AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Soneto de José Régio ainda infelizmente actual !

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.

Reformas na Suiça com máximo de 1700€ mensais.



Na Suíça,  não há reformas de luxo. Para evitar a ruína da Segurança Social, O GOVERNO SUIÇO DECRETOU QUE QUALQUER CIDADÃO NÃO PODE RECEBER MAIS DO QUE 1700€ MENSAIS. Assim dá para todos, os nossos governantes que ponham aqui os olhos !

POETAS


Quarta-feira, Junho 08, 2011















Nunca lamentes, nem chores

Não recordes nem prometas

Há sempre um mundo de amores

No coração dos poetas


Não chores os amigos caídos

No labor do dia a dia

Nem os amores vividos

Quando o amor te sorria


Porque o amor não é singular

Sendo fruto desta vida

Acontece sem avisar

Na pluralidade sentida


Manuel F. C. Almeida

Miguel Cadilhe mudou de opinião ! agora defende a privatização da CGD e a venda dos submarinos.

Sempre defendi a Caixa Geral de Depósitos no sector público. Agora, estamos numa situação tremenda do ponto de vista financeiro e, portanto, temos que lançar mão de todos os activos que tivermos e vender aqueles que tenham comprador - com algumas excepções”, disse o presidnete do BPN na altura da nacionalização do banco.

Segundo Cadilhe, caso aparecesse uma boa oportunidade de negócio, o Estado devia vender o banco, mas frisa que o calendário de privatizações deveria ser alargado por três ou cinco anos.

O ex-ministro de Cavaco Silva sugere também a venda dos submarinos alemães, e não poupa críticas à Alemanha no processo: “A Alemanha que hoje é tão severa para connosco deveria ter, na altura, ponderado".

Cadilhe diz ainda que o próximo ministro das Finanças será o mais impopular da história da democracia em Portugal e frisa que tem de ser um homem ou uma mulher de mão férrea, temido ou temida pelos outros ministros.

E sobre a carga fiscal admite um imposto extraordinário sobre a riqueza líquida que abarque depósitos, bens imobiliários e acções

O MENINO QUE FOI AO AÇÚCAR



Depois do café do almoço, a mãe deixara o açucareiro sobre a mesa da sala de jantar, indo à cozinha dar umas ordens à criada. Quando voltou, viu logo que algum dos filhos tinha ido ao açúcar. Chamou-os:
— Francisco, Rafael, Maria, venham cá. Qual vocês meteu a mão no açucareiro?
— Eu não fui, mamã — respondeu logo Maria.
— Nem eu, mamã acudiu Francisco
— Pois eu é que, não fui — exclamou Rafael.
A mãe, então, lembrou-lhes que era muito feio mentir e que quem confessava uma culpa, merecia perdão. Contudo, nem assim o lambareiro se acusava.
Bem, como nenhum de vós foi ao açúcar, fico satisfeita. Eu tinha-lheposto remédio para matar, as formigas. Ora, se algum de vocês comesse uma só pitada que fosse, morria, se eu o não levasse ao médico
E já ela se levantava da cadeira em que se sentara, quando Rafael, chorando muito, disse
— Mamã, leve-me ao médico a mim.
Livro de Leitura de João Grave, 3ª Classe, ilustração de Laura Costa

Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

Democracia (mais ou menos) verdadeira

Quase toda a gente sabe que os deputados à Assembleia da República são eleitos (como foram no Domingo passado) em listas distritais segundo o método dos quocientes de D’Hondt. Muita gente sabe também que o método D’Hondt tende a favorecer os partidos maiores em detrimento dos mais pequenos – os seus defensores argumentam que isso favorece a governabilidade. Menos apreciado, porém, é o facto do próprio carácter distrital das listas favorecer também os partidos maiores e prejudicar os mais pequenos – tendo, na verdade, um efeito de maior magnitude do que o próprio método D’Hondt.

Em combinação uma com a outra, estas duas características do nosso sistema eleitoral produzem resultados que se afastam substancialmente da proporcionalidade: com base nos resultados provisórios das eleições de Domingo (não tendo em conta os votos do estrangeiro nem os quatro deputados que por eles serão eleitos), observamos que, em média, cada deputado do PSD foi eleito com 20.436 votos (PS: 21.342) – ao mesmo tempo que os 62.496 votos no PCTP/MRPP ou os 57.641 no PAN não deram origem à eleição de qualquer deputado.
Dei-me ao trabalho de fazer as contas para verificar qual seria o número de deputados eleito por cada partido em três cenários alternativos: i) círculos distritais segundo o método D’Hondt (i.e. o sistema actual); ii) círculo único nacional, método D’Hondt; e iii) círculo único nacional, proporcionalidade estrita. Os resultados são os seguintes:
Não vou aqui alongar-me com juízos políticos em relação a qual destas alternativas deverá ser considerada preferível - nem em abstracto, nem em face da aplicação ao caso concreto destas eleições. Penso que a esquerda, com excepção talvez da que não alcançou representação parlamentar, tem seguramente tarefas mais importantes perante si e batalhas mais importantes a travar. Aprofundar a democracia passa por muitas outras coisas - e as mais importantes são de carácter substantivo e participativo (por oposição a formal e representativo). Ainda assim, como contributo para o debate acerca da abstenção ( e da alienação face aos mecanismos concretos da nossa democracia representativa que subjaz a essa abstenção), penso que não será despiciendo ter em conta que houve muitos milhares de eleitores pelo país fora (0s 20.435 votantes no BE em Braga ou os 16.884 votantes no PAN em Lisboa, para referir apenas os dois exemplos mais extremos) que se dirigiram às respectivas mesas de voto, votaram em consciência e, exclusivamente devido às características do sistema eleitoral, não contribuíram para eleger ninguém. Têm bons motivos para estarem chateados.

C.M. FARO, RAINHA DA SUCATA


Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

C.M. FARO, RAINHA DA SUCATA







A Camara Municipal de Faro mantem, há anos, a sucata que as imagens mostram, e já varias vezes denunciada neste blog.
O presidente da edilidade farense que já teve nas suas mãos a pasta do ambiente, e nunca será demais lembrá-lo, apesar de estar no cargo há cerca de ano e meio, pouco ou nada fez para pôr cobro a uma situação que não só indigna a população farense como todos aqueles que defendem uma Ria Formosa limpa e despoluida.
A sucata apresentada situa-se em Reserva Ecologica e por isso sobs a alçada do ICNB, em Dominio Publico Maritimo e sob a alçada da ARH de Valentina Calixto, em zona do IPTM, para alem da entidade responsavel pelo ambiente algarvio a CCDR.
Parece resultar claro que a teia de cumplicidades que envolvem todas estas entidades que promovem festas, festinhas e festarolas em nome do (pessimo) ambiente são os principais criminosos da Ria Formosa. As populações da zona de intervenção da Ria Formosa não podem ignorar que a negligencia e a omissão dos rsponsaveis politicos é tão condenavel, quanto a de quem poluí.
Valha-nos que ao menos estejam a desmantelar o barco ali ao lado, mas convem manter a vigilancia, não vão deixar os restos submersos e que podem representar um perigo para a navegação na zona.
Enquanto assistimos, e com alguma preocupação, à investida que a Camara Municipal de Faro faz em relação às casas das ilhas a coberto do Polis, ao desperdicio de fundos publicos para destruir os parcos haveres de alguns pescadores a pretexto do ambiente, nao vemos por parte de Macario Corria o mesmo tipo de preocupação com a poluição da Ria Formosa.
Que raio de programa de requalificação e valorização da Ria Formosa no concelho de Faro é este, que degrada o ecosistema, com toda a especie de lixo.

Quantos barretes há para Paulo Portas?

por Daniel Oliveira


O CDS passou uma campanha a dizer que ia ser a sua vez. A segurança, a bandidagem dos bairros de realojamento, os parasitas do rendimento mínimo e os malefícios da imigração foram menos importante desta vez. Esses são temas de reserva para quando as sondagens estão pior e há que apelar ao ódio social e ao medo. O que Paulo Portas tinha para dizer era mais simples: agora é a minha vez. Apostando no receio que Passos Coelho podia criar no eleitorado mais moderado, sonhava com 13, 14 ou 15 por cento. Subiu apenas um por cento. Pouco, tendo em conta o descalabro à esquerda.

Uma vitória, ainda assim. Mas não me esqueço de como antes se mediam as vitórias do CDS: as sondagens davam pouco, as expetativas eram baixas, e o CDS ganhava a comparar-se com essa realidade virtual. Agora as sondagens davam muito, as expetativas eram altas, e o CDS não aceita comparar-se com esses sonhos por cumprir. Agora tem razão, não a tinha antes.

Contados os votos, as negociações entre Paulo Portas e Passos Coelho começaram. Depois de uma campanha em que nada disse a não ser que ia participar num governo, fosse ele de quem fosse, em que não se comprometeu com nada a não ser com os barretes que enfiou na cabeça, Portas não vai começar agora a perder tempo com política. O que interessa é quantos ministérios (e quais) calha ao seu partido. Nada de errado nisto. Mas não deixa de ser interessante que o mesmo eleitorado que tanto se queixa do vazio da política, com a importância que se dá ao acessório e a superficialidade com que o que é essencial é tratado tenha reforçado o líder político que menos coerência tem no seu discurso e mais tempo perde com o mero jogo das cadeiras.

Sabemos que Portas quer mais barretes de ministro. Sabemos que sendo necessário para fazer maioria terá alguns. Sabemos que tendo o PSD conseguido mais do que se esperava e o CDS menos do que queria não terá tantos quantos desejava. Sabemos que provavelmente teremos mais ministérios do que o Passos falara na campanha, que isto tem de dar para todos. Só não sabemos o que quer o CDS fazer no governo. Coisa sem importância, claro está.

Arrastão

Publicado no Expresso Online

Aqui não há crise!

Aqui não há crise!

O fluxo de passageiros registado nos cais da Ria Formosa, no ano de 2010, ultrapassou em 11,4 por cento o movimento verificado em 2009. Este verão, a tendência deve continuar ascendente, muito à conta dos novos investimentos em infraestruturas.

De acordo com dados do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), de janeiro a dezembro de 2010 foram transportados, nas 10 carreiras fluviais da ria, cerca de 1,88 milhões de passageiros, mais 233 mil (11,4 por cento) do que em todo o ano de 2009. mai aqui

As contas refletem uma subida significativa do número de portugueses que decidiu emigrar

De acordo com dados no Instituto Nacional de Estatística, em 2010 houve uma diferença entre saídas e entradas do país de 3,800 pessoas. As contas refletem uma subida significativa do número de portugueses que decidiu emigrar. No ano passado, o número de cidadãos nacionais que deixou Portugal subiu 41 por cento.O saldo negativo justifica-se ainda com a queda de 15 por cento do número de estrangeiros residentes no país.
O INE avança que em causa está a forte crise económica. Portugal deixa, cada vez mais, de ser opção tanto para portugueses como para estrangeiros.

A montanha pariu mais um “rating”

Quarta-feira, 8 de Junho de 2011

A montanha pariu mais um “rating”




Já todos estamos (ou deveríamos estar) cientes de que esta farsa dos “ratings” é um esquema de ladrões, montado pelos donos dos grandes bancos mundiais e especuladores financeiros, para roubar tudo aquilo que seja possível roubar aos cidadãos de todo o mundo... até que não haja mais para roubar.
Já se viu que, cumprindo ordens desses ladrões especuladores, que vivem dos juros que cobram aos bancos de menor dimensão e aos países em dificuldades, estas agências de “ratings” não hesitam em lançar na miséria e na fome tantos milhões de seres humanos, quantos forem necessários para satisfazer o apetite dos seus “clientes”.
Assim, vão sucessivamente baixando o “rating” do país... o que a seguir faz com que seja “necessário” baixar o “rating” das maiores empresas e instituições bancárias desse país, por causa das maiores dificuldades... do país, sendo que, semanas mais tarde, é óbvio que a maior fragilidade das empresas os “obriga” a desvalorizar novamente o “rating” do país... 
Neste carrossel de saque desavergonhado há apenas uma coisa que sobe: os juros que os países e as empresas têm que pagar para se poderem financiar nos “mercados”. E, claro, como temos visto ultimamente, nunca deixa de haver dinheiro para emprestar, sendo mesmo obscena a encenação da sempre apregoada “grande dificuldade” que o país terá para se financiar na próxima vez que for aos "mercados"... logo seguida de leilões de dívida pública em que a procura de compra dessa dívida por parte dos “emprestadores” excede em muito as necessidades de empréstimo... tal é o lucro destas operações.
Toda esta (grande) introdução serviu apenas para nos fazer chegar à estória de hoje. A Moody’s, uma das tais agências que não se tem calado com a necessidade de impor medidas de austeridade na nossa economia, recorrendo à sucessiva depreciação dos “ratings” da República Portuguesa como forma de chantagem para obrigar à adoção dessas medidas, mesmo sabendo que são medidas e políticas que levam à recessão... veio agora baixar o "rating" da Portugal Telecom. Porque, justificam, a recessão e as previsíveis dificuldades económicas crescentes dos clientes da PT, representarão uma quebra no negócio da empresa, que por isso passará a valer menos...
Mais uma vez, isto vem demonstrar que fazer as vontades às “troikas” não é forma de as combater. O grande capital não abrandará o ritmo do roubo, por mais que esteja a tomar o lugar no governo um primeiro-ministro que jure ser ainda mais lacaio e mais fiel no cumprimento das suas ordens do que o seu antecessor. Por mais que prometa “ir ainda mais longe” do que lhe é exigido. 

A única forma de sair deste ciclo infernal não é tentar “acalmar os mercados”, mas sim fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para lhes partir os dentes!


Quarta-feira, Junho 08, 2011

E a Islândia Aqui Tão Perto...

HÁ QUEM diga que se isto passasse a ser um procedimento normal, deixaria de haver políticos disponíveis para governar os países, porém, a verdade é que o ex-primeiro-ministro islandês Geeir Haarde, foi formalmente acusado de negligência grave durante o seu mandato governativo, quando em 2008 o sistema financeiro islandês entrou em colapso, atirando o país para a bancarrota. O tal senhor vai a julgamento após o Verão.
Há actos cometidos no exercício da governação, em que a penalização com o afastamento da área do poder, por via eleitoral, não é punição bastante. Não se trata de forjar bodes expiatórios, exercer represálias ou ajustes de contas com os vencidos da luta política, mas sim de levar até à barra dos tribunais os autores dos ilícitos decorrentes de favorecimentos, compadrios, gestão incompetente, negligente e danosa do património público, celebração de contratos ruinosos, e tantos outros logros e estratagemas, de que o Tribunal de Contas dá conta, bem como todas as outras situações que deixariam de andar no segredo dos deuses, se fossem levadas a cabo as competentes auditorias externas às contas do Estado. Tudo somado, talvez nos mostrasse, de modo claro e incontroverso, quais as verdadeiras causas das dificuldades e do estado ruinoso com que agora nos estamos a confrontar, e a impunidade (que não se deve confundir com imunidade) deixasse de ser o escudo atrás do qual os políticos se abrigam, dando asas à sua vastíssima e prolífica criatividade.

SIMPLES ASSIM, COMO SE ESSAS VIDAS NADA REPRESENTASSEM..., A FAVOR DE


 LIBIA- Aquilo que os média não mostram...

      Como sempre, convém ver o outro lado da moeda.


O que os Media NÃO vão mostrar:

I - KADDAFI, POR PIOR QUE SE QUEIRA CONSIDERAR OU JULGAR,

    TEMOS QUE REFERIR E DAR A CONHECER QUE A ONU

    CONSTATOU EM 2007, O SEGUINTE:


1 - Maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África ;



2 - Ensino gratuito até à Universidade;



3 - 10% dos alunos universitários estudam na Europa, EUA, etc... e com
tudo pago;



4 - Ao casar, o casal recebe até 50.000 US$ para adquirir seus bens;



5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos
de última geração, etc...;



6 - Empréstimos pelo Banco estatal sem juros;



7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, que vem
tornando o deserto (95% da Líbia)  em fazendas produtoras de
alimentos.;

E assim vai....(ou ía)

II - PORQUE DETONAR A LÍBIA ENTÃO?....



Três (3) principais motivos:

1 - Possuir o seu petróleo, de boa qualidade e com volume superior a
45 bilhões de barris em reservas;



2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controle da NATO. Só
falta agora a Síria;



3 - E, provàvelmente, um dos maiores motivos, é que o Banco Central
Líbio não é atrelado ao sistema mundial Financeiro.



As suas reservas são toneladas de ouro, dando cobertura ao valor da
moeda, o dinar, e desatrelado das flutuações do dólar.

O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, por ter
apresentado e  quase conseguir, que os países africanos formassem uma
moeda única desligada do dólar.





III - O QUE É O ATAQUE HUMANITÁRIO PARA LIVRAR O POVO LÍBIO:





1 - A NATO comandada pelos EUA, já bombardearam as principais cidades
Líbias com milhares de bombas e mísseis que são capazes de destruir um
quarteirão inteiro. Os prédios e infra estrutura de água, esgoto, gás
e luz estão sèriamente danificados;



2 - As bombas usadas contem DU (Uranio depletado) tempo de vida 3
bilhões de ano (causa cancer e deformações genéticas);



3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicológicamente
por causa das explosões que parecem um terremoto e racham as casas;



4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da NATO, principalmente as
crianças sofrem com a falta de remédios e alimentos;



5 - A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as
crianças são as mais atingidas;



6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia,  deixam o país através das
fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem
água nem comida;



7 - Mesmo que o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de
pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água
e comida.
De uma população de 6,5 milhões de pessoas.

Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia. Nunca
mais haverá a nação Líbia. Foram varridos do mapa.

SIMPLES ASSIM, COMO SE ESSAS VIDAS NADA REPRESENTASSEM..., A FAVOR DE
UMA LIBERDADE QUE SÓ OS EUROPEUS E AMERICANOS CONHECEM, E QUANDO LHES
CONVÉM.

António Garrochinho