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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Café e hotel






«Na década de 60, os cafés foram assaltados pela banca, mas não temos assistido à transformação da banca em café. O Astória é o primeiro caso de um banco passar a café.»A observação é de Helder Pacheco comentando a reabertura do Café Astória, integrado no hotel Intercontinental Palácio das Cardosas. Café e hotel são, como já aqui dissemos, uma mais-valia para a cidade, dois elementos novos na baixa do Porto, que desejamos renovada.

às vezes vem.

 às vezes vem.



Ela vem da forma menos esperada
 roda a chave e o mundo muda 
dum segundo pró outro....
magia
faz café
já a roupa pela casa espalhada
já o troçar da minha cara sisuda
pé ante pé, saltita pela sala
mexe na velha flor
sorri
para que lhe sorria
eu gosto e pisco-lhe o olho
é assim que acontece
o amor

António Garrochinho

Um nojo que tem que acabar

 O CAPITALISMO CAMINHA PARA O SEU FIM , OS TRABALHADORES ESTÃO FARTOS DE SEREM EXPLORADOS as pessoas que pensam vão descobrindo a perversidade e a falsidade do sistema que esfola as pessoas em nome da acumulação meramente material, que se mostra sem coração ao exigir mais e mais trabalho e sacrifícios a ponto de levar os trabalhadores a um desespero profundo.As  manifestações de rua em vários pontos do mundo demonstram a revolta, gritanto contra tanta injustiça e contra os ladrões (banqueiros, ministros,administradores, especuladores e mafiosos ) o terrorismo é económico é selvagem é desumano ! No nosso país assiste-se a um desfile de vergonha, a corrupção, a mentira, a impunidade dos mentirosos, o derrespeito pela constituição estão na passarelle. até ver !
António Garrochinho

Muito bem entregues



Estão entregues os prémios Meios & Publicidade.

(Meios & Propaganda soa melhor)
 
 
Adriano Campos
Adeus Lenine

Tabaco – Querem imagens chocantes?




Vão longe os tempos em que, como diz a frase publicitária do primeiro “reclame”, bastava soprar uma baforada de fumo na cara dela, para ela passar a seguir-nos para todo o lado (fantástico!!!). Vão igualmente longe longe os tempos em que, como se pode ver no segundo “reclame”, Fátima ainda não se tinha especializado num só ramo de negócio... aquele que explora actualmente.
Hoje vivem-se outros tempos. Os anúncios de tabaco foram (quase) banidos e os fumadores são perseguidos por verdadeiras hordas de higienistas fanáticos cujos tiques roçam muitas vezes o fascismo.
Deixei de fumar há anos... mas, felizmente, não me tornei “missionário” da causa antitabaco. Vou, por isso, assistindo “de longe”, mas com interesse, às hipócritas leis e normas contra os fumadores, impostas por aqueles que ganham milhões... exatamente com esses mesmos fumadores. As ideias vão sendo as mais variadas, desde algumas bastante “criativas”, como esta, na Islândia, que pretende confinar a venda de tabaco às farmácias e apenas com receita médica, até às técnicas verdadeiramente terroristas, como a de fazer imprimir nos pacotes de cigarros imagens chocantes de cancros na boca, ou nos pulmões.
Querem colocar imagens chocantes nos maços de cigarros, que façam os fumadores pensar duas vezes antes de os comprarem? Considerem então estas hipóteses:
1. Mostrar que o fumador de dois maços por dia, gasta mais em cigarros, por mês, do que aquilo que alguns milhares de portugueses têm como reforma.
2. Mostrar os números dos ordenados dos gestores da Tabaqueira (e da GALP, da EDP, da PT, da REFER, da TAP, etc., etc., etc., até à náusea).
3. Mostrar um texto condensado do acordo com a troika.
4. Mostrar os números do desemprego... e de quantos desses desempregados já não têm subsídio de desemprego, ou qualquer outro apoio.
4. Mostrar os lucros da banca e dos grandes grupos económicos.
5. Mostrar quanto é que esses bancos e grandes grupos económicos pagam efetivamente de impostos... e comparar com a percentagem do preço dos cigarros que vai diretamente para o fisco.
Podia continuar por aí fora... números e “imagens chocantes” é o que não falta!

Árvore mais velha de Portugal certificada este sábado vive em Santa Iria da Azóia


Uma oliveira bravia com 2850 anos foi identificada como a árvore mais velha do país por um grupo de investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Vive em Santa Iria da Azóia, concelho de Loures.
O perímetro da Oliveira mede na base 10,15 metros O perímetro da Oliveira mede na base 10,15 metros (D.R.)
A árvore está situada no Bairro da Covina, em Loures, no que resta de um antigo olival próximo das ruínas do castelo de Pirescouxe, tendo sido a idade determinada através de um método inovador de datação de árvores antigas desenvolvido pela UTAD.

O processo, que tomou em conta a avaliação de cem árvores, foi dirigido pelos professores José Luiz Lousada e Pacheco Marques, após um contacto do empresário de árvores ornamentais André Soares dos Reis para estimar a idade desta planta lenhosa.

Até aqui, a árvore mais antiga do país – considerando apenas as certificadas até Fevereiro deste ano – contava 2210 anos na certidão de idade e era também uma oliveira, localizada nas Pedras d’El Rei, em Tavira. O método científico aplicado à época é, porém, segundo José Luiz Lousada, menos credível do que o desenvolvido na UTAD nos últimos quatro anos, que se baseia na análise dos padrões de crescimento da espécie, como a altura, o perímetro e o diâmetro.

Antes deste método inovador, entretanto já patenteado, a idade das árvores era atribuída pela contagem dos anéis ou pela técnica de medição do carbono 14, que tende a diminuir com o decorrer do tempo.

De acordo com este investigador, que co-orientou o Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagista da UTAD neste procedimento, os números dão conta de uma árvore monumental: o perímetro desta oliveira mede na sua base 10,15 metros, a altura chega aos 4,40 metros e o diâmetro de copa tem 7,60 por 8,40 metros.

Em declarações ao PÚBLICO, José Luis Louzada afirmou acreditar que haverá no país uma oliveira mais antiga, mas cujo dono não acedeu à certificação.

No sábado, esta oliveira vai ser certificada numa cerimónia pública organizada pela Associação de Defesa do Património Ambiental e Cultural de Santa Iria da Azóia, agendada para as 10h00.

Paulo Portas – Por comparação...

Paulo Portas – Por comparação...


Entre as coisas realmente importantes que podemos e devemos aprender com o decorrer da chamada crise, com as dificuldades e lutas que ela necessariamente implica,  há sempre alguns aspetos laterais que merecem um minuto de reflexão... como por exemplo:
Quão rascas e desclassificadas têm que ser estas figuras internacionais e nacionais, protagonistas da farsa dos “ratings”, das “troikas” e dos roubos descarados aos bolsos dos cidadãos... para que um cromo como Paulo Portas possa ir à televisão afivelar uma pose de estadista e falar de ética... mais exatamente, de uma «economia de mercado com responsabilidade ética»?

Cartoons do Bartoon | Portugal no Lixo | Melhor rir do que chorar...

Estamos mal. Muito mal, mesmo! Portugal está a ser alvo de ataques das Agências de Rating, especialmente da Moodys.
Dói a falta de respeito pelo esforço que os portugueses estão a fazer para ultrapassar esta situação aflitiva em que nos encontramos.
Mas como rir é o melhor remédio, volto a colocar uns "Cartoons do Bartoon" virados para os casos do período compreendido entre os dias 28 de Junho e 5 de Julho, que eu guardei para fazermos a leitura desses dias...
Uma leitura hilariante porque eles são, como sempre, "fabulásticos"! Autênticas pérolas! Uns tesourinhos maravilhosos!
JOÃO

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PUBLICO.PT - Bartoon
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Clica nas imagens para as ampliares!

Então e os Vendilhões, Senhor? -NOS ÚLTIMOS tempos, o cardeal patriarca de Lisboa, Don José Policarpo, cada vez que abre a boca e mete uma colherada nos assuntos da República, passando por cima das questões da fé e da cristandade, nas quais ele é especialista, o resultado é perder mais uns quantos crentes para a sua causa, isto é, a Igreja Católica.

Então e os Vendilhões, Senhor?

NOS ÚLTIMOS tempos, o cardeal patriarca de Lisboa, Don José Policarpo, cada vez que abre a boca e mete uma colherada nos assuntos da República, passando por cima das questões da fé e da cristandade, nas quais ele é especialista, o resultado é perder mais uns quantos crentes para a sua causa, isto é, a Igreja Católica.
Desta vez, coube em sorte, debruçar-se sobre o imposto extraordinário de 50% que vai afectar o subsídio de Natal, na parte que excede o ordenado mínimo nacional. Considera ele que é uma medida equilibrada porque não atinge os portugueses com menores rendimentos nem discrimina ninguém. Desvalorizou a medida, dizendo mesmo que, pessoalmente, a “coisa” não lhe faz impressão… Mas esqueceu-se de falar daqueles que, não tendo subsídio de Natal, coitadinhos (logo não são atingidos pelo excepcional imposto, o que é uma graça), continuam a banquetear-se com mais-valias bolsistas e privatizações, são donos e accionistas disto e daquilo, e lá vão sobrevivendo com os exíguos rendimentos que os “offshores” e outras fontes de riqueza lhes vão disponibilizando, olari-lolé. Don José não disse para rezarmos novenas, mas continuando a falar das obrigações dos portugueses, acrescentou que estes "não podem pensar só no seu bem e na sua comodidade", devendo apoiar o governo e as suas medidas, para que possamos cumprir os acordos com a “troika”, acalmar os mercados financeiros, encher o peito de ar, recuperar confiança, pôr o país a funcionar e étecetera e tal. Queria dizer com isto que os portugueses têm que se esforçar e contribuir para salvar a pobre banca que está nas lonas, os agiotas e especuladores, e todas as almas caridosas que andaram (e andam) a contribuir para se chegar ao estado em que estamos. Don José esqueceu-se também – e aqui a omissão é grave - de aconselhar os portugueses que deviam seguir o exemplo de Jesus, o qual não teve meias medidas, quando chegou a altura de expulsar os vendilhões do Templo.