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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Noruega/Atentado: Grupo islâmico reivindica ataques

Bombeiros e socorristas na zona próxima da sede do Governo norueguês onde rebentou uma bomba
O grupo islâmico Ansar Al Jihad Al Alami reivindicou, em comunicado, a autoria dos ataques terroristas ocorridos hoje na capital da Noruega, Oslo, que provocou pelo menos sete mortos e 15 feridos, indica o jornal The New York Times.

O jornal cita um analista do instituto norte-americano de estudos sobre o terrorismo CNA, que refere que um comunicado do grupo islâmico, cujo nome significa Ajudantes da Guerra Santa Global, explica que o atentado foi uma resposta à presença norueguesa na guerra do Afeganistão e a insultos ao profeta Maomé.

Paz - poemas ilustrados de António garrochinho

Novo modelo de cobrança

Fisco passa a cobrar dívidas das portagens


Quem não cumprir com o pagamento de portagens passa, a partir de hoje, a ser notificado pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI), que com o Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias (InIR) acordou assumir esta competência.
<p>Finanças dizem que a transferência vem gerar ganhos de eficiência no curto prazo</p> Finanças dizem que a transferência vem gerar ganhos de eficiência no curto prazo
 (Daniel Rocha)
Até agora, a cobrança das dívidas dos utentes que não regularizassem o pagamento das taxas de portagens após notificados pelas concessionárias rodoviárias estava nas mãos da InIR.

O modelo começou a começou a ser desenhado no ano passado e esteve para entrar em vigor em Abril deste ano, altura para a qual estava planeada a introdução de portagens nas Scut (auto-estradas sem custos para o utilizador) do Algarve, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Interior Norte.

Em comunicado, o Ministério das Finanças diz que a delegação de competência para a DGCI vai gerar uma “poupança significativa de encargos para o erário público”, evitando “a duplicação de custos para o erário público” – que o Governo, contudo, não quantifica.

Do ponto de vista operacional, as Finanças dizem que a transferência “vem gerar ganhos de eficiência no curto prazo” que resultam do aproveitamento de infra-estrutura tecnológica”.
DIRECTAS PS

Assis acusa candidatura de Seguro de "fraude eleitoral"

Assis acusa candidatura de Seguro de "fraude eleitoral"
Candidatura do ex-líder parlamentar do PS emitiu umcomunicado sobre votação em Olival de Basto.
Francisco Assis acusa a candidatura de António José Seguro de ter tentado uma "fraude eleitoral" nas eleições directas para a liderança do PS, eleições que começaram hoje e terminam amanhã.
Segundo um comunicado, essa alegada tentativa teve lugar na secção de Olival de Basto/Póvoa de Santo Adrião. "Aquando da abertura do período de votações, nesta secção do Partido Socialista, o fiscal [da candidatura de Assis] observou que as urnas, que deveriam estar vazias e prontas para o início do processo eleitoral, já continham boletins de voto - o que motivou um imediato protesto e o encerramento temporário da secção de voto. Após a abertura da urna, foi confirmada a existência de vários boletins de voto, já preenchidos, assinalados na Lista A, de António José Seguro".
O DN tentou - até agora em vão - um comentário da candidatura de Seguro. Joaquim Raposo, presidente da comissão organizadora do congresso, reconheceu ao DN que de facto havia votos na urna, "não sei como". Quando soube do caso propôs à candidatura de Assis que o acto eleitoral fosse suspenso e adiado para outro dia. A candidatura de Assis terá recusado. A eleição começou do zero, sem votos na urna. Raposo, em declarações ao DN, considerou "lamentável" o comunicado da candidatura de Assis. "Se o objectivo é enterrar o PS este é um bom caminho", acusou.

Vítor Gaspar – Concurso de interpretação


Depois de termos ficado a saber, na sequência da estória estrambólica do “desvio colossal” das contas (desvio de que ninguém parece conhecer o paradeiro), que teve a vantagem de esclarecer rapidamente que Passos Coelho não passará, afinal, de mais um vulgar aldrabão, o pastoso explicador das frases de Passos... e ministro das Finanças, veio garantir que o roubo do 13º mês «não provoca efeitos recessivos».
Utilizando a técnica entaramelada do ministro Vítor Gaspar, direi que há uma “interpretação abusiva” das palavras do genial governante. Que foi dito “não”... depois foram ditas algumas palavras... após as quais apareceu “provoca efeitos recessivos”.
A minha “interpretação” é que as tais palavras que se perderam pelo meio poderão ter sido:
Não há dúvida absolutamente nenhuma de que provoca efeitos recessivos.”
Não tenho outro remédio se não mentir descaradamente para negar que isto provoca efeitos recessivos.”

inspiração


Noruega: Ataque com bomba ao primeiro-ministro, Jens Stoltenberg

Há centenas de feridos, um número indeterminado de mortos e três pessoas detidas.
A explosão de uma bomba, em Oslo, na Noruega, destruiu, totalmente,no início da tarde desta sexta-feira, o gabinete de trabalho do primeiro-ministro, Jens Stoltenberg, assim como vários edifícios governamentais situados nas imediações.
O primeiro-ministro norueguês não se encontrava no interior do edifício no momento da explosão,mas na Universidade de Oslo. Jens Stoltenberg já fez saber que está bem, assim como todos os ministros, mas recusou divulgar o local onde se encontra.

A explosão estilhaçou muitas janelas do edifício de 15 andares. Os dois primeiros andares, onde se encontrava instalado o gabinete de Stoltenberg, ficaram completamente destruídos.
De igual forma, vários edifícios na proximidade, onde se encontram alguns ministérios, ficaram muito destruídos.
O ministro da Presidência, Hans Kristian Amandsen, disse à BBC que há pessoas presas nos vários edifícios.in sol

Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

Declaração Política Proferida por Heloísa Apolónia Sobre o Aumento dos Transportes Públicos | Vídeo

Mais uma vez deixo um vídeo com a intervenção da deputada Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista os Verdes (PEV), com a sua declaração política sobre as medidas anunciadas do exorbitante aumento de transportes - que já tinham sido aumentados -, e que vai tornar a vida dos portugueses quase impossível, pois muitos já nem conseguem ir trabalhar por falta de dinheiro para a sua deslocação. E isto que eu estou a escrever não é mentira e está provado.
Este aumento é um furto ou um roubo?!
É, claramente, roubar aos pobres para dar aos ricos. Para favorecer aqueles que (des)administraram estas empresas de transportes e que são os tais gestores com ordenados milionários. Mas eles querem mais ainda!...
JOÃO
Heloísa Apolónia - Transportes Públicos

Carregado por | em 22 de Jul de 2011

Intervenção da Deputada do PEV, Heloísa Apolónia, sobre o anunciado aumento dos preços dos transportes públicos - Declaração política proferida na Assembleia da República a 21 de Julho de 2011

A nova figura do Zé Povinho a fazer um manguito à Moody´s vai ser posto à venda a partir desta sexta-feira.

O preço varia entre 33 e 64 euros e pode ser encontrado nas lojas Vista Alegre Atlantis e no Museu Bordalo Pinheiro.

O Zé Povinho contemporâneo será comercializado dentro de uma caixa, acompanhado por um postal endereçado à Moody's, onde se poderá escrever uma mensagem e enviar para a sede da agência de rating.

O objectivo da comercialização desta peça é mostrar o descontentamento português e europeu em relação à Moody´s, esperando-se que outros países adiram a esta iniciativa.

É de referir que, nas últimas semanas, têm surgido uma série de reacções contra as agências de rating. O jornal i lançou, no início do mês de Julho, a petição “Europa não é Lixo”.

Que os medos - poemas ilustrados de António Garrochinho

PSD e CDS mantêm avaliação dos professores este ano

por Sónia Cerdeira,

Partidos do governo vão inviabilizar projectos do PCP e BE que revogam avaliação dos professores. 
PSD e CDS-PP vão inviabilizar os projectos do PCP e BE que pretendem revogar a avaliação dos professores.

Os partidos do governo, que na anterior legislatura apresentaram projectos para anular este modelo de avaliação de desempenho docente, não querem agora suspender o processo, garantiram ao i fontes da maioria política. A justificação é que o ano lectivo está a terminar e que o novo sistema de avaliação estará pronto a tempo do início do novo ano lectivo, em Setembro.

O governo está a estudar a possibilidade de alargar para quatro anos os ciclos avaliativos. A medida está em sintonia com o programa do governo, que defende que a avaliação de desempenho deverá obedecer a intervalos mais longos. Actualmente, os professores são avaliados de dois em dois anos.

O facto de a progressão das carreiras dos docentes estar congelada até 2013, por imposição da troika, é outra das justificações apontadas para manter o actual modelo até ao fim deste ano, confirmou o i junto de fonte parlamentar do PSD.

O CDS-PP junta-se aos sociais-democratas nesta matéria. "O processo de avaliação este ano está terminado. Já está em fase de recurso. Quando o CDS votou a favor da suspensão ainda estava a meio", afirma o deputado centrista, Michael Seufert.

A revogação da avaliação dos professores foi um caso de coligação negativa na anterior legislatura. Os partidos da oposição uniram-se para revogar o modelo imposto pelo governo de José Sócrates. A revogação, contudo, nunca entrou em vigor. O Presidente da República teve dúvidas sobre a decisão parlamentar e o Tribunal Constitucional acabou por considerar "inconstitucional" a revogação do modelo de avaliação: era uma intromissão nos poderes do governo.

O projecto de lei do PCP, que "revoga o actual regime de avaliação de desempenho dos docentes e anula a produção dos efeitos resultantes do ciclo 2009/2011", e o projecto de resolução do Bloco de Esquerda, que "recomenda ao governo que proceda à suspensão do actual modelo", serão discutidos em plenário na próxima quarta-feira.

Os sindicatos dos professores, que foram recebidos pelo ministro da Educação, Nuno Crato, saíram das reuniões com a promessa de receber na próxima semana o novo modelo de avaliação para discussão e análise.

Em Março, o PSD entregou no Parlamento um projecto de resolução em que enunciava os princípios do novo modelo e que o ministro da Educação terá em conta. Os sociais-democratas defendiam que a avaliação "não deve ser universal e [ deve] estar adaptado a cada contexto". Ou seja, pretendiam dar mais autonomia às escolas para poder adaptar o modelo.

O PSD defendia, à data, que a classificação do desempenho deveria "revestir uma lógica externa preponderante, removendo definitivamente da cultura organizacional das escolas os malefícios da classificação inter-pares". Tradução: não deveriam ser os professores a avaliarem-se entre si.

Ontem, o Conselho de Ministros aprovou a redacção final do decreto-lei que revê a organização curricular dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e que introduz provas finais no 6º ano. No próximo ano lectivo, o total de horas nas disciplinas de Português e Matemática será aumentado, eliminando a Área de Projecto e ajustando a carga horária do Estudo Acompanhado.

Governo estuda possibilidade de estender o prazo da avaliação para quatro anos

Ideias de Trampa

A FUNDAÇÃO Gates (de Bill e Melinda Gates) concluiu que a sanita e o fluxómetro já deram tudo o que tinham a dar, precisam de ser reinventados, de forma a respeitarem as exigências sanitárias e ecológicas, além de que sejam acessíveis aos 2,5 biliões de pessoas de fracos recursos económicos existentes no mundo, afinal o maior mercado de que há memória, não fosse o seu fraco potencial económico. Assim sendo, a dita Fundação reservou a bonita verba de 30 milhões de euros para a criação de um fundo cujo objectivo é a reinvenção de um dispositivo barato que, além de cumprir os objectivos da tradicional sanita, decantadora dos nossos detritos fisiológicos, vá mais além, dando utilidade à biomassa que vai sendo armazenada, tratando-a e transformando-a em energia, adubos e outras matérias primas. Em resumo: a Fundação Gates está disponível para avaliar e financiar ideias de trampa, contribuindo assim para o bem-estar universal, além de pôr os mais desfavorecidos a terem acesso às tecnologias de ponta.
No entanto, e pelos motivos óbvios, embora a ideia seja louvável, desejável e acarinhável, vem ferida de algum desajuste e incoerência, relativamente à realidade. Se a iniciativa tem por objectivo principal gerar progressos no capítulo sanitário e da higienização, tudo bem, mas não se venha dizer que isso vai satisfazer as necessidades dos mais pobres e necessitados que proliferam por esse mundo fora, pois esses têm uma escala de prioridades bem diferente das nossas, bem aventurados que nunca experimentámos uma vida de contínua luta pela subsistência, e a diária convivência com as carências mais básicas. Além de não possuírem um tecto e trabalho decente, arranjar alimento é a preocupação dominante dos pobres e desfavorecidos, bem à frente das preocupações com o tratamento que pode ser dado às suas fezes, que afinal, e bem feitas as contas, são directamente proporcionais à escassez de alimentos ingeridos. Digam o que disserem, dêem as voltas que lhe derem, a sanita tecnológica nunca será um contributo determinante para a elevação do nível de vida dessas pessoas. Não é com o destino a dar aos resíduos fecais, que se conseguem resolver os apetites da boca e as privações do estômago. Porém, e para tirarmos dúvidas, basta fazer um inquérito junto dos interessados, com uma única pergunta: - O que mais deseja, um trabalho bem remunerado e refeições decentes, ou uma sanita tecnológica onde possa carregar o telemóvel?

Os ladrões rectificativos...


“Ajuda aos bancos obriga a orçamento rectificativo”, diz a notícia. E porque não?! Temos que acomodar nos nossos orçamentos pessoais e familiares aquele pouco com que “devemos” contribuir para a felicidade dos banqueiros. A técnica é perfeita. Rouba-se mais um pouco aos pobres e remediados. Estes são tantos, que a colecta é sempre fantástica... e, convenhamos, que brilharete é que os pobres e remediados iriam fazer com a meia dúzia de euros que lhes são roubados?
Sendo já um dado adquirido que quem está no poder são os ladrões, também conhecidos pela designação de banqueiros e especuladores, que têm nos gabinetes ministeriais os seus fiéis criados para todo o serviço, não faltará muito para que, antes dos casamentos, batizados e festanças variadas que ocupam abundantemente o nosso “jet set” da finança, sejam lançados “impostos relâmpago” para financiar as roupas de marca e alta costura, mais a joalharia avulsa, tudo coisas obrigatórias nessas ocasiões. Pagaremos tudo! No limite... até os pesados camafeus das esposas e os brilhantes “alfinetes de peito” das amantes.