AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 16 de abril de 2011

Nas Feiras Novas 2010 a gente tambem dança ao som d'uma concertina



FEIRA, BAILARICO E QUADRO DE PAULA REGO.

A história de um penis solitário‏

Ajuda Externa: Jerónimo diz que PS, PSD e CDS vão aceitar "rendição sem condições" à UE e FMI

16 de Abril de 2011, 17:24

O secretário-geral do PCP afirmou hoje que PS, PSD e CDS se preparam para “uma rendição sem condições” à União Europeia e FMI e avisou que são os portugueses que mandam no país “e não os estrangeiros”.

“Temos aí o que chamam a necessidade da ajuda externa. Ajuda, camaradas? Ajuda do FMI, ajuda da União Europeia? Importa saber em que condições”, defendeu o líder comunista, Jerónimo de Sousa, num almoço com apoiantes na Parede, Oeiras, para assinalar o 25 de Abril.
Na sua intervenção, o secretário-geral do PCP afirmou que “a chamada ‘troika’, já se expressa como se fossem mandantes em Portugal” e deixou um aviso: “Nem pensem, porque quem manda em Portugal são os portugueses e não os estrangeiros, seja do FMI ou da União Europeia”.
Jerónimo de Sousa rejeitou a ideia de que Portugal se prepare para negociar as condições do apoio internacional, defendendo que “a União Europeia já determinou a matriz”.
“PS, PSD e CDS vão apenas assinar um tratado, uma rendição sem condições, independentemente dos problemas que vão trazer ao país”, sustentou.
Para o líder comunista, quando as instituições internacionais “procuram envolver os partidos, não é para negociar, mas para que se ajoelhem”, defendendo que UE e FMI preferem “ter PS, PSD e CDS juntos a assinar do que ter apenas o PS ou apenas o PSD, com ou sem o CDS”.
Mas, perguntou, “quem é que acredita que os três responsáveis principais da situação do país sejam a solução para encarar o futuro numa perspetiva de desenvolvimento, crescimento e justiça”, concluindo: “Três fraquezas juntas nunca fazem uma força”.
A ajuda externa, acrescentou, não vai resolver os problemas da economia nacional e vai colocar Portugal na dependência do estrangeiro.
Sobre o apoio, Jerónimo de Sousa questionou que “parte dessa verba é para atribuir diretamente aos beneficiários desta crise, a banca”.
O secretário-geral do PCP repudiou o que disse serem tentativas de reduzir a importância das eleições legislativas antecipadas de 05 de junho.
“Não querem que tenham alguma importância. Querem, com estas negociações com o estrangeiro, com os acordos previstos para maio na União Europeia, dizer aos portugueses: ‘votem como quiserem, que já decidimos por vocês’”, afirmou Jerónimo de Sousa, considerando que tal seria “profundamente ilegítimo, porque a Constituição da República afirma claramente que a soberania reside no povo”.
Por isso, avisou, “há que esperar pela palavra do povo e não colocar o povo português perante factos consumados ainda em maio”.
Jerónimo de Sousa reiterou que há alternativa ao recurso à ajuda externa, insistindo em propostas do PCP como a renegociação da dívida, a aposta na produção nacional e a diversificação das relações comerciais.
@Lusa

partilha

queima a tua pele
ouro em fusão
na penumbra do quarto
contigo reparto
a alquimia do amor
em noites de lava
em noites de verão
em noites de mel

António Garrochinho

Quando...

Europa, o Titanic desgovernado

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
 Sexta feira, 15 de abril de 2011

É possível que a Finlândia vete a intervenção financeira em Portugal. Um conjunto de economistas alemães interpôs uma ação judicial com o mesmo objetivo. Na Finlândia e na Alemanha, assim como na Holanda e noutros países que têm escapado ao ataque especulativo às economias do euro, o discurso sobre a preguiça e a incompetência dos PIGS faz o seu caminho. O complexo de superioridade latente ajudam à festa.
Não sabem os senhores, sobretudo os alemães, que no dia em que os "pigs" rebentarem são eles que ficam a arder. A sua banca, que se está a recapitalizar à conta do BCE e dos juros de assalto que cobra aos devedores, dará o berro. Alguns holandeses, que andaram a investir nos bancos islandeses, julgando que tinham descoberto o ovo de Colombo, já sentiram como elas doem. Tivesse a Irlanda feito o mesmo que a Islândia e lançaria o pânico na city londrina. E se, como parecem desejar os eleitores finlandeses, Irlanda, Portugal, Grécia e Espanha declararem bancarrota o euro dará finalmente o berro. E virá o colapso do sistema financeiro dos que se julgam a salvo desta hecatombe.
A verdade é esta: a intervenção externa nos países periféricos tem como objetivo levar tudo o que haja para levar até secar o poço. E garantir que os credores se salvam da tormenta. Mas quer nas economias fortes, quer nas economias fracas, a narrativa tem sido outra: os devedores são irresponsáveis e quem fez tudo bem é que paga a fatura. A infantilidade do raciocínio tem muitos adeptos. Lá e cá.
Nos países mais ricos a coisa cola com facilidade. Nos países mais pobres é mais fácil exigir sacrifícios se acreditarmos nesta história. Só há um pequeno problema com este discurso: se ele acalma a revolta no sul, atiça a raiva no norte. E, perante líderes fracos num lado e povos dóceis no outro, são os que se julgam a salvo que vão fechar a torneira, garantindo assim, sem o saber, que a crise chega a eles mais depressa.
Se ninguém fizer nada para travar esta espiral de cegueira, será assim a história do fim da União Europeia e da sua moeda: cada um tentou salvar-se a si e todos se afogaram no fim. Criámos uma moeda sem poder político que a governe, criámos um espaço económico comum sem coesão social e sem orçamento próprio, criámos um monstro incontrolável. Era inevitável que quando as coisas dessem para o torto tudo se desmoronasse.
A tripulação deste navio não parece querer explicar aos finlandeses que se decidirem deixar a água inundar as camaratas até as suites mais finas acabarão no fundo do mar. Nenhum comandante tem coragem de dizer aos alemães que os passageiros que viajam em económica serão apenas os primeiros a afogar-se. Nos salões europeus, os passageiros mais distintos, incomodados com a gritaria da plebe irresponsável que corre sem destino pelo convés, continuam a ouvir a orquestra, julgando que o naufrágio não lhes diz respeito. Os passageiros menos abonados continuam demasiado ocupados com o seu próprio enjoo para reagirem racionalmente ao estado de alerta. E só quando o Titanic europeu finalmente se afundar uns e outros perceberão que seguiam todos no mesmo barco desgovernado.

Desde que foram instaladas as Etar que mais não têm feito que é poluir a Ria Formosa.


Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

RIA FORMOSA E A RESPONSAVEL PELA POLUIÇÃO!


A imagem acima faz parte de um oficio da Águas do Algarve, a empresa que tem a gestão, exploração e tratamento das águas residuais urbanas, vulgo ETAR.
Desde que foram instaladas as Etar que mais não têm feito que é poluir a Ria Formosa.
A Câmara Municipal de Olhão é a de Faro também, são accionistas destas empresa e talvez por isso fechem os olhos àquilo que se vem passando na Ria.
O Somos Olhão, SO!, Movimento de Cidadania Activa, dotado de personalidade jurídica e constando dos seus estatutos a componente ambiental, requereu um conjunto de informações, à Águas do Algarve, que responde da forma que podeis constatar.
O cretino que assina a missiva invocando a Lei 19/2006, omite que aquela Lei não só permite o acesso como manda divulgar a informação actualizada e incluir pelo menos licenças e autorizações com impacto significativo no ambiente (art. 5º, nº3, alínea f)).
As autoridades publicas quando solicitado, estão obrigadas a prestar informação sobre emissões, descargas e outras libertações para o ambiente, que afectem ou possam afectar o ambiente de zonas húmidas, litorais e marinhas, a diversidade biológica e seus componentes(art. 7º).
Quando o pedido se refira a comunicações internas, é DEFERIDO quando o interesse publico subjacente à divulgação da informação prevaleça (art. 11º, n3).
Conclui-se assim que o autor desta diarreia ou não sabe interpretar a lei ou tem a cabeça cheia da merda que sai das Etar e daí o querer esconder do conhecimento publico a gravidade do crime ambiental que vêm cometendo à anos.
Para nós, queremos, não a merda da 7ª maravilha dos políticos, mas a riqueza natural que este bando de criminosos vem matando. Eles sabem que nós sabemos o que vêm fazendo. Não sabem é o que vamos fazer a seguir.
Corja de inúteis, imbecis, que apenas servem para meter o País, a Região e a Ria Formosa na maior das amarguras. A seu tempo, os que vivem da e para a Ria, de forma organizada, dirão do tratamento final a dar a estes parasitas.

La Marche des Sans-Nom

O PODER - uma banda sonora muito boa ! UM RETRATO DOS NOSSOS DIAS !