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sábado, 28 de maio de 2011

O CAMINHO FAZ-SE CAMINHANDO !

pedaçito do Algarve

no teu rosto

estou sereno observando o teu rosto
iluminado ténuamente pela luz do sol posto
e és mais bela ainda
mesmo quando a luz do dia se finda
mesmo quando a noite esconde a leve maquilhagem
olho-te como se fosses nova paisagem
outro local que não visitei
mas sei
que em ti vou descobrir sempre novos horizontes
riachos, lagos, refrescantes fontes
olho-te mais uma vez disfarçadamente
e interrogo-me se alguma vez, a beleza
esteve de ti ausente
e concluo
a beleza nunca mente !

António Garrochinho

FASCISTAS CONFESSAM-SE

Ontem, 27/5, ouvi dois canalhas dizerem na televisão que enquanto jornalistas do pasquim fascista “O Tempo” dos idos de 80, Adelino Maltez, que se intitula cientista político (?) e o boçal jornalista António Ribeiro Ferreira, inventaram na redacção do jor...nal sondagens que favorecessem a direita. Que as faziam a seu belo prazer e para todos os gostos dos seus interesses.   Gente reles e sem princípios, canalhas capazes de tudo nesta luta ideológica que opõe os trabalhadores e a classe parasitária dos poderosos e seus acólitos. Nós sabemos que as sondagens são formas de controlo das consciências (e do voto) e que são, por isso, mais um aliado das forças opressivas que querem manter a canga em cima dos explorados, mas dito, assim, desta maneira despudorada é bem um sintoma (mais um) do à vontade com que esta ralé humana se movimenta, hoje, em Portugal.   Ver mais

"ESPERO QUE O SEU CURSO LHE SIRVA PARA MUITO"

"ESPERO QUE O SEU CURSO LHE SIRVA PARA MUITO"
Responde rancoroso o trol de Massamá à jovem que lhe "agradeceu" ter-lhe chamado ignorante.


POR FAVOR NÃO ALIMENTE ESTE TROL, VOTE NOUTRO GAJO QUALQUER

Na passagem do líder do PSD pelo mercado de Vila Real uma jovem acercou-se dele dizendo que lhe queria agradecer uma coisa: «Queria só agradecer-lhe ter-me chamado ignorante. Estou a frequentar um curso EFA (Novas Oportunidades) e sou a melhor aluna da minha turma», disse em alusão às declarações lamentáveis de Passos Coelho que classificou o programa Novas Oportunidades como «uma credenciação à ignorância».

Aí o trol de Massamá ainda balbuciou um "Eu não lhe chamei", mas logo de seguida, apercebendo-se da inutilidade da desculpa, embatucou, e em forma de despedida só conseguiu largar um rancoroso "ESPERO QUE O SEU CURSO LHE SIRVA PARA MUITO".
 
A Essência da Pólvora

mistério

mistério


onde estará o tempo ?
estará no vento
estará na montanha mais alta, no cimo !
onde estárá o tempo, enquanto velho
enquanto menino
estárá no mar azul e profundo
onde vive
em que parte do mundo
estará no coração bem escondido
estará nas areias do deserto, perdido
estará nos astros, nas galáxias brilhantes
nos sóis, nas estrelas deslumbrantes
não sei responde o velho
pensando por uns instantes
e diz o menino
não faz mal, esta pergunta já foi feita antes !

António Garrohinho

GENTES DOS AÇORES - PONTA DELGADA - O CRAVO E O POVO - IMAGENS DA CAMPANHA CDU.








FOTOS DE ANÍBAL PIRES

blog momentos

Meu país - Matilde Rosa Araújo

Sábado, 28 de Maio de 2011

Meu país

Meu país turístico de doce clima tão frio
De negras neves a caiar os montes
E os prados cansados
Tenho uma capa de degredo larvas de água triste
Nos cabelos húmidos
E pés descalços pelos sapatos do desengano
Meu país de água com o mar à beira
Meteste-me no fogo do ventre um coração parado
Pelas águas geladas de poluídos rios e gastos mares
E sou(fui) a emigrada presente que nem parte nem partiu
Não partirá
Arbusto mal plantado no suicídio do vento
Cobrindo o rosto com as folhas das mãos


Matilde Rosa Araújo nasceu em Lisboa, em 1921, tendo tirado a sua licenciatura em Faculdade de Letras, da Universidade Clássica de Lisboa, em 1945. Foi professora do Ensino Técnico-Profissional, e formadora de professores na Escola do Magistério Primário de Lisboa.
Foi autora de mais de 40 livros (contos e de poesia para adultos) e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças. Dedicou-se à defesa dos direitos das crianças através da publicação de livros e de intervenções em organismos com actividade nesta área, como a UNICEF em Portugal.
Em 1980, recebeu o Grande Prémio de Literatura para Crianças, da Fundação Calouste Gulbenkian, e o prémio para para o melhor livro infantil, pela mesma fundação, em 1996, pelo seu trabalho Fadas Verdes (livro de poesias de 1994).
Matilde Rosa Araújo recebeu o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e, em Maio de 2004, foi distinguida com o Prémio Carreira, da Sociedade Portuguesa de Autores.
Faleceu serenamente, em 6 de julho de 2010 na sua casa em Lisboa[1].

SE DEIXAR ESCAPAR ESTA OPORTUNIDADE, DEPOIS NÃO SE VENHA QUEIXAR !

O VOTO QUE NÃO COMPROMETE COM O CAPITALISMO E A CORRUPÇÃO É NA CDU !

Foi há 100 anos que a primeira mulher votou em Portugal - Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal, passam hoje exactamente cem anos. Mas o seu pioneirismo não se revelou só nas urnas, ela foi também a primeira cirurgiã do país.

 Carolina Beatriz Ângelo nasceu na Guarda em 1877, onde, frequentou os estudos primários e secundários.
Na cidade de Lisboa frequentou a Escola Médico-Cirúrgica, tendo concluído com bastante êxito o curso de medicina. Tornou-se a primeira médica cirurgiã portuguesa a operar no hospital de São José, onde conheceu Januário Barreto e se casa no próprio ano da formatura. Em 1902, desse matrimónio resulta uma filha, mas aos 21 anos fica viúva.
Carolina Beatriz Ângelo revelou-se uma das figuras mais carismáticas do feminismo e do republicanismo da primeira década do século XX. Em, 1911, Carolina Beatriz ao ler a lei prevista na Constituição de 1911 verificou que esta ao decretar quem tinha direito ao voto, não especificou o sexo e a perspicácia desta médica, levou-a a lutar pelo seu direito ao voto já que era uma cidadã portuguesa. Esta lei, ao definir quem seriam os cidadãos que poderiam votar, não distinguiu o sexo, dizendo apenas que quem poderia eleger o governo seriam os cidadãos portugueses. Carolina Beatriz apresentou um recurso em tribunal a fim de poder votar.
    
Foi há 100 anos que a primeira mulher votou em Portugal
28 de Maio, 2011
Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal, passam hoje exactamente cem anos. Mas o seu pioneirismo não se revelou só nas urnas, ela foi também a primeira cirurgiã do país. Carolina Beatriz Ângelo fez da luta pelo direito de voto a sua grande causa, interpretando à letra a lei eleitoral de então, que considerava eleitores os indivíduos maiores de 21 anos que soubessem ler e escrever e chefes de família.
Considerando-se na posse de todos os requisitos, porque tinha ficado viúva (sendo, portanto, chefe de família), Carolina Beatriz Ângelo requereu a sua inscrição como eleitora, o que não lhe foi concedido. Recorreu para os tribunais, que lhe deram razão, sendo-lhe atribuído o direito de voto pelo juiz João Baptista de Castro, pai da escritora Ana de Castro Osório, amiga de Carolina Beatriz Ângelo e com ela dirigente da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas.
Na altura presidente da Associação de Propaganda Feminista (APF), Carolina Beatriz Ângelo avançou para a urna nas eleições para a Assembleia Constituinte de 28 de Maio de 1911, na secção de voto de Arroios, em Lisboa.
O ato pioneiro desagradou ao poder de então, que viria a alterar a lei eleitoral. A legislação de 1913 só reconhecia o direito de voto aos eleitores do «sexo masculino». As mulheres só viriam a reconquistar o direito de voto em 1931, mas só as poucas que tinham o liceu ou um curso superior. Mais tarde, outra condição seria imposta: só podiam votar as mulheres que tivessem um determinado rendimento.
Carolina Beatriz Ângelo nasceu na Guarda, em 1877, e licenciou-se na Escola Médica de Lisboa, em 1902, tendo sido a primeira médica portuguesa a exercer e praticar cirurgia. Morreu em Lisboa, aos 33 anos, no mesmo ano em que depositou o voto na urna.
Por ocasião do centenário da República, a agência Lusa entrevistou, em Outubro de 2010, Maria João Fagundes, a bisneta de Carolina Beatriz Ângelo.
A «avó Carolina» – é assim que a ela se referem os próximos – continua a ser uma referência numa família assumidamente republicana.
Uma das histórias que ainda se contam, em tom de brincadeira, diz respeito à bandeira nacional. Relata Maria João Fagundes que um grupo de mulheres republicanas juntou-se em casa de Carolina para, em segredo, costurarem a bandeira. A sua filha, «pequenina», estranhou e perguntou «mamã, o que estão a fazer?». Carolina, atrapalhada, «respondeu a primeira coisa que lhe veio à cabeça» – «estamos a fazer uns bibes para uns meninos do asilo». Resposta pronta da filha de oito anos: «Coitadinhos dos meninos do asilo… esses bibes são tão feios!».
Para comemorar o centenário do voto feminino, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) promove hoje um colóquio, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa, com a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, na abertura, às 10h.
Entretanto, o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) emitiu um comunicado «relevando a luta e a persistência» de quem se bateu pelo direito de voto das mulheres, só totalmente consignado com o 25 de Abril de 1974.
Simultaneamente, o MDM alerta que hoje a cidadania «não se exerce em plena igualdade» e, «em vésperas de um ato eleitoral de grande significado para o país», apela «às mulheres que exerçam o voto de indignação, de protesto e de afirmação da sua vontade, para travar as desigualdades sociais e de género».
Lusa/SOL

CM ENTREVISTA JERÓNIMO SE SOUSA



Correio da Manhã - Fez o antigo curso industrial e começou a trabalhar aos 14 anos, como afinador de máquinas. O que pensa do programa Novas Oportunidades, que tem sido tão discutido?
Jerónimo de Sousa - Eram duas coisas diferentes. Devido à primeira triagem depois da primária, ou se ia para o liceu ou para o curso industrial ou se ia trabalhar. Um curso industrial era como um complemento, um curso técnico.
- Mas concorda com o PSD ser necessária uma auditoria externa ao programa Novas Oportunidades?
- Pode fazer-se, como são necessárias outras auditorias.
- Pode, ou é necessário?
- Pode. Tudo o que seja transparência e verificação de como é que as verbas, designadamente dos fundos comunitários imensos que vieram... creio que se justifica. Não é só olhar para os resultados, ver como se chegou a essa situação. Sem essa dramatização que o PSD está a fazer, mas era importante sabermos como é que verbas que foram importantes em termos de montante tiveram depois efeitos práticos e concretos para o desenvolvimento do nosso país e para a criação de mais emprego.
- Mas não acompanha nas críticas de que foi uma acção de propaganda do PS e do Governo?
- Eu insisto muito nesta ideia. Obviamente que há, da parte do PS, do Governo do PS, uma tentativa de aproveitamento, de sobrevalorização, de agitar permanentemente com essas centenas de milhar de jovens, e não só jovens. Descontando a propaganda, penso sempre nas pessoas que fizeram os cursos, que também têm elas muitas vezes uma opinião crítica, porque a esperança do mercado de trabalho desvaneceu--se. Há o aproveitamento político do Governo do PS, mas também um sentimento de auto-estima de quem andou nesses cursos.
- O senhor é conhecido por ser um bom dançarino e deve gostar de dançar o tango. Com quem o dançava o tango: com o PS de José Sócrates ou com o BE de Francisco Louçã?
- A dança é uma expressão de alegria do ser humano e é um exercício de grande valor. Mas com parceiros desses é que pode não dar...
- Não dançaria com nenhum deles?
- São demasiado pés-de-chumbo para uma dança tão elegante...
- Então e uma dança com menos voltas e menos paixão?
- É muito difícil, porque nós olhando para o PS, neste caso concreto, e o que verificamos é o baile mandado onde ao longo de anos, por opção de fundo, este PS preferiu sempre dançar não só o tango mas todas as peças de música, com a Direita.
- Se o PS não vencer as próximas eleições e José Sócrates sair da liderança o PCP encara a possibilidade de ir para o Governo com um líder mais à Esquerda, como Ferro Rodrigues?
- Nós não concebemos esta ideia em que basta mudar de caras para resolver os problemas que o País enfrenta. Que política é que esse governo ou essa coligação vai realizar para nós é fundamental. Quando hoje nós sabemos que o PS, seja com Sócrates, seja com Ferro Rodrigues, seja com qualquer outro, está amarrado e comprometido com o chamado pacto da troika, isto é um elemento de avaliação que, bem pode o PS mudar o Sócrates. O que vemos é que tanto Sócrates quanto Ferro Rodrigues alinham pelo mesmo diapasão: prosseguir o caminho para o desastre amarrados com este pacto da troika, com o PSD e o CDS. A questão entre eles já não está no apoio a esse programa, a questão entre eles está em quem o executa.
- E ao BE, leva-o a sério?
- Com o Bloco de Esquerda convergimos muitas vezes. Isto não apaga as divergências em relação às grandes questões da União Europeia e no que se refere ao ideal, ao projecto, ao percurso deste partido e do Bloco.
- Há um percurso de aproximação entre PCP e BE, já se entenderam pior. O BE era um movimento com questões mais sociais...
- Essa é uma indefinição que nos dificulta: a avaliação do que é que é o Bloco, é partido, é movimento, é partido-movimento? Tem projecto ou tem causas?
- Algumas causas do BE foram roubadas pelo Partido Socialista...
- O BE apresentou iniciativas no Parlamento com valor, que aliás teve o nosso voto a favor, mas depois sobra tudo o resto de indefinição na concepção do partido. Temos muitas vezes convergido, mas daí a dizer que é a mesma coisa, não é...
"É NECESSÁRIO NACIONALIZAR A EDP, A GALP E TAMBÉM A REN"
CM - O programa eleitoral da CDU é a favor das nacionalizações. Se fosse primeiro-ministro, quais seriam as empresas nacionalizadas?
Jerónimo de Sousa - Era importante ler e reler a Constituição, na parte que define o nosso modelo de economia, com um forte e dinâmico sector público empresarial, com sector privado e cooperativo. A proposta do PCP não é algo de inconstitucional ou de revolucionário...
- Mas está a falar de quais empresas, da EDP, da Galp?
- Da EDP, da Galp, da REN, de muitas empresas que se estivessem nas mãos do Estado podiam alavancar e desenvolver a nossa economia. Ninguém se impressionou, desses acrisolados defensores das privatizações, com a nacionalização do BPN. O que se tratou ali foi a nacionalização dos prejuízos. Há custa do dinheiro dos contribuintes. Uma situação de especulação, de crime, o Estado foi a correr nacionalizar...
- Mas queríamos que especificasse: a EDP e a Galp seriam nacionalizadas se o PCP fosse governo?
- Obviamente num processo, não seria um acto súbito. Consideramos que era possível e necessário.
- Fazê-las regressar ao sector empresarial do Estado?
- Sim, ao sector empresarial do Estado e, pelo menos, não perder posições que o Estado tem.
- O PCP também é contra o fim das golden shares...
- Sim, claro, o Estado fica sem nenhum instrumento, nenhuma influência em empresas estratégicas para o nosso país. Nessa matéria, o PCP não está sozinho, mesmo entre pessoas insuspeitas...
- A que pessoas insuspeitas se está a referir?
- A Jacinto Nunes. No outro dia fiquei quase embasbacado. Até o ex--ministro Manuel Pinho veio dizer que era negativo. Como português sentia-se preocupado com a privatização e fim das golden shares, particularmente na área energética.
PERFIL
Jerónimo de Sousa nasceu a 13 de Abril de 1947 em Pirescoxe, Santa Iria de Azóia, em Loures, onde continua a residir. Frequentou o antigo curso industrial e começou a trabalhar aos 14 anos, como afinador de máquinas. Foi delegado sindical, chegando à direcção do Sindicato dos Metalúrgicos de Lisboa, em 1973. Aderiu ao PCP em 1974, partido de que é líder desde Novembro de 2004.
CM

Tudo por tudo para eleger um deputado da CDU em Faro. Jerónimo de Sousa, líder da CDU, acredita que é desta que vai entrar em território algarvio. Nas últimas legislativas ficaram à distância de "pouco mais de mil votos"

Tudo por tudo para eleger um deputado da CDU em Faro. Jerónimo de Sousa, líder da CDU, acredita que é desta que vai entrar em território algarvio. Nas últimas legislativas ficaram à distância de "pouco mais de mil votos" - conta Paulo Sá, cabeça-de-lista pelo distrito -, mas desde 2009 a região ganhou o direito a eleger mais um deputado, nove ao todo. Agora as ambições são maiores para o secretário-geral do Partido Comunista, que ontem esteve em Olhão, Vila Real de Santo António e Faro para agarrar a oportunidade e passar a ser a terceira força política no distrito, atrás do PS e do PSD.

No mercado de Olhão e na Associação de Reformados de Vila Real de Santo António, a mensagem de Jerónimo de Sousa repetiu-se como se esta fosse a última tentativa: "Estamos a milímetros de levar um deputado algarvio à Assembleia da República e sabemos a importância que isso tem para a região." Neste caso, o algarvio da CDU em Faro é Paulo Sá, professor da Universidade do Algarve que nas últimas semanas não parou de viajar por terras algarvias: "Todos os dias percorremos a região. Há perto de 200 iniciativas programadas."

O secretário-geral do PCP esteve ontem a dar uma ajuda ao seu candidato, prometendo mais uma vez defender os desempregados - no Algarve 17% da população - e ainda os pensionistas. Já que os partidos estão todos em campanha, Jerónimo de Sousa aproveitou o momento para cobrar uma promessa a José Sócrates. O fim do mês aproxima-se e o líder da CDU quer recordar ao primeiro-ministro que em Janeiro se comprometeu com os parceiros sociais a aumentar o salário mínimo até 500 euros no final do ano: "Era muito importante que o governo tivesse esse rasgo social." O governo acordou com os parceiros sociais uma subida faseada do salário mínimo, mas em Março Sócrates admitiu que, perante a conjuntura, o salário mínimo corria o risco ser congelado. Para o líder da CDU, essa explicação vale pouco perante um "pacto" que vai ser agora posto à prova

Cãozinho encontrado em Faro – FAT URGENTE

Cãozinho encontrado em Faro – FAT URGENTE



FAT URGENTE – Este cãozinho foi encontrado hoje (27.05.11) na Rua Jerónimo Osório, perto do Estádio do Farense. É bastante novito, porte médio, e tem uma coleira azul. É de uma doçura imensa! Deixa fazer tudo. Deram-lhe agua e paparoca e deixaram-no estar junto ao prédio onde se encontra desde a noite de ontem, mas como um mal nunca vem só…o dono do prédio não o quer lá, tanto que o Sol foi pontapeado para sair… Alguém o reconhece? Informaram-me que já o tinham visto no cais de Faro. Agradeço a vossa divulgação, visto que neste momento eu não tenho sitio para o colocar…
Localização: Faro
Contactos: anamjoao@gmail.com / 91 768 42 41 / 91 236 19 15

REPRESSÃO POLICIAL NA PRAÇA DE CATALUNIYA EM BARCELONA


A POLÍCIA COM O PRETEXTO DE HIGIENE ESTÁ A DESALOJAR OS MANIFESTANTES NA PRAÇA DE CATALUNYA EM BARCELONA !

CAMPANHA CDU



A POLÍTICA DE MÁRIO SOARES, GUETERRES, DURÃO BARROSO, PAULO PORTAS, SANTANA LOPES E SÓCRATES, DÉCADAS DE GOVERNOS PS/PSD, A POLÍTICA DE PRIVATIZAÇÕES LEVARAM PORTUGAL Á RUINA !
CLIP DA CAMPANHA CDU !

Grande Jantar Comício em Faro