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quarta-feira, 16 de março de 2011


RETRATO ALVÍNICO

OLHAR ALARVE. A PICHA DIMINUTA
NÃO BOLE. NÃO TRABALHA. NÃO FAZ NADA.
FILHO BASTARDO DE UMA GRANDE PUTA
TEM VENÉREO NA PEIDA ESPAPAÇADA

COM MÃOS SUADAS MAS NÃO DA LABUTA
MEXE E REMEXE INÚTIL PAPELADA.
MAS NÃO VÊ NÃO ENTENDE NÃO DISCRUTA
POIS NEM SEQUER CONHECE A TABUADA.

INVENTA SE A SI MESMO. É UM ARROTO
DE PURA INCOMPETÊNCIA QUE SE DIZ
FIDALGO CRIATIVO DIRECTOR.

É UM BANDALHO UM ASCO UM MERO ESCROTO
E PARA ALÉM DE SER UM INFELIZ
É CONHECIDO POR JOÃO ESTUPOR

Ary dos Santos

Vão lá admoestar o Adamastor !

Por esses mares, longe da Madeira
longe de Portugal
anseia a minha alma triste,  por alegrias
para que se acabe a lepra se acabe o mal 
e o meu país, tenha, finalmente,  melhores dias
por alimento, o sal e o vosso  fel
perdidos sem astrolábio em nevoeiro profundo
que o oceano trague , engula, o barquinho de papel
e ditem leis e impostos, bem lá no fundo

PS/PSD. livrando os portugueses de " heresias " 
António Garrochinho

O Início da Guerra do Ultramar



Lembram-se do homem que no 25 de Abril não quis colocar o cravo símbolo da nossa liberdade !
Lembram-se do homem que não compareceu no funeral do nosso prémio nobel, José Saramago !
Todas as posições de Cavaco são fascistas, não explica, não sabe, não tem que dar explicações a ninguém!
Não explica as ações do BPN, não explica a casa no Algarve. Remete-nos para o site da PR que nada diz
que clarifique, se foi verdade, se foi mentira, como foi !
Agora aparece este discurso aos combatentes, aos soldados, discurso de branqueamento da guerra colonial onde se falta ao respeito tanto a portugueses como a africanos, onde se chama CAUSA ao morticínio de ambas as partes durante o colonialismo. Cavaco parece Salazar no vídeo acima, TODOS PARA ANGOLA EM FORÇA !

CENTRAIS NUCLEARES ! NÃO OBRIGADO !

Cavaco ameaçou e já cumpre ! este discurso é para a direita mais básica !

O Presidente da República instou hoje os jovens a empenharem-se em “missões e causas essenciais ao futuro do país” com a mesma coragem e determinação com que fizeram os militares que participaram há 50 anos na guerra em África.

“Importa que os jovens deste tempo se empenhem em missões e causas essenciais ao futuro do país com a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do Ultramar”, afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva.

Pois, acrescentou, enquanto portugueses, não haverá “causa maior” do que dedicar o esforço e a iniciativa “ao serviço da nação e dos combates que é necessário continuar a vencer, para promover um futuro mais justo, mais seguro e mais próspero”.

“Juntos continuaremos a afirmar Portugal”, disse Cavaco Silva, numa intervenção na cerimónia de homenagem aos combatentes, por ocasião do 50º aniversário do início da guerra em África, que decorreu no Forte do Bom Sucesso, em Lisboa.

Grande parte do discurso do Presidente da República, que é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, foi dedicada a homenagear àqueles que estiveram envolvidos durante quase 14 anos na guerra do Ultramar, nomeadamente os cerca de nove mil portugueses que aí morreram.

“Para lá da memória, impõe-se o reconhecimento de todos os que, pela sua acção na defesa de Portugal, sofreram no corpo e na alma o preço do dever cumprido. São merecedores do nosso profundo respeito”, sublinhou, saudando também “com especial apreço” os militares de etnia africana que de “forma valorosa” lutaram ao lado dos portugueses.

Por isso, frisou, a cerimónia agora realizada não é de uma homenagem a “uma época, um regime ou a uma guerra”, mas simplesmente “uma homenagem da pátria àqueles que se encontram entre os seus melhores servidores”.

Reconhecendo que os soldados portugueses foram em África “soldados de excepção”, o Presidente da República destacou ainda a forma como venceram depois o desafio de refazer as suas vidas quando regressaram a Portugal, “começando tudo de novo, fazendo apelo ao espírito empreendedor e à capacidade de lutar”.

Cavaco Silva deixou ainda uma nota sobre a forma como se conseguiu abrir caminho para uma “cooperação fraterna e frutuosa” com os “países irmãos” africanos e sobre a “mais valia” da experiência de quem combateu em África e que quem criou condições para que Portugal seja um país “democrático, mais livre, mais solidário e mais aberto ao mundo”.

“O país será mais bem defendido se contar com a mais-valia da vossa experiência e da vossa participação activa, como exemplo e fonte de motivação para os mais jovens que, tendo crescido num ambiente de maior conforto e de paz, enfrentam o futuro num mundo incerto, onde as crises e o conflito não deixam de ser uma constante”, sustentou.

nota = António Garrochinho = Foi a guerra colonial uma CAUSA ! Foi ESSENCIAL !
                                         Os jovens foram obrigados a ir á guerra e os que não desertaram foram presos e até assassinados. Este é um discurso fascista que faz a apologia do antigo ultramar e como tal é uma vergonha.

Sócrates ameaça demitir-se, fala da perca do 13º mês, de despedimentos na função pública, na entrevista á SIC

José Sócrates deixou bem claro ontem à noite, em entrevista ao canal de televisão SIC, quais os caminhos possíveis para Portugal depois da votação na Assembleia da República do novo PEC que o Governo irá apresentar muito em breve perante os deputados.

O primeiro-ministro foi esclarecedor ao afirmar que caso o Parlamento aprove uma moção contra o novo PEC, isso significa a abertura de uma crise política com consequências "terríveis" para Portugal e o necessário caminho para eleições antecipadas.

"Se a Assembleia da República decidir uma moção contra o PEC, isso significa que o país não está em condições de se comprometer internacionalmente, nem o Governo está em condições de se comprometer internacionalmente. Isso significa, do meu ponto de vista, uma crise política", considerou o primeiro-ministro.

Para evitar o que considera ser um desastre nacional, José Sócrates afirmou esperar que "todos os partidos caiam em si", em especial o PSD.

"Compreendo que o PSD se oponha a alguma das medidas e as queira trocar por outras, mas não consigo compreender um partido que diz que não aceita estas medidas e também não quer falar de outras. Isso quer dizer que esse partido quer criar uma crise política sem falar em crise política, não assumindo essa responsabilidade", acusou.

Consequências a nível europeu
Mas José Sócrates deixou ainda outro aviso sobre as consequências de um eventual chumbo do PEC a nível europeu já que, segundo o primeiro-ministro, "ninguém na Europa acredita que Portugal cometa o erro de precipitar uma crise política".

Falando em defesa do PEC que apresentou e também em sua defesa, José Sócrates negou que as medidas sejam um facto consumado e considerou "incompreensível" a reação dos sociais-democratas ao mesmo tempo que mostrou total disponibilidade para “negociar todas as medidas” considerando esta uma “atitude construtiva".

Já em relação às fortes acusações de deslealdade de que foi alvo por parte do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, Sócrates considerou-as "despropositadas" e feitas numa linguagem que “não contribui para a elevação do debate político".

José Sócrates mostrou-se particularmente indignado com Passos Coelho quando este se referiu a que a "peça de teatro" feita pelo Governo tinha chegado ao fim.

"Peça de teatro? É assim que ele classifica os esforços que o Governo está a fazer para ultrapassar a crise financeira", deixou o primeiro-ministro de forma bem interrogativa.

Já sobre o processo que antecedeu a divulgação das medidas do novo PEC, o primeiro-ministro afirmou que houve "equívocos" no que respeita à análise que as missões técnicas da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu fizeram recentemente em relação às contas públicas nacionais.

Para José Sócrates o trabalho feito pelo BCE e a Comissão Europeia em Portugal foi de "uma avaliação" das contas públicas "tal como fizeram em outros países" da União Europeia e que "não houve qualquer negociação já que o que foi anunciado em Bruxelas foram as “nossas ideias" face ao novo PEC.

Sócrates recandidato

Na mesma entrevista José Sócrates deixou ainda bem claro que que voltará a recandidatar-se ao cargo de primeiro-ministro caso haja eleições legislativas antecipadas por força do chumbo do novo PEC na Assembleia da República.

"Concerteza que sim. Eu não sou dos que viram a cara às dificuldades, nem viro a cara à luta. Era o que faltava. Agora, o meu dever é fazer tudo o que está ao meu alcance para que o país não cometa esse erro de entrar em crise política e eleições antecipadas", respondeu.

No entanto, perante um cenário de eleições antecipadas, Sócrates deixou uma garantia pessoal: "Nessas circunstâncias cá estarei para lutar pelo PS porque sou o líder do PS e tenciono recandidatar-me".

PEC muito em breve no Parlamento
Já em relação ao Programa de Estabilidade e Crescimento que o ministro Teixeira dos Santos apresentou na passada sexta-feira, José Sócrates afirmou estar disponível para permitir que partidos o discutam na Assembleia da República antes da próxima cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia a realizar a 24 e 25 deste mês.

"O Governo fará todo o esforço para facultar à Assembleia da República o PEC, do qual só temos linhas de orientação, por forma a que o Parlamento possa discuti-lo antes da próxima cimeira. Estamos muito disponíveis para isso", declarou.