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domingo, 10 de julho de 2011

Esta noite - Ainda o mês não vai a meio e os dias a fingir que ainda podem crescer. Talvez por causa da luz de Julho, que tem sido parca e avara. Mas hoje, não, chegou a ser generosa e perdulária. Integrar uma partida antecipada requer uma lógica seca, imune a sentimentos e memória. EXCELENTE POEMA !

Esta noite


Ainda o mês não vai a meio e os dias a fingir que ainda podem crescer. Talvez por causa da luz de Julho, que tem sido parca e avara. Mas hoje, não, chegou a ser generosa e perdulária. Integrar uma partida antecipada requer uma lógica seca, imune a sentimentos e memória. Um estoicismo de bom senso e isento, que saiba mondar os adjectivos da alma e abra as portas apenas para a luz do dia. Que saiba levar consigo, unicamente, o que nos cabe nos bolsos e nos dedos. Para a terra nos levarão o corpo frio e as roupas mais finas. Em poucos anos, ficarão farrapos, os ossos limpos e brancos. Ou cinzas dispersas se, em vez da Terra, preferirmos o Fogo. "Andar, andar que um poeta/ não necessita de casa..." - já aqui citei este poema de Cecilia. Por outras razões, porém.
No entanto, esta noite vai nascendo bem bonita. Crescente, a lua que não consigo ver. Vou até à varanda, beber a última luz do dia, pelos olhos cansados. Os abetos, tranquilos, mal se movem, à brisa ligeira.

Lj.,10/7/11.

Traduções : Poemas de amor em línguas da europa - escrita e áudio

Traduções : Poemas de amor em línguas da europa

Poema de amor
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Poemas de amor

Será um míssil ou uma garrafa..... terá conteúdo ! vamos embora !!!

Será um míssil ou uma garrafa.....

Provavelmente a maior do mundo
Alessandro Della Bella, EPA

A Garrafa provavelmente a maior do mundo

Tem capacidade para 2.011 litros, mede quase quatro metros de altura e tem um diâmetro de um metro. Esta garrafa de vinho, que se supõe ser a maior do mundo, está exposta numa localidade suíça.

D'SUL

CGTP: Cavaco «verte lágrimas de crocodilo»

 

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, critica o Presidente da República por só agora atacar as agências de rating.

«O que nos choca são as lágrimas de crocodilo que alguns agora vertem, como o Presidente e não só. Mas foram eles que andaram a dizer que nós nos tínhamos de sujeitar a isto, aos mercados. Foi em nome disto que vimos o país ir caindo. Isto tem de ser desmontado. Há alternativas. Podemos colocar a nossa economia a produzir, não estamos condenados a isto», afirmou aos jornalistas durante o piquenique contra a precariedade, em Lisboa.

Centenas de pessoas, na maioria jovens, juntaram-se este sábado em Lisboa num piquenique contra a precariedade no trabalho, que apontam como uma das causas da crise económica.

Carvalho da Silva juntou-se à iniciativa e defendeu também que o trabalho precário é um dos factores que contribuiu para desencadear a actual crise.

«Os três factores fundamentais da crise são, em primeiro, o agravamento da precariedade no trabalho, associado ao aumento do desemprego. O segundo é a redução da retribuição do trabalho e o terceiro é o facto de os accionistas dos grandes grupos se apoderarem dos resultados das empresas em nome da crise», declarou à Lusa.

Para o sindicalista, a ideia de que todos são responsáveis pela actual situação, tendo de se sujeitar às consequências, não pode continuar a vingar.

«Virá ao de cima a incoerência do caminho que está a ser seguido», afirmou, lembrando que o desenvolvimento das sociedades foi feito pela valorização do trabalho e por factores de estabilidade e segurança no emprego.

Convicto de que a juventude vai conseguir construir «novos caminhos», Carvalho da Silva recordou que a precariedade não é uma inovação, sendo tão antiga quanto a existência do trabalho escravo.

Passos Coelho não cedeu aos apelos dos municípios - Não foi um congresso vibrante. Durante a maior parte da tarde foram mais as cadeias vazias do que as ocupadas e chegou a ouvir-se um apelo, feito ao microfone, para que os congressistas não abandonassem o local. Enquanto uns fumavam à porta do pavilhão e outros passeavam no vizinho centro comercial, alguns autarcas faziam discursos muito semelhantes nas reivindicações.

Cortes de verbas vão mesmo avançar

Passos Coelho não cedeu aos apelos dos municípios


O XIX Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que reuniu em Coimbra mais de 600 autarcas, não terminou em festa. O primeiro-ministro, o último a discursar, “não fechou a porta à futura cooperação”, como resumiria mais tarde o presidente da associação, Fernando Ruas, mas deixou claro que não irá recuar nos cortes das transferências para os municípios. O mais positivo acabou por ser o silêncio em relação à redução dos municípios e a clarificação do que o Governo pretende com a redução de freguesias.
O uso do condicional não escapou a Pedro Passos Coelho no discurso de encerramento O uso do condicional não escapou a Pedro Passos Coelho no discurso de encerramento (Paulo Pimenta)
Não foi um congresso vibrante. Durante a maior parte da tarde foram mais as cadeias vazias do que as ocupadas e chegou a ouvir-se um apelo, feito ao microfone, para que os congressistas não abandonassem o local. Enquanto uns fumavam à porta do pavilhão e outros passeavam no vizinho centro comercial, alguns autarcas faziam discursos muito semelhantes nas reivindicações.

Sem divergências significativas resultantes das diferenças partidárias, todos insistiram na alegada incapacidade dos municípios para fazerem frente “a ainda mais cortes directos nos fundos para as autarquias”. O cumprimento, agora, do memorando da troika, calculam, resultaria numa perda de mil e duzentos milhões de euros de receitas entre 2010 2013. Isso “colocaria os municípios em situação dramática, disse o social-democrata Fernando Ruas, e “torná-los-ia incapazes de garantir o apoio social que hoje prestam”, reforçou o socialista Mário de Almeida, presidente do conselho geral da ANMP.

O uso do condicional não escapou a Pedro Passos Coelho, o último, dos três, a discursar na sessão de encerramento. E fez questão de o corrigir, numa fuga ao texto que levou já escrito para o congresso. Num aparte suscitado pelas intervenções anteriores, como frisou, o primeiro-ministro sublinhou que “todo o país entende como vital o bom desempenho nacional”. “Se queremos ter condições de financiamento para a nossa economia e para regressar aos mercados teremos de ser absolutamente cumpridores daquilo que foi estabelecido como compromisso”, frisou.

Foi neste contexto que disse que “quem começa o mandato a colocar no condicional aquilo que deve fazer começa mal”. Disse ainda, perante uma plateia absolutamente silenciosa, que o Governo tem de deixar claro desde já que vai “honrar os compromissos”.

Depois, por meias palavras, suavizou o discurso. “Não devemos acentuar o que poderemos melhorar e modelar no futuro, mas manifestar a nossa inteira vontade cumprir aquilo que foi acordado”. Não acrescentou o ‘mas’, ainda assim ele ficou subentendido: “muitas das políticas que temos de desenvolver para atingir os objectivos estabelecidos no memorando carecem ainda de um exercício de elaboração e de concretização e quero desde já assegurar que o Governo terá a maior abertura e diálogo com a sociedade portuguesa”, disse. Pela primeira e única vez ao longo de toda a intervenção, recebeu uma salva de palmas, tímida.

Os autarcas não deram sinais de alívio quando Pedro Passos Coelho omitiu a contestadíssima redução de concelhos do país, ao garantir que cumprirá a prometida reorganização do mapa administrativo, “na senda da optimização e da racionalização do número de órgãos autárquicos de acordo com o princípio de ‘geometria variável’”. Ou quando voltou ao improviso para clarificar que a redução de freguesias não se fará nas zonas do interior, já desertificadas.

A promessa de uma nova Lei das Finanças Locais também não provocou reacções – talvez por não ter ficado claro qual o modelo a adoptar. E também não houve festejos quando Passos Coelho disse que se “procurará regularizar as situações de dívida a cargo da Administração Central” em relação aos municípios; ou quando insistiu que, no processo de renegociação do processo de reprogramação dos programas operacionais do Quadro de Referência Nacional (QREN), se empenhará em garantir uma maior fluidez e celeridade nas transferências de meios e na aplicação destas verbas em eixos caros à administração local.

O fim da intervenção não proporcionou razões para o entusiasmo dos autarcas. Pedro Passos Coelho insistiu na necessidade de avaliar a situação do sector empresarial municipal, em relação à sua utilidade pública, e com vista à racionalização da despesa.

Antes, já o ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, se tinha referido às empresas municipais, ao negar razão aos municípios que se queixam de não terem mais por onde cortar: “Ainda há muitas gorduras para perder”, disse, em declarações aos jornalistas. O hino de Portugal, cantado assim que Passos Coelho se calou, fechou o congresso e os autarcas abandonaram rapidamente a sala. Fernando Ruas, apanhado pelos jornalistas, mostrou dificuldade em classificar o discurso daquele que também é líder do seu partido. Acabou por sublinhar que ele não fechava as portas à cooperação e por se mostrar conformado: “Antes isto do que ouvir grandes promessas que depois nunca se concretizam”, atirou, explicitando que se referia à postura do anterior ex-primeiro-ministro, José Sócrates.

Graça Barbosa Ribeiro

EXCELENTE !!! - AUTO-ACEITAÇÃO -A auto-aceitação é a capacidade de abraçarmos tudo que existe em nós.


AUTO-ACEITAÇÃO

«Parte do processo de auto-aceitação consiste em libertarmo-nos das opiniões dos outros. (...)
Frequentemente, as coisas que achamos que estão «erradas» connosco são somente a expressão da nossa individualidade.» 

(Louise L. Hay)

A auto-aceitação é a capacidade de abraçarmos tudo que existe em nós.

É a disponibilidade para assumir e admitir as fraquezas e aceitar-se como imperfeito. Implica autenticidade e não o uso de máscaras, respeitando o seu «ser» e o «ser» do outro, aceitando a diferença, valorizando os próprios esfroços, cooperando consigo mesmo, tirando partido dos próprios erros, dominando e enfrentando o fracasso, sendo optimista e relativizando críticas... sabendo aprender, até mesmo com as injustas.

A auto-aceitação exige dois tipos de capacidade: a de aceitar as nossas qualidades, os nossos dons e as nossas competências sem vaidades; e a de aceitar os nossos limites e os nossos defeitos sem complexos de culpa. (...)

Só quem se aceita como é pode aceitar os outros como eles são, e não como gostaria que fossem, vivendo com eles na harmonia de quem sabe relacionar-se, e de quem aceita aprender com os outros... sempre.»

Ana Paula Bastos, em "Rumo à Plenitude do Ser"

Qual diferença entre um livro novo e um livro usado? - A resposta a esta questão é óbvia: um livro novo é um puro artefacto que pode ser comprado numa livraria comum, enquanto um livro usado é um objecto de estimação que por um qualquer milagre de preservação sobreviveu à destruição inexorável do tempo...

Qual diferença entre um livro novo e um livro usado?


A resposta a esta questão é óbvia: um livro novo é um puro artefacto que pode ser comprado numa livraria comum, enquanto um livro usado é um objecto de estimação que por um qualquer milagre de preservação sobreviveu à destruição inexorável do tempo. Desprezado, abandonado por quem não lhe deu valor, aguarda num local especial, alguém que lhe dê uma nova morada. A idade de um livro novo é sempre a mesma, todo ele brilha exibindo-se nas montras das livrarias, mas, pelo contrário, um livro usado está escondido e pode ter entre apenas uns dias a uns séculos de idade. As suas páginas empalideceram, as capas deixaram de cintilar. Contudo, tornaram-se vintage e ganharam glamour. Mas a real diferença é mais substancial. Não existe nenhuma aura de mistério sobre um livro novo, ele não tem nenhuma história, a não ser a contida no próprio livro. O preço varia pouco e resulta principalmente do número de exemplares editados. O livro usado está cheio de mistérios: Quantos anos tem? Quantos leitores teve? Quem eram? Para onde o levaram? A quem o dedicaram? Com que sentimentos o fizeram? O seu valor comercial é outro mistério, depende do facto de o livro se encontrar em bom estado de conservação, ser ou não uma edição esgotada, uma primeira edição, uma edição limitada ou fac-similada, mas o que determina verdadeiramente o seu valor é aquilo que alguns acreditam que vão conseguir por ele e quanto vale o desejo de outros o possuir.
O livro antigo frequentemente desaparece sem deixar rasto e quando mais precisamos dele. Podemos até entrar em dezenas de livrarias, passar os olhos por centenas de estantes, apontar o dedo a milhares de títulos e no entanto, não encontrar o livro que pretendemos. O livro em segunda mão é intrinsecamente superior ao livro novo, porque quem o compra ama realmente o livro.
No livro usado há sobretudo esse tempo que é transportado fisicamente pelos livros. Esse pó que fica nos livros. O pó do tempo. Nos novos instrumentos não haverá pó. É só o que lhes falta. Esse pó quer dizer o tempo, a própria essência da nossa vida.*
Jaime Bulhosa
* Eduardo Lourenço

Louçã não volta a candidatar-se - Francisco Louçã surpreendeu os militantes ao anunciar no final do plenário em Lisboa que não voltará a ser candidato a deputado. Numa altura em que o partido discute a sucessão do grupo de fundadores, após uma derrota eleitoral nas legislativas, Louçã auto-impôs um limite para a sua continuidade como deputado:

Louçã não volta a candidatar-se
 
 
Francisco Louçã surpreendeu os militantes ao anunciar no final do plenário em Lisboa que não voltará a ser candidato a deputado. Numa altura em que o partido discute a sucessão do grupo de fundadores, após uma derrota eleitoral nas legislativas, Louçã auto-impôs um limite para a sua continuidade como deputado: 2015. Fontes contactadas pelo SOL dizem que o anúncio não era esperado, neste contexto e neste tempo. Louçã tinha aliás aberto o plenário de militantes com uma declaração ‘conservadora’, uma semana antes. Na sexta-feira passada, a segunda parte do plenário decorreu normalmente, até que no final a declaração deixou um «burburinho na sala».
A saída como deputado implica a saída do lugar de coordenador da Comissão Política, ou seja, de líder do partido, até 2015. Mas Louçã pode estar «a tentar ganhar tempo» com este anúncio, segundo uma fonte do BE. Se em 2012 houver uma Convenção antecipada (como deve ser decidido em Setembro), Louçã poderá ser reeleito nela para um mandato que termina em 2014. Assim, só um ano antes das legislativas o partido fará a escolha da nova liderança.
A reforma dos pais fundadores do BE fica assim apontada para 2014. Com Miguel Portas (que já não integra a direcção), Francisco Louçã e Fernando Rosas (que já não é deputado) de saída, Luís Fazenda também «não terá condições para continuar», diz ao SOL fonte bloquista.
manuel.a.magalhaes@sol.pt