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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Pensava-se assim no tempo do monarca absolutista Luis XIV 1643/1715

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV:


Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar [o contribuinte] já não é possível.Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...

 Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!!  Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
 Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
 Mazarino: Criam-se outros.
 Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
 Colbert: E então os ricos?
 Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
 Colbert: Então como havemos de fazer?
 Mazarino: Colbert! Tu não alcanças suficientemente ao longe! Há uma
quantidade enorme de gente entre os ricos e os pobres:  os que
trabalham, sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a
esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais!

Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para
compensarem o que lhes tirámos. É um reservatório inesgotável

DCI BLAST! - Bolero de Ravel



O bolero de Ravel esteve no esquecimento do mundo durante muitos anos. Hoje é uma das músicas mais famosas do planeta que tem abraçado várias gerações e servido de banda sonora a filmes famosos.
Há quem considere este bolero um hino á sensualidade e ao erotismo !

Guernica 3D



Espectacular vídeo da famosa pintura de Picasso em 3 D
Guernica cidade mártir dos bombardeamentos fascistas na guerra civil.

Embarcações de portugal. A partir de hoje no Desenvolturas e Desacatos.

Galeões do sal - embarcações do rio Sado.
foto. Quim O Trovador

Sendo o galeão uma embarcação andeja e bolineira, de linhas finas, com boas entradas e saídas de água, compreende- se a cobiça de alguns estrangeiros para a sua transformação em embarcações de recreio, dando-lhe assim uma nova utilização.
Hoje, a maioria dos galeões encontra -se em águas nacionais em boas mãos, que de forma decidida, se entregam à conservação deste nosso valioso património náutico. Esse exemplo tem sido dado por algumas autarquias, principalmente as do Sado e também a Cmara Municipal de Cascais, actual proprietária do “Estou Para Ver”.

Na história de Portugal
ainda há muito para contar
hoje os galeões do sal
dos nossos rios, do nosso mar !

António Garrochinho.
26 Fevereiro 2011