por um agravamento do défice nacional equivalente a 0,3% do produto interno bruto