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terça-feira, 28 de junho de 2011

EN 125
Estrada entre Almancil e Quinta do Lago reabre em julho

A estrada entre Almancil e a Quinta do Lago abre ao público no dia 1 de julho, depois de concluídas as obras de repavimentação já em curso.
A requalificação da antiga EN 125 dentro de Almancil e da estrada que liga a sede de freguesia ao empreendimento turístico voltam a parar em julho e agosto, mas os últimos dias de junho serão de trabalho intenso, garantiu a autarquia.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Loulé e responsável pelo pelouro das obras José Graça, está em curso um esforço para pavimentar as zonas em que já foi concluída a requalificação das calçadas.

Na estrada para a Quinta do Lago ficará a faltar uma zona ainda por intervencionar, mas que estará aberta ao trânsito, «sem prejuízo de se fazerem obras fora da faixa de rodagem».

Em Almancil, está perto de ser concluída a frente de trabalho nascente, onde «já há calçada em dois terços da extensão da empreitada e se vai avançar para a pavimentação».

A poente, será pavimentada a nova rotunda que foi criada «ficando a faltar uma área na zona central» da Vila.

Admitindo que esta obra está a demorar mais do que o esperado e lamentando o transtorno que causa à população, José Graça frisou que, «apesar de tudo, se tem vindo a avançar».

«Agora, os transtornos vão ser mais pontuais. Já não há os mesmos condicionamentos de trânsito e atravessar Almancil é hoje relativamente fácil em relação ao passado».

Também o acesso mais direto à Quinta do Lago vai abrir para não voltar a fechar ao trânsito, pelo menos na totalidade. «A estrada fica aberta no dia 1 de julho e não haverá necessidade de a voltar a fechar.

Poderá haver a necessidade de alternar o trânsito em algumas ocasiões, mas apenas isso», disse José Graça.

Concluídas as empreitadas já em curso, «fica a faltar um quarto da empreitada total na EN 125, no interior de Almancil», revelou o autarca.

No que diz respeito à empreitada entre Almancil e Quinta do lago, «estamos mais ou menos a metade», um número que sobe para dois terços se se considerar apenas a estrada. «As infraestruturas enterradas, como água e esgotos, estão praticamente completas, tirando alguns casos», disse.

Ainda numa fase mais preliminar está a ciclovia, bem com algumas das zonas pedonais, que até podem continuar ao longo do verão, uma vez que não condicionam o trânsito. «É algo que teremos de ver», para perceber em que zonas os trabalhos podem continuar, avançou José Graça.

A decisão de suspender tempor
ariamente as obras durante os meses de julho e agosto não é inédita e já aconteceu em 2010.

O facto de se concentrarem em Almancil muitos empreendimentos turísticos com grande procura, principalmente no pico do verão, motivou a decisão da autarquia.

Apesar de motivar novos atrasos a uma obra cujo prazo inicial de conclusão já foi ultrapassado, esta é uma medida que vai ao encontro das exigências da população e agentes económicos de Almancil.

«A população e os agentes económicos têm-me transmitido as suas preocupações. Estes últimos, tendo em conta a situação de crise que se vive, têm-se ressentido também do ponto de vista psicológico e queixam-se que as obras estão a afetar os seus negócios», ilustrou ao nosso jornal, há um ano, o presidente da Junta de Freguesia de Almancil João Martins.
28 de Junho de 2011 | 07:50
hugo rodrigues

O QUE NÃO TE MATA TORNA-TE MAIS FORTE - HUMOR EM TEMPO DE CRISE

 o queijo

Daniel Campelo, engenheiro agrónomo, ex-presidente da câmara de Ponte de Lima que ficou conhecido como o "deputado do Queijo Limiano", será secretário de Estado de Assunção Cristas, tutelando as Florestas e Desenvolvimento Rural.



Na lista dos secretários de Estado, o CDS indicou oito nomes - sete secretários de Estado e uma subsecretária. Vânia Dias da Silva, subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, vai trabalhar na Presidência do Conselho de Ministros (PCM) mas, apesar disso, reporta diretamente a Paulo Portas. Terá a seu cargo a coordenação política pela parte do CDS ao nível da PCM, bem como a articulação entre os governantes centristas.
Vânia Dias da Silva, jurista, era até agora adjunta do vereador da Câmara Municipal do Porto, Manuel Sampaio Pimentel, onde teve a experiência de trabalho numa coligação PSD-CDS. Foi quinta na lista de candidatos do CDS às legislativas pelo distrito do Porto e, se não fosse escolhida para o Governo, entraria agora no Parlamento, substituindo Cecília Meireles, deputada pelo Porto, também jurista, que será secretária de Estado do Turismo.
Também sai do grupo parlamentar Filipe Lobo d'Ávila, secretário de Estado da Administração Interna. E João Casanova de Almeida, especialista em administração escolar, que trabalhava como chefe de gabinete dio grupo parlamentar, será secretário de Estado do Ensino. No total, a bancada do CDS perde cinco dos seus principais elementos - para além dos dois secretários de Estado, três ministros: Portas, Pedro Mota Soares e Assunção Cristas.

O regresso do Limiano, agora no Governo


Daniel Campelo, engenheiro agrónomo, ex-presidente da câmara de Ponte de Lima que ficou conhecido como o "deputado do Queijo Limiano", será secretário de Estado de Assunção Cristas, tutelando as Florestas e Desenvolvimento Rural. Recorde-se que em 2000 Campelo fez greve de fome no Parlamento, contra a transferência da produção do queijo Limiano para fora de Ponte de Lima. Acabou por viabilizar um Orçamento de Estado de António Guterres, contra a decisão do CDS - o documento ficou conhecido como "Orçamento Limiano".
Assunção Cristas indicou ainda outro secretário de Estado, Diogo Santiago Albuquerque, para a Agricultura. Estava na Comissão Europeia, onde trabalhava na reforma da PAC.
Já conhecidas eram as indicações dos dirigentes do CDS Miguel Morais Leitão (Negócios Estrangeiros) e Paulo Núncio (Assuntos Fiscais).
Vânia Dias da Silva, subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
Vânia Dias da Silva, subsecretária de Estado Adjunta do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Passos Coelho já teve um gesto à governo Santana Lopes

João Lemos Esteves (www.expresso.pt)
 
 
A lista dos secretários de Estado já estava concluída. Elaborada com grande secretismo e expectativa, pois com a redução de ministros e a constituição de super-ministérios, os secretários de estado - e muitos em lugares chave para o futuro de Portugal - serão decisivos, Passos queria surpreender hoje. Em rigor, o objetivo de Passos Coelho era mostrar que trabalha longe dos holofotes mediáticos, assumindo-se como o anti-Sócrates. Para marcar a diferença. E Passos Coleho tem, desde os tempos da JSD, um ódio de estimação: Marcelo Rebelo de Sousa.
Ora, foi precisamente o comentador da TVI que no, domingo, anunciou o nome de Bernardo Bairrão (recorde-se, administrador da TVI) como o novo secretário de estado da Administração Interna. O próprio já tinha confirmado e era a primeiríssima escolha de Miguel Macedo, ministro desta pasta. Porém, Passos Coelho, à última hora, sem razão aparente, rejeitou o nome de Bernardo Bairrão. E, digam o que disserem, a razão é muito simples: porque foi Marcelo Rebelo de Sousa que anunciou pela primeira vez o nome de Bernardo Bairrão.
A exclusão de Bairrão tem três finalidades:
a) Descredibilizar e mostrar independência em relação a Marcelo Rebelo de Sousa. Com efeito, Marcelo é o comentador político mais influente em Portugal e, tradicionalmente, os líderes do PSD sofrem com os seus comentários televisivos. E raramente - tirando Santana Lopes e Filipe Menezes - os líderes do PSD hostilizam excessivamente Marcelo Rebelo de Sousa. Ora, Passos Coelho quer mostrar a rutura - que os comentários do professor não o condicionam e até podem prejudicar o país por revelar fatos que não devia. O grande objetivo é mostrar que Marcelo é uma espécie de joker, que analisa a política como um jogo de casino ou o totobola, tentando afastar os portugueses do professor. Atacando a sua credibilidade. Ao mesmo tempo que Passos aumenta o seu ego político, perdendo os seus complexos de inferioridade em relação a certas figuras do partido;
b) Passos quer reforçar a sua autoridade. Quer dar uma imagem aos portugueses de que não é influenciável. Que quem revela as suas decisões é ele. A informação só será divulgada no timing que o governo achar mais adequado. Nem mais, nem menos um segundo. A exclusão de Bernardo Bairrão é um castigo por não ter ficado caladinho e revelar o convite que recebeu a Marcelo Rebelo de Sousa. Desobedeceu a Passos Coelho, logo, fica fora do governo;
c )Ser um exemplo para os membros do governo: quem não obedecer a Passos ou falar mais do que deve, tem o seu destino traçado. A sua saída do governo será certa. Nos primeiros tempos do governo, esta parece uma atitude sensata: o problema é que vai chegar a um ponto em que os ministros não vão achar muita piada e a coesão interna será posta á prova. Passos está a esticar a corda. Autoridade não é prepotência.
Esta historieta que envolve Bernardo Bairrão é a primeira grande trapalhada do governo Passos Coelho. Mal explicada. Muito mal explicada. Porque não se quer revelar a verdadeira razão da exclusão. O primeiro-ministro confirmar que tem um ódio de estimação não fica muito bem. Ontem, pareceu que voltámos ao governo Santana Lopes e às suas - chamadas - trapalhadas. Com muitas destas, o governo poderá ficar-se pelos seis meses

O GOVERNO TEM 35 SECRETÁRIOS DE ESTADO , METADE SÃO INDEPENDENTES (independentes de quê ?)

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, levou hoje ao Presidente Cavaco Silva a lista de 33 secretários que vão tomar posse e juntar-se aos dois já empossados. Ao todo, o XIX Governo Constitucional de coligação PSD-CDS tem 35 secretários de Estado. Veja todos os nomes
O novo Executivo liderado por Pedro Passos Coelho terá, ao todo, 47 membros O novo Executivo liderado por Pedro Passos Coelho terá, ao todo, 47 membros (Ricardo Castelo/Nfactos)

A posse está agendada para terça-feira, às 12h00, no Palácio de Belém.

Na lista de secretários de Estado há cerca de metade de independentes, todos eles indicados pelo PSD, segundo fontes consultadas pelo PÚBLICO.

Sete foram apontados pelo CDS-PP, mais um do que chegou a ser noticiado na semana passada.

Dois secretários de Estado, Luís Marques Guedes (Presidência) e Carlos Moedas (Adjunto) já tinham tomado posse, juntamente com os ministros, na semana passada.

Antes de negociar a coligação com o CDS, o PSD propunha um governo de dez ministros e 25 secretários de Estado.

Na versão final, há mais um ministro e mais nove secretários de Estado.

O anterior Governo, de José Sócrates, tinha 16 ministros (além do chefe do Governo) e 38 secretários de Estado.

Assim, o novo Executivo liderado por Pedro Passos Coelho terá, ao todo, 47 membros – 11 ministros e 35 secretários de Estado.

Ministério das Finanças
Secretário de Estado do Orçamento
Luís Filipe Morais Sarmento (PSD). Ex-director-geral do Orçamento e é quadro do Banco de Portugal.
Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças
Maria Luís Albuquerque (independente PSD). É Mestre em Economia Monetária e Financeira, e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do IGCP - Instituto de Gestão e Tesouraria do Crédito Público. Foi candidata independente pelo PSD em Setúbal.
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Paulo Núncio (CDS). Licenciado em direito, especialista em assuntos fiscais, é militante do CDS e fez parte da delegação do partido para as conversações com os representantes da troika
Secretário de Estado da Administração Pública
Hélder Rosalino (ind. PSD). Director do Departamento de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos do Banco de Portugal e do gabinete Planeamento Estratégico.
Ministério dos Negócios Estrangeiros
Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus
Miguel Morais Leitão (CDS). Licenciado em direito, foi secretário de Estado do Tesouro na anterior coligação liderada por Durão Barroso. No sector privado foi gestor na área da banca e seguradoras. Faz parte da Comissão Executiva do CDS, o órgão de consulta mais restrito de Paulo Portas.
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação
Luís Brites Pereira (ind. PSD). Director-adjunto do Centro Globalização & Governação (CG&G) e era também do gabinete de Relações Internacionais do PSD.
Subsecretária de Estado Adjunta do MNE
Vânia Dias da Silva (CDS). Jurista, adjunta do vereador na Câmara Municipal do Porto, concorreu às legislativas em quinto lugar pela lista do Porto
Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas (PSD)
José Cesário. Deputado do PSD eleito pela Emigração, já ocupou o cargo no Governo de Durão Barroso (2002-2004).
Ministério da Defesa
Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Paulo Braga Lino (ind. PSD). Director do Departamento Administrativo e Financeiro da Metro Porto.
Ministério da Administração Interna
Secretário de Estado da Administração Interna
Filipe Lobo d’Ávila (CDS). Advogado, foi nomeado em 2004 director-geral no Ministério da Justiça e foi director do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios (até 2008). Em 2009, foi eleito deputado em 2009 por Santarém e ficou com a pasta da justiça na bancada. É vogal da comissão executiva do CDS.
Ministério da Justiça
Secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça
Fernando Santo (ind. PSD). Engenheiro, com pós graduação em gestão pela Universidade Nova de Lisboa. Ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros.
Ministro-Adjunto dos Assuntos Parlamentares
Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade
Teresa Morais (PSD). Jurista e deputada. Vice-presidente da bancada do PSD
Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa
Paulo Simões Júlio (PSD). Presidente da Câmara Municipal de Penela.
Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Alexandre Miguel Mestre (ind. PSD). Jurista. Tem um livro publicado sobre direito e jogos olímpicos
Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Feliciano Barreiras Duarte (PSD). Deputado e chefe de gabinete de Passos Coelho no PSD. Foi secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto no Governo de Durão Barroso (2002-2004)
Ministério da Economia
Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional
António Almeida Henriques (PSD). É licenciado em Direito e pertence à direcção do Conselho Empresarial do Centro. Deputado do PSD .
Secretário de Estado do Emprego (PSD)
Pedro Martins (ind. PSD). Professor de Economia Aplicada na Escola Queen Mary, Universidade de Londres, Reino Unido.
Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação
Carlos Nuno Oliveira (ind. PSD). Fundador da empresa tecnológica Mobicomp, vendida à Microsoft.
Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Sérgio Silva Monteiro. Era, até agora, membro do conselho de administração do Caixa BI, banco de investimento do grupo CGD.
Secretário de Estado da Energia
Henrique Gomes. Director-geral da REN – Redes Energéticas Nacional.
Secretária de Estado do Turismo
Cecília Meireles (CDS). É deputada do CDS, licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra e fez uma especialização em gestão de empresas pela Escola de Gestão do Porto.
Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Secretário de Estado da Agricultura
Diogo Santiago Albuquerque (ind. CDS). Membro da direcção geral e do desenvolvimento rural da Comissão Europeia
Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural
Daniel Campelo (CDS). Ex-deputado e antigo presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a única câmara democrata-cristã, celebrizado por ter viabilizado um orçamento do Governo de António Guterres – o Orçamento limiano. Estava afastado da vida política há alguns anos, mas discretamente passou a integrar a comissão política nacional do CDS em Março.
Secretário de Estado do Mar
Manuel Pinto de Abreu (ind. PSD). Chefe da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental. Engenheiro hidrográfico e oceanógrafo, vice-reitor da Universidade Lusófona
Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Pedro Afonso de Paulo (PSD). Director executivo da SAPEC, conselheiro nacional do PSD e vice-presidente da distrital de Lisboa.
Ministério da Saúde
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde
Fernando Leal da Costa (ind. PSD). É licenciado em medicina, é consultor dos Assuntos da Política de Saúde do Presidente da República desde 2006 e foi Coordenador Nacional para as Doenças Oncológicas, integrando o Alto-Comissariado para a Saúde, de Agosto de 2005 a Março de 2006.
Secretário de Estado da Saúde
Manuel Teixeira (ind. PSD). Presidente do conselho directivo da Administração Central do Sistema de Saúde
Ministério da Educação, do Ensino Superior e da Ciência
Secretário de Estado do Ensino Superior
João Filipe Rodrigues Queiró (ind. PSD). Professor Catedrático no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Secretária de Estado da Ciência
Maria Leonor Parreira (ind. PSD). Era até agora a directora do Instituto de Histologia e Biologia do Desenvolvimento da Faculdade de Medicina de Lisboa.
Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar
João Casanova de Almeida (CDS). Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do CDS e da comissão política nacional do CDS
Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário
Isabel Maria Santos Silva (PSD). É professora auxiliar no departamento de Psicologia da Universidade de Évora, sendo doutorada em Psicologia. Integra o grupo de trabalho responsável pelo estudo psicolinguístico para “Estabelecimento de níveis de referência na aprendizagem da leitura e da escrita do 1.º ao 6.º ano de escolaridade”.
Ministério da Solidariedade e da Segurança Social
Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social
Marco António Costa (PSD). Líder da distrital do Porto do PSD e vice-presidente de Passos, foi um dos responsáveis pelo projecto de lei da economia social dos sociais-democratas.
Dependente do primeiro-ministro
Secretário de Estado da Cultura
Francisco José Viegas (ind. PSD). Jornalista e escritor, editor. Foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
Já tinham tomado posse, a 22 de Junho, juntamente com o primeiro-ministro e os restantes 11 ministros:
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Luís Marques Guedes (PSD)
Secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro
Carlos Moedas (PSD)
Notícia corrigida às 19h00
A lista oficial divulgada já não inclui o nome de Bernardo Bairrão, anteriormente colocado como secretário de Estado adjunto e da Administração Interna.
O secretário de Estado Fernando Santo (Ministério da Justiça) estava erradamente colocado no Ministério da Administração Interna.