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sábado, 9 de abril de 2011

Quem vive no PARAÍSO não precisa de ir para o céu !

padreO padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da “remuneração acima da média” auferida em vários cargos.
Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos.
 A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, ‘de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral’.
 Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. ‘Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico’, diz o sacerdote. Melícias frisa que exerceu funções com ‘remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral’, no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos. PERFIL Vítor José Melícias nasceu em 25 de Julho de 1938 no Ramalhal, Torres Vedras. Exerceu funções em inúmeras entidades, muitas vezes de forma voluntária e gratuita. Tem uma forte ligação à União das Misericórdias. CARVALHO DA SILVA TENCIONA DECLARAR RENDIMENTOS A CGTP decidiu que os seus dirigentes sindicais que integram o Conselho Económico e Social (CES) vão entregar, a partir deste ano, as respectivas declarações de rendimentos ao Tribunal Constitucional.
Por isso, ontem, Carvalho da Silva, presidente da CGTP, garantiu ao CM que irá entregar ao Tribunal Constitucional o documento na mesma altura em que entregar a declaração de rendimentos ao Fisco. Carvalho da Silva precisou que, apesar da clarificação legal do Tribunal Constitucional, não entregou a sua declaração de rendimentos por indicação da CGTP, que alterou agora a sua posição. ‘Do ponto de vista legal, isto [entrega da declaração de rendimentos por parte do CES] não tem pés nem cabeça’, diz o líder da CGTP. ‘O procedimento do Tribunal Constitucional é puramente burocrático.’ PORMENORES DISCORDAR DA LEI O padre Vítor Melícias discorda da obrigatoriedade de os membros do CES terem de apresentar ao Tribunal Constitucional (TC) a declaração de rendimentos, ‘porque isso não é’ um cargo político. SAÍDA DO CONSELHO João Salgueiro, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, terá deixado de ser membro do CES porque discordou da interpretação do TC que obriga à entrega da declaração de rendimentos. LEI 25/95 A lei prevê a perda de mandato para os políticos que não entreguem a declaração de rendimentos dentro do prazo.
7450 euros?!?!? Dá vontade de disser, tambem quero ir para padre…

Se a banca continuasse nacionalizada !


Se a banca continuasse nacionalizada não estávamos nesta situação

1. Não tinha havido o caso BPN e BPP, que custaram ao erário público 2250 milhões ou seja, 1 800 milhões o BPN e 450 milhões o BPP. A garantia do Estado a este banco foi executada.

A dívida do Estado em 2010 foi , portanto, acrescida em dois mil e duzentos e cinquenta milhões de euros (ou seja, mais do dobro do que o Estado pediu emprestado hoje.)


2. A divida pública teria uma componente externa muito menor tal como acontece com a França, Itália, Bélgica, por exemplo, que têm dívidas públicas maiores que a portuguesa mas em que a parte da dívida externa é muito menor. 56,9% da dívida francesa é no exterior; na Itália só 42,7%; na Bélgica 56,7%e na Espanha 46,3 %. Do total da dívida pública portuguesa ,74,5%, é no exterior (favores à Banca - não se estimulou os certificados de aforro e do Tesouro ...).


3. As receitas do Estado teriam sido muito maiores. Os Bancos depois de privatizados passaram a pagar muito menos impostos (um escândalo) e ainda hoje é a Caixa Geral de Depósitos que paga a maior taxa de IRC.

Mas para além dos impostos o Estado teria recebido chorudos dividendos.


4. O Estado teria hoje uma poderosa alavanca financeira nas suas mãos para encarar a crise e até poderia ter fortalecido o sector com fusões e concentrações bancárias. O sector financeiro seria essencialmente português e importantes bancos não teriam caído nas mãos dos espanhois, como o TOTTA e quase o BPI.


E quem são os responsáveis pela privatização da Banca, a entrada no Euro ,a entrada no Euro sem salva guardas e com uma cotação do escudo sobre valorizada?


PS.PSD e o actual Presidente da República.

foicebook

O QUE EU PENSO DO PASSOS COELHO





Pedrito COELHO:


As empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos Coelho desempenha responsabilidades de gestão directa, têm como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros: os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira.
Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambeinte, que detém duas empresas de resíduos presididas por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente. Segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora que prestava assessoria no concurso para o aterro da Cova da Beira na segunda metade dos anos 90.
O presidente do PSD não quis prestar declarações sobre a empresa onde trabalha. Mas Ângelo Correia, presidente do grupo Fomentinvest, explicou à SÁBADO que Horácio de Carvalho se faz representar no conselho de administração pelo seu sócio Jorge Raposo de Magalhães. “Não temos qualquer relação com ele, nem está nos órgãos sociais”
Os construtores de Santa Maria da Feira, António e Manuel Cavaco, são parceiros da Fomentinvest na SDEL (uma empresa de mini-hídricas) e foram sócios na Ecoambinete (segunda maior empresa do Pais na recolha de lixo) até Dezembro de 2009. Antigos accionistas da SLN – grupo que controlava o BPN – foram acusados pelo Ministério Público por participarem num esquema para iludir o Banco de Portugal através da compra fictícia da SLN Imobiliária, através de uma empresa offshore, com dinheiro do próprio BPN.
“Nunca houve ligação ao BPN no financiamento dessa empresa [Ecoambiente]”, disse Ângelo Correia à SÁBADO.
A SÁBADO revela os negócios e as relações com o Estado das empresas do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos é o administrador com o pelouro financeiro. A Ecoambiente, por exemplo, tem muitas autarquias como clientes. Em Sintra, onde Ângelo Correia é presidente da Assembleia Municipal, o grupo Fomentinvest tem vários projectos em andamento e a Ecoambiente possui um contrato com uma empresa municipal no valor de 2,5 milhões de euros por ano. Mas o estatuto dos eleitos locais proíbe os autarcas de fazerem contratos na câmara que representam.
Ângelo Correia defende-se: “O contrato com a Ecoambiente é anterior à minha ida para presidente da Assembleia Municipal e quando fui eleito demiti-me de presidente do conselho de administração”. Ainda assim, é presidente da holding que controla esta sociedade.
Pedro Passos, por sua vez, garante à SÁBADO que caso seja 1º ministro, suspende as suas funções como administrador de várias empresas na Fomentinvest mas não vê razões para rescindir o seu contrato.

blog Pela dignidade e valores do ser humano
        José Pires

Reflexões

A Ligação das Ideias

É a ligação das ideias que sustenta todo o edifício do entendimento humano. Sem ela, o prazer e a dor seriam sentimentos isolados, sem efeito, tão cedo esquecidos quanto sentidos. Os homens sem ideias gerais e princípios universais, isto é, os homens ignorantes e embrutecidos, não agem senão segundo as ideias mais vizinhas e mais imediatamente unidas. Negligenciam as relações distantes, e essas ideias complicadas, que só se apresentam ao homem fortemente apaixonado por um objecto, ou aos espíritos esclarecidos. A luz da atenção dissipa no homem apaixonado as trevas que cercam o vulgar. O homem instruído, acostumado a percorrer e a comparar rapidamente um grande número de ideias e de sentimentos opostos, tira do contraste um resultado que constitui a base da sua conduta, desde então menos incerta e menos perigosa.

Cesare Beccaria


.... outra reflexão

Mudar a concepção da felicidade de um indivíduo ou de um povo, isto é, o seu ideal, é mudar, ao mesmo tempo, a sua concepção da vida e, por conseguinte, o seu destino. A história não é mais do que a narração dos esforços empregues pelo homem para edificar um ideal e destruí-lo em seguida, quando, tendo-o atingido, descobre a sua fragilidade.
A esperança de felicidade concebida por cada povo e as crenças que constituem a sua fórmula representam sempre o factor da sua pujança. O seu ideal nasce, cresce e morre com ele, e, qualquer que seja, dota de grande força o povo que o aceita. Essa força é tal que o ideal actua, mesmo quando promete pouca coisa.

OS RICOS DO CDS PSD PS NADA SOFRERÃO ! O POVO NÃO TEM QUE PAGAR A CRISE !


OS RICOS DO CDS PSD PS NADA SOFRERÃO se o país for à bancarrota ou se o FMI impuser medidas brutais de austeridade, vivem da generosidade de empresários que enriqueceram à pressa e apenas pretendem que a desgraça colectiva os ajude a regressar às mordomias e corrupção do poder. Estando a coberto das consequências negativas das políticas de austeridade que só por cinismo dizem recear, esperam que seja o FMI a impor ao país as mudanças que há muito pretendem mas cuja adopção os portugueses sempre rejeitaram.