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terça-feira, 23 de maio de 2017

A PONTE INTERNACIONAL MAIS CURTA DO MUNDO FICA ENTRE PORTUGAL E ESPANHA E TEM TRÊS METROS

A ponte do Marco provavelmente não é o que você imagina quando pensa em uma ponte internacional. Mede só 3,2 metros de longo e 1,45 metros de largura. Apesar de seu tamanho, esta ponte é um ponto de referência importante, já que liga Espanha e Portugal. Localizada de um lado no distrito do Marco em Badajoz, Espanha, e de outro lado em Arronches, no Alentejo português, é a ponte internacional mais curta do mundo. Os países estão separados pelo rio Abrilongo. Em ambos os lados há marcos que indicam ao viajante se está em Espanha ou em Portugal.

A ponte internacional mais curta do mundo fica entre Espanha e Portugal e mede 3 metros
A história da ponte é curiosa. Por exemplo, ainda que seja considerada uma ponte pequena, seu tamanho atual é resultado de uma ampliação. Nos anos 90, a ponte consistia em apenas algumas tábuas de madeira. Posteriormente, acrescentaram unas chapas metálicas e um corrimão para torná-la mais segura.
A ponte internacional mais curta do mundo fica entre Espanha e Portugal e mede 3 metros
Ademais, antes que Portugal e Espanha entrassem à União Européia, a ponte do Marco também foi um foco de transações ilegais. Os contrabandistas costumavam usar a ponte para passar suas mercadorias -as autoridades de ambos países convenientemente sempre olhavam a outro lado-. Os comerciantes da zona também vinham vender suas mercadorias na ponte. Na parte portuguesa vendiam café e toalhas, enquanto na parte espanhola vendiam louça, vinho e facas.
A ponte internacional mais curta do mundo fica entre Espanha e Portugal e mede 3 metros
A atividade ilegal cessou quando assinaram o Acordo de Schengen, que eliminou as fronteiras entre os países membros da União Europeia. A ponte atual foi construída em 2008 com fundos proporcionados pela UE.

Se quiser experimentar o que se sente cruzar entre dois países em segundos, você deve visitar a ponte. Por desgraça (ou por sorte), e diferente de muitas pontes no mundo, não pode ser atravessada de carro.
Fonte: Atlas Obscura.


www.mdig.com.br

O RITMO VIVO DE ÁFRICA LIGADO AO TRABALHO



VÍDEO

TODAS AS MÃES

TODAS MÃES
O momento foi breve, mas foi um compêndio de compaixão rácica e de absoluta ineficácia sentimental planetária.
Uma jornalista da BBC entrevista, ao telefone, a mãe de uma menina manchesteriana, de 15 anos apenas, desaparecida no ataque nauseabundo de ontem. O seu desespero interior será incalculável por outro ser humano, pois só ela pode avaliar aquele sentir específico.
Sem alardes, como fazem os canais lusos, aqueles minutos foram de uma dureza terrível, o clima era irrespirável e a jornalista fez questão de realçar, para o mundo, o sofrimento inaudito (reforço eu de novo) daquela mulher inglesa no limite da dor.
Logo a minha solidariedade se prolongou a outros territórios da Humanidade, onde milhares de outras mães desesperam e sofrem a perda das suas crias, tantas vezes esfaceladas, desconstruídas, selvaticamente trucidadas. Lembrei-me delas no Iémen, no Afeganistão, na Nigéria, na Síria, “hélas”…
Com fastio, nesses casos, a BBC dá nota monocórdica de uns tantos(as) que morreram em luta contra a “liberdade”, contra os desígnios do “bem” e do Ocidente.

Guilherme Antunes (facebook)

VEJAM ESTA RESPOSTA A UMA PUBLICAÇÃO DO MEU AMIGO VICTOR ROSA


Após o atentado de Manchester. Pensar em voz alta, tão friamente quanto possível, quando nada mais há a dizer a não ser perguntar: Porquê?


Após o atentado de Manchester. Pensar em voz alta, tão friamente quanto possível, quando nada mais há a dizer a não ser perguntar: Porquê?
Não há bombistas suicidas a título individual. Há organizações e objectivos políticos e económicos por detrás de cada colete de bombas e de cada transportador.
A coincidência da visita de Trump à Arábia Saudita e a Israel, pontas de lança dos Estados Unidos no Médio Oriente, com o atentado ajuda a perceber o sarilho em que a Europa está metida.
A tríplice aliança dos Estados Unidos com a Arábia e Israel é a primeira responsável pelo caos criado no Médio Oriente, Iraque, Afeganistão, Síria, pelo caldo onde germinam as organizações que produzem terroristas como os de Manchester, de Londres, de Paris. É a Europa que sofre os atentados - quem os financia, quem lucra com eles? - e apanha com as vagas de refugiados. É a Europa que vai ter de mudar os seus paradigmas civilizacionais para fazer frente a estas ameaças. É a Europa que vai ter de se fechar. É a Europa que vai ter de transferir recursos do desenvolvimento e do estado social para os afectar à segurança. É a Europa que irá empobrecer cultural, social e economicamente. É a Europa que enfraquece com estes atentados.
É a Europa que Estados Unidos querem submeter e tornar irrelevante com a tríplice aliança com a Arábia Saudita e Israel.
Estes atentados fazem parte da estratégia de ataque à Europa.
O medo destes ataques já produziu o Brexit – um completo sucesso, e o mitigado sucesso a afirmação da Le Pen.

COMO ELES GRUNHEM !


Movimento antinuclear espera reunir 10 mil pessoas contra Almaraz em Madrid, em junho



O Movimento Ibérico Antinuclear (MIA) prevê reunir no dia 10 de junho, em Madrid, Espanha, 10 mil pessoas na maior manifestação na Península Ibérica contra o nuclear, revelou hoje o coordenador para Portugal, António Elói. 
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"Calculamos ter cerca de 10 mil pessoas, sendo que algumas centenas irão de Portugal, naquela que será, na caminhada entre Atocha e a Puerta del Sol, a maior manifestação jamais realizada na Península Ibérica contra o nuclear", disse o responsável do MIA no decurso de uma preleção no Porto.

Tendo como foco a polémica em torno das centrais nucleares de Almaraz e da construção de um armazém na sua periferia e comentando o recente relatório da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), considerou que este "diz que nada foi estudado"

Destak