AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

DIVULGUEM PARA TODOS SABEREM O QUE FAZ O GOVERNO COM OS NOSSOS IMPOSTOS

NÃO ACREDITO! SERÁ POSSÍVEL?







Ah grande Sócrates!!!
És o MAIOR !!!

O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na
Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do
Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser
inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de
dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela
FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação. A cerimónia de
inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as
bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos
hinos nacionais. Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde
e escolas primárias, mas oferecemos um estádio à Palestina. Devíamos
fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao
Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos
um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último
fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos os nossos políticos
aos crocodilos do Nilo.

DIVULGUEM PARA TODOS SABEREM O QUE FAZ O GOVERNO COM OS NOSSOS IMPOSTOS
recebido por email

Pedro Passos Coelho – Um agente infiltrado? - lei da despenalização do aborto ! piscar o olho aos sectores conservadores para ganhar mais votos

Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

Pedro Passos Coelho – Um agente infiltrado?


Um pouco na linha das “dúvidas” que assaltam o Vítor Dias, no seu “O tempo das cerejas”, também eu pasmo perante o extraordinário brilho com que Pedro Passos Coelho faz propostas e o não menos extraordinário embaraço com que tem, constantemente, que as emendar, explicar, desmentir...
Esta última iniciativa “kamikaze” de querer voltar atrás na questão da Interrupção Voluntária da Gravidez, propondo mesmo um novo referendo... e horas depois já dar o dito por não dito, "não é bem assim, não sei, talvez... depois falamos" é, no mínimo, mais uma rajada de tiros nos pés. O aspecto asqueroso da questão é isso ser “proposto” apenas para tentar garantir um míseros votos à sua direita, nas hostes mais conservadoras do CDS, do próprio PSD... e daquelas senhoras (independentes) do PS (e quem representam dentro do partido) que, diga-se de passagem, parecem ser uma fonte de inspiração para Passos Coelho, atendendo a que para além desta “corajosa” proposta sobre a IVG, também já o convenceram a, tal como elas, “atacar” os feriados, coisa que, como vimos há tempos, também mobiliza fortemente as tais senhoras (independentes) do PS.
Perante tanto zig-zag, tanta inépcia, tanto ruído para esconder a sombria realidade de ambos, PSD e PS (mais o CDS) terem exatamente o mesmo programa político a cumprir, depois de se terem agachado perante a “troika, pergunto:
Pedro Passos Coelho será mesmo um “indigente político”, será apenas mais um neoliberal com muita falta de jeito para acertar ao menos uma no cravo... ou será mesmo pago secretamente pelo PS, para ajudar a garantir a reeleição a José Sócrates?

Um especialista norte-americano ouvido pela Lusa declarou que «a consequência financeira directa da queda de Kadhafi seria o ‘desaparecimento’ de fundos que pertencem ao povo líbio e deviam ser devolvidos a Trípoli para a sua reconstrução».


Operação contra Kadhafi, foi ouro sobre azul......


Queda de Kadhafi proporcionaria o 'desfalque perfeito'

Um especialista norte-americano ouvido pela Lusa declarou que «a consequência financeira directa da queda de Kadhafi seria o ‘desaparecimento’ de fundos que pertencem ao povo líbio e deviam ser devolvidos a Trípoli para a sua reconstrução».
Para esta fonte, «é impossível saber se houve uma intencionalidade económica na operação contra Kadhafi. O que é inegável é que a sua queda daria imenso jeito aos bancos ocidentais. Seria o desfalque perfeito».
Documentos revelados hoje pela Lusa e fontes entrevistadas em vários países, incluindo a Líbia, dão conta de investimentos da Autoridade Líbia de Investimento (LIA, o fundo soberano líbio) no banco francês Société Générale (SG) e nos bancos portugueses BCP e BES.In SOL
D'Sul

IMAGEM DO MURAL CDU DESENHADO NO BETÃO QUE INCOMODA A DIREITA E NÃO SÓ !

Apelo aos estudantes de Coimbra (a propósito das manobras provocatórias a pretexto da defesa do património da Universidade)

Que os estudantes de Coimbra - as duas dezenas de milhar de estudantes que não foram ontem à escadas monumentais protagonizar um triste espectáculo de arruaça e provocação política, e mesmo os que foram, pensando que estavam bem intencionados - reflict...am sobre este acontecimento, sobre o que ele significa, sobre a História da Academia e sobre o papel da Associação Académica que é suposto representá-los.   É que é a primeira vez que o Presidente da AAC se envolve e objectivamente alimenta uma provocação político-partidária e interfere directa e publicamente numa campanha eleitoral, tudo em nome de uma suposta defesa de património da Universidade.   Como antigo estudante de Coimbra, ex-dirigente da AAC e activista em defesa da Universidade e do Ensino Superior Público, sinto profunda tristeza e vergonha por ver estas três letras e essa grande instituição - que tanto dizem a tanta gente e que tantas vidas marcaram -  envolvidas numa tão baixa manobra partidária dirigida a partir dos gabinetes daqueles que ao longo dos anos têm dado machadadas atrás de machadadas no ensino superior público, têm condenado a Universidade de Coimbra ao constante aperto de cinto e têm tratado os estudantes de Coimbra como uns mariolas que só sabem gastar dinheiro aos pais e ir para as ruas fazer barulho.   Esses são os mesmos que não lutaram contra o fascismo, tendo alguns mesmo apoiado a ditadura. Esses são os mesmos que não sabem o que é receber a notícia que um companheiro de luta morreu ou foi preso porque decidiu lutar pela liberdade e também pela Universidade como espaço de criação e resistência. Esses são os mesmos que não sabem o que foram as reuniões e encontros clandestinos na baixinha de Coimbra para organizar e dar força ao movimento estudantil contra o fascismo. Esses são os que não conviveram bem com o movimento das repúblicas e que hoje, apesar dos discursos, as continuam a olhar com desconfiança. Esses são os mesmos que não estavam na sala 17 de Abril, que calaram ou fugiram quando os cavalos da GNR subiram à alta. Esses são os mesmos que não foram às manifestações em defesa do ensino superior público, que não sabem o que foi organizar a primeira manifestação em Coimbra contra as propinas contra a opinião da DG/AAC da altura. Esses são os que nunca souberam o que é apanhar da polícia apenas por defender o direito às bolsas e às residências, que não sabem o que é dar horas e forças da nossa vida a dinamizar secções da AAC e a discutir como arranjar dinheiro para pagar bolsas atrasadas ou salários aos funcionários da AAC. Esses são os mesmos que não sabem o que é passar noites em claro a produzir comunicados e panfletos e depois, de manhã, ir para o cimo das Escadas monumentais fazer distribuições e falar com milhares de estudantes.   Esses são aqueles que não sabem o que é passar dias inteiros a ir falar às turmas explicando o que era, e que mal fazia, a lei de financiamento do PSD (primeiro) e do PS (anos depois). São os mesmos que nunca sentiram o coração a palpitar numa Assembleia Magna, que nunca sentiram o orgulho e a alegria de ver, na Estação de Santa Apolónia, sair de dois grandes comboios uma imensa mole humana de estudantes vestidos de negro – sim o mesmo traje que foi usado ontem – gritando “Académica!”.   Esses nunca saberão a emoção que ainda hoje se sente quando se pronuncia a frase “estudantes unidos jamais serão vencidos!” Não venham falar de respeito pela Universidade!!! Respeito pela Universidade é lutar por ela, é dar parte da nossa vida a ela, é defender o seu património todo, o seu coração – as pessoas e os princípios - e a sua história de luta! Pintando as escadas monumentais sim senhor! como tantas vezes se fez, e fazendo tantas outras coisas e tão bonitas, como um concerto de música clássica no pátio da universidade para comemorar o aniversário da AAC ou como uma invasão pacifica da “Cabra” para dizer que estávamos em luta!   Respeito pela Universidade é conhecer a sua História, os seus corredores, os seus problemas, as suas dores, e também as suas alegrias, conquistas, belezas e potencialidades, e não apenas umas escadas que, despidas da história de resistência de que foram palco, são apenas pedras mandadas colocar por Salazar que, fique sabendo-se, destruíram outras que ali existiram antes – as Escadas do liceu.   Fiquem sabendo aqueles que consideram as escadas monumentais o “símbolo” da Universidade que a concentração de edifícios na alta universitária mandada erigir por Salazar foi-o com um objectivo: restringir a circulação dos estudantes àquele espaço. E fiquem sabendo esses mesmos que a construção desses “símbolos” implicou a destruição de parte considerável do centro histórico de Coimbra, nomeadamente edifícios como a antiga sede da AAC, o Governo Civil, a Biblioteca Geral, igrejas e parte da muralha medieval da cidade.   Não venham invocar o respeito pela Universidade! Respeito pela Universidade é não atacar e não provocar aqueles que a defendem, mesmo que esses não partilhem a nossa ideologia. Respeito pela Universidade é saber o que significa de facto o conceito da unidade. É saber (como os comunistas souberam e sabem) trabalhar lado a lado com gente muito diferente, defendendo o direito à educação, respeitando as tradições da Academia (mesmo não concordando muitas vezes com todas elas) e trabalhando para que a Universidade continue a ser um espaço de profunda democracia, de irreverência plena de conteúdo, de participação, de partilha de saberes e experiencias, de solidariedade, fraternidade, amizade e amor a causas.   Respeito pela Universidade não é dizer que aquelas escadas são da AAC ou da Universidade, como pobre e tristemente afirmou o estudante que hoje assume o cargo de Presidente da AAC. Como muitos sempre defenderam, e como tantas vezes a DG/AAC soube interpretar sabiamente, a Universidade é dos estudantes, da academia e da cidade, é de todos, e não de alguns! Ninguém é dono dela! Aqueles que invocando UNESCO's e afins querem divorciar a Universidade de Coimbra da cidade saibam que estão a matar a Academia aos poucos! A Universidade e os seus edifícios não são museus, são pedras com vida e com história, são aquilo que em cada momento os estudantes e as gentes de Coimbra quiserem que ela seja! Aquelas escadas não são um monumento, são umas escadas! Mas umas escadas especiais, muito especiais, porque nelas e através delas, já se lutou muito pela democracia, pela liberdade, pela justiça e pela Universidade. Sou Comunista. Os comunistas sempre estiveram ao lado dos estudantes de Coimbra, temos um património e uma acção presente da qual muito nos orgulhamos. Somos respeitados por isso e temos grandes amizades junto daqueles que connosco aprenderam, lutaram e trabalharam pela AAC e pela Academia, e com os quais aprendemos tanto também! Esses sabem que pintar as escadas monumentais é tudo menos um acto leviano, de desrespeito para com quem quer que seja.   É natural que alguns dos que estiveram ontem envolvidos na provocação à CDU não saibam a história toda daquelas escadas e da luta estudantil em Coimbra (antes e depois do 25 de Abril, antes e depois das lutas das propinas). Mas faço um apelo, que se informem e concluam que pintar as escadas monumentais com slogans que defendem os estudantes e o ensino superior público gratuito e de qualidade foi um profundo acto de respeito! Não para com as escadas, que são pedras, mas para com aquilo que de melhor já lá se passou, para com a Universidade, para com os estudantes, para com a Academia e para com a cidade de Coimbra. Foi um acto de propaganda legítima, mas também uma homenagem!   E foi também um grito de alerta para chamar a atenção que a política não passa apenas na televisão, como uma qualquer novela. Que a política é criatividade, é esforço pessoal, é generosidade e pode e deve ser feita por todos!   Aos estudantes e às gentes de Coimbra fica o apelo: reflictam… reflictam se vale a pena tentar calar aqueles que não se resignam à política espectáculo, à política “plástica” desprovida de ideias, ideais e sonhos. Reflictam se é nos que insistem – como a CDU - num método de propaganda legal e legítimo, que está referenciado nos anais da História da Universidade de Coimbra e que inclusive faz parte do acervo que agora é candidato a património mundial, que está o perigo de destruição do património da Universidade, dos Estudantes, da AAC e da bonita cidade de Coimbra.     Ângelo Alves

Passos Coelho em Mad Men


NO REINO DA FANTOCHADA ! LA LA LA LARÁ LÁLÁ !!!

HELENA ANDRÉ - UMA PERSONAGEM SINISTRA. - Não vale a pena fazer uma resenha das criminosas medidas do “acordo” das “troikas”, a nacional e a estrangeira... nem fazer bonecos. A generalidade dos que leem este blog, mesmo aqueles habituais “socráticos” de serviço que, não contestando nenhuma das coisas que diga, me vão mesmo assim enviar “comentários” insultuosos... sabem bem que o sangue que vai correr, provocado por estas medidas, sairá apenas das veias dos mesmos de sempre.

Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

Helena André – Uma personagem sinistra


Não vale a pena fazer uma resenha das criminosas medidas do “acordo” das “troikas”, a nacional e a estrangeira... nem fazer bonecos. A generalidade dos que leem este blog, mesmo aqueles habituais “socráticos” de serviço que, não contestando nenhuma das coisas que diga, me vão mesmo assim enviar “comentários” insultuosos... sabem bem que o sangue que vai correr, provocado por estas medidas, sairá apenas das veias dos mesmos de sempre.
Num acordo que não tem uma medida de progresso, de criação de emprego, de crescimento, abundam os cortes para quem já pouco ou nada tem. Os salários são cortados; os impostos sobem, castigando aqueles que não têm sobras no orçamento familiar; os preços aumentam; o desemprego vai crescer para níveis demenciais; sairá mais barato aos patrões despedir um trabalhador; o trabalhador despedido verá a sua indemnização dramaticamente cortada e sujeita a um tecto, por muitos anos que tenha trabalhado; o trabalhador terá que fazer um esforço adicional para financiar o seu próprio despedimento, ao passo que o patronato pagará menos para a segurança social; quem caia no pesadelo do desemprego terá acesso ao subsídio de desemprego durante menos tempo... e podia continuar por aí fora, que o “acordo” é longo, exaustivo e implacável.
Porém, aleluia!, Helena André, a ex-sindicalista (sindicalista??!!) e atual ministra do Trabalho (??) e da Solidariedade Social (??!!!), descobriu que para ter direito a subsídio de desemprego, um trabalhador precisava de ter feito descontos, pelo menos, durante 15 meses... e agora há o compromisso de baixar essa exigência para os 12 meses.
Tal foi o suficiente para a ministra afirmar que o «acordo com a troika aumenta proteção dos trabalhadores».
Confesso o meu cansaço. Já não tenho palavras para classificar esta ministra do Trabalho (a mulher, não conheço de lado nenhum)... pelo menos com palavras que sejam aceitáveis. Nesta altura já só me ocorrem adjetivos que, a usá-los em público, poderiam bem acabar por “doer” mais a mim do que a esta... ... Helena André. Não lhe darei esse gosto!

MAYA É A CONSELHEIRA DE PASSOS COELHO !...

P.P.COELHO DEU COMO CERTA A VITÓRIA DOS LARANJAS NAS ELEIÇÕES DE 5 DE JUNHO PRÓXIMO

OLHA QUEM FALA DE DERRESPEITO DE BEBEDEIRAS DE PALAVRÕES DE OFENSAS !

Presidente do Governo regional pede o saneamento da justiça e da comunicação social
Jardim teme pela espiral de violência em Portugal

O presidente do Governo Regional pediu ontem o saneamento da Justiça e da Comunicação Social, para pôr fim ao clima de agressividade que reina na sociedade e que pode levar a uma escalada de violência em Portugal.
Alberto João Jardim que falava na sessão solene do Dia do Concelho de Santana, avisou que, «ou se reforma completamente a Justiça, ou se revê as leis de comunicação Social, com as dificuldades que temos pela frente, temo que haja aqui uma espiral catastrófica de violência».
O líder madeirense explicou o que pode levar ao aumento da agressividade na sociedade portuguesa: a questão financeira, a Educação, a Justiça e a comunicação Social.
No primeiro caso, como parte do resgate da dívida será para indemnizar os bancos, «isso significa que nem todo o dinheiro resgatado vai servir para voltar ao crédito das pessoas, das empresas e das instituições públicas».
Em segundo lugar, os programas de Educação e os métodos pedagógicos em Portugal «mediocretizaram-se», pelo que «deixou de haver escola com qualidad, deixou de haver exigência com conhecimento, deixou de haver hábitos de disciplina e de trabalho», ilibando os professores desta situação. «Este povo não está preparado para se aperceber da dureza das realidades e anda ao sabor de qualquer demagogo e de qualquer mentiroso», enfatizou Jardim.
O terceiro sector apontado pelo presidente do Governo como responsável pela decadência do País, é a Comunicação Social, visto estar «politizada».
Tal como referiu, salvo algumas excepções, «muitos entenderam que aquilo era o local para ajustes de contas com a sociedade, vingando-se de qualquer frustração, ou então, querendo fazer política, mas sem ter a coragem de assumir-se num partido político».
Alberto João Jardim salientou que, «um país mal informado, em que a verdade é deturpada, em que não há objectividade, onde a informação é imparcial, acaba arrastado para o fundo».
Finalmente, o líder madeirense apresentou o problema da Justiça. «É espantoso ver que hoje, qualquer desordeiro, qualquer bêbado, qualquer anormal tem direitos de insultar e levantar calúnias sobre as outras pessoas e o aparelho de Justiça, mantém-nos impunes», referiu.
O presidente do Governo foi mais longe e denunciou: «Até se vêem agentes de justiça que atacam e criticam as forças de segurança deste País, por ainda tentarem dar uma ordem democrática».
Jardim admitiu mesmo recear pelo futuro de Portugal. Reforçou a ideia de, além da necessidade de ser revista a parte financeira e educativa, «há dois sectores que têm de ser mesmo saneados, são os casos da Justiça e da Comunicação Social».
Nesse sentido, acrescentou, que «não se pode estar a assinar com o estrangeiro um acordo desta responsabilidade que Portugal assinou, se depois esse acordo for impedido de cumprir, tanto pela Comunicação Social como pela inércia do sector de Justiça».
Assim, vaticina Alberto João Jardim, «ninguém põe um tostão neste País», o que levará ao agravar da situação económica.
A manter-se este sistema de agressividade na sociedade portuguesa, apesar dos esforços das forças de segurança, o líder madeirense receia que haja «uma escalada de violência em Portugal que acabe de uma forma catastrófica».

Região obrigada a desacelerar no investimento

Jardim lamentou que a situação económica e financeira tenha obrigado a Região a desacelerar o ritmo de obras. Segundo Jardim, isso deveu-se a uma série de exageros do mundo capitalista, que «deslumbrado com a queda do muro de Berlim, desleixou-se e teve falta de prudência», levando à crise que atingiu os países mais débeis e aqueles que eram mal governados.
«Se não fosse o Banco Central Europeu a emprestar dinheiro todos os dias aos bancos portugueses, situação ultrapassada com o acordo assinado com as potências estrangeiras, as pessoas iam perguntar pelos seus depósitos e nada havia fosse para quem fosse», disse, lamentando que o Estado português nunca quis se reformar e modernizar, mantendo o “Estado gordo” que existe.  



Miguel Fernandes

TELECOM SOBE 29,3 % ! - O resultado líquido da Portugal Telecom (PT) aumentou para 129,7 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, uma subida de 29,3 por cento face ao período homólogo de 2010.

O resultado líquido da Portugal Telecom (PT) aumentou para 129,7 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, uma subida de 29,3 por cento face ao período homólogo de 2010. A operadora de telecomunicações ajustou as demonstrações financeiras depois da transacção da Vivo e o resultado reflecte a aquisição de uma participação de 25,3 por cento na brasileira Oi e de 14,1 por cento na Contax.
Os números hoje divulgados à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) superam as previsões dos analistas, que esperavam que a PT atingisse lucros de 85 milhões entre Janeiro e Março.

As receitas dos negócios em Portugal da PT caíram 7,8 por cento nos primeiros três meses do ano, face ao período homólogo de 2010 (62 milhões de euros). Em comunicado enviado à CMVM a operadora de telecomunicações explica a quebra, nomeadamente, com menos receitas de clientes na TMN (27 milhões de euros), menos vendas de equipamento, menores receitas no segmento de dados e soluções empresariais e descidas no negócio de listas telefónicas.

As receitas operacionais da rede fixa caíram de 488 milhões de euros para 456 milhões de euros (6,6 por cento). Ao mesmo tempo, cresceram as receitas da TV por subscrição cresceram.

No primeiro trimestre as vendas no retalho subiram 0,9 por cento face ao mesmo período do ano passado, de 244 milhões de euros para 246 milhões de euros, lê-se no comunicado.

CNE diz que pintura da CDU nas Escadas Monumentais de Coimbra não é ilegal

CNE diz que pintura da CDU nas Escadas Monumentais de Coimbra não é ilegal
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) anunciou que não considera ilegal a pintura de uma mensagem de propaganda eleitoral que a CDU efectuou, domingo à noite, nas Escadas Monumentais, em Coimbra, e avisa que quem danificar aquela mensagem incorre numa pena de prisão e multa.

O parecer surgiu depois de a pintura ter originado uma onda de protestos de jovens, que acusam os comunistas de «vandalismo» e pedindo a limpeza das escadas, interrompendo mesmo o comício de Jerónimo de Sousa.

Segundo o parecer da CNE, as Escadas Monumentais «não se encontram classificadas como monumento nacional» e diz que «roubar, furtar, destruir, rasgar ou por qualquer forma inutilizar, no todo ou em parte, ou tornar ilegível, o material de propaganda eleitoral será punido com a pena de prisão até seis meses e multa de 4,99 a 49,88 euros».

VASCO ! O COMPANHEIRO VASCO ! - Vou só lembrar duas ou três coisas: foi um Governo chefiado por Vasco Gonçalves, que criou em Portugal o subsídio de desemprego, o salário mínimo, o subsídio de férias e o subsídio de natal.




Quinta-feira, 26 de Maio de 2011


Vasco, o Companheiro Vasco

Vasco, o Companheiro Vasco, foi um verdadeiro Homem de Abril.
Entre 18 de Junho de 1974 e 12 de Setembro de 1975, foi o Primeiro-Ministro de Portugal.
Foi um Homem que soube cumprir o seu destino e soube contribuir para melhorar o destino dos outros.
Vasco, o Companheiro Vasco, foi o único ocupante do Palácio de São Bento a quem o Povo tratava pelo nome próprio.
Os adversários e os inimigos vingaram-se, inventando o gonçalvismo – tentanto resumir num homem aquilo que para eles era a fonte de todos os medos, mas que mal ou bem nascia dos mais puros anseios de um povo que, pela primeira vez na história, tinha como chefe do Governo alguém  que o escutava e, mais importante, o compreendia.
Depois do 11 de Março de 1975, já lá vão 36 anos, Vasco Gonçalves, continua a ser o centro de todas as atenções: daqueles que o continuam a admirar e  daqueles que o continuam a temer.
Vasco, o Companheiro Vasco, foi um Homem sério que cumpriu sempre o seu dever para com o Povo Português.
Vou só lembrar duas ou três coisas: foi um Governo chefiado por Vasco Gonçalves, que criou em Portugal o subsídio de desemprego, o salário mínimo, o subsídio de férias e o subsídio de natal.
Neste momento, com a crise que vivemos, em que mais de 700 mil portugueeses se encontram em situações sociais desesperantes, o subsídio de desemprego é o único e magro provento com que contam. E recorde-se que esse subsídio é pago pelos seus  descontos enquanto trabalhador.
A medida da sua importância, nos dias que correm, pode ser avaliada, simultaneamente, em duas vertentes: é encarado naturalmente, como o ar que se respira, como se não tivesse história, por grande parte da população; e é alvo dos maiores ataques , no limite, visando liquidá-lo, por parte dos partidos da direita.
Vasco, o Companheiro Vasco, o primeiro - e até agora único - primeiro-ministro português que, no desempenho desse cargo, teve sempre como primeira prioridade, paralelamente à defesa da independência nacional, a defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, ou seja, da imensa maioria dos portugueses.