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sexta-feira, 22 de abril de 2011

apresentado um anúncio num site de leilões português, que coloca José Sócrates à venda.
Mariana Cabral (www.expresso.pt)

José Sócrates colocado à venda na Internet !

.

O site português Leilões.net colocou ontem o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, à venda. O slogan do leilão é “Vende-se primeiro-minitro de Portugal”. Porque: “Liquidação do país, alternativa a emprestimo do FMI”.

José Sócrates, no site de leilões, custa 75 mil milhões de euros – a base de licitação. Ou seja, quase tanto quanto o resgate solicitado ao FMI/Banco Central Europeu.

O mentor do leilão refere as qualidades de José Sócrates para todos os potenciais compradores: “Boa aparência, com guarda-fatos e teleponto incluído. Excelente marketeer, até garantir a venda de gelo no Pólo Norte ou areia na praia. Desenrascado, persistente e com boa imagem do lado esquerdo e lado direito. Licenciado com distinção num domingo e boa capacidade para idiomas como castelhano e inglês”.

O anunciante acrescenta: “ Caso esteja interessado nesta pechincha, tem até dia 3 de Maio para licitar”.

                                            blog do povo
.
primavera


 orgia de cores
de amores
chegou a primavera
explode no campo a vida
da natureza fera
 ávida de se ver florida
nos enlaces perfumados
do curriól e da era
das aves
dos ninhos
romances de espera
rebolados carinhos
em erva deitados
António Garrochinho





 
dizer só !

sonho uma paisagem
Abril um mês
papoilas nos infindáveis campos
coração em viagem
rompendo a obscuridão
assim se fez

quero respirar esta primavera
sobre um sol reluzente
um povo em liberdade
desbravando madrugadas
um povo presente

ao longo dos anos
nunca me calei
e de cada Setembro, Novembro, Março
renasço
porque acreditei

e a minha palavra é breve e forte
nos cravos de Abril me encontro e me acho
é na luta que incendeia o sul o norte
que o que não é cobarde
desenha a sua sorte

António Garrochinho


Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

Não, não são todos iguais!


A conversa corria solta no pequeno café. Aquilo que não falta nos dias que vivemos são assuntos para discutir, debater, esclarecer. A “culpa” do povo que “vive acima das suas possibilidades”, ir ou não ir reunir com a “troika”, saber se a “dona banca” quer mesmo ajudar-nos... ou ajudar-se... a austeridade "inevitável", quem obrigou Portugal a destruir a sua agricultura, indústria e pescas... e quem na “europa connosco” ganhou com essa destrição... o que é isso de pôr "Portugal a produzir"...
Na mesa mesmo ao lado, um amigo tentava ganhar um companheiro de mesa para a causa sindical. Trabalho difícil! Aquele amigo já está bastante infectado pela propaganda dominante: “são todos iguais”, “eles querem é tacho”, “não querem mas é trabalhar”, “não vale de nada ser sindicalizado”... “tanto faz serem da CGTP como da UGT”... “são todos iguais”...
O primeiro fazia o que podia... explicava-lhe as muitas lutas que têm sido seguidas de conquistas, como isso vai compensando as muitas derrotas e, sobretudo, tendo já convivido com muito dos tais sindicalistas “vermelhos” e, noutra empresa, com os outros, da UGT, quais as grandes diferenças que distinguem o verdadeiro militante sindical de (quase) todos os restantes. Diferenças tão evidentes que por vezes parece bastar um olhar para se perceberem.
O meu amigo debatia-se com a falta de uma “imagem” forte, capaz de apoiar a sua teoria. Sem querer interromper a conversa, prometi-lhe que mal encontrasse uma imagem suficientemente boa enviá-la-ia para os dois, por mail...
Seguiu mesmo agora. É esta... e fica aqui a ilustrar a estória
 
Samuel-Cantigueiro

Poema em linha reta - Osmar Prado



POEMA DE FERNANDO PESSOA - EM LINHA RECTA - ( EM JEITO DE TELE NOVELA )


Poema em linha reta
Fernando Pessoa(Álvaro de Campos)
[538]
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Vizinha Tem Cá Lume - Ronda dos Quatro Caminhos



RONDA DOS QUATRO CAMINHOS - VIZINHA

A origem dos ovos da páscoa

É UM LIVRO CHAVALO, UM LIVRO !

Não há substitutos para o conhecimento, os jovens de hoje sabem muito menos do que antes.  numa era de conhecimento, tecnologia e internet, estamos condenados à ignorância e cegueira progressiva. E não importa negá-la. Enquanto o trabalho perde a sua dignidade e valor  nós acreditamos que "assim é a vida." enquanto  os escritórios, as fábricas, a construção civil são controladas por traficantes de escravos que não se preocupam com o produto final, apenas os resultados em dinheiro nós deixamos estúpidamente que isso aconteça.
Não é preciso comer merda para alcançar o sucesso !


António Garrochinho

BAPTISTA BASTOS - opinião - NADA DE NOVO NO HORIZONTE

 

Nada de novo no horizonte

As listas de deputados são conhecidas. Aquele sobressalto emocional que caracterizou os primeiros tempos da democracia deixou de existir. Normalizámo-nos. As regras do jogo são claras e simples: seguir, obedientemente, o jogo e as regras. Ora, o desinteresse bocejante com que o público as acompanha conquistou conotações depreciativas. O caso Fernando Nobre, pelas situações que o rodearam, agitou um pouco as águas palustres. Aqui e além, este ou aquele foram contestados. Nada de grave. O sistema dos hábitos, próprio do domínio que as direcções partidárias exercem, manteve-se inabalável.
Assegurada a continuidade, aceite com benevolente dependência a distribuição de lugares, de postos e de ascensões ou despromoções, toda a previsibilidade não será alterada. Regressam os mesmos que aprovaram leis iníquas, que obedeceram sem recalcitrar aos malabarismos dos compromissos e às traições ideológicas. As "caras" novas são a mascarada com que se mantém o fenómeno "democrático", afinal caracterizado pela irracionalidade da burocracia.
Longe vão os tempos em que as escolhas para deputados eram quase uma festa. Basta recordar quem eram aqueles outros e comparar com estes de agora. As convicções foram substituídas pelos interesses pessoais. O desencantamento, associado à regularidade monótona e funesta da rotina, tem muito a ver com a crença na "legalidade" da tradição, eternamente válida. Ou, pelo menos sem refutação.
Quem selecciona os deputados não somos nós. Aliás, nem sequer sabemos quem são e para aonde vamos. Não lemos os programas dos partidos, e acedemos ao domínio "carismático" dos secretários-gerais ou dos presidentes, submetidos às evidências do poder, numerosas vezes criadas pela comunicação social.
A manipulação declarada ou latente a que somos sujeitos explica e justifica o abandono pessoal ou a fé resoluta com que seguimos o cherne (para lembrar a grande metáfora de O'Neill) e a cegueira política com que votamos naqueles que nos maltratam.

RESPONSABILIDADE - AUTO ESTIMA



responsabilidade

Responsabilidade pessoal.
O segundo elemento da auto-estima é a responsabilidade pessoal ou capacidade de assumir algo. As pessoas que possuem auto-estima elevada assumem a responsabilidade por suas vidas e pelas situações que enfrentam. As pessoas com auto-estima baixa tornam-se vítimas das circunstâncias. A capacidade de assumir é um elemento crítico no fortalecimento pessoal.
O princípio da PNL que se aplica aqui é o de que, se aquilo que estamos fazendo não está funcionando, devemos fazer algo diferente. Quando alguma coisa não funciona em nossa sociedade, nós geralmente tentamos corrigir a situação fazendo mais da mesma coisa, fazendo-o mais depressa ou com maior aplicação. Quando na verdade, o que precisamos é fazer algo diferente.
A PNL começa com a pressuposição de que a mudança é possível e pode ocorrer rapidamente. Se não gostamos da situação em que estamos, temos a responsabilidade de fazer algo para mudar essa situação. A maneira mais fácil para mudar nossa situação é mudar a nós mesmos. A PNL nos proporciona a maneira de fazer isso.
Agir com responsabilidade em relação aos outros.
O terceiro elemento da auto-estima é agir com responsabilidade em relação aos outros. Este é um elemento muito importante porque é ele que distingue a auto-estima do egocentrismo. As pessoas que possuem auto-estima elevada tratam as outras com respeito e dignidade. As pessoas com baixa auto-estima freqüentemente tratam mal as outras. Quando nós temos uma auto-estima elevada, não necessitamos colocar os outros para baixo a fim de nos sentirmos importantes.
Um princípio básico é compreender as intenções positivas da outra pessoa. A pressuposição é que existe uma intenção positiva atrás de nosso comportamento. Isso não significa que o resultado desse comportamento seja positivo. Significa que nós temos a intenção de fazer com que nossas ações consigam algo que consideramos como um benefício positivo. Embora possamos não gostar daquilo que a outra pessoa faz, nós podemos apreciar sua intenção positiva. Esta simples pressuposição tem o poder de transformar os relacionamentos. A suposição de intenções positivas permite-nos separar a pessoa de seu comportamento – podemos aprovar a pessoa embora desaprovemos seu comportamento.
blog Sem pudor
http://site.suamente.com.br/a-auto-estima-e-o-poder-das-pressuposicoes-da-pnl/

Sıla Şahin Playboy - ikinci kez ikinci kız



PELA PRIMEIRA VEZ UMA MULHER MUÇULMANA POSOU NUA PARA A PLAYBOY