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terça-feira, 19 de julho de 2011

O SEM NOME


Um homem que tem nome e não tem nome

Numa terra qualquer, que não é sua,

Nuns dias a comer, noutros, com fome,

Esmolando o dia-a-dia em cada rua,



Numa busca incessante, que o consome,

Que o faz ser quem não é, que o desvirtua,

Que o leva a não saber que rumo tome

Na estrada que a miséria tornou crua…



Esse homem que partiu, talvez não volte…

Talvez essa miséria nunca o solte,

Talvez a fome o leve um destes dias,



Talvez seja mais um dos que, à partida,

Arriscaram – quem sabe? – a própria vida

Por causa do tal excesso em que vivias…






Maria João Brito de Sousa
Blog pekenasutopias

A CORRUPÇÃO EM PORTUGAL É "ASSUSTADORA" ! - A directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, não sabe se o país tem muita corrupção.”Coitada, mora na China”

2011

A Corrupção em Portugal é "assustadora"!

2011

A Corrupção em Portugal é "assustadora"!

A directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, não sabe se o país tem muita corrupção.”Coitada, mora na China”
A nova ministra da Justiça  defende, que acabar com a corrupção é um "objectivo estratégico" para o Governo. Por seu lado a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida, defende que a prioridade deveria ir para o crime económico e a fraude fiscal e diz “Eu não sei se o país tem muita corrupção, até duvido, houve tempos em que haveria mais, sinceramente até penso que hoje as pessoas têm mais cultura, mais educação, mais respeito ou medo “!!!
Sr.ª ministra, por favor demita-a ou  compre-lhe uns óculos, então a responsável por um órgão que devia saber tudo relativo aos crimes que se passam no país, não sabe se existe uma coisa que toda a gente vê? 
O que acontece é que quando, existem pessoas que dizem conhecer situações de corrupção, os investigadores não aprofundam bem os casos porque envolve sempre mexer com gente poderosa……
A nova ministra da Justiça  defende, que acabar com a corrupção é um "objectivo estratégico" para o Governo. Por seu lado a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida, defende que a prioridade deveria ir para o crime económico e a fraude fiscal e diz “Eu não sei se o país tem muita corrupção, até duvido, houve tempos em que haveria mais, sinceramente até penso que hoje as pessoas têm mais cultura, mais educação, mais respeito ou medo “!!!
Sr.ª ministra, por favor demita-a ou  compre-lhe uns óculos, então a responsável por um órgão que devia saber tudo relativo aos crimes que se passam no país, não sabe se existe uma coisa que toda a gente vê? 
O que acontece é que quando, existem pessoas que dizem conhecer situações de corrupção, os investigadores não aprofundam bem os casos porque envolve sempre mexer com gente poderosa……

O ALGARVE Á BEIRA DA FALÊNCIA - SOLUÇÕES !Classificando o momento atual como "extremamente difícil", André Jordan, fundador da Quinta do Lago e ex-administrador de Vilamoura, defende ainda a captação de turistas para Portugal do Norte da Europa que se reformem. “A Franca tem 3 milhões a Espanha tem um milhão e em Portugal não chegam aos 150 mil, ilustrou.



O Algarve à beira da falência - soluções!

O empresário André Jordan alertou hoje para a necessidade urgente das empresas imobiliárias e turísticas portuguesas reestruturarem as suas dívidas à banca, que ascendem já a um total de 50 mil milhões de euros.


Classificando o momento atual como "extremamente difícil", André Jordan, fundador da Quinta do Lago e ex-administrador de Vilamoura, defende ainda a captação de turistas para Portugal do Norte da Europa que se reformem. “A Franca tem 3 milhões a Espanha tem um milhão e em Portugal não chegam aos 150 mil, ilustrou.



a única pergunta é e quem aguenta a banca? ou melhor, quem aguenta este barco? 

REBEKAH BROOKS : A JORNALISTA DE QUEM TODOS FALAM - Quando Murdoch chegou a Londres no domingo, dia em que a última edição do NoW, o mais bem sucedido semanário britânico, foi para as bancas, deixou uma mensagem bem clara aos que têm defendido a queda de Brooks: veio dos Estados Unidos, onde vive, "por ela". -A lealdade de Murdoch a Brooks não deixa de ser admirável. E tem, por isso, provocado especulação. Muitos têm dito que ela é mais do que uma funcionária da empresa - há quem veja a relação entre os dois como pai e filha. Afinal, comenta-se, Murdoch preferiu fechar o jornal que o tornou conhecido internacionalmente, o primeiro que comprou em 1968, a despedi-la.


Rebekah Brooks: a jornalista de quem todos falam

15.07.2011
É uma das protagonistas no centro do furacão das escutas telefónicas e subornos à polícia do News of the World (NoW), que está a abalar o Reino Unido. Aos 43 anos, Rebekah Brooks é também uma das mais misteriosas figuras nesta história que diariamente mostra novas peças num puzzle com extensões imprevisíveis. Brooks é directora executiva da News International Corporation (NI), a filial britânica do barão dos media australiano Rupert Murdoch.
Rupert Murdoch e Rebekah Brooks Rupert Murdoch e Rebekah Brooks (Foto: Olivia Harris/Reuters)
Quando Murdoch chegou a Londres no domingo, dia em que a última edição do NoW, o mais bem sucedido semanário britânico, foi para as bancas, deixou uma mensagem bem clara aos que têm defendido a queda de Brooks: veio dos Estados Unidos, onde vive, "por ela".

A lealdade de Murdoch a Brooks não deixa de ser admirável. E tem, por isso, provocado especulação. Muitos têm dito que ela é mais do que uma funcionária da empresa - há quem veja a relação entre os dois como pai e filha. Afinal, comenta-se, Murdoch preferiu fechar o jornal que o tornou conhecido internacionalmente, o primeiro que comprou em 1968, a despedi-la.

Certo, Murdoch, de 80 anos, viu-a crescer profissionalmente: desde os 19 anos que Brooks trabalha nas suas empresas. Mas como ler esta relação? "Eles são visivelmente muito próximos", diz numa curta resposta por e-mail ao P2 Alastair Campbell, director de comunicação do antigo primeiro-ministro Tony Blair, que esteve no casamento de Brooks em 2009 - e que foi um dos espiados por detectives a trabalharem para a NI, segundo o Guardian. "O extraordinário é que Murdoch parece prescindir de quase toda a gente, inclusivamente família, se isso servir os seus interesses, mas, apesar de todos os danos, não prescinde de Rebekah Brooks. Proximidade não é suficiente para explicar a dimensão disto - por exemplo, ele a dizer que, apesar de tudo o que se está a passar, tratar dela é a sua prioridade. Está a começar a fazer as pessoas pensar que os Murdoch não a vêem apenas como parte da família, mas talvez como a última linha de defesa - se ela cai, a pessoa seguinte a ser engolida é James (filho de Murdoch e presidente da News Corporation) e, a seguir a ele, o próprio Murdoch."

O escândalo fez com que Murdoch tivesse desistido da compra da totalidade da televisão BSkyB, depois de o líder da oposição Ed Miliband ter questionado a legitimidade do negócio, seguido por todas as bancadas parlamentares e pelo próprio primeiro-ministro David Cameron. Ontem, o Huffington Post dizia que se especulava que Murdoch estava a pensar vender a News International. Nos Estados Unidos, onde Murdoch tem os poderosos Fox News e Wall Street Journal, pede-se um inquérito às práticas nas suas empresas.

A mais jovem directora

Brooks não é apenas directora de uma das mais poderosas empresas de media no Reino Unido - a News International controla cerca de 40 por cento da imprensa britânica, entre eles o mais vendido diário, The Sun (estimativas: três milhões de exemplares vendidos por dia e sete milhões de leitores) e o agora extinto semanário NoW (leitores estimados: 7,5 milhões). Foi a mais jovem directora de um jornal nacional britânico quando assumiu as rédeas do NoW em 2000. Foi a primeira mulher a dirigir o The Sun, em 2003. Entre o cargo de secretária no NoW aos 19 anos, antes de se tornar jornalista no Sun, e a direcção da NI, em 2009, foram 20 anos - alguns vêem a sua progressão como meteórica.

As escutas telefónicas a celebridades não são novidade no Reino Unido, mas na semana passada o Guardian revelou que o NoW teria escutado e apagado mensagens do voice mail de Milly Dowler, uma criança desaparecida, fazendo os pais acreditar que ela ainda estava viva. Brooks disse ser "inconcebível" saber do caso.

Logo depois, revelava-se ainda que familiares de soldados mortos no Iraque e Afeganistão também tinham sido escutados pelo NoW. Na segunda-feira, o ex-primeiro ministro trabalhista Gordon Brown revelou que tinha também sido alvo do Sun em 2006, quando Brooks dirigia o jornal. Brown confirmou que Brooks lhe telefonou na altura a dizer que o Sun tinha tido acesso ao registo médico do filho, então com meses, e descoberto que ele tinha fibrose quística - e que ia publicar a história. Na altura, o título da notícia era um simples: "Bebé de Brown com fibrose quística". Ontem, a edição trazia um estridente: "Brown errado" (o Sun nega ter comprado os registos médicos como Brown defende). O escândalo das escutas do NoW rebentou em 2006, quando Clive Goodman, o editor da secção dedicada à família real, foi preso por obter informação ilegalmente, era Andy Coulson director - Brooks dirigia o Sun. Em 2009, o Guardian revelava que a empresa tinha pago um milhão de libras por informação. Mas antes, em 2003, Rebekah foi chamada ao Parlamento, onde admitiu, com uma calma admirável (pode ver-se no YouTube) que tinha pago a informação à polícia - mais tarde a empresa emitiu um comunicado em que disse que essa não era uma prática nos seus jornais. As declarações de Brooks, incriminatórias para a empresa, não afectaram a sua posição.

Um par descontraído

Quase tudo à volta da relação entre Brooks e Murdoch - e à volta do facto de ele não a ter deixado cair - tem que ser especulação, avisa Brian Cathcart, professor de Jornalismo na Kingston University e colunista da revista New Statesman. Mas não há dúvida de que parecem próximos. Murdoch tem um pequeno círculo de pessoas em quem confia - Rebekah é uma delas. "Ela é uma pessoa dos jornais e Murdoch adora jornais, são as pessoas de jornais que ele percebe melhor."

A questão, considera, é saber por que é que não a despede "quando isso está ter tantos custos para ele". "Pode ser porque está velho e fora de si, porque não está a saber responder a este tipo de pressão ou porque está preocupado com as implicações para o seu filho James - se ela cai, James também tem que cair."

Philip Stephens, principal comentador político do Financial Times, confirma ao P2 a opinião dominante de que se trata mais de uma relação "pai-filha" do que uma normal relação profissional - seria a quinta filha de Murdoch. "Isso explica o seu desejo de a proteger até à custa dos esforços da News International em escapar à actual crise", diz por e-mail.

"Tem-se que admirá-la pelo que conseguiu", diz John Whittingdale, deputado conservador presidente da Comissão de Cultura, Desporto e Media da Casa dos Comuns, que se cruzou várias vezes com Brooks profissionalmente. "Tem sido extremamente bem sucedida, primeiro por ser mulher, depois por ser tão nova."

Mas o deputado recusa-se a entrar em detalhes e jornalistas que trabalharam com ela também não querem falar. Alguém nos diz que Murdoch tem advogados ferozes, sugerindo que qualquer passo em falso nas declarações aos media pode ter consequências indesejáveis.

Mary Dejevsky, jornalista no Independent que escreveu um comentário dizendo que o poder de Murdoch não será tão grande como alguns o pintam, vê a ascensão de Rebekah como "extraordinária", "quase única". "Parece-me que ela deve ser muito boa em coisas que não são necessariamente jornalismo, como organização e apresentação."

No New York Times, Phil Hall, ex-director do NoW, contava que Brooks era muito influente na empresa pela forma como conseguia os contactos políticos que Murdoch queria. "Se ele queria um fim-de-semana em Chequers com o primeiro-ministro, então ela organizava-o."

A forma tranquila e até "distanciada" com que ela tem aparecido surpreende Dejevsky. "Esperava que ela parecesse mais preocupada e nervosa." De facto, uma das particularidades da relação entre Murdoch e Brooks é o à-vontade entre os dois, algo que se nota na linguagem corporal, e que está longe de ser o que se espera entre hierarquias, nota. "Quando estão juntos, parecem extremamente descontraídos."Alguém tão próxima do poder e que consegue ser amiga de pessoas que se detestam - os Blair e os Brown (ex-primeiros-ministros trabalhistas) e ainda os Cameron (actual primeiro-ministro conservador) - tem que ter "um dom", considera Cathcart. Como Cathcart, vários perfis têm sublinhado a habilidade de Brooks em estabelecer relações - tão hábil que consegue ficar amiga de "vítimas" que o seu jornal escutou ou de quem divulgou detalhes da vida privada, escrevia o Guardian. Piers Morgan, actualmente na CNN e director do NoW quando ela foi promovida a jornalista de features, diz nas suas memórias - The Insider - que "ela era soberba em fazer as celebridades pensar que uma história terrível era na verdade boa para elas".

Quão fortes serão essas relações, resta saber. Cameron tem-se progressivamente afastado do seu ex-director de comunicação Andy Coulson, suspeito de pagar subornos à polícia por informações. Directamente sobre Brooks, com quem se diz que vai a corridas de cavalos e passa o Natal, ainda não se ouviu o primeiro-ministro falar.

Violência doméstica

Pela própria voz, pouco se sabe da mulher que pôs tanta gente na mira. A maior parte dos perfis são fruto de observação ou de episódios contados por terceiros.

Da sua vida privada regista-se um momento embaraçoso: a acusação de violência doméstica ao então marido Ross Kemp - actor da popular série britânica East Enders - de quem nunca tomou o nome, ao contrário do actual Charlie Brooks.

A então Rebekah Wade foi detida em 2005 durante oito horas e mais tarde libertada sem acusação formada, num incidente que a própria descreveu no Sun como "uma discussão que saiu fora de controlo". Diz o Telegraph que se conta que ela apareceu no jornal vinda directamente da prisão, como se nada se tivesse passado, a perguntar: "Muita coisa de novo?" A história apareceu na edição do Sun do dia seguinte. Murdoch ter-lhe-á enviado para a prisão roupa de modelo exclusivo para que ela saísse no seu melhor.

Como directora de jornais, o episódio mais lembrado é a campanha contra a pedofilia no NoW, depois de uma criança, Sarah Payne, ter sido assassinada - segundo o Observer, o NoW divulgava nomes de supostos pedófilos (os arquivos do jornal já não estão online). E fontes disseram ao Guardian que, como directora, era temida. O anúncio há precisamente uma semana do fecho do NoW provocou, naturalmente, indignação e raiva entre os jornalistas: "Não merecíamos isto", disse o actual director, Colin Myer, no sábado, já depois da edição final fechada.

Do seu percurso no terreno, Piers Morgan conta nas suas memórias o episódio em que Brooks se disfarçou de empregada de limpeza do Sunday Times para agarrar a edição em que eles divulgavam o exclusivo de uma biografia do príncipe Carlos - e "roubar" a notícia.

Ainda uma incógnita

As suas marcas no jornalismo, dizem alguns, não ficarão para a história. Como colocá-la no contexto dos media britânico, então? "Representa uma geração de jornalistas de tablóides dos anos 1990 que cresceram numa cultura de celebridades. Ganhou a respeitabilidade inglesa através do seu casamento com Charlie Brooks" - treinador de cavalos de corrida e bem relacionado socialmente, diz Philip Stephens. "De certa forma, tem um percurso jornalístico tradicional", analisa Charlie Beckett, director do Polis, um think tank de media da London School of Economics. "Toda a gente diz que ela é implacável, directa e tem um grande instinto para histórias populares."

Durante a sua direcção, e desde há "cinco-dez anos", que o Sun mudou, nota, tendo-se tornando menos agressivo, mais centrado em celebridades e lifestyle. Nos tempos de Kelvin MacKenzie (que dirigiu o Sun desde os anos 1980 até 1994), havia mais "futebol, era mais agressivo politicamente e bastante racista". "Em parte, porque o público também mudou, tornou-se menos agressivo, embora continuando a fazer histórias de tablóide. Ela participou dessa mudança." Mas se Brooks é alguém com "enorme energia", que percebe a lógica do jornalismo tablóide, já como mulher de negócios, executiva, Beckett não tem certeza da sua competência. Duvida de que ela tenha "percebido o seu papel", alguém que tem necessariamente mais responsabilidades e deveria ter lidado com o caso das escutas no contexto do grupo NI. O seu futuro nesta história continua uma incógnita. Na semana passada disse que mais revelações explosivas estavam para vir, que só daqui a um ano se iria perceber por que o NoW fechou e que ela teria algum protagonismo nessa história. Estaria Rebekah Brooks a tentar dizer que a sua cabeça está a ser guardada para o sacrifício final antes de o império ruir? A charada continua.

OS TROCA TINTAS DO PSD NO ALGARVE - PORTAGEM NA VIA DO INFANTE -Via do Infante e Macário Correia – Inevitável...

Via do Infante e Macário Correia – Inevitável...


As últimas ocasiões em que tive a oportunidade de ver o autarca do PSD, Macário Correia, atual presidente da autarquia de Faro, foi nas (justas) manifestações contra as portagens na “Via do Infante”, noticiadas pelos telejornais, onde aparecia afogueado, irredutível e acompanhado por outros autarcas do PSD. Agora diz que as portagens são «inevitáveis».
À hora em que escrevo, tanto ele como (pelo menos) um outro autarca do PSD, Desidério Silva (Albufeira) continuam a desdobrar-se em explicações sobre o facto de a sua mudança de posição não ter nada que ver, “não senhor!, nem pensar!”, com a chegada ao governo do seu partido e de Passos Coelho.
Lembrando a época em que o Macário Correia secretário de estado do ambiente de Cavaco Silva, afirmou, com extrema “elegância”, diga-se, «Beijar uma mulher que fuma é como lamber um cinzeiro!», também eu poderia ficar aqui a tentar competir com o maleável presidente da câmara, produzindo igualmente umas quantas frases nojentas... só que desta vez sobre a sua coluna vertebral e honestidade política... mas não estou com estômago para um tal exercício.

Entretanto, a luta contra as portagens na "Via do Infante", se era justa há uns meses, continua a ser justa... pelo menos para estes e muitos outros cidadãos cujo carácter foi moldado em materiais mais nobres.

O BURGUÊS


A GRAVATA DE FIBRA COMO CORDA
AMARRADA Á CAMISA MAL SUADA
UM ESTÕMAGO SENIL QUE SÓ ENGORDA
ARROTANDO RIQUEZA ACUMULADA

UMA ESPÉCIE DE POLVO COM AÇORDA
DE COMIDA CEM VEZES MASTIGADA
DE CADEIRA DE BRAÇOS BAIXA E GORDA
DE CÓMODA COM PERNA TORNEADA

UM BAÚ DE TOLICE. UMA CHATICE
COM SORRISO PASSADO A PURPURINA
E OLHOS DE PARGO OLHANDO DE REVÉS.

PARA DIZER QUEM É BASTA O QUE DISSE
É UMA BESTA HUMANA QUE RUMINA
É UM FILHO DA PUTA  É UM BURGUÊS.

JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS
( Retratos à la minuta )

AMAR - Li uma vez que os nossos filhos nós olhamos com os olhos do coração e os filhos dos outros com os olhos da razão... acredito que as pessoas que amamos, não só os filhos, mas os pais, os irmãos, as irmãs,

AMAR




Li uma vez que os nossos filhos nós olhamos com os olhos do coração e os filhos dos outros com os olhos da razão... acredito que as pessoas que amamos, não só os filhos, mas os pais, os irmãos, as irmãs, os amigos, as amigas, nós olhamos com os olhos do coração...olhamos com essa energia boa que cresce em nós e nos outros quando alimentada, quando cuidada com carinho e atenção, olhar com amor é aceitar o outro na sua singularidade e gostar dele ASSIM... O amor é querer o melhor sempre para si e para aqueles que ama... é ficar "aflito" se a pessoa que ama está em apuros mesmo quando a pessoa não se dá conta disso, é querer bem, é ficar feliz com a sua felicidade e mais do que triste com a sua tristeza...podemos ter tanta sede de amar e ser amados como de beber água... ambos os elementos nos nutrem e fazem parte do nosso corpo

Eu sei que me sinto amada, eu sei que amo o melhor que sei, eu sei que amar é nutrir, eu sei que amar é infinito e intemporal e que pode ser semeado, plantado e colido em tudo o que fazemos mas que é um processo e não um fim.

OS TRAFULHAS LARANJAS DO ALGARVE - PRIMEIRO FOI MENDES BOTA, AGORA É O MACÁRIO -Depois de ter sido um feroz opositor da introdução de portagens na Via do Infante no âmbito do programa de alteração do projecto, Macário Correia afirmou hoje, em declarações à TSF, que compreende o ponto de vista do Governo e que as portagens naquela via que cruza o Algarve são “inevitáveis”.

Depois de se ter recusado a aceitar a medida

Macário dá como “inevitável” introdução de portagens na Via do Infante

19.07.2011 - 10:54 Por PÚBLICO

Depois de ter sido um feroz opositor da introdução de portagens na Via do Infante no âmbito do programa de alteração do projecto, Macário Correia afirmou hoje, em declarações à TSF, que compreende o ponto de vista do Governo e que as portagens naquela via que cruza o Algarve são “inevitáveis”.
Macário Correia justifica a alteração de postura com a situação financeira do país Macário Correia justifica a alteração de postura com a situação financeira do país (Virgílio Rodrigues (arquivo))
O presidente da Câmara de Faro, que marcou já para esta manhã, às 11h30, uma conferência de imprensa para esclarecer a sua alteração de posição sobre a matéria, disse que há uma situação financeira que salta à vista e que justifica esta sua opinião. Mas que continua a entender a medida como muito injusta para os algarvios.

"Pese embora a minha opinião, que é a mesma de sempre e a de muitos autarcas e empresários, constatamos que há factos que nos surpreendem sobretudo pelas situações das finanças públicas que estão à vista", disse Macário Correia à TSF.

"Compreendemos aquilo que o Governo actual e o anterior vinham defendendo a respeito deste ponto de vista, ainda que não seja o nosso".

A primeira crítica a Macário Correia veio do deputado Paulo Sá, do PCP, que lançou o projecto de resolução contra as portagens na Via do Infante, que considera, também citado pela TSF, que esta mudança de postura de Macário Correia só tem a ver com o facto do PSD ter ganho as legislativas.

"Não nos surpreende. Já tem vindo sobre outros assuntos a acontecer isto. Ainda há dois meses, na campanha eleitoral, Macário Correia era contra as portagens e entretanto o PSD ganhou as eleições e agora já a favor das portagens", adiantou.

Publico

REGRAS DA SAGRADA MAMA - A partir de agora, as regras são bem claras para todos os que frequentam as instalações da Católica em Lisboa, alunos e professores: "Modos de trajes e formas de apresentação próprias de local de lazer e de desporto não são adequados na universidade."A orientação foi tomada pelo Conselho Académico (CA) da Universidade Católica, que considera que a vida académica deve "processar-se com a dignidade indispensável a uma universidade e a uma instituição da Igreja".

 

Regras da sagrada mama


A partir de agora, as regras são bem claras para todos os que frequentam as instalações da Católica em Lisboa, alunos e professores: "Modos de trajes e formas de apresentação próprias de local de lazer e de desporto não são adequados na universidade."A orientação foi tomada pelo Conselho Académico (CA) da Universidade Católica, que considera que a vida académica deve "processar-se com a dignidade indispensável a uma universidade e a uma instituição da Igreja". Por sorte, trata-se de uma universidade católica e não muçulmana, senão a notícia poderia bem ser a da obrigatoriedade do uso da burca na vida académica. Também por sorte, bastante mais sorte, apesar de privada e de haver outras universidades públicas que prestam o mesmíssimo serviço de formação, a Universidade Católica continua a ser um sorvedor de recursos públicos, senão não contaria com o dinheiro de todos nós, contribuintes , para financiar estas beatices anacrónicas contrárias à liberdade de expressão duma República laica.
O país do burro

Caso das escutas ilegais Londres -Rebekah Brooks libertada sob caução - Comissário da Polícia Metropolitana de Londres - Primeiro ministro vai responder aos deputados no parlamento sobre as acusações de proximidade ao império de Murdoch

Caso das escutas ilegais

Rebekah Brooks libertada sob caução


A ex-directora do jornal britânico News of the World, Rebekah Brooks, foi libertada sob caução na noite de domingo depois de detida e interrogada por mais de 12 horas.
Brooks deve ser ouvida de novo em Outubro Brooks deve ser ouvida de novo em Outubro (Olivia Harris/Reuters)
“Posso confirmar que (Rebekah Brooks) foi libertada ao início desta noite sob caução até ao final de Outubro”, disse o porta-voz da polícia, David Wilson.

Rebekah Brooks, 43 anos, a editora da News International, braço britânico da News Corporation de Rupert Murdoch, que o magnata dos media conseguiu segurar até sexta-feira no âmbito do agora revelado escândalo das escutas ilegais feitas pelo tablóide do grupo a várias personalidades, era uma das mais influentes mulheres do mundo da comunicação.

Esta detenção é a décima efectuada no quadro da investigação aberta em Janeiro sobre o escândalo das escutas telefónicas praticadas em grande escala pelo tablóide “News of the World” que pertence ao grupo News Corp, de Rupert Murdoch.

O tablóide fechou no passado dia 10 de Julho por causa do escândalo.

Rebekah Brooks foi convocada para ser ouvida na terça-feira pela comissão dos media do Parlamento britânico, juntamente com Rupert Murdoch e o seu filho James, "número três" da News Corp.

Para além da detenção de Rebekah, a última consequência deste escândalo das escutas foi a demissão do chefe da polícia britânica, Paul Stephenson, já aceite pelo mayor de Londres, Boris Johnson. Stephenson demitiu-se por ter contratado como consultor um dos responsáveis do News of the World, Neil Wallis, também ele já ouvido no âmbito deste processo das escutas ilegais.

O jornal terá escutado inúmeros telemóveis de actores, vítimas de crimes e seus familiares e até membros da família real britânica, tem sido revelado.

Sean Hoare foi despedido do News of the World em 2005

Jornalista ligado ao escândalo das escutas foi encontrado morto 18.07.2011 - 19:07 Por PÚBLICO

O antigo jornalista do News of the World, Sean Hoare, o primeiro a confirmar publicamente a prática de escutas ilegais no tablóide, foi encontrado morto nesta segunda-feira, em casa. A polícia disse que a morte não era considerada suspeita.
Sean Hoare foi o primeiro a confirmar publicamente a prática de escutas ilegais no tablóide Sean Hoare foi o primeiro a confirmar publicamente a prática de escutas ilegais no tablóide (Foto: Reuters)
Hoare, que se debateu com uma dependência de drogas e álcool que levou ao seu despedimento do jornal, em 2005, foi fonte do The Guardian e do The New York Times durante a investigação aos abusos do tablóide. Foi ouvido pela polícia em Setembro de 2010, tendo fornecido explicações detalhadas sobre os métodos usados para aceder a informação confidencial ou obter a localização das “vítimas” do jornal.

Também insistiu que Andy Coulson, o antigo director do News of the World, cargo que abandonou para se tornar no porta-voz do primeiro-ministro David Cameron, sabia e encorajava o recurso a escutas ilegais.

A morte de Sean Hoare está ainda por esclarecer, mas não é considerada suspeita, segundo as autoridades policiais. O jornalista trabalhou com Andy Coulson no News of the World e no The Sun, o seu despedimento terá estado relacionado com um consumo excessivo de álcool e drogas. Em declarações ao The New York Times, chegou a dizer que as escutas eram uma prática habitual para obter informações e adiantou: "Coulson instigou-me activamente a fazê-lo."

Na semana passada, numa das últimas vezes que se referiu a este escândalo, Hoare adiantou que no News of the World chegaram a ser subornados polícias para que fosse usada tecnologia das autoridades para localizar determinadas pessoas através do sinal dos seus telemóveis.

Segundo um comunicado da polícia, divulgado pelo Guardian, "estão a decorrer investigações sobre esta morte".

No âmbito do caso das escutas ilegais

Comissário da Polícia Metropolitana de Londres demite-se

17.07.2011
O comissário da Polícia Metropolitana de Londres, Sir Paul Stephenson, demitiu-se hoje do cargo, alegando o seu desconhecimento da “extensão dos abusos” no tablóide News of the World e defendendo a sua “integridade pessoal”, hoje posta em causa numa notícia do Sunday Times, outro dos títulos detido pelo grupo de Rupert Murdoch.
 (Foto: Stephen Hird/Reuters)
A actuação da polícia Metropolitana tem sido duramente atacada nas últimas semanas.

Segundo o Sunday Times, Stephenson foi o responsável pela contratação de Neil Wallis, antigo editor do News of the World e um dos suspeitos já detidos no âmbito da investigação às escutas ilegais naquele tablóide, para trabalhar como consultor daquela força policial. O jornal revelou ainda que Stephenson ficou hospedado sem pagar num luxuoso hotel e spa de Champneys, onde Neil Wallis também era consultor, enquanto recuperava de uma cirurgia a uma perna. O hotel desmentiu que a estadia, estimada em 12 mil libras, tivesse sido sugerida por Wallis.

A notícia levou a ministra do Interior, Theresa May, a agendar para esta segunda-feira uma “declaração” ao Parlamento, para condenar – publica e oficialmente – a inaceitável relação de proximidade entre a polícia Metropolitana de Londres e a News International.

O vice primeiro-ministro, Nick Clegg, manifestou hoje a sua extrema preocupação com a reputação e credibilidade da polícia, confrontada não só com estes episódios como com as graves alegações de subornos pagos por repórteres do NoW e outros jornais do grupo a agentes da polícia, incluindo aqueles que asseguram a protecção da rainha.

Primeiro-ministro quer discutir desenvolvimentos do caso

Escândalo das escutas: Cameron encurta viagem a África e pede reunião no Parlamento

18.07.2011 -
O primeiro-ministro britânico, pressionado pelo cada vez mais avassalador escândalo das escutas, decidiu encurtar uma viagem a África e pediu o prolongamento da sessão legislativa, a fim de poder responder na quarta-feira aos deputados que questionam a sua proximidade ao império mediático de Rupert Murdoch.
Cameron reuniu-se esta manhã com o Presidente sul-africano, Jacob Zuma Cameron reuniu-se esta manhã com o Presidente sul-africano, Jacob Zuma (Christopher Furlong/Reuters)
"Pedi ao Parlamento para se reunir mais um dia, na quarta-feira, para que eu possa fazer uma outra declaração [sobre o escândalo] e informar os Comuns sobre os últimos desenvolvimentos do inquérito”, anunciou David Cameron, numa conferência de imprensa em Pretória. A África do Sul era a primeira etapa da primeira visita de Cameron à região e que deveria também incluir paragens no Ruanda e Sudão.

A deslocação foi encurtada de quatro para dois dias, passando a incluir apenas uma deslocação à Nigéria, face ao avolumar de um caso que começou com a revelação de que o tablóide "News of the World" interceptou os telefones de vítimas de crimes para um escândalo que obrigou ao encerramento do tablóide, à detenção de vários dos implicados no caso e pôs em evidência as perigosas ligações entre o grupo de Murdoch, a polícia e a classe política britânica.

A altura escolhida para a viagem do primeiro-ministro – que contratou para seu assessor um dos antigos directores do NoW e é amigo pessoal de outra, Rebekah Brooks – foi criticada tanto pela oposição como por deputados conservadores, um dos quais disse que Cameron dava a sensação de “estar a fugir do país”.

Caberá ao líder da Câmara dos Comuns decidir se prolonga, por mais um dia a sessão legislativa, que deveria terminar amanhã, para agendar mais um debate com o primeiro-ministro, tradicionalmente realizados à quarta-feira. Para amanhã, está prevista a audição, no comité de Cultura, Media e Desporto de Rupert e James Murdoch, presidentes da News Corporation e da News International (o braço do grupo de media no Reino Unido). No mesmo dia deverá ser ouvida Rebekah Brooks, directora do NoW entre 2000 e 2003, e que se demitiu sexta-feira do cargo de directora-executiva da News International, tendo sido ouvida ontem, sob detenção, durante várias horas pela polícia.

Além da investigação policial ao caso – que além das escutas ilegais abrange o suborno de polícias – e das audições no Parlamento, o Governo aceitou a realização de um inquérito público independente ao caso, que será liderado por um juiz.