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domingo, 20 de março de 2011

VESTIA O MEU PEITO DE ROSAS


vestia o meu peito de rosas

(imagem: Egon Schiele)

Vestia o meu peito de rosas
pousava beijos nas bocas
e um trevo, era magia…

Despia meu ventre de prosas
num oceano de melodias
no encontro do sol, sorria…

Via no fundo do vento
um tesouro que enfeitava o céu
no sono que eu esculpia

Prendia meus olhos nos teus
com cores de carrossel
era um astro que explodia

Descobria o sentido das flores
vestindo o meu peito de rosas
e de prosas
me desp
ia…!

DESOBIDIÊNCIA CIVIL E CIDADANIA NO PROTESTO DA VIA DO INFANTE

MOBILIZEMO-NOS CONTRA O PAGAMENTO DE PORTAGENS NA VIA DO INFANTE!


Desobediência Civil e Cidadania nos protestos da Via do Infante.


“Desobediência civil” e cidadania
Na marcha que partiu de Faro e após o nó que conduzia a Loulé, a GNR tentou que os manifestantes ocupassem uma única fila assistindo-se então a uma verdadeira “dança”.
O automobilista que era intimado a encostar para a outra faixa obedecia, o agente acelerava a mota e, de imediato, outro automóvel ocupava o lugar do primeiro.
Após vários minutos de tentativas, sob um forte coro de buzinas, a marcha acabaria de prosseguir… nas duas faixas.
Todavia, os manifestantes abriram alas para as ambulâncias, de forma ordeira e espontânea e até deixavam passar os que não pretendiam participar no protesto e que aproveitavam os intervalos, entre um carro e outro, para irem avançando a mais do que 50km a hora.
Um veículo de matrícula espanhola, quando foi explicado pelos vizinhos de fila a razão do protesto decidiram participar, com alegres bandeiras, improvisadas de papel higiénico.
“Se a via foi construída por fundos comunitários, então nós também já a pagamos” clamava o sevilhano Juan, 34 anos, meio corpo de fora do carro e acenando a quem já tinha invertido a marcha no nó que conduz a Albufeira e circulava em sentido contrário.
Durante longos minutos a manifestação ocupou as quatro faixas da Via do Infante, em ambos os sentidos, provocando uma acelerada movimentação de carros e motas da GNR e até alguma troca de palavras mais agreste entre autoridades e condutores.
Os organizadores, para lá da marcha do Guadiana, afirmam que não vão parar, mesmo depois do início da cobrança das portagens, a 15 de abril, e prometem “ações mais radicais”.
A manifestação partiu de quatro locais de concentração: Parque das Feiras de Portimão, Parque das Cidades de Faro, Castro Marim/EN125 e Vale Paraíso Albufeira.
A ideia era “circular pela Via do Infante, devendo as diversas caravanas chegar às 16 horas ao nó da A2, prosseguindo a marcha durante a tarde entre os nós da Guia e de Boliqueime”.
A estratégia, ainda que não seguida completamente à risca pelos manifestantes, resultou: “Circula-se na via do Infante no pára arranca, como vai acontecer na EN125, se houver portagens”, afirmava o condutor da carrinha com dístico de uma empresa que presta serviços na área dos reboques, entre buzinadelas.
Extracto da Noticia do Observatório do Algarve.
O Governo teve hoje mais uma prova da força e da vontade das pessoas do Algarve, de lutarem contra as politicas de mentira de Sócrates que prometeu a via do Infante isenta de portagens, e agora quer cobrar portagens.

do blog PELA DIGNIDADE E VALORES DO SER HUMANO

A ASSOCIAÇÃO POPULAR DE REGULAÇÃO  DO PODER!

Num tempo em que a pulverização de Poder, pelos grupos corporativistas, favorece os mais fortes e unidos, o Poder económico leva enorme vantagem, perante a fraqueza do Poder político, muitas vezes promiscuído com os interesses egoístas dos gananciosos. Os Partidos políticos foram assaltados por tecnocratas sem ideologia política; ultrajam os seus programas, tornaram-se donos do Estado e mantêm uma oligarquia bi-partidária de interesses, controlando os fluxos de dinheiro público, para determinar a formação de novas burguesias, que enriquecem exponencialmente com os subsídios às empresas e com os pagamentos inflacionados de obras e serviços prestados ao Estado!
Em conjunto, estas elites económico-políticas aumentaram a riqueza privada dos financiadores mundiais, reduzindo drasticamente as reservas nacionais públicas de ouro e criando uma dívida pública nunca vista. Continuam esta obra, sem legitimidade, uma vez que governam e têm maiorias parlamentares, com menos de 25% de apoio do eleitorado. O marketing enganador e a batota da aldrabice dos resultados eleitorais partidários perpetuam uma ditadura, partilhada entre dois directórios Partidários, que melhor conseguem iludir as minorias alienadas! Ao serviço daqueles que foram os primeiros financiadores europeus, depois de terem feito a demanda dos tesouros de Salomão, embora repelidos pela coroa francesa, no século XIV, que os trouxe definitivamente ao reino de Portugal, que ajudaram a formar!
Cada vez mais, as opções políticas nacionais estão sujeitas ao directório europeu, influenciado pela mesma corrupção ideológica, própria do actual grupo político parlamentar europeu maioritário, que obrigará a uma nova estratégia eleitoral dos votantes; os governados não podem sujeitar-se à corrente liberal capitalista, que agora domina a Europa! Precisamos de políticos mais humanistas na Europa, que serão mais efectivos no controlo dos governantes liberais nacionais! O inverso não é possível, para se garantir o interesse popular justo!
A corrupção grassa perante a ineficácia do controlo popular. Quem tudo sustenta, porque paga o enriquecimento dos corruptos, dos grandes grupos económicos, quer directamente pela via dos preços elevados, quer indirectamente pela via das tributações elevadas, que são distribuídas aos beneficiários dos grandes subsídios, não intervém, para pedir contas da gestão dos dinheiros, que entregam forçados!
Sabemos que a liberdade de expressão nunca é tolerada pelos destinatários da crítica de repúdio e é um risco suicida para quem a profere, apesar de se ter promulgado a liberdade, ficando os corajosos marcados e condenados à marginalização; contudo, estamos a regressar ao decreto da intolerância à liberdade de expressão, em todos os sítios institucionais, quando a crítica se dirige aos detentores do Poder!
Quem paga as empresas são os clientes; quem paga o Estado são os contribuintes; quem paga os patrões e políticos são os cidadãos, que se deixam governar, obedecendo à fúria capitalista dos gananciosos!
É necessário organizar o equilíbrio de Poderes! E só há Poder se houver obediência! A nossa desobediência traduz-se numa vigilância permanente da acção dos que mandatamos, para representarem os interesses do Bem comum!
O Povo tem de lutar pelo Altruísmo, pela JUstiça social e pela DEMocracia; temos de invocar por JADE, de modo que a seriedade, a moral universal e a racionalidade natural sejam adoptados na organização do sistema social humano.
Mais do que falar, temos de praticar, unindo os cidadãos contra os interesses particulares, lesivos da correcção humanista dos direitos, e lutando contra todas as injustiças, convenientes aos que se designam como mandantes da humanidade.
Sabemos o que é certo, e mobilizamo-nos para impor a correcção; agora, esta associação vai mobilizar o povo, para impor o respeito por aqueles que estão sempre remetidos a uma Vida de sofrimento e contenção, para que alguns oportunistas vivam como príncipes!
Junta-te a nós, enviando intenção para associacaojade@gmail.com
http://associacoes.org/blogs/jade

A MAIOR MANIFESTAÇÃO DEPOIS DA GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO DE 2010 - INDIGNAÇÃO E PROTESTO JUNTA MILHARES E MILHARES EM LISBOA NA MANIFESTAÇÃO DA CGTP IN



    foto de São Nunes

Grande Manifestação NacionalLisboa foi palco de uma imensa multidão que desfilou pela Avenida da Liberdade durante duas horas e meia, naquela que foi a maior manifestação realizada depois da Greve Geral de 24 de Novembro de 2010.     19 DE MARÇO – DIA DE INDIGNAÇÃO E DE PROTESTO

Resolução

Com mais um programa de austeridade o Governo do PS ataca ferozmente os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e do povo, reforça e amplia as injustiças sociais e aprofunda a crise. Este é o resultado do falhanço dos sucessivos PEC’s, negociados e acordados entre o Governo e o PSD. A situação política tornou-se insustentável.

O Governo subordina os interesses do país aos objectivos das autoridades europeias, do Governo alemão e dos mercados financeiros, numa atitude de submissão intolerável. Tudo para reduzir um défice público originado pela especulação desenfreada do capital financeiro, pelo buraco do BPN, pelos muitos milhões de euros entregues aos grandes grupos financeiros e económicos, pela quebra de receitas fiscais, pela enorme evasão e fraude fiscal.

Com o novo PEC, pagam os que não provocaram a crise, os trabalhadores, os jovens, os pensionistas, os desempregados, os grupos sociais mais vulneráveis. Os mesmos de sempre. Para 2012 quase metade dos cortes na despesa (47%) resultam de cortes nas pensões e de reduções de comparticipações nos medicamentos e nos sistemas públicos de saúde, na rede escolar e na qualidade do ensino. É uma política de desastre.

É um círculo vicioso: quanto mais austeridade, menos se resolvem os problemas e mais austeridade é exigida. Para “acalmar” os mercados financeiros, atacam as pessoas! Este é o caminho do declínio económico, do empobrecimento do país e da perda da soberania nacional.

A solução não passa pelo programa para a “competitividade e o emprego”, que entrega mais dinheiro aos grandes empresários, facilita os despedimentos, diminui as indemnizações, corta no subsídio de desemprego, aumenta a precariedade, desregula os horários de trabalho, reduz a retribuição e põe em causa o direito de contratação colectiva.

Tudo no total desprezo por uma efectiva negociação e diálogo social, o que levou a CGTP-IN a abandonar as reuniões de concertação social, dado tratar-se dum processo inquinado à partida, já que o objectivo era o de fazer legitimar pela concertação social as medidas que o Governo tinha já decidido em Dezembro com a CIP e a UGT, para tentar credibilizar o PEC4, contra os interesses dos trabalhadores e o desenvolvimento económico e social do país.

Na véspera de um importante Conselho Europeu o risco é o de se tornar a Europa ainda pior que a actual, mais anti-social, menos solidária; onde, através das novas regras de governação económica, vários países aplicam programas drásticos de austeridade impostos por outros países que protegem os seus capitais e ignoram os cidadãos europeus mais desfavorecidos. Esta União Europeia lesa a soberania dos Estados, como que coloniza alguns dos seus membros, e mostra-se cada vez mais a Europa do capital, contra a Europa Social e dos Trabalhadores, matriz e sonho original.

A CGTP-IN é a favor de uma profunda mudança no rumo e nas políticas concretas da Europa que efective a solidariedade entre os países; que combata o poder absoluto dos mercados financeiros que destrói as bases fundamentais da economia; que afirme e desenvolva o Modelo Social Europeu.

Exigimos uma mudança profunda das políticas em Portugal. O país não pode ser condenado a políticas que destroem o sector produtivo e o emprego, que criam sempre mais austeridade, mais desemprego, mais precariedade.

Portugal precisa de políticas económicas que dinamizem o sector produtivo, criem mais e melhor emprego, promovam o aumento do poder de compra dos salários e das pensões, melhorem as funções sociais do Estado na Saúde, Educação, Segurança Social, assim como os serviços públicos e que reponham os direitos de protecção social, nomeadamente o abono de família e o subsídio social de desemprego.

As políticas de direita seguidas por sucessivos governos estão a comprometer o futuro do país. A fazer vítimas todos os dias. As vítimas são os trabalhadores, são os desempregados, são os pensionistas, são grupos sociais vulneráveis.

São também e de forma violenta os jovens que têm um risco mais elevado de desemprego e precariedade, com salários mais baixos e condições de instabilidade e insegurança que comprometem o presente e põem em causa o seu futuro.

Precisamos de políticas que assegurem uma efectiva mudança de rumo e um futuro melhor e não de políticas como as do Governo do PS que conduzem ao desastre nacional. Por outro lado, rejeitamos as propostas do programa do PSD, que apontam para mais flexibilidade e desregulamentação no trabalho, menos impostos para as empresas, mais ataques ao Serviço Nacional de Saúde, ao ensino público e em outras áreas sociais, entregando aos privados tudo o que dá lucro, substituindo as políticas universais e solidárias pela “indústria da pobreza”.

O país precisa de políticas diferentes, de desenvolvimento, de mais justiça social, de mais igualdade, de respeito por quem trabalha.

Por isso aqui nos manifestamos e decidimos:

1.    Saudar todos os trabalhadores e trabalhadoras das empresas do sector empresarial do Estado, do sector privado e da administração pública que têm lutado com determinação e coragem e dado dimensão colectiva à sua indignação e protesto, nos locais de trabalho, nas lutas sectoriais, nas lutas regionais ou nas lutas sociais;

2.    Reforçar e apelar a uma cada vez maior unidade na acção, intensificando o esclarecimento e a mobilização, a partir dos locais de trabalho, visando responder aos problemas concretos dos trabalhadores, nomeadamente a melhoria das suas condições de vida e de trabalho;

3.    Empenhar-se na luta contra as políticas de direita, pela construção de uma alternativa política coerente, que rompa com as alternâncias, responda às necessidades e anseios dos trabalhadores e das suas famílias e ao desenvolvimento económico e social do país, concretizando o objectivo da harmonização social no progresso para salvaguardar o fundamental dos direitos laborais e sociais e assegurar um futuro melhor às jovens gerações;

4.    Incentivar e apoiar as lutas dos trabalhadores de todos os sectores, regiões e empresas, designadamente dos trabalhadores das empresas de transportes e comunicações, da função pública, da administração local; do ensino; da saúde; da metalurgia; da energia; da indústria naval; da química; do tratamento de resíduos sólidos; do comércio e serviços; da banca e dos seguros; da alimentação, hotelaria e cantinas; da indústria tabaqueira; da construção, cerâmica, cimento e vidro; da limpeza e vigilância; dos têxteis, vestuário e calçado; das pescas;

5.    Assumir como prioridade a intensificação da luta dos jovens contra a precariedade e o desemprego, assinalando o Dia Nacional da Juventude com a realização de uma grande Manifestação no dia 1 de Abril, em Lisboa, sob o lema “Queremos trabalho; Exigimos direitos”;

6.    Participar e apoiar activamente as mobilizações para as comemorações populares do 37.º Aniversário do 25 de Abril;

7.    Fazer das comemorações do 1º de Maio da CGTP-IN uma jornada nacional imensa e um expoente da luta social e política, por uma mudança de rumo que valorize o trabalho, dignifique os trabalhadores e coloque Portugal no caminho do progresso e justiça social.

Lisboa 19 de Março de 2011

ALUGUERES DE CONTADORES


Aluguer de contadores de água, luz e gás acaba no próximo mês de Maio
Os consumidores vão deixar de pagar os alugueres de contadores de água, luz ou gás a partir de 26 de Maio próximo. Nesta data entra também em vigor a proibição de cobrança bimestral ou trimestral destes serviços, segundo um diploma que foi ontem publicado na edição do Diário da República.

A factura de todos aqueles serviços públicos vai ser obrigatoriamente enviada mensalmente, evitando o acumular de dois ou três meses de facturação, indica a Lei 12/2008, ontem publicada no boletim oficial e que altera um diploma de 1996 sobre os 'serviços públicos essenciais'.

A nova legislação passa a considerar o telefone fixo também como um serviço essencial e inclui igualmente nesta figura as comunicações móveis e via Internet, além do gás natural, serviços postais, gestão do lixo doméstico e recolha e tratamento dos esgotos.
O diploma põe fim à cobrança pelo aluguer dos contadores feita pelas empresas que fazem o abastecimento de água, gás e electricidade.

Também o prazo para a suspensão do fornecimento destes serviços, por falta de pagamento, passa a ser de dez dias após esse incumprimento, mais dois dias do que estava previsto no actual regime.

Outra mudança importante é o facto de o diploma abranger igualmente os prestadores privados daqueles serviços, classificando-os como serviço público, independentemente da natureza jurídica da entidade que o presta. Numa reacção à publicação do diploma em causa, a «"Deco" congratula-se com estas alterações, há muito reivindicadas», afirmou à agência Lusa, Luís Pisco, jurista da Associação de Defesa do Consumidor.

O diploma ontem publicado, para entrar em vigor a 26 de Maio, proíbe também a cobrança aos utentes de qualquer valor pela amortização ou inspecção periódica dos contadores, ou de «qualquer outra taxa de efeito equivalente».

*Divulgar o mais possível...*
Pub por Rogério Carreira

HIPERACTIVIDADE - conselhos


    Todos os dias somos postos a várias perguntas e informações.
    Hoje a minha filha foi a uma festinha e entre conversa com outra mamã, vi que ainda há algumas dúvidas e informações pouco passadas, como o facto de um Hiperactivo andar, correr, saltar, tudo o que as crianças gostam e podem fazer, mas a diferença da criança Hiperactiva é que quanto mais andam, correm, saltam, "pior" é para eles.
     As crianças Hiperactivas quanto mais correm, mais energias tem ao contrario do que se pensa, as crianças sem Hiperactividade quando correm ficam cansados, os Hiperactivos não, ficam com mais energia do que se possa pensar ou imaginar!
    Os Hiperactivos, também devem ter o máximo controlo possível na sua alimentação, os chocolates, os doces, as pastilhas, um simples rebuçado, pode fazer toda a diferença na concentração de um Hiperactivo.
     Eu bem sei que é muito fácil falar em as crianças não comerem doces e terem uma alimentação equilibrada, mas não nos podemos esquecer que são crianças como todas as outras, e como tal também tem as suas vontades e desejos, até como nós adultos, que até para nós as vezes é difícil conseguir o controlo de tudo, quanto mais as crianças.
      Não podes comer isto, não podes comer aquilo, não podes beber sumos, nem Coca-Cola... enfim, tudo isto cansa, por muito que seja feito de muita boa fé nossa, eles também tem sentimentos e como crianças que são, não percebem tudo e o porque de tudo!
       Apesar de a minha menina saber o que tem, e saber que não pode comer doces, gelatinas, bolachas, beber sumos, Coca-Cola, ice-te, como todas as outras crianças tem os seus desejos e vontades e quando se deixa, por muito pouco que seja, nem que seja um golo de bebida, para ela já é o suficiente para ficar muito alterada, por isso a minha filha quando bebe ou come, ela já diz que aproveita o seu dia, porque já começou e já sabe que por muito pouco que seja, o organismo já tem o componente que lhe faz a alteração, por isso eu percebo, quando a minha filha me diz, mãe hoje é o meu dia!
        Mas ambas sabemos que vai ser uma noite muito mal dormida, mesmo com a Risperidona, mas a minha filha já sabe que nem um quadrado de chocolate pode comer em dias de escola á noite, ou mesmo ao fim da tarde.
         As alterações no organismo é muito notável, após a medicação, a minha filha toma o Rubifen e passada uma hora nem tanto nota-se logo a diferença total na minha menina, custa-me saber que a minha filha fica "anestesiada" por umas 4 horas!
        Custa a uma mãe ver o que uma medicação pode alterar a sua filha, sabemos que é necessário para o bem-estar dela, mas quando a vemos com a medicação é algo estranho que sentimos dentro de nós, nosso coração fica muito muito apertado!
         A Hiperactividade não é nada fácil nem para os pais e para as crianças, as crianças com Hiperactividade sofrem muito, ao contrario do que se possa pensar a criança fica muito baralhada e muito insegura, cativar o Hiperactivo é difícil se não houver a segurança que elas precisam de sentir sempre!
         Os pais das crianças Hiperactivas deviam ter acompanhamento Psicológico, a um desgaste muito grande e constante, quer pelos pais, quer pelos especialistas e mesmo para as crianças.
         As crianças tem a energia mas ao gastar o que "não devem" (se assim se pode dizer) acaba por lhes dar instabilidade de outra forma.