AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


segunda-feira, 28 de março de 2011

4 dos futuros ministros do novo governo !

foto 5 espirros -blog Anarca constipado

ACORDA Ó POVO PORTUGUES
NÃO TE ENGANEM OUTRA VEZ
A BANCA E O CAPITAL
TU JÁ SABES TODOS OS PORQUÊS
COM  CDS(s)  PS(s) PPDÊS
VIVERÁS SEMPRE POBRE E MAL !

Sextilha - António Garrochinho

EM LISBOA ESTÃO A NASCER AGRICULTORES



Há cada vez mais agricultores em Lisboa e as suas hortas ocupam já 300 mil m2 na capital. O fenómeno não é novo: cresceu ao mesmo ritmo que a cidade, graças às gentes de origem rural que, chegadas à urbe, continuaram a cultivar as raízes no quintal ou num baldio perto de casa. Só que as hortas estão a atrair cada vez mais cosmopolitas de nascença e criação, quer pela possibilidade de complementar o rendimento em tempo de crise, quer entusiasmados por uma nova forma de ser e estar na urbe, mas ao ritmo da terra.
A perspectiva de uma vida mais saudável convenceu a arquitecta Margarida Moreira, professora na Universidade Técnica de Lisboa. Há dois anos, viu-se a braços com um cancro e decidiu que "a vida tinha de mudar para melhor". Atacou em várias frentes e uma delas passou por alugar e cultivar uma horta no Museu Nacional do Traje.
Margarida passou da palavra à prática: "Deixei de ir ao ginásio e passei a vir para a horta. Faz-me melhor e ajuda-me a relaxar. Depois da doença comecei a dar importância à alimentação biológica. Aqui não uso químicos". Aos 52 anos, residente na Alta de Lisboa e sem qualquer ligação anterior ao meio rural, anda a aprender com quem "sabe mais" os segredos da agricultura. Joaquim, vizinho de talhão, não perde a deixa e aponta um engano. "Parece que já plantei os morangos ao contrário", confessa divertida. Mas as suas favas e nabiças estão de fazer inveja a qualquer supermercado do País.
FORMA DE SUSTENTO
Além da horta, o tal vizinho, Joaquim Cardoso (60 anos), reformado da manutenção militar, pouco mais tem em comum com Margarida. É natural de Proença-a-Nova, mas "quem ali fica a trabalhar na terra é para morrer à fome". Para lhe fugir, veio para Lisboa ainda menino e moço e agora, já reformado, reencontrou na agricultura forma de se entreter e poupar "muitos euros na conta do supermercado". Da terra retira favas, ervilhas, couves, alhos, brócolos, cebolas e cenouras. O talhão no Museu do Traje custa-lhe 34 euros ao ano.
Ali ao lado, Jorge Tavares, na pré-reforma depois de uma vida como técnico administrativo, "começou por curiosidade" e volta todos os dias "porque as plantas o exigem". É uma verdadeira enciclopédia da agricultura biológica: planta cenouras ao lado do alho-francês porque as culturas combatem as pragas uma da outra, assim como o tomate põe as lagartas a milhas das couves e as epidemias de caracóis se combatem com cinzas de madeira. Não dispensa o fertilizante, mas o seu é especial: uma maceração de urtigas, que ao fim de 10 dias é "um poderoso composto". Tudo informação retirada "da net", a sua ‘bíblia’.
Existem regras bem claras no Museu do Traje, onde a política de aluguer anual dos 30 talhões hortícolas contíguos ao Parque Botânico já vai na 3ª edição. O preço é estabelecido por leilão e, na última edição, as licitações foram dos 40 cêntimos aos três euros por metro. "Prevalece a óptica da sustentabilidade e rentabilização de água, fornecida pelas nascentes do parque. Existem acções de formação, há condições de acesso e horários, recomendamos que não sejam usados produtos químicos e não é permitido plantar árvores ou arbustos", explica Clara Vaz Pinto, directora do Museu.
Sem regras no ‘papel’ funcionam as hortas da Quinta da Granja, mesmo debaixo do ‘nariz’ do Centro Comercial Colombo, em Benfica. Quem ali cultiva – maioritariamente reformados da freguesia – fá-lo há vários anos, num espaço que entretanto foi devidamente legalizado para o efeito e que mais parece um jardim de formas e cheiros. Celeste Barros veio do Minho na "juventude" e nunca conseguiu desapegar-se do amor à terra: "Se não fosse obrigada a ganhar dinheiro, só fazia isto", diz a ex-operária fabril (cujo desemprego a atirou para as limpezas), ao lado de frutas, legumes e vários canteiros de cravos, rosas, malmequeres e gladíolos que são o seu "orgulho".
Todos os dias, faça chuva ou sol, passa pela horta e como há sempre "coisas para fazer", acaba por ali deixar-se ficar até o sol se pôr, indiferente ao trânsito e às buzinadelas que desembocam da avenida Lusíada, mesmo ali ao lado. Só se queixa dos roubos: "Em vésperas do Natal, levaram-me 40 couves". Contra os gatunos, conta com a ajuda vigilante dos vendedores ambulantes da zona que já "impediram um ladrão de levar uma saca de tomates".
REMODELAÇÃO TOTAL
Consciente do novo interesse dos alfacinhas, a autarquia fez um plano de intervenção nas áreas hortícolas, muitas delas com parcas condições de acesso e qualidade, como é o caso do Vale de Chelas. O projecto estará concluído em 2013 mas, para já, numa das maiores áreas baldias da capital, as hortas estão lado a lado com entulho e lixo de toda a espécie. No futuro, haverá jardins e até um mercado hortícola.
A população que ali cultiva é carenciada, proveniente dos bairros sociais em redor, e há meses em que dependem da horta para comer. Joaquim Andrade, cabo-verdiano há 40 anos em Portugal, acha que a ideia de reordenar "é boa", mas teme que o projecto o retire dali e acabe com um ganha-pão que, aos 71 anos, é o único que lhe permite viver com uma reforma de "duzentos e poucos euros".
Ao lado, está a horta de Rosa Torilda, 77 anos. Todos os dias sai de casa, no bairro do Armador, para percorrer a pé o vale onde cuida das suas "hortaliças, alfaces e feijões". Rosa anseia pela revitalização do espaço: "Daqui a vista é tão bonita... mas há ratazanas e roubos. Apanham tudo o que podem para vender. Nem se pode deixar a sachola".
Depois, há casos misteriosos. Em pleno centro histórico, no Campo das Cebolas (ao lado da estação ferroviária de Santa Apolónia) crescem couves, alhos-franceses e morangos. Não se sabe quem teve o engenho de aproveitar um canteiro da praça para deitar sementes à terra, e no comércio local as informações divergem: há quem diga que foram os arrumadores de carros e há quem jure a pés juntos que a horta é de um "velhote de Alfama, mas há dias que não aparece". Certo é que a plantação está pronta a colher, indiferente ao bulício da cidade

Trecho da Intervenção do Dr. Marinho e Pinto


CORAGEM, FRONTALIDADE, HONESTIDADE, MARINHO PINTO, BASTÓNÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS.

Depois do tratado de Lisboa, a influência da Alemanha sobre os países pequenos aumentou, agora Merkel perdeu as eleições regionais e isso influencia o € (euro) em relação ao dólar.




A moeda única está a cair pelo segundo dia face ao dólar, pressionada pela partido de Ângela Merkel ter sido derrotado nas eleições regionais.
O euro está a perder terreno face ao dólar, influenciado pelos resultados das eleições regionais na Alemanha que não deram a maioria ao partido da chanceler alemã, a União Democrata Cristã (CDU).

A moeda única está a descer 0,24% para 1,4054 dólares, influenciada pela derrota da coligação de Ângela Merkel nas eleições regionais realizadas ontem na Alemanha e pela instabilidade política que a carência de maioria acarreta.

O CDU alcançou 38% dos votos, porém o parceiro Partido Liberal (FDP) apenas conseguiu 5%, conferindo assim maioria à coligação de centro esquerda, formada pela SPD (23%) e pelos Verdes (25%). Os ecologistas alemães podem mesmo ficar à frente do governo deste que é um dos estados federados mais ricos e era bastião dos conservadores desde 1953.

O resultado das eleições terá impacto na governação nacional uma vez que reduz ainda mais o peso da coligação CDU-FDP na Câmara Alta do Parlamento (Bundesrat). Advém a consequência da chanceler não ter maioria, o que dificulta a aprovação de legislação.

A moeda única está ainda a ser penalizada pela decisão dos líderes europeus sobre o calendário de capitalização do futuro fundo do Euro. Os responsáveis decidiram que o processo de capitalização será diluído por mais tempo, o que levou à diminuição do fundo de ajuda de emergência pago em capital para 16 mil milhões de euros. Anteriormente este valor era de 40 mil milhões de euros.

“É um duplo mau-olhado para o euro”, disse Kurt Magnus, CEO da Nomura Holdings em Sydney. “Toda esta instabilidade política pesa na moeda.”

Rui Mingas "Monagambé"

A ODISSEIA DO CAFÉ !

Perfeita

perfeita

se eu não fosse doida,
se eu não fosse masoquista,
se eu não fosse insegura,
se eu não fosse daqui,
se eu não fosse feita de pele,
se eu não fosse tolerânte,
se eu não fosse idiota,
se eu não fosse cega,
se eu não fosse feita de coração,
se eu não fosse, teria ido embora quando senti vontade, quando quebraste um sonho em meio, quando acordei e não sabia o que fazer, mas quando apetece, apetece, e fiquei, e ainda bem que fiquei, porque
se eu fosse eu seria perfeita,
e eu não quero ser perfeita.

QUE ME DIZEM A ESTE PEC !

Governo aumenta os montantes que podem ser gastos por ajuste directo e sem concurso público.
No caso dos presidentes de câmara, o montante dos contratos que podem decidir por ajuste directo pode chegar aos 900 mil euros (até agora o máximo era 150 mil). Isto porque na véspera do debate parlamentar sobre a quarta versão do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), que incluiu cortes nas pensões e nos benefícios sociais, o Governo fez publicar em Diário da República o Decreto-Lei 40/2011, que estabelece as novas regras para autorização de despesas com os contratos públicos.DN

Ministros, autarcas e directores-gerais, a partir de Abril todos estão autorizados a gastar mais dinheiro.