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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

JORNAIS VELHOS TRANSFORMAM-SE EM BELAS ESCULTURAS

Conheça as Belas Esculturas Feitas Com Jornal de Chie Hitosuyama!

Hitosuyama é uma jovem artista e escultora japonesa muito paciente e incrivelmente talentosa, que transforma simples folhas de jornais em arte. 


Este trabalho é tão raro de ver, que estas imagens merecem ser compartilhadas. 



 
 
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Os jornais são parte da leitura diária de muitas pessoas. No entanto, para Chie Hitotsuyama, eles oferecem um pouco mais.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

Esta artista japonesa, como você pode ver aqui, não está particularmente interessada no conteúdo de notícias diárias...
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

 
Em vez disso, Chie molda e esculpe as notícias e as transforma maravilhosamente em animais realistas.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

Ela usa jornais umedecidos para fazer seus projetos, torcendo-os e entrelaçando entre si.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

Todo o trabalho é feito somente com a mão. Ela de alguma forma consegue fazer uso da coloração do papel, para adicionar profundidade e vida à seus projetos.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

É maravilhoso ver algo que a maioria de nós jogamos no lixo, transformado em macacos engraçados, lagartos espertos, e rinocerontes dorminhocos.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama



É uma excelente maneira de transformar más notícias em algo mais positivo.
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

É incrível pensar que a artista utiliza apenas jornal...
Obras primas com jornal de Chie Hitosuyama

Bônus: Assista esse vídeo da artista Chie Hitosuyama em seu workshop.

VÍDEO

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Gerard Brion é um artista francês que ama tanto a capital de seu país que dedicou muito tempo e energia para recriar Paris em uma miniatura que pode ser considerada uma das mais bem detalhadas e perfeitas utilizando diferentes materiais.

 Você vai se apaixonar por etse trabalho tão bem feito que representa diversas partes desta bela cidade, como lagos, monumentos, prédios, pontes e rios. Paris é sempre maravilhosa, até mesmo em miniatura. Confira!

 
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miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris

miniatura de paris


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Os Magníficos Entalhes de Dongyang


Com origens que remontam à Dinastia Tang (por volta do ano 700), a arte chinesa de esculpir em madeira, praticada na região deDongyang, é considerada por muitos como uma das formas mais elegantes de entalhes em relevo do mundo. O ofício ainda é praticado em algumas oficinas na região, onde aparecem ornamentando objetos do quotidiano, tais como estojos, armários, cadeiras, escrivaninhas e mesas.
A manifestação mais grandiosa das delicadas e complexas esculturas em madeira de Dongyang pode ser vista e admirada em enormes painéis que são exibidos como obras de arte, como os que você verá a seguir.  
entalhes

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Leifeng Pagoda / Foto por cortesia de Michael Lai

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VÍDEO - Emocionante: o dueto de Susan Boyle e Elvis Presley!




Graças à tecnologia, podemos nos emocionar com um dueto 
até então impensável. Confira a cantora Susan Boyle, que 
emocion.. 


VÍDEO

Raros retratos do Século 20 da chegada de Imigrantes nas Ilhas Ellis, nos EUA


Não é nenhum segredo que os Estados Unidos são um país construído sobre a imigração, no entanto, eu nunca imaginei a diversidade de pessoas que chegaram neste país através da estação de imigração das ilhas Ellis, em Nova York, durante a primeira parte do século 20!
Este lugar recebeu mais de 12 milhões de pessoas entre 1892 e 1954. O ano mais movimentado foi 1907, onde mais de 1 milhão de imigrantes, entre 3 mil e 5 mil por dia, chegaram neste país.
Os imigrantes vieram na maior parte da Europa e regiões próximas, e a maioria entraram nos Estados Unidos após apenas algumas horas do questionamento. Alguns, no entanto, foram detidos por períodos mais longos.
Foi durante esse período de detenção que Augustus Francis Sherman, chefe de registro das ilhas Ellis, passou seu tempo persuadindo os recém-chegados a vestir suas melhores roupas ou trajes nacionais e ser fotografados por ele.
Suas fotografias, que simplesmente tinham o lugar de origem do seu tema como legenda, foram publicadas pela primeira vez na National Geographic em 1907.
Uma estatística incrível é que quase 100 milhões de pessoas, de um total de 322 milhões, nos Estados Unidos podem rastrear sua ascendência através dessa estação de imigração das ilhas Ellis. Dê uma olhada nesses belos retratos:
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Uma mulher das ilhas Guadalupe fotografada em 1911.
Raros retratos do início do século 20 da chegada de pessoas a ilha Ellis

Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À Esquerda: uma mulher finlandesa (1910). À Direita: um padre ortodoxo grego (1910)
Raros retratos do início do século 20 da chegada de pessoas a ilha Ellis

Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À Esquerda: homens russos (1906). À Direita: mulheres holandesas (1910)
Raros retratos do início do século 20 da chegada de pessoas a ilha Ellis

Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Três meninos escoceses fotografados em 1910.
Raros retratos do início do século 20 da chegada de pessoas a ilha Ellis

Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Uma mulher holandesa fotografada em 1910.
Raros retratos do início do século 20 da chegada de pessoas a ilha Ellis

Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: uma senhora eslovaca e suas crianças (1910). À direita: crianças da Lapônia (região da Finlândia) (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: um soldado albanês (1910). À direita: Uma mulher italiana (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Uma moça da Alsácia-Lorena, parte do Império Alemão (1906).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Um homem bávaro (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: uma mulher ucraniana (1906). À direita: Um homem argelino (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: um tocador de flauta romeno (1910). À direita: Uma mulher italiana (1906).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Um passageiro clandestino alemão fotografado em 1911.


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: crianças holandesas (1910). À direita: dois tocadores de flauta de origem desconhecida (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library

À esquerda: Um homem turco (1912). À direita: Uma família cigana (1910).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
À esquerda: Um menino hindu da Índia (1911). À direita: Um pastor romeno (1906).


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library
Uma menina da província de Dalarna, na Suécia, 1910.


Imagem: Augustus Francis Sherman/New York Public Library

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