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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cem Anos de Solidão...

Os rebeldes líbios foram responsáveis por incêndios, pilhagens e abusos a civis durante a ofensiva realizada sobre Tripoli, acusou a organização Human Rights Watch (HRW).
A organização de defesa dos direitos do homem "testemunhou alguns destes atos, interrogou testemunhas e falou com um comandante rebelde sobre estes abusos", declarou a HRW em comunicado.
Segundo aquela organização não governamental, os abusos ocorreram em junho e julho, até à semana passada, no decurso das ofensivas dos rebeldes a partir das montanhas de Nafusa, no sul de Tripoli.
"Em quatro cidades tomadas por rebeldes nas montanhas de Nafusa no último mês, os rebeldes e apoiantes danificaram propriedades, queimaram casas, saquearam hospitais e lojas, e espancaram alguns indivíduos que supostamente apoiaram as forças do governo", disse a HRW
Tia Anica de Loulé
Bar suspenso e Iron Maiden irão animar "motards"Um bar suspenso até 40 metros do chão com uma vista panorâmica sobre o recinto é uma das novidades da 30.ª Concentração Internacional de Motos de Faro, que arranca na quinta-feira em Vale das Almas.
O evento, que decorre até domingo, deverá receber 30 mil pessoas, na sua maioria espanhóis, mas também portugueses e oriundos de outros países europeus, estima o presidente do Moto Clube de Faro, José Amaro. Apesar de ainda faltar um dia para o arranque oficial do encontro, no recinto montado em Vale das Almas, junto à praia de Faro, já estão acampados algumas centenas de motociclistas e tudo está a postos para receber muito mais. Uma das grandes atracções do encontro deste ano deverá ser o bar que pode ficar suspenso até cerca de 40 metros do chão, uma plataforma onde não faltará cerveja e música içada por um guindaste.

LIBERTEM A POETA ANGYE GAONA - Está presa a poeta e jornalista Angye Gaona. O Estado colombiano quer calá-la para manter a obscuridade genocida. Angye Gaona, poetisa e comunicadora, foi presa por pensar. O fato só reafirma que a Colômbia é um país em que o Estado converteu o ato de pensar em crime.



Está presa a poeta e jornalista Angye Gaona. O Estado colombiano quer calá-la para manter a obscuridade genocida. Angye Gaona, poetisa e comunicadora, foi presa por pensar. O fato só reafirma que a Colômbia é um país em que o Estado converteu o ato de pensar em crime.

Angye Gaona é uma mulher criativa e comprometida socialmente, sempre ativa no desenvolvimento e fomento da cultura. Fez parte do comitê organizador do conhecido Festival Internacional de Poesia de Medellín, cuja qualidade é reflexo do trabalho e dos sonhos tecidos entre os povos.

Se faz urgente a mobilização internacional por sua libertação e, também, pela apuração de denúncias de que o Estado colombiano mantém encarceradas mais de 7.500 pessoas pelo "delito de opinião". Estamos ante uma verdadeira ditadura camuflada!

A situação é insuportável: cada dia detém, assassinam ou desaparecem com um opositor político, estudante, sindicalista, sociólogo, camponês... A repressão exercida pelo Estado colombiano contra o povo, com o objetivo de calar suas reivindicações sociais, é brutal. É preciso que o mundo se mobilize em solidariedade! É necessário que o mundo conheça esta realidade e entenda que suas dimensões ultrapassam todo o Universo!

Samuel Trigueiros

Angye Gaona. Bucaramanga, Colômbia, 1980. Pertenceu ao comitê organizador do Festival Internacional de Poesia de Medellín. No ano de 2001, coordenou a Exposição Internacional de Poesia Experimental, realizada no marco do XI Festival Internacional de Poesia de Medellín.

O maestro


o maestro parece louco
ao resto das " coisas " liga pouco
só tem ouvidos para a semifusa
para as notas musicais
e lê na pauta que usa
símbolos estranhos anormais
e dos seus gestos
e dos violinos e dos violencelos
brotam os sons mais belos
e palavras da boca do tenor
o maestro parece louco
ás " coisas " do mundo parece ligar pouco
só aos sons, aqueles símbolos
se entrega com amor


 Poema e desenho da autoria deAntónio Garrochinho

A campanha de promoção turística da região do Alentejo que foi lançada em Espanha está a gerar um forte movimento de protesto

Campanha do Alentejo em Espanha incendeia redes sociais
D.R.
A campanha de promoção turística da região do Alentejo que foi lançada em Espanha está a gerar um forte movimento de protesto na blogosfera e nas redes sociais, com destaque para o Facebook, e já levou até a uma petição pública com vista a retirar esta campanha.
Sob o mote "Conquista El Alentejo", a campanha mostra imagens de uma bandeira espanhola hasteada no areal de Tróia, e está a ser massivamente divulgada em cartazes numa série de cidades espanholas, como Madrid ou Barcelona.

Comparticipar as deslocações dos espanhóis


Lançada a 15 de junho pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA), a campanha "Conquista El Alentejo" também comparticipa os custos de combustível associados às deslocações dos turistas espanhóis na visita à região portuguesa, através da oferta de "vouchers" que podem ser utilizados em postos da Galp.
Já foi lançada uma petição pública contra a campanha "Conquista el Alentejo", no site http://www.peticaopublica.com/ , onde se alega que esta dá a imagem que "somos simples e colonizáveis" e enfatiza que "dependemos fortemente do turismo, mas temos muito mais para mostrar".
O presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, Vitor Silva, classifica como "ridícula" a petição pública online cujo apelo vai no sentido de retirar a campanha.
Em novembro, está prevista uma segunda fase da campanha em Espanha "Conquista El Alentejo", que envolve investimentos globais de €300 mil na sua maioria públicos, e com uma comparticipação de €100 mil de privados.

Dias Loureiro não tem bens para penhorar

BPN Económico  

Dias Loureiro não tem bens em seu nome que possam ser penhorados no âmbito da investigação no caso BPN.
Dias Loureiro não tem bens em seu nome que possam ser penhorados no âmbito da investigação no caso BPN.
O ex-conselheiro de Estado Dias Loureiro não tem bens em seu nome que possam ser penhorados no âmbito da investigação no caso BPN e o saldo médio das suas contas bancárias não ultrapassa os cinco mil euros.
De acordo com a edição de hoje do "Correio da Manhã", o ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios, dona do BPN antes do banco ser nacionalizado, escapou à penhora, depois de os investigadores terem analisado detalhadamente o seu património.
As conclusões desta análise mostraram que os imóveis estão registados em nome de familiares ou pertencem a empresas sediadas em paraísos fiscais.
Além disso, as contas bancárias que o antigo braço direito de Oliveira Costa no BPN tem em seu nome possuam saldos médios que não ultrapassam os cinco mil euros.
O jornal nota ainda que este trabalho de investigação foi desenvolvido nos últimos meses, desde que surgiram novos dados no inquérito, avançados por Oliveira Costa e outras fontes.


Jovem de 23 anos foi espancado e humilhado numa esquadra em 2008

Dois agentes da PSP condenados a pena de prisão efectiva

 Andreia Sanches

Dois agentes da PSP foram ontem condenados a uma pena considerada rara em Portugal: quatro anos e três meses de prisão efectiva, num caso, e quatro anos, noutro. Em Julho de 2008, agrediram um estudante alemão no interior da esquadra das Mercês, no Bairro Alto, com murros e pontapés. Os juízes da 5.ª Vara Criminal de Lisboa entenderam que as atitudes provadas durante o julgamento colocam em causa os próprios fundamentos do Estado.
Aos agentes foram atribuídos os crimes de ofensa à integridade física qualificada, coacção grave e abuso de poder Aos agentes foram atribuídos os crimes de ofensa à integridade física qualificada, coacção grave e abuso de poder (Foto: Fernando Veludo/arquivo)
O colectivo lembrou que um Estado de Direito afere-se pela forma como trata os delinquentes, mas também pelo modo como pune os seus agentes quando estes se comportam como os arguidos. Foram dados como provados os crimes de ofensa à integridade física qualificada, coacção grave e abuso de poder.

O caso remonta a Julho de 2008: Adrian Grunert, um alemão então com 23 anos que se encontrava a estudar Linguística em Portugal, ao abrigo do programa Erasmus, saiu de casa no dia 25 à tarde para ir ao Museu de Arte Antiga, em Lisboa, com a namorada. O casal apanhou um eléctrico. Ela entrou, ele pendurou-se na traseira do veículo e seguiu viagem sem pagar bilhete. No Largo Conde Barão, quando o eléctrico estava parado, foi agarrado por dois agentes - Rui Neto e Osvaldo Magalhães.

Apesar de inicialmente recusar acompanhar os polícias, dizendo que tinha consigo os documentos de identificação e que a namorada estava dentro do eléctrico, acabou por ser levado para a esquadra das Mercês, sozinho. E é aqui, segundo o tribunal, que os agentes, usando luvas de couro, lhe desferiram vários murros que o atingiram na cara, têmporas e orelhas.

Ontem, ao PÚBLICO, a Direcção Nacional da PSP fez saber que não tinha informação oficial sobre a condenação. Quanto aos dois agentes, nunca admitiram as agressões.

Quando foi agredido, Adrian tentou fugir, mas foi empurrado, caindo no chão. Segundo o tribunal, foi então pontapeado nas costas, no peito e nas pernas. Pediu ajuda e os agentes ter-se-ão rido.

Durante o tempo em que esteve na esquadra, também lhe foi exigido que se despisse totalmente para que lhe fosse feita uma revista. Não queria, mas acabou por se despir e foi-lhe ordenado que se colocasse de cócoras e se baixasse e levantasse algumas vezes. Um método de revista que um dos agentes admitiria, durante o julgamento que começou já em Abril deste ano, que foi excesso de zelo. Um método que, para o tribunal, constitui uma enorme humilhação. Mais: os juízes entendem que o facto de o jovem viajar sem bilhete nem sequer justificaria a detenção para identificação.

Adrian tinha consigo 0,2 gramas de haxixe, que lhe foram apreendidos. Mas os agentes não elaboram nenhum auto de ocorrência, concluíram ainda os juízes.

Depois de sair das Mercês, o jovem foi directamente à esquadra da Lapa apresentar queixa. E, de seguida, ao hospital. Lesões detectadas: traumas múltiplos no corpo, hematoma retroauricular, escoriações no cotovelo, no hipocôndrio e nas costas, cervicalgias.

Pena "relativamente anormal"

Contactado pelo PÚBLICO, Carlos Paisana, o advogado de Adrian - que, entretanto, regressou à Alemanha, onde vive - diz que os agentes da PSP terão intenção de recorrer da sentença. Recorda que outros terão participado nas agressões, mas que não foram acusados. Mas considera a sentença "muito correcta e muito importante".

"O facto de o tribunal não suspender a pena mostra que esta deve ser entendida como exemplar", explica. "O juiz destacou a especial censurabilidade de actos cometidos sob, disse, a habitual cortina de fumo de uma esquadra."

Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, não conhece o caso em concreto. Mas diz que a pena "não é pesada em face da gravidade dos crimes imputados". É, contudo, "relativamente anormal dada a tradição de complacência do poder judicial em relação à arbitrariedade da polícia". O bastonário afirma que há "cenas de verdadeira tortura praticadas nas esquadras da PSP, postos da GNR e pela PJ" e que os magistrados "tendem a ter uma complacência exagerada".

Também Francisco Teixeira da Mota, advogado, não se recorda de penas de prisão efectiva aplicadas a agentes policiais, nomeadamente em casos em que não há mortes. "É seguramente uma condenação rara."

A não suspensão da pena, explica, significa que o tribunal quer dar à sociedade um sinal de que há "uma condenação efectiva" deste tipo de actos.

HUMOR - EXCERTO DO FILME AMOR COM BANDEIRAS

 
Excerto do filme Amor com bandeiras

Facundo Cabral (1937-2011) - inclui (2) clips - “No dia em que eu morrer...

Facundo Cabral (1937-2011)



“No dia em que eu morrer
não será necessário usar a balança,
pois para velar a um cantor,
uma “milonga” basta.

Dou a cara ao inimigo
e as costas ao bom comentário,
pois aquele que aceita a lisonja
começa a ser dominado;
o homem acaricia o cavalo… para o montar.”

(Facundo Cabral)

O ofício de cantor pode ser perigoso, sempre que as canções não agradam aos poderosos. A lista de casos que o comprovam é longa e antiga. Por estes dias, essa lista terrível tem mais um nome escrito com sangue: o cantautor e grande figura da música de intervenção argentina, Facundo Cabral.

Durante 74 anos de vida deu a cara ao inimigo, granjeou muitos milhares de amigos em toda a América Latina, insistiu na ideia da Paz, cantou-a, assim como cantou a luta dos povos e a liberdade. Denunciou ditaduras, esteve exilado por isso, correu o mundo. 

Não conseguiu evitar as balas dos assassinos que o emboscaram numa viagem entre dois concertos, quando se encaminhava para o aeroporto da capital da Guatemala, neste último sábado.

O corpo regressou ontem à Argentina para ser velado; as cinzas serão sepultadas, provavelmente, hoje. As suas canções... essas voaram...

Até sempre, companheiro!

“No soy de aqui, ni soy de allá” – Facundo Cabral
(Facundo Cabral)




Pobrecito mi patrón” - Facundo Cabral
(Facundo Cabral)


A retórica dos interesses - . Toda esta retórica dá imenso jeito em fases de relativa expansão de modo a defender a redução do papel expansivo e estabilizador do estado, não vá a proximidade do pleno emprego ter como consequência que os trabalhadores, menos pressionados pela realidade ou iminência do desemprego, comecem a alcançar direitos e aumentos salariais excessivos e a ter outras ideias mais ousadas.

A retórica dos interesses

Como é maleável a retórica dos interesses dominantes. A tese de que os gastos públicos consomem recursos do sector privado que, se libertados, provocarão uma libertação das forças vivas da produção e crescimento económico era ainda há pouco tempo enunciado como verdade evidente por vastos sectores da direita política, apoiando-se na respeitável retórica da direita académica. Setenta anos depois da Grande Depressão, a generalidade da macroeconomia neoclássica tem mantido a lei de Say ligada ao ventilador, desencantando formas rebuscadas de continuar a alegar que toda a oferta gera a sua própria procura, que não há desemprego involuntário, que o conceito de procura agregada não tem fundamento e que a intervenção expansionista do estado é sempre contra-producente e iníqua. Do monetarismo dos anos 70 para a teoria dos ciclos económicos reais dos anos 80 em diante, houve até um retrocesso em termos de realismo, passando a rejeitar-se a mera possibilidade da política monetária (a orçamental fora já discartada) influir no nível de actividade económica e a alegar-se que todas as expansões e contracções são causadas por factores reais (novas tecnologias, chuvas intensas e outras coisas caídas do céu). Toda esta retórica dá imenso jeito em fases de relativa expansão de modo a defender a redução do papel expansivo e estabilizador do estado, não vá a proximidade do pleno emprego ter como consequência que os trabalhadores, menos pressionados pela realidade ou iminência do desemprego, comecem a alcançar direitos e aumentos salariais excessivos e a ter outras ideias mais ousadas. Já quando, como no contexto europeu e norte-americano actual, começa a tornar-se evidente que a procura tem de vir de algum lado e que a austeridade pública é mesmo recessiva, mas se pode argumentar que “tem que ser, pois a dívida é insustentável e o problema tem que ser resolvido assim”, a direita (em Portugal como nos EUA e noutros lados) esquece convenientemente a preocupação com a teoria económica e os convictos anúncios da morte de Keynes. Dispõe de uma retórica igualmente fictícia, mas mais eficaz.
(publicado simultaneamente no Portugal Uncut)

NEM TODOS OS CÃES SÃO DE BARRO (2)

                                        publicado no meu "Caçador de Relâmpagos"  (reconstruído)

                      

... conduzia na estrada do Barranco do Bebedouro - serpenteada, estreita, iluminada pela lua cheia.
De repente, um vulto na minha rota que não pude evitar. Só o vi pelo retrovisor.

Ao contrário do que se diz, as fotografias não substituem as palavras mas esta sangrou-me.

Sai do carro e ajoelhei-me junto do animal, um rafeiro alentejano lindo, que ainda me olhou nos olhos e disse baixinho

- Camarada mataste um cão sem dono.

A lua cheia inundava o silêncio e eu levei-o ao colo para o interior do carro.

Quando cheguei a casa, só pude fazer o que fiz. 
Chamei o Dique e encarreguei-o de convocar todos os cães da aldeia. 
O funeral foi marcado para a meia-noite. 

Todos compareceram 

Solidários,  amigos mais corajosos ofereceram-se para escavar a sepultura num canto da horta, onde espontânea medra a hortelâ.

Todos reunidos no silêncio quando um uivo comovido despoletou em choro.

Só o Dique não chorou.
Trazia na boca uma flor vermelha que largou na sepultura.

Portugal coloca os F-16 à venda - vendam os submarinos também com o Portas lá dentro tipo brinde !

Portugal coloca os F-16 à venda

F-16 da Força Aérea Portuguesa

Portugal estabeleceu "contactos com diversas entidades internacionais potencialmente interessadas", tendo a força aérea paquistanesa "manifestado interesse em realizar uma visita" a Portugal para avaliar os caças F-16 a alienar, lê-se no relatório a que a agência Lusa teve acesso.
O documento refere ainda que o Paquistão "solicitou informações sobre configuração e 'upgrades' estruturais das aeronaves", tendo o Estado português enviada "as informações solicitadas" além de ter sugerido "possíveis datas de visita às OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal S.A)".
Além dos dez caças F-16, que Portugal tem à venda, encontram-se ainda para alienação oito helicópteros Puma e dez aviões C-212 Aviocar, na "situação de inibidas ao serviço e já abatidas ao serviço", refere o relatório.
DN

O Estado português tem à venda dez aeronaves F-16 e a força aérea do Paquistão "solicitou informações" sobre estas aeronaves, refere o Relatório de Execução da Lei de Programação Militar de 2010.