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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Passos: «Não há buraco colossal nas contas públicas»

Primeiro-ministro garante que se referia a um «esforço colossal» que será peciso fazer.

Ao fim de uma semana, primeiro-ministro corrige notícia e garante que houve «uma utilização abusiva de uma alusão a um esforço colossal que o Estado vai precisar de fazer em praticamente meio ano».

No final da cimeira extraordinária, que teve lugar esta quinta-feira em Bruxelas, Passos Coelho foi questionado, em conferência de imprensa, sobre o «desvio colossal» - expressão que teria sido usada no Conselho Nacional do PSD - e que tinha sido já explicada pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar.

Tratava-se antes de um «esforço colossal» após ter sido realizada uma estimativa do que seria preciso do lado da receita, onde se verificou, de facto, um desvio de «cerca de 840 mil milhões de euros, até ao final do ano, e muito perto de mil milhões de euros do lado da despesa».

Questionado sobre o «desvio», Passos Coelho não quis entrar em «pormenores»: «É uma estimativa, apenas. Em uma semana estaremos a fixar tectos da despesa, que serão utilizados para a elaboração do Orçamento do Estado para 2012, e nessa altura ficará mais claro que esforço de contenção será necessário na despesa».

Sobre se o «desvio» obrigava então a um imposto extraordinário que irá incidir sobre metade do equivalente ao subsídio de Natal, o primeiro-ministro respondeu que não era altura para «ficar à espera do dia em que fosse tarde e já não houvesse tempo para corrigir» as contas e cumprir a meta do défice.

Pedro Passos Coelho falava durante a conferência de imprensa após a cimeira extraordinária do euro, que decorreu esta quinta-feira, e da qual o primeiro-ministro considera que Portugal saiu com melhores condições para cumprir o programa.

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Outras histórias que não a minha

O cinema é o meu maior conforto nas noites solitárias que vivo nesta casa à beira-mar. Deito-me, encosto a cabeça a duas ou três almofadas, estico as pernas e entrelaço as mãos. Antes de carregar no play oiço, tranquilamente, o barulho das ondas e o vento que sopra lá fora. A esse som verdadeiramente embalante, segue-se uma banda sonora que deverá falar pelo próprio filme – se tal não acontecer, risco-o imediatamente da minha lista de obras a rever, um dia.
Depois da música, as imagens. Essas não têm apenas a doçura de uma melodia. Algumas comportam mesmo uma malvadez que, ainda que seja meramente intencional, não deixa de lá estar. Amo e odeio ao mesmo tempo todos os filmes que retratam a vida de um escritor ou de uma escritora, mas, incrivelmente ou não, não consigo deixar de os ver. Invejo tais personagens, porque nelas observo não apenas os momentos de derrota que já tão bem conheço, como também os ápices de glória que me deixam a tremer de desejo. Admiro os lapsos de inspiração, aquela ânsia de agarrar numa caneta, o gesto de acariciar um papel, as suas respirações ofegantes e desesperantes, as folhas tão cheias de marcas que não se apagam, nem com o tempo, nem com nada. Pergunto-me por que tal não acontecerá comigo e certezas, só uma: por mais que odeie certas personagens, também as amo. E é por amá-las que continuo a tomar por companhia estes filmes lentos e penetrantes nas noites frescas de um Verão que teima em não aquecer.
Vejo outras histórias que não a minha, porque não tenho história. Desejo-as pelo mesmo motivo. Venero-as pelo sonho. Enquanto não ganhar as minhas próprias asas, nada mais me resta senão todas essas outras histórias que não são minhas, mas que, por doces e ternos momentos, gostava que fossem.
Sara Gonçalves
BLOG HORIZONTE DO SER

Investir na guerra e esquecer a fome no mundo

Matar de longe, à traição, sem ser visto é cobardia

As guerras promovidas pelos EUA, em muitos países do mundo estão a servir para desenvolver  novos equipamentos de guerra, controlados à distância e de grande capacidade de destruição.  
De um artigo do Diario.info, extraí e adaptei as seguintes informações que deveremos conhecer:
Nem os mísseis de cruzeiro nem os veículos aéreos não tripulados equipados com mísseis Hellfire têm pilotos a bordo. Paquistaneses, afegãos, líbios, iraquianos, iemenitas e somalis são dilacerados por ataques dos E.U.A. com aparelhos robots controlados à distância.


Agora na Somália

O Washington Post, o New York Times e outros grandes jornais dos EUA informaram na semana passada que os EUA lançaram o seu primeiro ataque na Somália com mísseis disparados de um veículo aéreo não tripulado (UAV).


O ataque foi o primeiro ataque militar reconhecido por parte do Pentágono na nação do corno de África desde um outro realizado por comandos em helicópteros em 2009 e também o primeiro drone norte-americano usado nesse país para um ataque com mísseis. O diário britânico The Guardian informou em 30 de Junho, que o ataque na Somália marcou “a expansão da campanha sem pilotos a um sexto país”, já que tinham sido usados com efeito mortal aviões não tripulados com controlo à distância no Afeganistão, Iraque, Paquistão, Iémen e, mais recentemente, na Líbia.


Afeganistão, Iraque, Paquistão, Iémen e Líbia.

A mortífera missão na Somália foi realizada, segundo se informa, pelo Comando de Operações Especiais dos EUA. Em 4 de Julho, a publicação das forças armadas dos EUA Stars and Stripes, informou que existem actualmente 7.000 membros das forças especiais dos EUA no Afeganistão e 3.000 no Iraque, e a maioria destes últimos serão transferidos para o Afeganistão, para compensar a retirada de mais 10.000 militares até o final deste ano.

O jornal também citou o vice-governador da província de Abyan, Abdullah Luqman, que criticou os ataques e declarou: “Aqueles que estão sendo mortos são pessoas inocentes. Pelo menos 130 pessoas foram mortas nas últimas duas semanas por drones dos EUA “.


Milhares de mortos civis

Os ataques com mísseis de drones no Paquistão, que causaram um número recorde de mortes - mais de 1.000 – no ano passado, são realizados pela Divisão de Actividades Especiais da CIA, cujo último director foi o novo secretário de Defesa, Leon Panetta, uma transferência que anuncia uma intensificação ainda maior dos mortíferos ataques neste país.

Em 5 de Junho o 40º ataque de drones do ano matou pelo menos seis pessoas no Waziristão do Sul, em Áreas Tribais sob Administração Federal do Paquistão, elevando o número de mortos este ano para pelo menos 350 neste país.
Em finais do mês passado, o governo paquistanês ordenou aos EUA que desocupassem a base aérea Shamsi na província de Baluchistan que tinha sido usada para ataques com drones dentro da nação. Entretanto Washington transferiu essas operações para bases aéreas no Afeganistão, perto da fronteira paquistanesa.


A escalada do poder mortífero

Em 5 de Julho um drone Reaper britânico matou pelo menos quatro civis afegãos e feriu outros dois num ataque com mísseis na província de Helmand. O uso do Reaper, conhecido como o drone mais mortífero do mundo, marca a intensificação deste tipo de guerra. É descrito como um avião pilotado à distância, caçador assassino que voa a alta altitude e que pode ser equipado com quinze vezes mais armamento e voar a velocidade três vezes mais que o Predator utilizado no Iraque, Afeganistão, Iémen, Somália e Líbia. (os USA têm utilizado Reapers no Iraque desde 2008, e no Afeganistão desde o ano seguinte. Até ao final de 2009, o Pentágono enviou Reapers para a nação ilha leste africana das Seychelles junto com mais de 100 soldados). 


Os EUA utilizam estas guerras para ensaiar novos armamentos, utilizando pessoas como cobaias. São também um bom negócio para vender as armas mais antiquadas. 


O General Carter Ham, o chefe do Comando África dos E.U.A., disse no mês passado que “uma lei patrocinada pelos republicanos que bloqueara os ataques de drones Predator na Líbia afectaria a Aliança da Organização do Tratado do Atlântico Norte” 


Quase cinco meses de "bombardeamentos humanitários" na Líbia

O lançamento de mais de 200 mísseis de cruzeiro contra a Líbia nos primeiros dias da guerra e o facto de que, conforme relatado pelo New York Times 21 de Junho: “aviões militares dos EUA atacarem as defesas aéreas 60 vezes, e drones operados remotamente dispararem mísseis contra forças da Líbia cerca de 30 vezes “desde que o comando da guerra foi transferido da U. S. Africa Command para a NATO, e já realizadas mais de 14.000 missões aéreas.


Num caso raro de discordância com a política de guerra da Casa Branca, o New York Times publicou no mês passado, o seguinte:
“Jack L. Goldsmith, que chefiou o Gabinete de Assessoria Jurídica do Departamento de Justiça durante o governo Bush, disse que a teoria de Obama abriria um precedente que poderia ampliar os poderes dos futuros presidentes de fazer guerra sem autorização, especialmente considerando o aumento da tecnologia de controlo remoto. ”


Fugir às leis e à democracia



“A teoria do governo implica que o presidente pode fazer a guerra com drones e todos os tipos de mísseis sem se preocupar com os prazos da Resolução de Poderes de Guerra.”

http://www.odiario.info/?p=2141
blogue C de...
FOTO RETIRADA DA NET POR A.GARROCHINHO
QUISERA ANDAR DE CARROSSEL
Rogério Martins Simões


Quisera andar de carrossel
Com um sorriso de criança que ri
Rosto rebuçado, melaços de mel
Laivos da festa que resta em ti…


Num dedo prendo o balão,
Com outro seguro o corcel
Soco a bola com a mão
As mãos, o rosto e a testa
Besunto-me todo com mel.


Solta-se dos dedos o balão
Que voa a caminho do céu
-Mãe! Vai-me apanhar
Um sorriso igual ao seu…


-Meu filho a mãe não sabe!
Ler, nunca aprendeu:
A mãe vai procurar
O balão que se perdeu…


-Mãe que sabe escutar,
Meus choros em seu coração
Abençoada o seja minha mãe
Por tudo o que foi e me deu!


Rodopiam as lembranças da festa
Pára o movimento ondulante
Sujo-me de novo a cada instante…
Sem rebuçados com sabor a mel
Mas… Brinquei tanto no carrossel….

e que se levante ! resista ! poema de António Garrochinho

 

Quem é pressionado?

Em doze anos, a taxa de desemprego no nosso país triplicou, passando de cerca de 4% para mais de 12%. Nesse período tivemos várias reformas liberais do código do trabalho, que apenas fragilizaram a posição dos trabalhadores, alastrando a precariedade. A legislação laboral tem impactos sobretudo distributivos – poder, rendimentos e outros recursos. A criação de emprego, por sua vez, depende primeiramente da evolução da procura efectiva. E é por causa da sua compressão, obra da austeridade permanente, que teremos a continuação da destruição de emprego, que poderá bem ultrapassar os cem mil postos de trabalho nos próximos dois anos, a previsão do Banco de Portugal, uma instituição especializada em aplicar a lógica da batata ao trabalho. O governo, em linha com o plano da troika, pretende usar o crescente desemprego como instrumento para fragilizar legalmente ainda mais a posição do mundo do trabalho, para instituir em definitivo uma economia sem pressão laboral e salarial, uma economia cada vez mais desigual e medíocre, através, por exemplo, da facilitação do despedimento. A criação de emprego não passa por aqui, claro, mas sim pela reforma da arquitectura do euro, que tem sido a grande responsável pela nossa desgraçada situação, por forma a permitir uma política de estímulo à procura e a sua reorientação para sectores ricos em emprego.

As palavras fizeram-se amor.



Vaguiei por todas as passagens,
sensações contidas, sonhos destemidos,
segredos guardados nos guardanapos sobre a mesa.

Hipoteses, problemas, suposições e soluções.
Juras, prejuizos, conjecturas e presunções.
Factos, acto lunáticos marcados nas maçanetas das portas,
Degraus das escadas nas madrugadas,
Entre copos de bagaço e maços de cigarros, murtalhas.

Borboletas estéricas ao ventre,
Formigas picantes entre dentes
Até ao silêncio,
Beija-me a testa no final da festa,
Fica-se no abraço das mãos.

Adeus virá ou chegou antes de partir?
Amor virá ou partiu antes de chegar?

Os dedos trémulos a todas as passagens,
As aureas evidentes que iam para além do olhar,
Corridas, costas viradas, olhares no chão,
mas ter-nos nos dedos, desejos.

A cartas de amor corridas, cada qual perdida no seu tempo,
Única,
Feroz,
Temida,
Familiar,
Cansada,
Atrevida,
Inesquecível,
e Longe, partiu-se.

As palavras fizeram-se amor.

Governo reduz indemnizações por despedimento nos novos contratos

Económico com Lusa  
20/07/11 13:12

 

A compensação por cessação de contrato de trabalho baixa de 30 para 20 dias de salário base por ano de trabalho.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, o novo sistema de compensação pela cessação do contrato de trabalho" é aplicável "apenas aos novos contratos".
Esta alteração ao Código de Trabalho estava prevista no memorando de entendimento do anterior Governo com a 'troika', tendo sido definido o terceiro trimestre deste ano como prazo de concretização.

Perante as questões dos jornalistas, Marques Guedes explicou que a renovação de um contrato de trabalho actual, por um novo contrato, continuará a estar regido pela lei "antiga", ou seja, a prever o pagamento de uma compensação de 30 dias de salário base por ano de trabalho.
Em relação à entrada em vigor das novas regras, o governante sublinhou que essa é uma competência da Assembleia da República, sinalizando contudo que "é possível" ter a legislação aprovada até ao final de Agosto.
O Conselho de Ministros aprovou também legislação que prevê a criação de um fundo de compensação de base empresarial, a ser constituído e suportado pelos empregadores.
"A negociação não está completa. Tem que ser completada em sede de concertação social", afirmou o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
Marques Guedes adiantou que "a matéria do fundo [de compensação] começará a ter o desenvolvimento necessário em sede de concertação social, na próxima semana, para o cumprimento do memorando" com a 'troika'.
"Espero que haja um consenso entre os parceiros sociais para o compromisso assumido com a 'troika' ser cumprido", declarou.
Neste sentido, o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros escusou-se a adiantar um prazo até à entrada em vigor do fundo, realçando que não ousa "determinar 'timings' que não são da responsabilidade do Governo".

 

Aulas práticas sobre voto útil: transportes públicos


Vamos aumentar o consumo e as importações de combustíveis. Vamos aumentar as emissões de gases poluentes. Vamos incentivar o uso do transporte individual e, dessa forma, aumentar os engarrafamentos que melhoram a competitividade do país. Vamos manter os administradores das empresas de transportes e promover uma colecta solidária que pague toda a sua reconhecida competência. Vamos suprimir as carreiras para zonas onde devia ser proibido morar. Vamos transformar os transportes públicos num serviço de luxo que garanta que toda a gente tenha mais do que dez lugares sentados à disposição. Vamos aumentar o preço médio dos transportes públicos em 15 por cento. Constatemos como um aumento do preço de um serviço pode fazer diminuir as receitas das empresas que o prestam. é um esforço grande, mas é para o nosso bem. Todos juntos, vamos conseguir. O nosso Governo sabe o que anda a fazer.
O país do burro.
Reacção

Aumento de 15% dos preços dos transportes é "escandaloso"

Económico com Lusa  
21/07/11 09:45

Os utentes dos serviços públicos consideram o aumento médio de 15% do preço dos transportes públicos "escandaloso" e querem avançar com protestos públicos.
Apesar de admitir que já esperava um aumento do preço dos transportes públicos, disse o porta-voz do movimento de utentes dos serviços públicos, Carlos Braga, admite, em declarações à Lusa, ter sido surpreendido pelos "valores exorbitantes e escandalosos" comunicados.
O Diário Económico noticiou que os preços dos transportes públicos vão aumentar em média 15 por cento em Agosto, tendo o ministério da Economia confirmado à Lusa que o anúncio formal será feito hoje às empresas em causa.
O aumento, que o porta-voz do movimento de utentes dos serviços públicos considera que vai agravar "muito a situação difícil em que vive a maioria das famílias portuguesas", poderá ter outra consequência.
"Independentemente de os combustíveis não pararem de aumentar, há possibilidade de as pessoas começarem a fazer contas e afastarem-se dos transportes públicos", o que "contraria aquilo que deve ser a boa gestão", disse.
Por isso, e porque o aumento é, no entender de Carlos Braga, "injusto ao penalizar sempre os mesmos em benefício dos do costume", o movimento de utentes vai promover acções de protesto.
"Iremos tomar uma posição pública ainda hoje e vamos apelar às comissões de utentes das várias áreas para que se manifestem de igual forma e que apelem às populações a manifestarem também o seu desacordo face a este escandaloso aumento dos transportes públicos", referiu, acrescentando que o objectivo é criar "uma acção concertada para acontecer antes do principio do mês de Agosto".

O "lixo" em que a maioria vota ... até quando !?






* Victor Nogueira
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PSD, CDS-PP e PS chumbam diploma do PCP para renegociação da dívida -
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Pk continuar a alimentar ilusões acerca do PS(D)CDS, simples testas de ferro e mandaretes do grande capital sem rosto nem pátria? Elucidativa foi a resposta de Passes de Coelho a Carvalho da Silva (CGTP) de que não ia agravar a fiscalidade sobre a banca, as transferências off-shore, as mais valias bolsistas e as grandes fortunas pk ... isso iria ter reflexos negativos ... sobre as poupanças. Os trabalhadores, os pequenos e médios reformados, as pequenas e médias empresas, as camadas intermédias que paguem a crise em benefício da agiotagem.
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Exemplar da falta de sensibilidade dos mandaretes são os cortes na saúde, com a restrição de medicamentos aos doentes crónicos e agora aos antibióticos, com o argumento espantoso que os doentes pressionavam os médicos para receitá-los, buscando outro médico caso lhes fosse negada. Gente desta alguma vez esteve como utentes nos hospitais públicos e sobretudo nos centros de saúde ? Exemplar sobre a falta de carácter é Passes de Coelho querer ser mais papista que a troika. Desprezíveis são as sub-humanas agências de rating que consideram países e pessoas como "lixo".
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O capitalismo autofágico, predador e desumano em todo o seu esplendor.
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A derrota das propostas do PCP - considerado igual aos outros na charlatanice - e que serviria para separar águas, são silenciadas e desconhecidas do grande público pk delas não fazem eco a TV e os jornais e a rádio, sejam ou não órgãos de "reverência", Em nome da "liberdade" vigora o pensamento único de comentadores "isentos", "independentes" e multi-sapientes comprados com as sobras do banquete no Fartar Vilanagem.
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Introduzem e aumentam portagens para aumentar receitas e perdem-nas com a falência das pequenas e médias empresas e a diminuição do tráfego rodoviário individual. Claro que as empresas concessionárias nada perdem, pois se não atingirem aquele nível de lucros contratualizado o Estado, com os impostos de alguns de nós as compensa. Não há pk não convém aos seus patrões qualquer visão estratégica do PS(D)CDS.
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Corrtam no subsídio de Natal, o que merece  o aplauso do Grande Patronato e da benemérita e misericordiosa Igreja Católica em Portugal (que pretende abocanharr as IPSS e parte do lucro dos hospitais privados como o do Esíprito Santo Saúde e Lares), o que levará à diminuição do consumo e à falência do pequeno comércio a favor fas grandes superfícies comerciais  - Jumbo, Continente, Pingo Doce, El Corte Inglês e Cia -   que controlam de forma draconiana todo o processo produtivo preferindo importar em detrimentos dos produtores nacionais que controla l E controla também a rede de distribuiçião, desde o pequeno comércio de "mnii-preços" até aos super e hipermercados e superfícies comerciais anexas.
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E depois surgem decisões anedóticas como as da Ministra do Ambiente de dispensar os trabalhadores de usarem gravata no verão para poupar na energia ou da Universidade Católica de "recomendar" o vestuário que alunos/as devem usar para se habituarem quando ocuparem os altos cargos para os quais foram formados.
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Faz-me lembrar aquele catedrático da Universidade de Luanda que mesmo no pino do calor vestia fato e colete pretos e pretendia, em vão, que os estudantes se apresentassem nas aulas de fato e gravata - coisa quer não se usava - para "não profanarem o sacrossanto templo da ciência".
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E termino com uma entrevista elucidativa dum prémio Nobel da Medicina acerca dum dos poderosos grupos que é a indústria farmacêutica - http://es.globedia.com/farmaco-cura-rentable


Mu(n)do Phonógrapho blog

Passos Coelho perdeu o controlo da situação e já pediu ao Guedes para sair da frente

Por João Henrique


Tal como o “Hélio Imaginário”, celebridade emergente do YouTube, também Pedro Passos Coelho está a demonstrar enormes dificuldades para aguentar-se em cima do seu skate. Apesar de ter dito na sua tomada de posse que “o medo é uma cena que a mim não me assiste”, Passos Coelho já está cheio de medo da descida colossal, já mal se aguenta em cima do skate e pediu hoje ao Guedes para sair da frente. À mesma hora, José Sócrates estava tranquilo numa esplanada em Paris no seu portátil a assistir no YouTube com regozijo ao primeiro-ministro a estampar-se. JH

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Dominique Strauss-Kahn – Uma ocupação a tempo inteiro -Penosamente, página a página, lá vai sendo escrita a novela trágico-erótica de Dominique Strauss-Kahn (DSK), o incontrolável fauno, ou sátiro ex-presidente do FMI, ex-grande figura do “socialismo” à francesa, ex-futuro candidato à presidência da França. Como se não lhe bastassem as humilhações de carácter íntimo (passe a expressão) ficou agora a saber que para além de ser substituído à frente do FMI por Christine Lagarde, uma mulher (deve doer-lhe!), ainda por cima ela vai receber mais do que ele ganhava.Quanto à escandaleira propriamente dita, essa não para de crescer.

Dominique Strauss-Kahn – Uma ocupação a tempo inteiro


Penosamente, página a página, lá vai sendo escrita a novela trágico-erótica de Dominique Strauss-Kahn (DSK), o incontrolável fauno, ou sátiro ex-presidente do FMI, ex-grande figura do “socialismo” à francesa, ex-futuro candidato à presidência da França. Como se não lhe bastassem as humilhações de carácter íntimo (passe a expressão) ficou agora a saber que para além de ser substituído à frente do FMI por Christine Lagarde, uma mulher (deve doer-lhe!), ainda por cima ela vai receber mais do que ele ganhava.
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- Continuam as grandes dúvidas sobre a credibilidade da funcionária do hotel, supostamente atacada em Nova Iorque, ataque que ele continua a negar, dizendo mesmo que tudo se trata de uma vingança, por ter-se recusado a pagar o que ela pretendia.
- Segundo o próprio acusado terá confessado à esposa, a impossibilidade de ter violado, ou mesmo tentado violar a queixosa, prende-se com o facto de ter passado toda a noite anterior fazendo sexo, ininterruptamente, com três outras mulheres.
- Entretanto a jovem escritora francesa Tristane Banon, confirma a sua acusação de que foi atacada sexualmente por DSK, há uns anos, indo testemunhar a NY.
- Na dúvida sobre se DSK teve ou não relações com a jovem francesa, a mãe desta confirma que ela própria teve várias vezes sessões de «sexo brutal» com o acusado... mas porque quis.
- A própria filha de Strauss-Kahn é chamada a depor, por, supostamente, ter conhecimento dos factos de que o pai é acusado pela sua amiga Tristane.
Enquanto, na dúvida, a polícia judiciária já anda à cata de sinais de stress no comportamento dos animais domésticos, potenciais vítimas de assaltos libidinosos de DSK e que pertençam a amigos e conhecidos do descontrolado viciado em sexo... eu fico aqui a pensar que nesta altura do campeonato e perante uma tal avalanche de revelações, a questão que se põe já não é a de saber se Dominique Strauss-Kahn, a ser alguma vez eleito President de la Republique Française, teria condições morais ou políticas para exercer a presidência. A grande questão é se teria tempo disponível!

MIN


MINI-SAIA DEIXA BALOCAS (VIDE) SEM A SANTA MISSA. NO FINAL FOI SÓ MEIO ESTRAGO PORQUE O BAILE NÃO FOI SUSPENSO



Tudo aconteceu porque no cartaz das festas incluia uma fotografia da actuação de bailarinas de...MINI-SAIA. O pároco José Martinho não terá gostado do que viu e suspendeu a celebração da Santa Missa no entanto não se suspendeu o baile. Foi só meio estrago.