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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Partido Pirata português quer downloads legais -O movimento Partido Pirata português pretende tornar legais os downloads de ficheiros através da Internet Esta é uma das metas deste movimento que está a recolher assinaturas para se poder constituir legalmente como partido político.

Partido Pirata português quer downloads legais
23 de Maio, 2011
O movimento Partido Pirata português pretende tornar legais os downloads de ficheiros através da Internet Esta é uma das metas deste movimento que está a recolher assinaturas para se poder constituir legalmente como partido político.
Em declarações à Lusa, André Rosa, um dos fundadores do movimento, adiantou que o este defende «a reformulação dos direitos de autor, a abolição das patentes e a transparência política».
Para André Rosa «a cultura deve ser partilhada», pelo que faz sentido que os downloadas de música, de filmes e de livros sejam legais.
«Os artistas nunca ganharam muito dinheiro porque as editoras é que ficam com ele. Muitas vezes até quem tem os direitos de autor são as editoras e não os próprios artistas», acrescentou.

JERÓNIMO SOUSA, ACEITA COLIGAÇÃO QUANDO PS MUDAR DE POLÍTICA

Jerónimo aceita coligação quando PS mudar

 
O secretário-geral comunista admitiu, esta segunda-feira de manhã, integrar uma coligação para formar Governo mas apenas quando o PS mudar de política. Responsabilizando os socialistas pela ausência de acordo, Jerónimo de Sousa referiu, em Elvas, que estar no Governo é uma perspectiva que agrada à CDU.
Questionado sobre se o PCP procura participar no Executivo, o candidato respondeu que "sim" mas questionou-se sobre qual a política. Se for "para uma política patriótica podiam contar com o PCP", sublinhou referindo-se ao PS.
No entanto, Jerónimo explicou que "é o PS que, neste momento, está a seguir o caminho mais errado para encontrar essa solução patriótica", acusando-o de colar-se à direita no apoio ao programa da troika que é" blindado e preciso" e não "um programa de generalidades".
"É lastimável que o PS tenha abdicado tanto de se afirmar como esquerda", atacou, e "a CDU não pode ser cúmplice" , disse lembrando os resultados negativos da ajuda externa à Grécia.
Invertendo, por engano os termos, Jerónimo de Sousa reforçou que o PS deve "deixar de ser um partido que se diz de esquerda e fazer uma política de direita".
Instando, finalmente, sobre se tem de ser o partido mais votado a formar governo, o líder comunista respondeu que não necessariamente e disse que o objectivo da CDU é, antes de mais, reforçar o número de deputados, garantindo não estar preocupado com a disputa de votos face ao Bloco de Esquerda

Todos ao Rossio!

Todos ao Rossio!



Este Manifesto encontra-se em processo de elaboração e aberto a propostas. Não é um documento definitivo. 
1º Manifesto do Rossio
Os manifestantes, reunidos na Praça do Rossio, conscientes de que esta é uma acção em marcha e de resistência, acordaram declarar o seguinte:
Nós, cidadãos e cidadãs, mulheres e homens, trabalhadores, trabalhadoras, migrantes, estudantes, pessoas desempregadas, reformadas, unidas pela indignação perante a situação política e social sufocante que nos recusamos a aceitar como inevitável, ocupámos as nossas ruas. Juntamo-nos assim àqueles que pelo mundo fora lutam hoje pelos seus direitos frente à opressão constante do sistema económico-financeiro vigente.
De Reiquiavique ao Cairo, de Wisconsin a Madrid, uma onda popular varre o mundo. Sobre ela, o silêncio e a desinformação da comunicação social, que não questiona as injustiças permanentes em todos os países, mas apenas proclama serem inevitáveis a austeridade, o fim dos direitos, o funeral da democracia.
A democracia real não existirá enquanto o mundo for gerido por uma ditadura financeira. O resgate assinado nas nossas costas com o FMI e UE sequestrou a democracia e as nossas vidas. Nos países em que intervém por todo o mundo, o FMI leva a quedas brutais da esperança média de vida. O FMI mata! Só podemos rejeitá-lo. Rejeitamos que nos cortem salários, pensões e apoios, enquanto os culpados desta crise são poupados e recapitalizados. Porque é que temos de escolher viver entre desemprego e precariedade? Porque é que nos querem tirar os serviços públicos, roubando-nos, através de privatizações, aquilo que pagámos a vida toda? Respondemos que não. Defendemos a retirada do plano da troika. A exemplo de outros países pelo mundo fora, como a Islândia, não aceitaremos hipotecar o presente e o futuro por uma dívida que não é nossa.
Recusamos aceitar o roubo de horizontes para o nosso futuro. Pretendemos assumir o controlo das nossas vidas e intervir efectivamente em todos os processos da vida política, social e económica. Estamos a fazê-lo, hoje, nas assembleias populares reunidas. Apelamos a todas as pessoas que se juntem, nas ruas, nas praças, em cada esquina, sob a sombra de cada estátua, para que, unidas e unidos, possamos mudar de vez as regras viciadas deste jogo.
Isto é só o início. As ruas são nossas.
Adeus Lenine

A CRISE SEGUNDO EINSTEIN

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011

A CRISE SEGUNDO EINSTEIN

A crise segundo "Einstein"

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

Albert Einstein