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terça-feira, 16 de outubro de 2018

VAI À MERDA JOÃO ! VAI À MERDA !





João Luís Alves César das Neves é um economista, catedrático e professor universitário português. É casado e pai de quatro filhos.
Wikipédia
Nascimento: 1957, Lisboa


VAI À MERDA, JOÃO! VAI À MERDA! -
POR CARLOS PAZ,
PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NO ISEG.

Carta Aberta ao MENTECAPTO (João César das Neves)

Meu Caro João,
Ouvi-te brevemente nos noticiários da TSF no fim-de-semana e não acreditei no que estava a ouvir.
Confesso que pensei que fossem "excertos", fora de contexto, de alguém a tentar destruir o (pouco) prestígio de Economista (que ainda te resta).
Mas depois tive a enorme surpresa: fui ler, no Diário de Notícias a tua entrevista (ou deverei dizer: o arrazoado de DISPARATES que resolveste vomitar para os microfones de quem teve a suprema paciência de te ouvir). E, afinal, disseste mesmo aquilo que disseste, CONVICTO
e em contexto.
Tu não fazes a menor ideia do que é a vida fora da redoma protegida em que vives:
Não sabes o que é ser pobre;
Não sabes o que é ter fome;
Não sabes o que é ter a certeza de não ter um futuro.
Pior que isso, João, não sabes, NEM QUERES SABER!

Limitas-te a vomitar ódio sobre TODOS aqueles que não pertencem ao teu meio. Sobes aquele teu tom de voz nasalado (aqui para nós que ninguém nos ouve: um bocado amaricado) para despejares a tua IGNORÂNCIA arvorada em ciência.

Que de Economia NADA sabes, isso já tinha sido provado ao longo dos MUITOS anos em que foste assessor do teu amigo Aníbal e o ajudaste a tomar as BRILHANTES decisões de DESTRUÍR o Aparelho Produtivo Nacional
(Indústria, Agricultura e Pescas).

És tu (com ele) um dos PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS de sermos um País SEM FUTURO.

De Economia NADA sabes e, pelos vistos, da VIDA REAL, sabes ainda MENOS!

João, disseste coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: "A MAIOR PARTE dos Pensionistas estão a fingir que são Pobres!"

Estarás tu bom da cabeça, João?

Mais de 85% das Pensões pagas em Portugal são INFERIORES a 500 Euros por mês (bem sei que algumas delas são cumulativas - pessoas que recebem mais que uma "pensão" - , mas também sei que, mesmo assim, 65%
dos Pensionistas recebe MENOS de 500 Euros por mês).

Pior, João, TU TAMBÉM sabes. E, mesmo assim, tens a LATA de dizer que a MAIORIA está a FINGIR que é Pobre?

Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste mais coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo:
"Subir o salário mínimo é ESTRAGAR a vida aos Pobres!"

Estarás tu bom da cabeça, João?

Na tua opinião, "obrigar os empregadores a pagar um salário maior" (as palavras são exactamente as tuas) estraga a vida aos desempregados não qualificados. 

O teu raciocínio: se o empregador tiver de pagar 500 euros por mês em vez de 485, prefere contratar um Licenciado (quiçá um
Mestre ou um Doutor) do que um iletrado. Isto é um ABSURDO tão grandeque nem é possível comentar!

Estarás tu bom da cabeça, João?

João, disseste outras coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: "Ainda não se pediram sacrifícios aos Portugueses!"

Estarás tu bom da cabeça, João?

Ainda não se pediram sacrifícios?!?
Em que País vives tu, João?
Um milhão de desempregados;
Mais de 10 mil a partirem TODOS os meses para o Estrangeiro;
Empresas a falirem TODOS os dias;
Casas entregues aos Bancos TODOS os dias;
Famílias a racionarem a comida, os cuidados de saúde, as despesas escolares e, mesmo assim, a ACUMULAREM dívidas a TODA a espécie de Fornecedores.

Em que País vives tu, João?

Estarás tu bom da cabeça, João?

Mas, João, a meio da famosa entrevista, deixaste cair a máscara:
"Vamos ter de REDUZIR Salários!"
Pronto!
Assim dá para perceber. Foi só para isso que lá foste despejar os DISPARATES todos que despejaste.
Tinhas de TRANSMITIR O RECADO daqueles que TE PAGAM: "há que reduzir os salários!".

Afinal estás bom da cabeça, João.

Disseste TUDO aquilo perfeitamente pensado.

Cumpriste aquilo para que te pagam os teus amigos da Opus Dei (a que pertences), dos Bancos (que assessoras), das Grandes Corporações (que te pagam Consultorias).

Foste lá para transmitir o recado: "há que reduzir salários!".
Assim já se percebe a figura de mentecapto a que te prestaste.

E, assim, já mereces uma resposta:

Vai à MERDA, João!
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Carlos Paz

VENDAS NOVAS - JOVENS ABREM URNAS DE ANTIGOS MILITARES E DIVULGAM VÍDEO NA INTERNET




Um grupo de jovens invadiu o cemitério de Vendas Novas e abriu urnas. Os restos mortais pertencem a antigos soldados do município.

VÍDEO






www.jn.pt

PÃO PÃO QUEIJO QUEIJO



HÁ POBRES QUE SÃO FASCISTAS, OU PELO MENOS DEFENDEM O FASCISMO MESMO DELE SENDO VÍTIMAS,

HÁ NEGROS QUE SÃO RACISTAS TAIS COMO OS BRANCOS E POSTO ISTO O QUE IMPORTA É ESTUDAR, É TRANSFORMAR, CORTAR PELA RAÍZ O QUE LEVA O SER HUMANO A SER ASSIM, A ENTRAR NESTAS CONTRADIÇÕES E NA DEFESA E PRÁTICA DE TAIS CONDUTAS.

O MAL ESTÁ NO CAPITALISMO, NA SOCIEDADE REVOLTADA E IGNORANTE QUE O CAPITALISMO CRIA.

O CAPITALISMO E OS SEUS TENTÁCULOS INSTALA-SE E SUFOCA OS MENOS POLITIZADOS, OS MENOS APTOS NA LEITURA, OS QUE DESPREZAM A INSTRUÇÃO E A CULTURA.

O MAL, A CONFUSÃO, O ÓDIO QUE SE INSTALA NA CABEÇA DAS PESSOAS TEM RAÍZ NAS ESCOLAS POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, TEM RAÍZ NA INFORMAÇÃO, NA RELIGIÃO, E O INDIVÍDUO TORNA-SE UM CAOS, UM LOUCO, QUE PARA SOBREVIVER ESPEZINHA, MALTRATA E É CAPAZ DE MATAR O SEU SEMELHANTE.

O HOMEM E A MULHER NÃO NASCEM FASCISTAS, RACISTAS, A SOCIEDADE, A POLÍTICA DO CAPITALISMO INVESTE E PROMOVE AS DIFERENÇAS, OS INSTRUMENTOS GOVERNATIVOS E DE "ENSINO" FALHAM E CRIAM OS MONSTROS.


António Garrochinho

Tancos: as três (i)responsabilidades - Fernando de Melo Gomes


www.publico.pt


Fernando de Melo Gomes


Resolvi vir hoje à praça pública, porque me parece que o escrutínio dos factos, relacionados com o descaminho e posterior achamento de material militar de Tancos, tem escondido questões essenciais e conduzido inequivocamente a opinião pública para um cenário imediatista, em que as Forças Armadas e o Exército, em particular, serão os únicos responsabilizáveis pelo acontecido.


Antes de mais, convirá notar que as Forças Armadas são um elemento estruturante do Estado. Foram elas que fundaram o Estado de direito, são elas o garante último da vivência democrática e da soberania e independência que nos resta no quadro das interdependências que os portugueses livremente sufragaram. São elas que contribuem decisivamente para que Portugal tenha um protagonismo internacional incomensuravelmente superior à sua expressão económica e financeira. São elas que formaram Portugal ao longo da sua história de quase nove séculos.


Tentando ser claro que, como se diz, “é para militar perceber” e para político entender, acrescento eu, julgo que nos acontecimentos de Tancos existem, pelo menos, três níveis de responsabilidades: uma responsabilidade militar, uma responsabilidade jurídica-investigativa e uma responsabilidade política.


Senão vejamos: é irrecusável que a responsabilidade militar reside na inadequada salvaguardada e segurança do material militar à sua guarda. São coisas que por muitas razões que possam ser invocadas não podem acontecer!


Incúria, desleixo e até azar não se podem admitir e foram, mau grado algumas incoerências, objeto de sanção disciplinar no estrito âmbito do que hoje é regulamentarmente permitido.


Apesar de tudo... o material apareceu... o que ainda não aconteceu com as 50 pistolas Glock à guarda de uma força de segurança que, misteriosamente, também desapareceram... Maus sinais para as instituições e para os portugueses!


Relativamente à responsabilidade jurídico-investigativa, conquanto seja muito grave e inaceitável a presumível encenação associada ao achamento do material desaparecido, não me passando pela cabeça que possa alguma vez ter existido fora do âmbito da Policia Judiciária Militar idêntica prática, considero igualmente graves e intoleráveis as fugas sucessivas de informação, em já habitual desrespeito pelo segredo de justiça, que facultaram seu conhecimento público, bem como as detenções com reportagem televisiva em direto. É que os julgamentos são inadvertidamente feitos, também de imediato, pela opinião pública e a presunção de inocência logo se transforma em certeza de culpabilidade!


Adicionalmente, quero apenas sublinhar, ainda que superficialmente, as alterações que se vêm verificando no foro militar (Código de Justiça e Regulamento de Disciplina) com a sua aproximação ao civil, limitando a prontidão e liberdade de atuação das chefias e tornando, muitas vezes, inoperante a sua ação.


É que a base da vivência militar é constituída pela hierarquia, pela competência, pela coesão e pela disciplina e o julgamento de todas as ações e atitudes não se compadece com demoras. 

A base de tudo é a confiança mútua. 

Sem ela não é possível nem mandar nem obedecer. Hoje não existe na liderança política e também no ativo das Forças Armadas quem tivesse vivido os tempos difíceis da ditadura, da guerra, da implantação do regime e consolidação democrática, mas nunca será tarde, antes que seja tarde de mais, para pelo menos ouvir e corrigir o que deve ser corrigido. 

Para que a democracia prevaleça é necessário distinguir e até restringir, adequadamente, os direitos de uns, para que todos os outros os possam exercer em pleno.


Passemos então à terceira das responsabilidades — a política. Nos sistemas democráticos, por norma, o poder rege-se por ações que lhe proporcionam vantagens de caráter imediatista, sabendo que a opinião pública, de que depende, só se mobiliza verdadeiramente quando a insegurança lhe bate à porta.


Os riscos e ameaças que de facto põem em causa Portugal como o entendemos, a Europa onde estamos e a democracia que vivemos, não são ou não parecem ser preocupações de maior, não merecendo uma ação estrutural do Estado.


Vamos aos factos: desde que foi instaurado o regime democrático, têm vindo a verificar--se sucessivas reformas das estruturas, do enquadramento legal e reduções de recursos nas Forças Armadas sem paralelo em nenhuma outra instituição do Estado. Por exemplo, os efetivos de hoje materializam uma redução de mais de 60% em duas décadas e os menos de 27.000 que existem não preenchem sequer as necessidades do sistema de forças aprovado.


Quanto aos recursos financeiros, pelo menos há 15 anos que o seu nível (cerca de dez vezes inferior aos apoios dados ao sistema bancário) se mantém em termos nominais, o que significa, em termos reais, uma substancial redução de aproximadamente 20%.


O desinvestimento nas Forças Armadas traduz-se numa logística deficientíssima, em condições de operação marginais, condições de vida desmotivadoras e na impossibilidade de recrutar com suficiência por ausência de voluntários.


Esta situação é insustentável e incompatível com umas Forças Armadas eficientes ou eficazes. Serão capazes de operar sustentadamente e bem em operações de baixa intensidade, mas não poderão fazer (o grau varia de ramo para ramo) aquilo que verdadeiramente lhes compete, ou seja, atuar em níveis superiores de conflitualidade.


Mas, tão ou mais grave do que o desinvestimento material é, em minha opinião, o que de há muitos anos se vem passando no desinvestimento ético. 

Esse desinvestimento é feito pelos exemplos degradantes no comportamento cívico de certa elite económica, financeira e política que se transmite à instituição militar e também nas correspondentes alterações dos regimes legislativos, seja nas vertentes da justiça e de disciplina, seja no âmbito estatutário, não reconhecendo, por exemplo, de forma adequada a especificidade da condição militar, a que acresce a enorme degradação dos apoios à saúde e proteção social.


Às chefias tem sido retirado sucessivamente poder de decisão financeira, operacional e disciplinar, o que se traduz numa diluição da ação de comando de consequências graves e que são hoje publicamente indisfarçáveis numa instituição de fundamento hierárquico. Se olharmos para evolução das contas do Estado, os objetivos e as estratégias políticas são evidentes; as funções de soberania não são e não têm sido prioritárias.


Assim, o “caso de Tancos” é apenas o afloramento de uma grave crise da instituição militar que, a par de outras funções soberanas do Estado, vem de há muitos anos e tarda em ser resolvida ou mesmo atenuada. Só por hipocrisia, ou esgrima de baixa política, se podem assacar responsabilidades unicamente ao poder atual a não ser as de tardar em reverter a situação. 

Contudo, o que tem de acontecer acontecerá e na pior altura... mas a questão é muito mais grave, muito mais antiga e toca os fundamentos do Estado de direito. Sobretudo, não se tente usar ou imiscuir as Forças Armadas no combate político. 

Nós, os mais velhos, já assistimos a isso e às suas consequências e cá estamos, pelo menos, para o dizer!



O autor escreve segundo o novo acordo ortográfico

VITÓRIAS QUE FORAM DERROTAS


Uma vitória pírrica é quando o lado vencedor, ainda que obtenha seu objetivo imediato, sofre tantas perdas que termina arruinado. A seguir, a começar pela que deu o nome ao termo, as maiores vitórias que, no fim das contas, foram derrotas.

 

Batalha de Ásculo 

Wikimedia Commons
➽ Quando: 279 a.C.
➽ Quando: gregos e aliados / italianos x romanosDurante a Guerra Pírrica, os romanos lutaram contra o exército grego do Epiro, sob o comando do rei Pirro. O plano dele era vencêlos e fazer com que os italianos – sob o domínio dos romanos – passassem para o seu lado. Pirro esmagou as tropas romanas, mas, ao mesmo tempo, perdeu muitos comandantes e oficiais que havia levado para a Itália. Os romanos, que perderam mais, puderam repor suas baixas, mas não os epirenses. Pirro perdeu, Roma começou a se tornar uma potência, e daí vem a expressão “vitória pírrica”.

 Batalha de Avarair 

Wikimedia Commons
➽ Quando: 26 de maio de 451
➽ Quem: rebeldes armênios x Império Sassânida
De um lado, as tropas rebeldes armênias lideradas por Bardanes II Mamicônio e, do outro, os exércitos sassânidas da planície de Avarair. Os persas sassânidas pretendiam converter e impor o rito do sol e do fogo (do zoroastrismo) aos armênios, que se recusaram a abandonar a sua fé. Os sassânidas foram vitoriosos, mas os cristãos só ganharam mártires, lutando ainda mais motivados. Em 484, o Tratado de Nvarsak deu aos armênios o direito de manter sua fé.

 Batalha de Lützen 

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➽ Quando: novembro de 1632
➽ Quem: Império Sueco x Sacro / Império Romano-Germânico
Travada nas proximidades do povoado alemão de Lützen, envolveu tropas protestantes (maioria de suecos) e católicas (maioria de romano-germânicos). Os suecos estavam sob a liderança do general Gustavo Adolfo II, que usou de sua superioridade em armas e tática para adquirir vantagem – e conseguiu. Mas não viveu para ver. Desatento por causa das más condições climáticas, acabou baleado pelos inimigos. Sem seu líder, os protestantes desistiram da guerra e os católicos mantiveram seu poder.

 Batalha de Malplaquet

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➽ Quando: 11 de setembro de 1709.
➽ Quem: Monarquia Habsburgo, Províncias Unidas, Grã-Bretanha e o Reino de Prússia x Bourbons da França e Espanha. 
A aliança holandesa-britânica, sob a liderança do duque John Churchill de Marlborough, era composta de 100 mil soldados. Os franceses, liderados pelo general Claude de Villars, contavam com cerca de 90 mil homens. Na batalha mais sangrenta do século 18, os britânicos venceram, perdendo 20 mil homens, duas vezes mais que os franceses, que se retiraram de forma organizada.

 Batalha de Bunker Hill

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➽ Quando: 17 de junho de 1775
➽ Quem: milícias dos Estados Unidos do movimento próindependência x Exército britânico
Foi travada no início da Guerra Revolucionária Americana, durante o Cerco de Boston. Os líderes revolucionários dos EUA descobriram o plano dos britânicos de levar as tropas até as colinas ao redor de Boston – com isso teriam controle sobre o porto da cidade. Os milicianos cercaram a colina de Bunker Hill e foram atacados pelos britânicos. Apesar da vitória do Reino Unido, houve mil mortes, enquanto os americanos perderam 450 homens.

 Batalha de Borodino 

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➽ Quando: 7 de setembro de 1812
➽ Quem: França x Império Russo
Sob a liderança de Napoleão Bonaparte, o objetivo dos franceses era capturar Moscou, forçando os russos a se renderem. Após a vitória em Borodino, em 14 de setembro, a cidade estava sob seu controle. A batalha havia custado 35 mil vidas. Do lado russo, apesar das perdas elevadas – 40 mil mortos –, as tropas foram rapidamente substituídas. Na primeira noitede Napoleão em Moscou, a cidade foi incendiada. Ao final, os franceses tiveram de abandoná-la e recuar pela Rússia no inverno. Uma catástrofe.



Batalha das Termópilas 

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➽ Quando: Agosto ou setembro de 480 a.C.
➽ QuemCidades-estado gregas x Império Persa
Com o objetivo de conquistar a Grécia, cerca de 300 mil guerreiros do Exército persa, liderados pelo rei Xerxes, bateram de frente com 7 mil soldados gregos em Termópilas (300 dos quais, os famosos espartanos). Por três dias, os gregos conseguiram impedir o avanço persa, até serem traídos. Apesar de aprisionar e matar quase todos, a resistência motivou os gregos. Xerxes perdeu mais de 20 mil, vários deles entre seus melhores. A Grécia venceria.

 Ataque a Pearl Harbor 

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➽ Quando: 7 de dezembro de 1941
➽ Quem: Estados Unidos x Japão
O ataque-surpresa tinha como finalidade paralisar a Frota do Pacífico, de forma que os EUA não pudessem reagir às conquistas japonesas de territórios sob controle americano, como as Filipinas. Cometeram três erros: 1) a estrutura industrial foi ignorada; 2) o ataque veio antes da declaração de guerra (por acidente); o que levou a 3) a opinião pública dos EUA, até então contra a guerra, mudou furiosamente de lado. O Japão sentiria a vingança literalmente na pele em Hiroshima e Nagasaki.

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