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sábado, 18 de dezembro de 2010

O Glorioso !

Eficácia argentina do Benfica derrota Rio Ave

Saviola celebra golo ao Rio Ave: Lusa
Sálvio durante Benfica-Rio Ave: Lusa
Sálvio (SLB) e Tiago Pinto (R.Ave): Lusa
Roberto (SLB) agradece aos adeptos: Lusa
Jorge Jesus gesticular durante SLB-R.Ave: Lusa
João Tomás (R.Ave) celebra golo na Luz: Lusa
Gaspar (R.Ave) e Javi Garcia (SLB): Lusa
Carlos Brito questiona decisão do árbitro: Lusa
Aimar e David Luiz festejam (SLB-R.Ave): Lusa
Aimar (SLB) marca golo ao Rio Ave: Lusa
fonte: Lusa
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Saviola celebra golo ao Rio Ave: Lusa
Sálvio durante Benfica-Rio Ave: Lusa
Sálvio (SLB) e Tiago Pinto (R.Ave): Lusa
Roberto (SLB) agradece aos adeptos: Lusa
Jorge Jesus gesticular durante SLB-R.Ave: Lusa
João Tomás (R.Ave) celebra golo na Luz: Lusa
Gaspar (R.Ave) e Javi Garcia (SLB): Lusa
Carlos Brito questiona decisão do árbitro: Lusa
Aimar e David Luiz festejam (SLB-R.Ave): Lusa
Aimar (SLB) marca golo ao Rio Ave: Lusa
I Liga
18 de Dezembro de 2010, às 19:36
O Benfica venceu o Rio Ave por 5-2, em jogo da 14ª jornada da Liga de futebol, no qual só sentiu algumas dificuldades quando resolveu “tirar o pé do acelerador” e permitir ao adversário ser atrevido em termos ofensivos.
Tal como fez durante a época passada, o campeão nacional entrou a impor um ritmo muito forte, que se traduziu em dois golos em apenas oito minutos, os quais pareciam suficientes para resolver a partida.
Sem tirar mérito à entrada contundente do Benfica, cuja pressão a defesa do Rio Ave se revelou incapaz de contrariar, a verdade é que esta demorou uma eternidade a encaixar na dinâmica ofensiva dos encarnados.
O problema do Rio Ave residiu na movimentação de Aimar entre os pivots defensivos Bruno China e Wires e a defesa vilacondense, com uma marcação à zona deficiente. Cada vez que Aimar ensaiava uma diagonal, explorando os espaços entre os centrais e os laterais, o Benfica roçava o golo.
O treinador do Benfica, Jorge Jesus, apostou numa linha atacante com quatro homens, assumindo Salvio e Gaitán como extremos, o que obrigou os laterais do Rio Ave a abriram para encostarem na dupla argentina, abrindo espaços de penetração que o Benfica soube aproveitar.
Aos 08 minutos já os encarnados venciam por 2-0, através de golos de Aimar (05) e Saviola (08), face a uma defesa do Rio Ave “dura de rins” e uma linha médio muito rígida do ponto de vista tático. E só não eram 3-0 porque aos 07 Saviola, em posição de fora de jogo, resolveu tocar na bola cabeceada por Salvio que ia entrar na baliza de Paulo Santos.
Com tamanhas facilidades, o Benfica foi relaxando e baixando o ritmo, o que foi aproveitado pelo Rio Ave para ter mais posse de bola e desenvolver jogadas em transições ofensivas que começaram a incomodar a defesa encarnada.
O Rio Ave reentrou na discussão do jogo à beira do intervalo, quando João Tomás reduziu para 2-1, numa transição rápida que apanhou a defesa lisboeta descompensada pela subida de Fábio Coentrão.
Na segunda parte, sentindo o perigo, o Benfica voltou a assumir as rédeas do jogo e a impor mais intensidade, com expressão imediata no terceiro golo, marcado aos 52 minutos por Saviola, a culminar uma aceleração de Salvio que deixou toda a defesa do Rio Ave batida.
Cinco minutos depois, Roberto evitou o 3-2, ao suster um remate à “queima-roupa” de João Tomás, ao segundo poste, lance esse que significou o “canto do cisne” dos vila-condenses.
Aos 62 minutos, Gaitán “explodiu” no flanco esquerdo, passou por Zé Gomes como quis e cruzou para o segundo poste, onde Salvio assinou o quarto golo.
João Tomás fez o seu segundo golo aos 71 minutos, numa grande penalidade muito discutível, mas Salvio bisou aos 74 para o 5-2, a culminar um jogo que o Benfica venceu como e quando quis, perante um Rio Ave com muitas deficiências defensivas e algumas virtudes ofensivas.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
 OS SUCESSIVOS GOVERNOS PSD - CDS - PS, NADA TÊM FEITO PARA ACABAR COM A POBREZA EM PORTUGAL.
É SO PROMESSAS ELEITORAIS PARA ENGANAR O POVO NA ESPERANÇA DE DIAS MELHORES, VEJA-SE O ESTADO DO PAÍS !
CORRUPÇÃO - LUCROS EXORBITANTES - DESEMPREGO - INJUSTIÇAS SOCIAIS.

os portugueses não acreditam na ascensão social - quem nasce pobre, pobre morrerá !

Os portugueses parecem acreditar pouco na ascensão social. Quando questionados sobre quais as razões por que as pessoas são pobres, o facto de se crescer numa família com necessidades e de não se ter recebido apoio dos familiares e amigos nas alturas certas é a principal explicação avançada. Uma percepção que diverge da média da União Europeia (UE), que aponta antes para a falta de qualificações como o principal motivo da pobreza.

No Eurobarómetro sobre a pobreza e a exclusão social, ontem divulgado, Portugal surge quase sempre no grupo de países mais pessimistas e que sentem mais dificuldades. Sobre as razões da pobreza o desemprego é o motivo que os portugueses mais apontam para explicar as crescentes dificuldades com que os cidadãos se debatem no país, um problema que consideram ter-se agravado desde o último inquérito, feito em 2009. O baixo crescimento económico também explica muita coisa mas para os portugueses, ter-se nascido numa família de baixos recursos revela-se uma fatalidade, algo em que também os romenos, gregos e cipriotas acreditam piamente.

A divergência de opiniões entre os europeus em relação à pobreza começa na própria definição do problema, intrinsecamente ligada às condições de vida de cada nação. Enquanto os países do Norte consideram que os pobres são aqueles cujos recursos não lhes permitem participar em pleno na sociedade em que vivem, os portugueses, acompanhados pelos irlandeses e italianos, são mais pragmáticos: é não se poder comprar bens básicos.

A par dos novos membros da UE, os portugueses são aqueles que mais defendem que a pobreza no seu país está disseminada. Porém, comparando os resultados com 2009, já não são tantos os que têm esta opinião: eram 88 por cento no ano passado contra 86 por cento em 2010. Mas 91 por cento consideram que este é um drama que tem vindo a aumentar. E o optimismo está pelas ruas da amargura. São poucos os portugueses (41 por cento) que acham que o futuro vai ser melhor. Só os franceses e os gregos são ainda mais pessimistas, em contraponto aos 90 por cento de suecos que acham que os próximos tempos só podem ser melhores. E de 2009 para 2010, o pessimismo ganhou terreno em Portugal: mais 11 por cento dos inquiridos perderam a esperança.

Para os ajudar nas dificuldades, os portugueses dão nota de confiança máxima às organizações não governamentais e às instituições religiosas. A nota mínima vai para o Governo, embora seja a este que cabe, asseguram, criar os meios para combater o problema, gerando mais emprego.